1.3.08

Saiu o nº 24 da revista Utopia (revista Anarquista de Cultura e Intervenção )


Já está em circulação e nos escaparates das livrarias o nº 24 da revista Utopia (revista anarquista de cultura e intervenção), com o seguinte sumário:


Editorial ..... página 1
Avesso do avesso ..... 6
Revolução e Liberdade ..... 12
O controlo como conceito ou como palavra na perspectiva de um ser biológico e social ..... 13
Medo e angústia: sintomas emocionais de umasociedade de controle ..... 21
Controlo e vigilância: o grande irmão está aolhar para ti ..... 29
O “nihilóptico”.....33
A França o os seus medos legítimos ..... 38
Allgarve .... 46
Comuna Autónoma Zamorana ..... 49
Hino Burlesco .... 62
Drogas velhas e novas ..... 64
Guerras de Rua ..... 66
Nanook of the North ..... 67
futebol de 3 lados ... 71
Críticas de livros ... 77


Escusado é dizer que se trata de mais um número a ler com muito interesse uma vez que está recheado de textos e informações valiosas para compreendermos muito do que se vai passando à nossa volta.

“Itinerários e Reinos: uma descoberta do mundo. O Gharb al-Andalus na obra do geógrafo al-Idrisi” ( início do Congresso em Vila Real de Santo António)




Nos dias 2, 3 e 4 de Maio realiza-se em Vila Real de Santo António a primeira sessão de um Congresso Itinerante Internacional que terá, posteriormente, continuação temática em Sevilha e Ceuta.

Sob o título “Itinerários e Reinos: uma descoberta do mundo. O Gharb al-Andalus na obra do geógrafo al-Idrisi”, este congresso, uma co-organização da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e da Fundação Al-Idrisi Hispano Marroquí, propõe-se realizar uma análise da obra desta grande figura da geografia árabe medieval e da importância do seu trabalho para o desenvolvimento posterior de algumas ciências na época moderna: Geografia, Botânica e Cartografia, esta última fundamental no arranque das viagens europeias dos finais da Idade Média.

Neste encontro de diálogo entre Oriente e Ocidente, que reúne especialistas de países europeus e do mundo árabe das duas margens do Mediterrâneo (Portugal, Espanha, França, Marrocos, Argélia, Egipto, Síria, Iraque e Arábia Saudita), afinal do mundo sem fronteiras que al-Idrisi retratou na sua obra, far-se-á também homenagem a outra grande figura da poesia e cultura luso-árabes: Ibn Darraj, natural de Cacela. Por isso se realizam em Cacela Velha algumas importantes actividades deste congresso: visita guiada ao seu património histórico, recital poético em várias línguas e descerramento de placa evocativa, em homenagem ao poeta ali nascido.


Consulte o programa e inscreva-se aqui.


INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela
Antiga Escola Primária de Santa Rita
8900-059 Vila Nova de Cacela – Portugal
Tel. / Fax: 00351 281 952 600

Comunidade de Leitores da Velha-a-Branca (Braga) tem encontro para 3 de Março às 21h30 sobre o livro Cidades Invisíveis de Italo Calvino

Próxima sessão: 3 de Março 2008, pelas 21.30, na Velha-a-Branca (Braga), estaleiro cultural sedeado no Largo da Senhora-a-Branca, 23, em Braga


O livro escolhido para este mês é Cidades Invisíveis, de Italo Calvino


SOBRE A COMUNIDADE DE LEITORES
Surgiu em Fevereiro de 2006 e conta já com quase duas dezenas de encontros. Desde Setembro de 2007 é coordenada por Eduardo Jorge Madureira e tem por objectivo promover a partilha de experiências em torno de livros/textos.

As sessões, abertas a todos os interessados, decorrem na Velha-a-Branca na primeira segunda-feira de cada mês e contam com a presença de convidados especiais.

A entrada é livre e não está sujeita a inscrição.

Os livros em discussão encontram-se à venda com desconto para os participantes nas EXPRESSÕES-DA-VELHA (r/c da velha) e na Livraria 100ª Página (Av. Central, 118)


mais info em:


"Italo Calvino (Santiago de las Vegas, 15 de outubro de 1923 — Siena, 19 de setembro de 1985) foi um dos mais importantes escritores italianos do século XX. Nascido em Cuba de pais italianos, sua família retornou à Itália logo após seu nascimento.Formado em Letras, participou da resistência ao fascismo durante a Segunda Guerra Mundial e foi membro do Partido Comunista Italiano até 1956, tendo se desfiliado em 1957. Sua carta de renúncia em 1957 ficou famosa.A Sua primeira obra foi Il sentiero dei nidi di ragno, publicada em 1947. Uma de suas obras mais conhecidas é Le città invisibili, de 1972, traduzida para o português por Diogo Mainardi, tendo como personagens Marco Polo e Kublai Khan."
Fonte: Wikipédia

Piquenique poético aos Domingos nos jardins do Porto

A ideia é simples: além de comida e bebida, levarem-se livros…

Como os jardins são públicos, todos são bem-vindos.
O ponto de encontro para o próximo domingo ( dia 2 de Março) será às 15h no Parque de S. Roque.

