22.8.08

Portugal é o segundo país da União Europeia com maior desigualdade salarial entre homens e mulheres

Em Portugal os homens ganham uns 25,4% mais do que as mulheres, enquanto a media europeia é de 15,9%, ou seja, os homens ganhan mais do que as mulheres em toda a UE.

Portugal é o segundo país da UE con maior diferença salarial entre sexos, segundo o Relatório anual de 2007 da Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound) sobre aumentos salariais nos Vinte e sete países.

A media europea situa-se nos 15,9%.

Porém, os homens portugueses ganham 25,4% mais que as portuguesas. Só na Eslováquia é que a diferença salarial é maior,pois a mesma eleva-se para 26,9%.

Seguem-se-lhes na listagem a Estonia, República Checa, Chipre, Alemanha, Holanda e Finlandia, que superan os 20%.

Eslovenia é o país que oferece o melhor retrato. Com efeito, naquele país balcânico, os homens ganham só mais uns 6,9% que as mulheres.

Henri Cartier-Bresson, figura maior da fotografia, e conhecido anarquista, nasceu há 100 anos (a 22 de Agosto de 1908)


"Desde a juventude sou um revolucionário. O que me admira é que hoje não existam mais revolucionários. Hoje as pessoas repudiam tudo, vivemos num mundo niilista. A anarquia não é um modo de vida niilista, é o contrário." Henri Cartier-Bresson

O fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson (1908-2004) faria cem anos hoje, 22 de Agosto.




Henri Cartier-Bresson (22 de agosto de 1908, Chanteloup-en-Brie, Seine-et-Marne, França — 2 de agosto de 2004, Cereste, Vaucluse, França) foi um dos mais importantes fotógrafos do século XX, considerado por muitos como o pai do fotojornalismo.


Cartier-Bresson era filho de pais de uma classe média (família de industriais têxteis), relativamente abastada. Em 1931, aos 22 anos, Cartier-Bresson viajou à África, onde passou um ano como caçador. Porém, uma doença tropical obrigou-o a retornar à França. Foi neste período, durante uma viagem a Marselha, que ele descobriu verdadeiramente a fotografia, inspirado por uma fotografia do húngaro Martin Munkacsi, publicada na revista Photographies (1931), mostrando três rapazes negros a correr em direção ao mar, no Congo.

Faz reportagem no México e durante a Guerra Civil espanhola, ao lado das forças da CNT anarquista, e foi preso pelos alemães durante a II Guerra Mundial

Quando a paz se restabeleceu, Cartier-Bresson, em 1947, fundou a agência fotográfica Magnum junto com Bill Vandivert, Robert Capa, George Rodger e David Seymour "Chim". Começou também o período de desenvolvimento sofisticado de seu trabalho.

Revistas como a Life, Vogue e Harper's Bazaar contrataram-no para viajar o mundo e registrar imagens únicas. Da Europa aos Estados Unidos da América, da Índia à China, Bresson dava o seu ponto de vista especialíssimo.

Tornou-se também o primeiro fotógrafo da Europa Ocidental a registrar a vida na União Soviética de maneira livre. Fotografou os últimos dias de Gandhi e os eunucos imperiais chineses, logo após a Revolução Cultural

http://www.henricartierbresson.org/


Masters of Photography - Henri Cartier-Bresson
Ver :
parte 1; parte 2



Entrevista com Cartier-Bresson





Henri Cartier-Bresson
L'amour tout court
Parte 1






Parte 2



Parte 3



Parte 4




Parte 5


Troca-Tudo: noite das trocas (26 de Agosto, às 23h. no bar do bairro, em Lisboa)


O “TROCA-TUDO” é uma proposta para reduzir a ideia de consumo , aproveitando a oportunidade para trocar os nossos produtos usados, por produtos de uma outra pessoa que, da mesma forma, possam ser do nosso agrado. É realizado num espaço (Bar do Bairro) onde todos os participantes podem trocar ou oferecer produtos entre si.

Já pensaste no que vais levar nesta noite das trocas? CD’s, Vinil, DVD’s, Livros,ou até Franzines, tudo poderá ser trocado mensalmente no Bar do Bairro.

Se quiseres podes sugerir quais os produtos que gostarias de encontrar nesta noite das trocas.

A troca como actividade social existe desde o principio dos tempos e consiste numa actividade essencialmente baseada na negociação entre duas partes – pessoas ou grupos – que chegam a um acordo de que algo é equivalente a outro algo e passível de troca.

É uma oportunidade de quebrarmos o vicio do consumo e reforçarmos o convívio e a solidariedade


TERÇA FEIRA, 26 DE AGOSTO
TROCA-TUDO
NO BAR DO BAIRRO – 23h
Rua da Rosa, 255 - Bairro Alto

Nenhum exército defende a Paz




Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei que a quarta será con pedras e lanças.
Albert Einstein


Se matar fosse algo de natural, porque é que os soldados se têm de treinar para fazer isso?
Joan Baez


A Guerra dá saúde ao Estado
Randolph Bourne, in The State



"War is a quarrel between two thieves too cowardly to fight their own battle; therefore they take boys from one village and another village, stick them into uniforms, equip them with guns, and let them loose like wild beasts against each other."
Thomas Carlyle



"YOUNG MEN: The lowest aim in your life is to become a soldier. The good soldier never tries to distinguish right from wrong. He never thinks; never reasons; he only obeys. If he is ordered to fire on his fellow citizens, on his friends, on his neighbors, on his relatives, he obeys without hesitation. If he is ordered to fire down a crowded street when the poor are clamoring for bread, he obeys and see the grey hairs of age stained with red and the life tide gushing from the breasts of women, feeling neither remorse nor sympathy. If he is ordered off as a firing squad to execute a hero or benefactor, he fires without hesitation, though he knows the bullet will pierce the noblest heart that ever beat in human breast.