A iniciativa ( e a ideia) é do actor e encenador Rui Spranger, que é também o animador das noites de poesia no Pinguim.

Entretanto anuncia-se para o dia 13 de Março uma sessão especial de poesia no bar Pinguim( R. de Belomonte, 67, Porto) em homenagem a Joaquim Castro Caldas, uma vez que perfazem 20 anos que este lançou as famosas segundas-feiras de poesia naquele bar do Porto. A sessão vai contar com muitos daqueles que as frequentaram.

Entretanto, no mês de Abril, as actuais quintas-feiras de Poesia no café-bar Pinguim, irão ser preenchidas com os sucessores do Joaquim.


http://ruispranger.blogspot.com/

A próxima reunião preparatória do May Day é já no dia 6 de Março na Crew Hassan


http://maydaylisboa.blogspot.com/

O precariado anda a juntar-se por aqui!



No passado dia 21/02 teve lugar mais uma Assembleia MayDay Lisboa 2008, num espaço da Cooperativa Cultural Crew Hassan.


Várias dezenas de pessoas apareceram e acrescentaram ideias e energia para a parada precária deste ano, bem como para um percurso de crescimento e de visibilidade até lá!


A próxima Assembleia acontecerá no dia 6 de Março na Crew-Hassan e vai precisar da tua presença!


O precariado rebela-se!!

Mostra de fotografias sobre os dias de luta contra a especulação e a destruição do mercado do Bolhão


Este sábado, 1 de Março, vai ser feita uma exposição de fotografias das jornadas de luta pelo Bolhão, no próprio local.
Entretanto, já foi entregue uma acção judicial contra a demolição e a a descaracterização do mercado do Bolhão que representa o projecto à empresa Trancrone

29.2.08

Nova concentração de Professores da região do Porto para Sábado, dia 1 de Março (mensagem por SMS a circular)

Encontra-se a circular por SMS uma nova mensagem a mobilizar os professores da região do Porto com o seguinte conteúdo:


Concentração de Professores por uma profissão com dignidade e respeitada.

Dia 1 de Março em frente à Câmara Municipal do Porto às 16h.

Comparece e reencaminha



Nota: no passado Sábado,dia 23 de Fev., realizou-se uma grande concentração no mesmo local, com uma larga adesão. Vamos aumentar o nosso protesto contra a política deste governo que anda a desmantelar os serviços públicos e a lançar o país para o último lugar dos indicadores sociais e económicos.

28.2.08

Queixas contra a PSP e a GNR aumentaram 32%



Segundo os dados acabados de serem revelados no último relatório da Inspecção-Geral da Administração Interna o número de queixas contra os agentes da PSP e os para-militares da GNR aumentou em 32% nos últimos cinco anos em relação aos anos anteriores.
Resta interrogarmo-nos sobre quantas queixas contra a polícia não foram apresentadas por muitos cidadãos que, apesar de terem sido vítimas de brutalidade ou violência policial, e até mesmo por incivilidades praticadas pelos agentes ao serviço do Estado, acabam por desistir de o fazerem por estarem desiludidos com a Justiça e conformarem-se com os atentados às liberdades públicas realizadas pelos profissionais contratados pelo Governo como garantia para a aplicação das suas ordens, por mais arbitrárias e injustas que possam ser.




A polícia protege-nos, mas quem nos protege da polícia ?




15 de Março – dia internacional contra a violência e a brutalidade policial



Directório mundial da copwatch:
http://mediafilter.org/cwdir/


Texto da wikipedia sobre a violência e a brutalidade policial: aqui




Notícia do jornal O Primeiro de Janeiro:

O número de queixas apresentadas contra efectivos da GNR e da PSP aumentou 32 por cento em cinco anos, passando de 480 em 2001 para 635 em 2005, à luz de dados da Inspecção-Geral da Administração Interna.

O último relatório, que foi disponibilizado na segunda-feira na página online da IGAI, especifica que, do total daquelas queixas, 530 chegaram à inspecção-geral, que fiscaliza a actuação das duas forças de segurança, através da Ministério Público, enquanto as outras 105 resultaram de iniciativa de particulares.

Em 2001, o ano anterior disponível naquela página, o Ministério Público remeteu 409 queixas e cidadãos particulares as outras 71.

Quanto ao desfecho das participações em 2005, só 11 não foram arquivadas, originando sete processos disciplinares, inquéritos ou averiguações. Em 2001, das 480 denúncias, pelo menos 353 foram arquivados, de acordo com o relatório desse ano, que utiliza critérios diferentes relativamente ao documento mais recente, pelo que a sua comparação nem sempre é possível.

Sobre as razões que originaram as queixas em 2005, cerca de 39 por cento ter-se-ão devido a alegadas ofensas à integridade física por parte dos agentes, 8,3 por cento a ameaças, 7,1 por cento a abusos de poder e 6,7 por cento a injúrias.


Cinco anos antes as alegadas ofensas à integridade física dos elementos das forças de segurança sobre cidadãos atingiram 49 por cento, o abuso de poder 26 por cento, as ameaças 17% e as injúrias 13,1%.

Em 2001 foram agentes da PSP o alvo de 291 queixas das 480 apresentadas, enquanto as restantes 189 referiram-se a elementos da GNR.

Em 2005, a PSP foi alvo de 203 queixas, enquanto a Guarda Nacional Republicana foi alvo de apenas 115.

Ciclo de Colóquios sobre “Museus e Património Imaterial”

Ciclo deMuseus e Património Imaterial - agentes, fronteiras, identidades (ciclo de colóquios) é o tema de um conjunto de conferências a realizar pelo Instituto Português de Museus e Conservação.

O Instituto dos Museus e da Conservação realiza em 2008 um Ciclo de Colóquios dedicado ao Património Cultural Imaterial, designadamente nos planos do seu estudo e divulgação enquanto testemunho da memória colectiva.

O Ciclo pretende divulgar boas-práticas, a nível nacional e internacional, no âmbito da documentação do património imaterial, em particular no contexto da actividade museológica.
Promove ainda a reflexão alargada sobre a multiplicidade de questões que o tema suscita, em particular na perspectiva dos variados agentes implicados no processo do seu estudo e inventário, com destaque para os museus, as universidades e outras unidades de investigação.

Máscaras Portuguesas: Autenticidade e Reinvenção
Museu Nacional de Soares dos Reis - 22 FEVEREIRO 2008

Inventário, Protecção, Representatividade
Museu Nacional do Teatro - 11 ABRIL 2008

Memória, Identidade e Projecto
Museu da Luz - 30 MAIO 2008

Saberes e Técnicas: entre o Registo e a Transmissão
Ecomuseu Municipal do Seixal - 27 JUNHO 2008

Terrenos Portugueses: O que Fazem os Antropólogos?
Faculdade de Ciências e Sociais e Humanas - OUTUBRO 2008

Museus Globais: Colecções Etnográficas e Multiculturalidade
Museu Nacional de Etnologia - 7 NOVEMBRO 2008

Inscrição Gratuita (No entanto, é necessário proceder à inscrição)

Organização Inscrições:
Instituto dos Museus e da Conservação
Departamento de Património Imaterial
Tel: 21-365 08 26 / Email:
dpi@imc-ip.pt / www.ipmuseus.pt


Consultar o excelente blogue:
http://nomundodosmuseus.wordpress.com/

Rituais de Inverno com Máscaras – exposição patente no Museu Soares dos Reis


Sobre a Exposição “Rituais de Inverno com Máscaras“

A Exposição rituais de inverno com máscaras concretiza um projecto acarinhado pelo Instituto dos Museus e da Conservação, visando a divulgação do Ciclo Festivo de Inverno no Nordeste Trasmontano, que é aqui marcado pela presença de personagens mascarados.

O complexo das celebrações do ciclo do Inverno assume-se como um dos mais expressivos documentos etnográficos acerca da festa popular e das dinâmicas no Portugal rural, simultaneamente nos planos do património material e imaterial.

O projecto foi coordenado cientificamente por Benjamim Pereira, que nas décadas de 1960/70 realizou pesquisas e recolhas de terreno sobre as festividades de Inverno em Trás-os-Montes,
trabalho de que veio a resultar Máscaras Portuguesas (MEU/JIU, 1973), obra de referência para o estudo desta tipologia da cultura material.

No âmbito da coordenação da Exposição, Benjamim Pereira procedeu a incursões ao terreno entre 1999 e 2001, visando a actualização do corpus documental recolhido três décadas antes, e promoveu a recolha no terreno dos exemplares de máscaras apresentados na Exposição.
Neste processo, organizou ainda a equipa de antropólogos que, sob prismas complementares, dirigiram o seu olhar para os rituais aqui abordados, tendo ainda colaborado no Documentário que é parte integrante da Exposição.

A exposição beneficiou assim de um levantamento sistemático que retrata a actualidade daquele complexo cerimonial sob o ponto de vista antropológico, traduzido no conjunto de investigações publicadas no Catálogo da Exposição, na realização do Documentário que é parte integrante desta, bem como na constituição em contexto de terreno, da respectiva colecção que integra o acervo do Museu do Abade de Baçal.

*A exposição está patente ao público no Museu Nacional de Soares dos Reis até 20 de Abril de 2008.