"A good soldier is a blind, heartless, soulless, murderous machine. He is not a man. His is not a brute, for brutes kill only in self defense. All that is human in him, all that is divine in him, all that constitutes the man has been sworn away when he took the enlistment roll. His mind, his conscience, aye, his very soul, are in the keeping of his officer. No man can fall lower than a soldier—it is a depth beneath which we cannot go."
Jack London

3ª Convenção das Artes do Circo (29, 30 e 31 de Agosto em Vila do Conde) promovida pela associação Corda Bamba


Decorre, nos próximos dias 29, 30 e 31 de Agosto, em Vila do Conde, a 3ª Convenção de Artes do Circo. Organizada pela Corda Bamba – Associação de Artes do Circo e com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde, a 3ª Convenção de Artes do Circo é dirigida a crianças, jovens e adultos, amadores e profissionais do circo, propondo, neste sentido, diversos ateliers de Artes Circenses (malabarismo, equilibrismo, monociclismo, trapézio, clown, acrobacia e trampolins).

A Artes de Rua e o Novo – Circo procuram remeter os seus públicos e participantes para formas diferentes de sentir a cidade, de descobrir as suas ruas, praças e monumentos, de valorizar os seus locais de convívio e de aproximar dos cidadãos os simples locais de passagem.
A partir de um património histórico e arquitectónico que é revalorizado e tirando partido da dimensão “cénica” de espaços urbanos, estas formas vêm-se afirmando, com grande projecção, por toda a Europa. Assim, em diferentes pontos da cidade, serão apresentados espectáculos de novo-circo, gratuitos e para todo o público.

Locais:
- Parque de Jogos da Avenida Júlio Graça
- Auditório Municipal
- Alameda dos Descobrimentos
- Cais da Alfândega
- Praça José Régio
- Cine teatro do Rancho do Monte


Programa da 3ª Convenção das Artes do Circo:
www.cordabamba.com/3aconvencao.pdf

http://www.cordabamba.com/

A Corda-Bamba, Associação para as Artes do Circo é uma estrutura cultural, sediada em Vila do Conde, que desenvolve um trabalho contínuo e especializado nos diferentes domínios das artes circenses Anualmente a Corda-Bamba organiza em Vila do Conde a "CONVENÇÃO DE ARTES DO CIRCO".A Convenção dirige-se a pessoas já familiarizadas com o circo mas também quem queira iniciar-se nestas artes. Durante 3 dias realizam-se workshops de malabarismo, equilibrismo, ilusionismo, andas, acrobacia e trampolins no Parque de Jogos da Cidade. Paralelamente várias companhias portuguesas e estrangeiras de novo-circo apresentam os seus espectáculos.

21.8.08

Manifestação antinuclear pelo encerramento da Central Nuclear de Almaraz (13 de Setembro de 2008, em Navalmoral de la Mata, na Extremadura, Espanha)


Porque há que fechar definitivamente a Central Nuclear de Almaraz, na Extremadura ( Espanha): ler as razões e os argumentos aqui.









A Plataforma Antinuclear Cerrar Almaraz vai realizar uma manifestação contra a central nuclear de Almaraz no Sábado 13 de Setembro.



A central fica junto ao rio Tejo a menos de 100km da fronteira portuguesa.


Muitos portugueses também vão participar nesta manifestação contra a central nuclear de Almaraz e pelo seu encerramento.

Do lado português sebe-se já que a Quercus irá juntar-se a esta iniciativa através dos Núcleos Regionais de Portalegre e Castelo Branco, junto dos quais se poderão obter mais informações sobre as actividades previstas (no ano passado, por exemplo, realizou-se uma visita ao Parque Nacional de Monfrague).

Todos os interessados poderão ainda contactar os Núcleos referidos para organizar uma deslocação conjunta até ao local. Para tal, estão à disposição os seguintes contactos:


Telemóveis: 960107080 e 960207080




Manifestação antinuclear pelo encerramento da Central Nuclear de Almaraz (13 de Setembro de 2008, em Navalmoral de la Mata, na Extremadura, Espanha)vai contar com a presença de portugueses

Data: 13 de Setembro de 2008


Local: Navalmoral de la Mata, no passeio da estação de comboios, pelas 18h30


De seguida segue-se para a povoação de Almaraz e daí realiza-se uma marcha a pé até ao portão da central nuclear de Almaraz


No regresso há festa com comida, vinhos e limonada no Parque de las Minas de Navalmoral às 22h00


Convocam:

Plataforma Antinuclear Cerrar Almaraz, Refinería No, Térmicas NO, Ecologistas en Acción Extremadura, Cúriga-Ecologistas en Acción Monastério, ADENEX, AMUS, QUERCUS, CNT- AIT, CGT, C.A.L.A., Aso.Comarcal Jóvenes del Jerte, Aso. Garabato del Piornal, Colectivo Ambroz de Ecología Socia, Los Verdes Extremadura, Juventudes Comunistas, Izquierda Unida, PCEX, Sociedad Zoológica de Extremadura e Ateneu Libertário de Hervás


Consultar:









Documentário sobre o belíssimo Parque Nacional de Monfragüe, situado perto da Central Nuclear de Almaraz

Parte 1



Parte 2



Parte 3

Chega hoje a Lisboa o navio da Greenpeace, Arctic Sunrise, que pode ser visitado livremente nos dias 21, 22 e 23 de Agosto.


Um dos navios da Greenpeace, o quebra-gelo MV Arctic Sunrise chega hoje a Lisboa. Os interessados podem visitar livremente o navio. Vem a bordo e participa numa visita guiada ao navio.



Consultar:

http://weblog.greenpeace.org/pt/

Horários de visita

Dia (Agosto 2008) Horário

Quinta-feira, 21 - 17h00 - 20h30
Sexta-feira, 22 - 16h30 - 20h30
Sábado, 23 - 09h00 - 13h00 e 16h30 - 20h30

Lugar: Porto de Lisboa, Doca de Alcântara, ao fundo do pontão no lado sul. Acesso pela Avenida de Brasilia via ponte de peões ou pela Rua General Gomes Araújo.



Breve História do Arctic Sunrise

Talvez por ironia, ou quem sabe justiça poética, antes de juntar-se à frota da Greenpeace, em 1995, o quebra-gelo Arctic Sunrise era um navio utilizado na caça às focas.
Aproximadamente uma década mais cedo, em 1986, a Greenpeace havia pela primeira vez confrontado o navio, que à época chamava-se Polar Bjorn, enquanto este fazia a entrega de equipamentos para a construção de uma pista de aterragem que possibilitasse a exploração de petróleo e de reservas minerais pelo governo francês. A pista seria construída dentro de uma reserva de pinguins na Antárctica. Na Tasmâmia, um activista escalou o mastro do Polar Bjorn, içou a bandeira da Greenpeace e acorrentou-se ao cesto da gávea. Era um presságio do que estava por vir.
Posteriormente, todo o continente Antárctico foi declarado parque mundial, e a exploração mineral e petrolífera foi banida da região. Para o governo francês, o Arctic Sunrise já não era de qualquer utilidade. Para a Greenpeace, sim.
A vida do Arctic Sunrise junto à Greenpeace começou com a campanha para o fim do descarte de instalações petrolíferas no mar. Lançados do navio, activistas da organização ocuparam a reserva de petróleo Brent Spar, localizada no Mar do Norte, para evitar que a instalação de 14.500 toneladas fosse afundada. A acção, que integrava a campanha para a eliminação do descarte oceânico, colocou a Greenpeace contra as forças do governo britânico e da maior empresa de petróleo do mundo à época.
Desde sua acção inaugural, o Arctic Sunrise tem lutado em muitas campanhas. Já investigou a poluição de plataformas de petróleo no Mar do Norte, perseguiu embarcações piratas que pescavam ilegalmente no Oceano Índico, confrontou poluidores no Mediterrâneo, e no Pacífico colocou-se na rota de um míssil que estava a ser testado para o “Guerra das Estrelas”, sistema de defesa dos EUA.
Durante o outono passado, no oceano Antárctico, o Arctic Sunrise foi deliberadamente atacado e danificado pelo Nisshin Maru, o navio-fábrica da frota baleeira japonesa, duas vezes mais longo e seis vezes mais pesado que o navio da Greenpeace. O impacto deixou o Sunrise abalado e danificado, mas felizmente nenhum membro da tripulação ficou ferido.
Fazendo jus ao nome, o Arctic Sunrise tem passado muito tempo a navegar nas regiões polares. Fez diversas viagens ao Mar de Beaufort, no Oceano Árctico, para confrontar os testes para a criação de novas reservas de petróleo, e documentou as alterações climáticas tanto no Alasca quanto na Groelândia.
Em 1997, tornou-se o primeiro navio a circunavegar a Ilha James Ross, na Antárctica, no que fora uma jornada impossível até que um bloco de gelo de 200 metros de espessura, que ligava a ilha ao continente Antárctico, veio abaixo. Mais um sinal das alterações climáticas que o Arctic Sunrise ajudou a documentar.
Agora, após quase três meses no Mediterrâneo a denunciar actividades destructivas e a documentar as áreas marinhas que necessitam de protecção, o Arctic Sunrise está a aproximar-se de águas portuguesas. Em breve, este navio que já fez tanto por nossas campanhas, estará aqui para divulgar a campanha de mercado de peixe da Greenpeace em Portugal, em mais uma luta para ajudar a salvar os nossos oceanos.

http://www.greenpeace.org/portugal/





A webcam do navio: aqui

19.8.08

Sobre Deus e a religião ( citações)

«Aceitar uma lei ditada no Monte do Sinai é uma demissão humana. Não esperemos por uma verdade revelada para saber como nos comportar. Cabe a nós decidir em comum o que fazer e o que não é necessário fazer»
(Albert Jacquard , in Petite philosophie à l'usage des non-philosophes, 1997)