Dia 29 de Fev. - Acção contra os transgénicos em Lalín ( na Galiza)

Os Amigos da Terra, ADEGA e o SLG convocam todos para uma acção a desenvolver no dia 29 de Fevereiro em Lalín ( na Galiza) contra os transgénicos e que visa como último objectivo a declaração da Galiza como território livre de transgénicos.


De 11 a 14:30 e de 16 a 19h:
MESA INFORMATIVA na praza da Igrexa


Ás 20h: MESA REDONDA e DEBATE na Casa da Xuventude

Info Contacto:
Rebeca Prieto - Comunicación Amigos da Terra Tfno: 988.374.318

Manuel Fortes, correspondente de ADEGA en Pontevedra 676088486

Correo-e:
fortesbesada@hotmail.com

27.2.08

A Arte de Passear (livro do filósofo alemão Karl Gottlob Schelle )


Passeios de Verão ou de Inverno; na montanha, no campo ou na floresta ou acompanhado; todos eles têm características próprias, todos eles têm a sua arte... Saber adaptar os passeios ao nosso humor, às nossas necessidades e às nossas ideias, de modo a desfrutar plenamente da natureza, da solidão ou da companhia dos outros, é um prazer sempre renovado.

«A Arte de Passear», escrito em 1802, e agora editado em português pelas edições Europa-América, eleva o mero passeio ao estatuto de delicado exercício estético. Para o seu autor, o filósofo Karl Gottlob Schelle, amigo de Kant, viver continuamente em atmosferas confinadas torna o espírito débil, e o passeio, longe de ser uma actividade puramente física, constitui uma promessa de prazer renovado. Pela acção do corpo, o passeio põe em movimento os mecanismos do espírito, engendrando uma verdadeira necessidade intelectual.

“O movimento do corpo não é directamente uma das condições da vida”, escreve Schelle, “e a sua ausência não desencadeia irremediavelmente a morte… mas ele é, no entanto, uma condição indirecta. Ele é indispensável para a saúde do corpo e para o bom funcionamento do organismo”

A solução passa pela simplicidade voluntária. Basta caminhar regularmente ao ar livre e conviver com o ambiente natural para recuperar e manter a vitalidade. A antiga arte de passear pela natureza rompe os muros invisíveis da rotina e amplia os nossos horizontes pessoais. É verdade que essa arte meditativa nem sempre precisa ser praticada a pé.

Neste pequeno tratado, o passeio não é um meio mas um fim em si, uma actividade ímpar que coloca o ser em contacto com os outros e com a natureza.

Karl Gottlob Schelle nasceu em Altweilen, na Alemanha. Schelle defendia uma filosofia prática que se aproximasse das questões do quotidiano.

Palestra na Galiza sobre a pegada ecológica, seguida de uma visita nocturna aos petroglifos nas redondezas de Santiago de Compostela

Consultar: /www.agal-gz.org/blogues/index.php?blog=27

Palestra sobre a pegada ecológica, seguida de uma visita nocturna aos petroglifos nas redondezas de Santiago de Compostela ( com partida do Centro Social O Pichel, dia 29 de Fev. às 20h)


Esta sexta feira ( 29 de Fevereiro) às 20h00, no Centro Social O Pichel (Centro Social O Pichel, na Rua de Santa Clara, 21, em Santiago de Compostela, na Galiza) vai haver uma palestra sobre

DO GRANDE AO PEQUENO: A PEGADA ECOLÓGICA

a cargo de Tino Quintela, coordenador da FEG (Federaçom Ecologista Galega).

A pegada ecológica é uma medida do nosso impacto sobre o planeta Terra, que nos permite reflexionar sobre os nossos hábitos de vida e consumo e ver como podemos diminuir esse impacto. Quantas Terras "comemos"?
Vem descubri-lo e pensar junt@s um bocado sobre uma questão tão relevante a nível global!


Depois da Palestra realiza-se uma visita nocturna aos petroglifos de Conjo e Monte Pedroso



A comissão de memória historica organizou para sexta-feira, dia 29 de Fevereiro, uma visita noctura a dois dos mais importantes petroglifos de Santiago de Compostela: conjo e pedroso.




Saída do Pichel acompanhados de lanternas. Com elas poderemos observar desde uma nova óptica o aspecto mais chamativo da pré-história do país galego. Irão pessoas com conhecimentos no tema. É importante levar lanternas e calzado para caminhar um pouco a monte.









Os petróglifos galegos constituem o aspecto mais chamativo da pré-história do País. Manifestam-se como um conjunto coerente claramente particularizado. Som gravuras rupestres, ao ar livre, especialmente sobre granito e concentrados especialmente na área das Rias Baixas.