«Se compreenderes, isso já não é Deus»
(Santo Agostinho/ 354-430)


Nem Deus, nem Senhor, nem Patrão


«A religião é uma loucura colectiva»
Bakounine




«Porque o sentimento religioso é servil, ajoelhar perante Deus é o mesmo que prosternar-se diante de um rei»
(Joseph Joubert, in Carnets tome 1)

«Deus é o nome que desde o início dos tempos até aos nossos dias serviu para os homens designarem a sua ignorância»
(Max Nordeau, escritor húngaro, 1849-1923)

«Os monoteísmos detestam todos aqueles que não se sacrificam ao seu próprio Deus. Intolerantes, invejosos, exclusivos, arrogantes, seguros deles mesmos, erigem uma lei para o outro. Daí vem sempre a sua cumplicidade para com os guerreiros, os soldadps, os militares: do sicário pago pelas tribos primitivas ao terrorista da Net, passando pelos exércitos regulares dos Estados…»
(Michel Onfray, in La philosophie féroce / 2004)

«Deus mata tudo o que lhe resiste. Em primeiro lugar, a razão, a inteligência , o espírito crítico»
(Michel Onfray, in Traité d'athéologie, 2005)


«Mata-se um homem e chamam-nos assassinos. Matam-se milhões de homens e chamam-nos conquistadores. Matam-se todos, e chamam-nos Deus»
(Jean Rostand , in Pensées d'un biologiste)



«Declaro, pesando muito bem nas palavras, que a religião cristã, tal como está estabelecida nas igrejas, foi e é o principal inimigo do progresso moral do mundo»
(Bertrand Russell, in Porque não sou cristão, 1927)


«O homem é uma curiosidade maravilhososa… pensa que é o animal de estimação do criador…e mais do que isso, acredita que o criador o ama, que está apaixonado por ele, que acorda à noite para o admirar, o proteger e defendê-lo dos perigos. Para isso faz orações que é suposto Deus entender. Não acham tudo isso um pitoresco pensamento?
(Mark Twain, in Lettres de la Terre)



«Deus é o Prémio Nobel da Guerra»
(Jean Cabut, Cabu, num seu desenho no Charlie Hebdo, 16 de Outubro de 2002)


«Os dogmas são monopólios»
(Georges Clemenceau / 1841-1929)


«A sabedoria começa onde termina a crença em Deus»
(André Gide, in Journal 1889-1939)





«A crueldade é o primeiro atributo de Deus»
(André Gide, Les Faux-Monnayeurs)
«Deus é o sonho dos pobres, e o diabo é a loucura dos poderosos»
(Henri Gougaud, inL'Inquisiteur)


«Jesus anunciou a chegada do Reino de Deus, e o que afinal apareceu foi a Igreja»

(Alfred Loisy / 1857-1940)


«O ateu segue apenas as ordens da sua própria consciência»
(Sylvain Maréchal / 1750-1803)


«A oração apenas serve para suplicar pela existência de Deus»
(Jean Martet, In Au pense-petit)


«Deus é uma palavra para exprimir, não as nossas ideias, mas justamente a falta delas»
(John Stuart Mill / 1806-1873)


«Deus é de tal modo perfeito que não precisa de existir
(Robert Nozick, in Philosophical Explanations, 1981)


«A ciência só progrediu quando eliminou Deus»

(Pierre-Joseph Proudhon , in Etude de philologie sacrée)




«Dirigir orações a imagens, sem saber o que são os deuses e os seus heróis, é o mesmo que falar com pedras»
(Heraclito / 540-480 a. J.C.)

«Deus é grande, mas a floresta é ainda maior»
(provérbio brasileiro)





10 + 10 boas razões para utilizar a biblioteca (propostas por alunos e professores)

Clicar por cima da imagem para ampliar e ler em detalhe

As 10 boas razões dos alunos para utilizarem as Bibliotecas:

1 Gosto do ambiente… é calmo, bom para estudar e às vezes até oiço música!
ZÉ, O CONCENTRADO

2 É o meu espaço de trabalho: se preciso de modelos, têm lá posters e álbuns; se preciso de fazer um cartaz, têm um kit de materiais; se preciso de uma máquina fotográfica, posso requisitá-la; se preciso de inspiração, vou para a mesa junto à janela. Com auscultadores.
TIAGO, O ARTISTA

3 Dá jeito, no mesmo sítio, termos quase tudo: os filmes, as músicas, as revistas, os livros e o mundo todo na net.
DANIELA, A COMODISTA

4 Às vezes esqueço-me de um ou outro manual escolar e lá dão sempre uma ajudinha!
MANEL, O ESQUECIDO

5 Como gosto de ler, costumo encontrar o que quero e descobrir coisas novas. E bem actuais!
EUNICE, A INTELECTUAL

6 Tem montes de BD’s, desportivos e revistas fixes!!
RUI, O RADICAL

7 Estar lá é estar no meu mundo: mando mails, vou aos fóruns, converso no MSN, pesquiso no Google, acedo aos materiais da plataforma Moodle e aos próprios livros do catálogo da biblioteca. Irrita-me, às vezes, o toque da campainha.
HUGO, O CIBERNAUTA

8 Como têm tudo informatizado, a pesquisa de assuntos é rápida e o empréstimo é logo a seguir.
JOÃO, O ELÉCTRICO

9 P’rós testes, tenho sempre dicionários à minha disposição!
TIAGO, O PRÁTICO

10 Eu sei que eles até têm pacotes de livros para casa e dossiês de fichas e de exames e tudo… mas não vou lá, porque não posso falar alto quando me apetece!
LUÍS, O FALA-BARATO


Listagem dos sites de inúmeras Bibliotecas Escolares:
www.rbe.min-edu.pt/np4/np4/22



Rede das Bibliotecas Escolares:
www.rbe.min-edu.pt/np4/destaques

17.7.08

Marquês em Festa ( durante o próximo Sábado, dia 19 de Julho, na Praça do Marquês no Porto)


No seguimento dum convite para animar o Jardim do Marquês, a CasaViva decidiu participar, de forma a tentar, mais uma vez, demonstrar que a ocupação e libertação de espaços é uma das estratégias mais importantes da luta por um mundo mais justo.

Nesse sentido, gostaríamos de convidar toda as pessoas solidárias como nosso grito e que queiram, já agora, partilhar connosco toda a festa envolvente que, segundo se anuncia, terá música, conversas, teatro,jogos, comida, loja livre, espaço infantil e o que mais aparecer.

Mantendo-nos fiel ao convite que nos chegou, gostaríamos ainda de vos desafiar a trazerem formas de preencher o espaço do Jardim da Praça do Marquês de Pombal, no Porto; sábado, 19 de Julho, das 10h00 às 21h30.
Até lá.


( Traz exposições, painéis e animação, traz crianças, amigos e o teucão, traz música e os teus instrumentos, pincéis, telas, cartazes e sentimentos, traz xadrez, livros, batuques e capoeira, baralhos decartas, mesa e uma cadeira, e se não tiveres nada do que está aqui,aparece e traz-te a ti!!!)

16.7.08

10º Festival Músicas do Mundo de Sines ( 17 a 26 de Julho)



O FMM Sines comemora o 10.º aniversário com 10 dias intensos de música.

O Festival Músicas do Mundo de Sines assinala dez anos em 2008 com o programa mais extenso da sua história. São quarenta espectáculos e iniciativas paralelas repartidos por quatro palcos montados na aldeia de Porto Covo (junto ao Porto de Pesca) e na cidade de Sines (Centro de Artes de Sines - CAS, Avenida Vasco da Gama e Castelo). Em relação a 2007, as principais novidades são o reforço do programa no Centro de Artes, passando a haver também concertos nocturnos na zona exterior, e a inclusão de um segundo concerto na madrugada de música junto à praia, na Avenida Vasco da Gama. O pai do rock chinês, Cui Jian, a diva da música indiana, Asha Bhosle, e o grupo seminal do movimento hip hop, The Last Poets, são três destaques do programa.

CONCERTOS

Quinta-feira, 17 de Julho Sines

19h00 Auditório do Centro de Artes
SIBA E A FULORESTA (BRASIL)
Entrada Livre


21h00 Exterior do Centro de Artes
SERRA-LHE AÍ!!! & OS ROSALES (GALIZA)
Entrada Livre

22h00 Auditório do Centro de Artes
BASSEKOU KOUYATÉ & NGONI BA (MALI)


Sexta-feira, 18 de Julho Porto Covo

21h30 Porto Covo - Junto ao Porto de Pesca
A NAIFA (PORTUGAL)

23h00 HERMINIA (CABO VERDE)

00h30 HAZMAT MODINE (EUA)



Sábado, 19 de Julho Porto Covo

21h30 Porto Covo - Junto ao Porto de Pesca
FLAT EARTH SOCIETY MEETS JIMI TENOR (BÉLGICA / FINLÂNDIA)

23h00 THE LAST POETS (EUA)

00h30 ENZO AVITABILE & BOTTARI (ITÁLIA)



Domingo, 20 de Julho Porto Covo

21h30 Porto Covo - Junto ao Porto de Pesca
DANÇAS OCULTAS (PORTUGAL)

23h00 ASHA BHOSLE (ÍNDIA)

00h30 A TRIBUTE TO ANDY PALACIO FEAT. SPECIAL GUESTS (BELIZE / HONDURAS)



Segunda-feira, 21 de Julho Sines

21h00 Exterior do Centro de Artes
DANAE (PORTUGAL)
Entrada Livre

22h00 Auditório do Centro de Artes
MOSKOW ART TRIO (RÚSSIA / NORUEGA)
23h30 LO CÒR DE LA PLANA (OCCITÂNIA)



Terça-feira, 22 de Julho Sines

21h00 Exterior do Centro de Artes
DEAD COMBO (PORTUGAL)
Entrada Livre

22h00 Auditório do Centro de Artes
IVA BITTOVÁ (REP. CHECA)

23h30 MORIARTY (EUA / FRANÇA)



Quarta-feira, 23 de Julho Sines

21h30 Castelo
WALDEMAR BASTOS (ANGOLA)

23h00 VINICIO CAPOSSELA (ITÁLIA)

00h30 J
USTIN ADAMS & JULDEH CAMARA
(R. UNIDO / GÂMBIA)