A técnica de confecçom é de dous tipos. Nalguns casos os sulcos apresentam umha secçom transversal em forma de V com os laterais mui angulosos e as paredes rectas e ásperas em que, a simples vista e ao tacto, se vem as marcas dos golpes feitos com um instrumento afiado e pontiagudo. O outro tipo de técnica apresenta sulcos de secçom transversal em U mui aberto, com os laterais enormemente desgastados e suaves ao tacto.
A quantidade e complexidade dos temas representados, sem perderem os traços que os particularizam, inserta-nos no contexto da Europa atlántica.
Constituem umha apreciável fonte de informaçom sobre as comunidades que os figérom, situadas desde o Calcolítico até a Idade de Ferro.



Petróglifos do Monte Pedroso:



Situam-se a 435m de altitude, na paróquia de Sta. Maria de Figueiras sobre umha rocha granítica de grano meio rodeada de tojeiras a 30 m do primeiro edifício da TVG antes de chegar ao cimo.
Estám constituídos por 16 covinhas; 6 de elas acompanhadas de círculos concêntricos com rádios de prolongaçom e umha acompanhada de umha espiral dextrógira.
A concavidade de secçom de U aberto apresenta umha erosom suficiente para termos que observá-los principalmente com luz rasante natural.



Petróglifos do Castrinho de Conjo:



Estám situados a 220m de altitude, na Volta do Castro, na paróquia de Sta. Maria de Conjo, sobre umha rocha de granito de grano meio. Trata-se de um petróglifo em que dominam de forma absoluta as representaçons de armas. Estám constituídos por 9 espadas, 4 lanças, 4 motivos triangulares, 2 punhais, e 1 figura humana, além de outros 3 motivos pouco definidos e traços soltos, que podem ser os restos de figuras apagadas pola erosom.
A técnica de confecçom dos petróglifos é definida pola secçom transversal de sulcos em forma de U. O seu grau de conservaçom é medíocre e desigual, sendo o sector NW o melhor conservado, e o SW o de máxima erosom; é por isto que para a completa observaçom nom é suficiente a luz rasante natural, sendo preciso de umha luz mui rasante artificial.
As gravuras disponhem-se sobre umha laje orientada para o poente, coincidindo com a linha da muralha (soterrada) do castro, de quem tomam nome.
Na parte inferior da laje pode-se ver um grande motivo de aparência triangular, que foi definido como um escutiforme, pola possível forma de escudo. Junto a ele, um grupo de quatro espadas ou punhais, um deles unido a um motivo escalariforme, que provavelmente seja a coroa de um motivo triangular como o anterior, mas em pior estado de conservaçom. Mais para cima vemos dous punhais enfrentados polo pomo, e um terceiro pior conservado. Entre estes dous grupos mais visíveis, aparece umha alabarda e um terceiro motivo triangular (escutiforme).
Na parte mais elevada da laje há aínda dous ou três pequenas lanças, um escalariforme e um novo motivo triangular diferente dos anteriores. O resto dos motivos, de menor tamanho, aparecem mui erosionados e indefinidos.
Alguns arqueólogos opinam que estas gravuras rupestres possuem um significado ideológico, como estandarte com que refrendar o estátus de certas elites sociais, e nom falta quem formule que estamos perante um lugar de ritos iniciáticos.



Mais informação sobre os petroglifos:


Lançamento do nº 4 da revista Húmus no Espaço Musas, no Porto ( 1 de Março às 17h30)


No próximo sábado, dia 1 de Março, no Espaço Musas (Rua do Bonjardim, 998, no Porto) vai ser lançado o nº 4 da revista Húmus, com a presença de alguns elementos da redacção da revista, seguido de um debate sobre alguns dos temas tratados nesta sua última edição.

No fim haverá um jantar vegetariano

Organização é do CALP • Círculo Anarquista Libertário do Porto

Para os interessados que não possam estar presentes, e mesmo assim estejam com vontade de consultar e ler a publicação, podem sempre descarregar as quatro edições da revista via internet:

Revista Húmus em pdf

nº 4 (Dezembro 2007)
nº 3 (Abril 2007)
nº 2 (Novembro 2006)
nº 1 (Julho 2006)

Petiscos & petições, fados & opiniões no bar «Maria vai com as outras»


performance musical interpretada por ZAIRA




Nascido em Maputo, Moçambique, Simonal é um etnomusicologista, especializado em instrumentos tradicionais moçambicanos. Para além deste género, colabora igualmente com vários músicos/produtores de outros estilos, tendo participado na criação de projectos como Tchkare Kanyembe, Maty, entre outros.
+ info: my space


maria vai com as outras
loja de livros, tabacos, chás, artesanato, mobiliário, vinhos, outras cores, outros cheiros, outros sabores


R. do Almada, 443, Porto
tel.220167379
segunda a sábado: 12h00-20h00/22h00-24h00
domingos e feriados: 15h00-20h00

http://maria-vai-com-as-outras.blogspot.com/

Galiza em trânsito (intervenção cultural galega no Porto, a 1 de Março)




A Gentalha do Pichel
são um grupo de compostelanas e compostelanos decididos a fazer activismo cultural na nossa cidade e comarca. A língua e cultura galegas, a diversom, a vontade de aprender, de difundir os nossos costumes, a nossa música, a nossa história... som os nossos eixos de trabalho.


Programação da Galiza em Trânsito...no Porto (dia 1 de Março)


Sábado 1 de Março
FNAC Sta. Catarina - apresentação do evento
17:00 h
Intervenção de Carlos Quiroga e Daniel Pires e showcase de Marful



Maus Hábitos - 1ª parte (gratuíta )
19:00
Lançamento livros de Raquel Miragaia e Marcos Lorenzo
Sala Nobre

19:40
Apresentação exposições de Luz Castro e Miguel Muñiz e do fanzine “1 folio” do Colectivo 1 folio
Sala Nobre


20:15
Cos pés na terra, dança de Fran Riveiro
Sala de espectáculos



Maus Hábitos - 2ª parte (bilhete: 5€)


22:00
Teatro d2 “Flores Migratórias”
Sala de espectáculos


23:30
Concerto de Marful
Sala de espectáculos


00:45
The Chemical Orange+dj
Sala de espectáculos



Que é a GALIZA EM TRÂNSITO
Galiza em trânsito é um projecto da Biblioteca Anna Politkovskaya, da Gentalha do Pichel. O projecto abrange uma série de actividades que serão desenvolvidas no Maus Hábitos do Porto, com o objectivo de conseguir financiamento para dotar a nossa biblioteca de fundos em galego-português.


PROJECTO
Baseia-se no conceito de intercâmbio cultural, tendo como espaços alvo a Galiza e Portugal pola sua identidade linguística. O colectivo que gerimos a biblioteca levaremos ao Maus Hábitos, no Porto, as seguintes actividades:
Exposições
- proposta do fotógrafo Miguel Muñiz sobre a ausência de luz.
- trabalho da artista Luz Castro em que ironiza sobre os esterótipos do masculino e a publicidade.


Lançamentos
- 1folio: fanzine do colectivo 1folio sob a máxima da simplicidade.
- Em trânsito: obra de relatos curtos da escritora Raquel Miragaia.
- Liquidación de existencias: obra de carácter aforístico de Marcos Lorenzo.


Espectáculos
- Dança: peça de dança contemporânea a cargo do Teatro D2.
- Teatro: representação da obra Flores migratorias por Teatro D2.
- Música: concerto do grupo Marful.
- Vj & dj: espectáculo de The chemical orange.


BIBLIOTECA
A biblioteca Anna Politkovskaya nasce dum encontro entre amigos e amigas com o mesmo desejo: ter acesso a livros de referência em matérias diversas aos quais poder chegar na nossa língua. Partindo também da intuição de que não é melhor a biblioteca que tem mais fundos mas aquela que tem os mais interessantes, proponhemo-nos um objectivo humilde na quantidade e ambicioso na qualidade. Para conseguir esses fundos, além de ter um grupo de assessoramento que nos ajude a escolher os livros fundamentais, precisamos financiamento. Dinheiro, enfim. A primeira grande acção nesta direcção é esta festa no Porto de nome Galiza em trânsito.

O espaço da Associação cultural A gentalha do Pichel, e o seu projecto, é o lugar apropriado para tentar esta iniciativa. Queremos criar um espaço de reflexão, intercâmbio e entretenimento. Procuraremos não oferecer apenas fundos, mas também actividades variadas e dinámicas. No caminho podem mudar várias das propostas iniciais, entretanto, convidamos-te a estar atenta a este projecto e participar.

Próximas mobilizações dos professores em Portalegre e Aveiro ( dia 28, às 21h.), Braga (dia 29, às 21h30), Setúbal (dia 1),Leiria (dia 3),Faro(dia 4)

Portalegre, 28 de Fevereiro
Concentração de professores, vestidos de preto
21h, Portalegre, junto ao Governo Civil
Promovido por SPZS/FENPROF


Aveiro, 28 de Fevereiro

Em Aveiro a concentração de professores é às 21h00,
junto ao Centro Comercial Oita


Braga, 29 de Fevereiro
Concentração de professores
Braga, 21h30, Avenida Central




Setúbal,1 de Março
Concentração de professoresàs 15h, na Praça do Bocage


Lisboa, 1 de Março

Concentração de professores às 16h00,
junto ao Instituto Português da Juventude (Rua da Polícia)




Leiria, 3 de Março

ENCONTRO” DE PROFESSORES às 17H00 na Praça Rodrigues Lobo



Faro, 4 de Março

Cordão humano de professores em Faro,às 18h ( a
concentração é em frente ao Fórum Algarve)




Portimão, 6 de Março

Concentração de professores em Portimão, às 17h30,
em frente à Câmara Municipal



Lisboa, 8 de Março
Marcha da Indignação - Manifestação nacional de Professores contra a política educativa do governo
Lisboa, concentração às 14h30 no M.Pombal.