02h30 Av. Vasco Gama
ANTHONY JOSEPH & THE SPASM BAND FEAT. JOE BOWIE (TRINIDAD / REINO UNIDO / EUA)
Entrada Livre


Quinta-feira, 24 de Julho Sines

19h30 Av. Vasco Gama
MANDRÁGORA & SPECIAL GUESTS (PORTUGAL / BRETANHA)
Entrada Livre

21h30 Castelo
MARFUL “SALÓN DE BAILE” (GALIZA)

23h00 TOTO BONA LOKUA (ANTILHAS FRANCESAS / CAMARÕES / RD CONGO)

00h30 ORCHESTRA BAOBAB (SENEGAL)

02h15 Av. Vasco Gama
SILVÉRIO PESSOA (BRASIL)
Entrada Livre

03h45 TOUBAB KREWE (EUA)



Sexta-feira, 25 de Julho Sines

19h30 Av. Vasco Gama
RACHEL UNTHANK & THE WINTERSET (REINO UNIDO)
Entrada Livre

21h30 Castelo
ASIF ALI KHAN & PARTY (PAQUISTÃO)

23h00 KTU (FINLÂNDIA/EUA)

00h30 CUI JIAN (CHINA)

02h15 Av. Vasco Gama
FIREWATER (EUA)
Entrada Livre

03h45
NORTEC COLLECTIVE PRESENTS BOSTICH AND FUSSIBLE (MÉXICO)



Sábado, 26 de Julho Sines

19h30 Av. Vasco Gama
THE DIZU PLAATJIES’ IBUYAMBO ENSEMBLE (ÁFRICA SUL)
Entrada Livre

21h30 Castelo
KOBY ISRAELITE (ISRAEL / REINO UNIDO)

23h00
ROKIA TRAORÉ (MALI / FRANÇA)

00h30
DORAN - STUCKY - STUDER - TACUMA (IRLANDA / SUÍÇA / EUA)

02h30 Av. Vasco Gama
JEAN-PAUL BOURELLY MEETS MELVIN GIBBS & WILL CALHOUN (EUA)
Entrada Livre

04h00
BOOM PAM (ISRAEL)



INICIATIVAS PARALELAS


A Barreira do Som: Seminário "Música, cultura e nação"

Uma discussão sobre as raízes do fenómeno da "world music" e as identidades musicais na era da globalização.


Centro de Artes de Sines, 16 Julho

Desde há alguns anos, os sons que nos vão chegando dos quatro cantos do mundo têm mudado de estatuto. O interesse etnográfico pelas práticas musicais dos povos não-europeus foi pouco a pouco sendo substituído pelo aqui e agora de uma nova experiência de escuta, que se quer aberta à diversidade das práticas sonoras, para lá das fronteiras políticas e culturais. É a esta tendência, a este ideal de uma música "sem barreiras", que se tem dado o nome de "world music".

Estranhamente, este fenómeno tem merecido pouca reflexão por parte das ciências humanas, e em particular pelas que se dedicam precisamente ao estudo das práticas musicais. Várias razões explicam este incómodo:
por um lado, a "world music" foi antes de mais uma invenção da indústria cultural, reunindo um universo heteróclito de práticas musicais, e, por outro, nela confluem e se projectam um conjunto confuso de discursos de estatuto muito diferente (pós-modernismo, multiculturalismo, New Age, ecologia, pacifismo, ajuda humanitária, direitos humanos, etc.). As tensões que percorrem esta nova maneira de ouvir e fazer música são, no entanto, fundamentais para a compreensão da nossa escuta contemporânea. O que é a "música do mundo"? Uma procura de autenticidade ou um fascínio pelo híbrido? Uma aposta na diversidade ou uma tendência para a normalização? A recusa da música comercial ou a criação de um novo mercado discográfico? Qual a sua relação com as novas tecnologias de composição e de escuta? De onde vêm, qual a sua história, quais as suas raízes? Que efeito têm nas identidades musicais nacionais? E o que é isto de identidades musicais nacionais? E de que "mundo" nos falam estas músicas? O da economia neo-liberal globalizada, ou o das resistências alter-mundialistas? Do fim das barreiras entre os povos ou do refúgio identitário? Este encontro pretende reunir especialistas da etnomusicologia, da musicologia e de outras ciências sociais para discutir algumas das questões levantadas pela ambiguidade deste processo, associando igualmente à discussão os diferentes actores – músicos, críticos ou programadores – que têm procurado trazer e difundir as "músicas do mundo" no nosso país. [Manuel Deniz Silva]

12h00-13h30: O QUE É A "WORLD MUSIC"?

- Manuel Deniz Silva (INET-MD): Globalizações musicais
- Pedro Moreira (INET-MD): “Gravando a diferença": uma perspectiva histórica da World Music

15h30-17h30: MÚSICA, CULTURA E NAÇÃO

- Salwa Castelo Branco (INET-MD): Os processos de folclorização musical em Portugal
- Nuno Domingos (SOAS, Londres): Produção cultural e Ideologia: o caso da ópera do Trindade (1963-1975)
- José Neves (ICS-UL): Um Mundo de Culturas: Fernando Lopes-Graça e outros Intelectuais Comunistas

18h00: MESA-REDONDA: MÚSICA PORTUGUESA E GLOBALIZAÇÃO
Com José Mário Branco (músico), Chullage (músico), Pedro Rodrigues (musicólogo e jornalista do Público).