Três mil professores manifestaram-se em Coimbra

"Professores de luto e em luta pela Educação" foi o mote que mobilizou cerca de duas mil pessoas para uma concentração de protesto contra a Ministra da Educação e a política deste governo para as escolas. Os professores concentraram-se na Praça da República e marcharam até à Direcção Regional de Educação do Centro, empunhando velas e tochas. Foi a maior manifestação do sector alguma vez realizada em Coimbra, que teve também a participação da Federação Nacional de Educação.
"Basta! Assim não se pode ser professor" era o que se lia na faixa que abria o desfile dos professores em Coimbra. Os docentes mobilizaram-se em defesa da escola pública, que consideram ameaçada pelo governo socialista. Em declarações à imprensa, Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FENPROF) assumiu essa defesa da escola pública portuguesa, porque "só se tiver qualidade é que esta escola pública pode dar ao nosso País, às nossas crianças e jovens, condições para o acesso à educação, ao ensino à formação e à qualificação".

Numa intervenção realizada antes da marcha, o sindicalista defendeu que "Temos uma equipa do Ministério da Educação que está fazer mal às escolas aos professores, à educação e tem os professores como inimigos. Portanto, é uma equipa que tendo estas posições deixa de ser parte da solução dos problemas para ser mais um problema". Mário Nogueira considerou esta mobilização de professores "uma grande lição de empenhamento na defesa" dos seus direitos e exigiu ao governo que deixe de "insultar e ofender os professores", profissionais que têm "de ser valorizados e dignificados".

Os participantes mostraram-se generalizadamente contra o processo de avaliação de professores que o Ministério quer implementar e para muitos deles foi a primeira vez que participaram numa manifestação

Começa hoje em Lisboa a 7ª Conferência Europeia da História das Ciências Sociais (European Social Science History Conference, ESSHC)

Organizada pelo Instituto Internacional de História Social de Amesterdão, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e pelo Centro de História da Universidade de Lisboa começa hoje em Lisboa a 7ª Conferência Europeia da História das Ciências Sociais (European Social Science History Conference, ESSHC) que decorre nas instalações da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa entre os dias 27 de Fevereiro a 1 de Março de 2008.

O 7º ESSHC é um Congresso interdisciplinar bianual que reúne os cientistas sociais que trabalham em temas históricos e os historiadores que usam teorias, métodos e técnicas das ciências sociais na sua pesquisa. Com participantes vindos de toda a Europa, Ásia, América Latina e África, é um verdadeiro encontro internacional. As suas cerca de 400 sessões com 1200 comunicações asseguram um programa interessante e diversificado. Barbara Weinstein, professora de História na Universidade de Nova Iorque e Presidente da Associação Histórica Americana é a oradora convidada da sessão solene a realizar na Aula Magna, dia 28 de Fevereiro às 17h00, com uma conferência intitulada “Orientalism in one Country? Race, Religion, and Nation in Twentieth Century Brazil”.

Esta iniciativa pretende reunir especialistas interessados na explicação dos fenómenos históricos recorrendo aos métodos das Ciências Sociais.

O anarquismo é um dos temas em debate nesta Conferência da História das Ciências Sociais
http://raforum.info/article.php3?id_article=4000&lang=en



ESSHC Conference Secretariat
c/o International Institute of Social History
Cruquiusweg 31
1019 AT Amsterdam
Netherlands

http://www.iisg.nl/index.php


Contacto da Comissão organizadora local: anarodrigues@fl.ul.pt



Principais Tópicos:
África; Antiguidade; Ásia; Justiça Criminal; Cultura; Economia; Educação e Infância; Elites; Etnicismos e Migrações; Família e Demografia; Geografia; Saúde; História e Computação; Trabalho, América Latina; Materiais e Cultura de Consumo; Idade Média; História Oral; Política; Cidadania e Nações; Religião; Rural; Sexualidade; Desigualdade Social; Tecnologia; Teoria; Urbano; Mulher e Género; História Mundial.

O Peixinho da Horta organiza hoje um jantar com legumes frescos do Bolhão!


O Peixinho da Horta vai fazer uma grande jantarada com os legumes fresquinhos que ainda podemos encontrar no Mercado do Bolhão!

Quarta-feira, dia 27 a partir das 20:00 aparece no JUP (Rua Miguel Bombarda, 187) que mais uma vez nos cedeu os seus aposentos.


Parte do lucro reverterá para despesas judiciais com o processo de defesa do Mercado.

Agradecemos inscrições!
(
imnezia@gmail.com , 916472466, 937267541)

http://www.peixinhodahortavgt.blogspot.com/

O Peixinho da Horta é um tasco vegan/vegetariano que aposta no consumo consciente, na comida góstózza e no consumo de binho com alguma moderação(se possivel). Quanto ao consumo consciente, o peixinho, opta pelas alternativas que contribuam para o bem estar humano, animal e ambiental. Para isso usa produtos de comércio justo, produtos de agricultura biológica (que por questões económicas aínda não são em maioria..), produtos artesanais, reutilização e reciclagem de materiais, tentando fugir a 7 pés das multinacionais e de grande parte dos produtores que não têm estas preocupações. Neste momento somos uma tasca ambulante, vamos cozinhando pelas tascas que nos acolhem! Juntem-se à caravana da Peixaria! Peixinho da Horta de porta em porta!

26.2.08

O «no sense» da contra-reforma da ministra da educação provoca a indignação dos professores

A actual ministra da educação, Maria de Lurdes Rodrigues, é socióloga por formação, tendo-se especializado na área da Sociologia das Organizações. Também é do conhecimento geral que Maria de Lurdes Rodrigues frequentou ao longo dos anos os meios e os ( poucos) espaços anarquistas da cidade de Lisboa, e inclusivamente, o seu nome pode ser encontrado no corpo redactorial da revista anarquista «A Ideia», publicada ao longo de décadas após o 25 de Abril, muito embora não se lhe conheça qualquer produtividade teórica digna de realce, a que não é certamente estranho os critérios anarquistas de João Freire, responsável daquela revista e um reputado investigador da história do anarquismo em Portugal, e também figura de proa na área dos estudos da Sociologia do Trabalho e das Organizações da Universidade Nova de Lisboa.

Estes dados são preciosos e úteis para aquilatarmos do alcance das decisões governamentais e das leis da contra-reforma educativa que estão a ser promovidas pela actual ministra da educação, algumas delas em vias de execução, e que têm merecido uma rejeição generalizada por parte dos professores e educadores.

A contra-reforma em curso plasma-se num conjunto fragmentário de medidas e de diplomas legais que enforma, apesar disso, de um mesmo princípio orientador e institucional e que se concretiza numa transmutação implícita dos tradicionais estabelecimentos de ensino em organizações tutelares das crianças e jovens, não obstante manterem o pomposo nome de escolas.

Na verdade, os objectivos gerais da política educativa nos últimos anos foram sofrendo uma profunda evolução por força do fenómeno da massificação das escolas ( nivelamento por baixo), travestida ( e deliberadamente confundida) com a democratização do ensino ( ou seja, o acesso da população em geral ao conhecimento mais elaborado existente á data, bem como aos mais valiosos bens culturais). Esta conversão perversa, e raramente assumida pelos responsáveis políticos, tem gerado não poucos equívocos e as mais variadas ilusões, para não dizer mistificações, junto de todos os interessados na educação que, sem os esclarecimentos e a clarividência analítica, ficam irremediavelmente desarmados face a uma realidade que escapa à sua inteligibilidade.

Ora esta transformação nos objectivos e nas funções das organizações escolares requer, para o bem ou para o mal, uma mudança a nível organizacional, capaz de oferecer as respostas necessárias aos desafios da massificação escolar. Mas o que se assiste hoje é, paradoxalmente, por via das recentes medidas legislativas sobre a gestão das escolas e da avaliação dos professores, a um regresso aos modelos organizacionais que fizeram escola nos idos tempos da «escola meritocrática», e que se mostram completamente desapropriados face às novas realidades contemporâneas da massificação nos actuais estabelecimentos tutelares em que se converteram as escolas oficiais.

Com efeito, nem a repescada figura central do Director-Reitor, nem a estrutura centralizada e linearmente hierárquica do estabelecimento, nem muito menos as propostas de hetero-avaliação por objectivos dos professores que agora são impostas, têm algo a ver com a nova fisionomia social das organizações «escolares» nas sociedades contemporâneas.

A massificação tutelar, o multiculturalismo, a socialização secundária, a inclusão social são realidades que exigem todo um outro modelo organizativo assente em equipas polivalentes e grupos de trabalho e nunca por nunca um regresso e uma repescagem dos esquemas organizativos de má memória e que são próprios de um modelo escolar ultrapassado que pretendia seleccionar os melhores e formas as elites sociais.

Ao optar por esquemas organizacionais verticais, e por avaliações de professores desfasadas das realidades presentes, por razões que relevam de pura ideologia passadista, a actual ministra da educação, Maria de Lurdes Rodrigues, não só mostra a sua inépcia para perceber a complexidade das transformações sociais, nomeadamente dentro daquilo que, por força dos hábitos, se designa por «escola», como dá mostras de um extraordinário «no sense» só comparável com a radical contradição de ser uma zelosa ministra de um governo, e ter protagonizado uma inconfessada história pessoal de anarco-academismo.