Ciclo de cinema documental: Migrações

As migrações e o modo como estão a alterar a geografia política, cultural e económica do mundo são o tema do ciclo de cinema do FMM 2008.

Centro de Artes de Sines, 23, 24, 25 e 26 de Julho. Sessões às 16h00. Entrada livre

Num tempo de circulação de informação, sons, imagens, pessoas e coisas, o ciclo de cinema do FMM aborda em 2008 a ideia de migração, viagem, circulação, contaminação de formas de produzir, ver e ouvir discursos e linguagens. No ano em que o FMM cumpre dez anos olhamos para discursos de fusão, confrontos de realidades geográfica e culturalmente distintas, que deram origem a novas formas de falar. Não se restringindo a filmes que colocam a música no centro da sua atenção, o ciclo abordará este tema de diferentes formas, com aproximações políticas, culturais e económicas.

23 Julho

“Les Maîtres Fous”, de Jean Rouch
Clássico do cinema antropológico de Jean Rouch, mostra uma cerimónia de possessão, mas também tudo aquilo que a antecede e que se lhe segue, a vida de cada um dos “possuídos” independentemente desta cerimónia. (1954, França, 36m)

24 Julho

“Before the Flood”, de Yan Yu e Li Yifan
A barragem das Três Gargantas na China, a maior jamais construída no mundo, deverá estar terminada em 2009. Até lá, milhões de pessoas terão que ser realojadas e várias cidades e monumentos ficarão submersos. Neste filme, regista-se o processo de realojamento na cidade de Fengjie e o modo como afectou a vida dos seus habitantes. (2005, China, 143m)

25 Julho

“Bab Sebta”, de Pedro Pinho e Frederico Lobo
“Bab Sebta” significa “a porta de Ceuta” em árabe e é o nome da passagem na fronteira entre Marrocos e Ceuta. É o local para onde convergem aqueles que, vindos de várias partes de África, procuram chegar à Europa. Neste filme percorre-se quatro cidades, ao encontro dos rituais de espera e das vozes desses viajantes. (2008, Portugal, 110m)

26 Julho

“One Plus One”, de Jean-Luc Godard
“One Plus One” não é um musical com ou sobre os Rolling Stones, mas uma reportagem sobre o capitalismo, a publicidade, a sociedade de consumo, o nazismo, as lutas raciais, as guerras mundiais e tantos outros dramas do Ocidente. (1968, França, 110m).


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Set DJ: Bailarico Sofisticado + António Pires

Na última noite do festival, a música prolonga-se até ao nascer do sol com quatro DJ's veteranos dos palcos do FMM.

Av. Vasco da Gama, 26 Julho, 05h30. Entrada livre.

Bruno Barros, Pedro Marques e Vítor Junqueira, com o convidado especial António Pires, montam a festa final do FMM 2008 com a melhor música de dança do mundo.

"Todavia, o êxtase generalizado aconteceu já depois das quatro da madrugada com um set incendiário do colectivo Bailarico Sofisticado. O trio de djs soube como manter o povo bem desperto cruzando ska com klezmer ou reggae com favela funk." por Cristiano Pereira - JN - Festival Músicas do Mundo

Tom de Festa - 18º festival de músicas do mundo - Acert ( Tondela, 16 a 19 de Julho)





http://www.acert.pt/index.php

DEPOIS NÃO DIGAM QUE NÃO VOS AVISÁMOS…
Se estar agarrado à televisão dá prazer, a cultura instrui; se a telenovela, o futebol e as revistas corde- rosa relaxam, a música reanima; se a rotina embevece, a leitura desperta; se o “deixa andar” amansa, a relação com os outros fortalece; se as aparências iludem, a verdade encanta!

Será este Festival “apenas Músicas do Mundo”?
Claro que não! Trata-se, sim, de um espelho daquilo que a ACERT tem sido ao logo dos anos: um espaço onde se compartilham momentos de fruição cultural onde o público é também protagonista.

Será que este Festival é “só mais um” dos que acontecem em Portugal?
Também não! Sem qualquer pretensiosismo, e tendo em conta que “cada caso é um caso”, o Tom de Festa assume-se como um Festival internacional organizado com um cariz marcadamente associativo.
Ainda que com o apoio do Município e do Ministério da Cultura, resulta grandemente do empenho de uma equipa de profissionais e voluntários que para realizar o programa internacional que exibe, colhe relações com artistas capazes de sentir os sinais semeados por todo o trabalho e dedicação da ACERT na cooperação internacional que desenvolve, nas suas apresentações e no acolhimento de grupos e criadores estrangeiros no espaço Novo Ciclo. Este Festival representa também, pela projecção atingida, uma aliciante e expressiva marca para quem é convidado a nele participar.

Será o Festival suportado por uma grande marca publicitária?
Muito menos! Estamos, antes, em presença de uma criação internacional catapultada por uma sinergia de vontades que, em conjunto, financiam muito menos do que uma grande marca de consumo promotora de outras realizações. São, contudo, os donativos das empresas regionais – aliados à persistência da ACERT – que transformam Tondela num itinerário de referencia das artes nacionais.

Serão caras as entradas?
Nem por isso – até porque, como todos sabemos, o dinheiro não abunda nos bolsos da maioria dos portugueses. Este Festival, continua a ser um acontecimento de âmbito comunitário, num claro investimento público conducente à partilha da cultura por todos os que assim o desejem. Como pode a ACERT levar a cabo este Festival se, como afirma, vive um momento difícil em termos económicos?
Criámos uma corrente de público que muito estimamos, e que os nossos trinta e dois anos têm feito aumentar. Enquanto promotores da descentralização cultural, sabemos quais as responsabilidades que nos cabem, estando dispostos a fazer tudo para afirmar a capacidade de resistir ao mais óbvio: o discurso miserabilista (ou o imobilismo!) reduzindo as vossas (nossas!) expectativas a um programa para inglês ver.
Hoje e sempre, o caminho continua a fazer-se… caminhando.

Ainda se pode sonhar?
Naturalmente que sim! Caso contrário, já tínhamos todos arrumado as botas e passávamos as noites em frente ao televisor, esperando vir a ser um/a dos/ as “pobres” por quem a/o filha/o do senhor rico se apaixona para viverem felizes para sempre. Assim, o impossível torna-se real pela paixão com que os espectadores nos transmitem os seus afectos.
Solidão é coisa que não nos tem estado reservada!
A Câmara Municipal de Tondela e o Ministério da Cultura sabem que fazemos das tripas coração para provar, a cada momento, que o apoio às Artes, longe de um gasto, constitui um investimento numa cidadania mais esclarecida e, por isso, mais activa na vida do país.
Estamos convictos de que o desenvolvimento se funda em atitudes afirmativas, e longe vai o tempo em que o direito à cultura era apelidado de“distracção popular”: uma espécie de sapatinho da Gata Borralheira apenas reservado aos príncipes.
Pelo sonho é que vamos! Grandes nomes da música de Portugal, Cabo Verde, África do Sul, Brasil, Mali, Polónia e Cuba farão de cada dia do Festival um momento mágico, complementado com excitantes momentos de re(encontro) para quem já tem este Festival no seu calendário de emoções, abrindo espaço a novos públicos que não podem resistir à tentação de entrar numa porta aberta ao Mundo.




PROGRAMAÇÃO


4ª Feira - 16 de Julho

TERESA SALGUEIRO & LUSITÂNIA ENSEMBLE

La Serena
Na abertura deste Tom de Festa, uma das vozes mais consagradas do panorama musical nacional e internacional, que dispensa apresentações...
… uma vez que, pelo empenho e dedicação que sempre imprimiu às suas belíssimas canções, acabou por se tornar o rosto dos Madredeus. Agora, Teresa Salgueiro vem actuar com o Lusitânia Ensemble, grupo de artistas que transporta a Sereia de acorde em acorde, de país em país.O ponto de partida é a Península Ibérica, mas cedo conhecemos outros lugares do mundo, guiados pela mulher-peixe que canta e encanta os marinheiros.Portugal, Brasil, Itália França e África são as coordenadas que traçam este mapa musical, recheado de melodias decalcadas de várias épocas e latitudes.
http://www.teresasalgueiro.net/

www.myspace.com/teresasalgueirofansite
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4ª Feira - 16 Julho

A COR DA LÍNGUA
Trigo Limpo teatro ACERT
Notas teatrais, poéticas e, claro, musicais, para dar corda a uma língua que se quer… bem acordada! Janita Salomé e Chuchurumel: convidados muito especiais deACORdo com a língua!
No palco, os limites entre as artes parecem diluir-se e misturar-se: os poemas são cantados, as cantigas são declamadas, as declamações são poéticas.
Se a actuação percorre diversos territórios artísticos, igualmente distintas se revelam as fronteiras geográficas e culturais que compõem os trilhos da música e da poesia.
Um idioma com vários matizes evoca as pontes que unem o espectáculo ao imaginário transcontinental da literatura em língua portuguesa, dispersa pela mestiçagem de países e culturas multicolores.
Ficha Técnica
Carlos Peninha Coord. musical, guitarras e vozJosé Rui Martins Coord. teatral, declamação e vozLuísa Vieira Flauta e vozLydia Pinho Arranjos, violoncelo e vozMiguel Cardoso Arranjos, contra baixo e vozRui Lúcio Percussão e VozJanita Salomé e Chuchurumel Vozes, adufes, concertina, sanfona, gaita de foles

http://www.acert.pt/trigolimpo/
http://www.myspace.com/acordalingua
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Anfiteatro Ar-Livre

5ª Feira, 17 Jul'08

NANCY VIEIRA
Lus
Uma das novas vozes de prestígio da música cabo-verdiana traz ao palco um projecto no qual tradição e modernidade se unem sob a égide do seu talento mundialmente reconhecido. Com uma voz que alia a doçura a um timbre firme e grave, Nancy Vieira – que participou nos mais recentes discos de Rui Veloso e Ala dos Namorados – oferece-nos Lus, o seu último trabalho de originais.Porém, na bagagem desta artista, que tem recebido as mais favoráveis críticas dos seus pares, dos meios de comunicação e do próprio público, estão também temas do vasto e rico cancioneiro de Cabo Verde. Ficha Técnica
Nancy Vieira Voz

Abel Batista Percussão
Moisés Teclado
Juvenal Cabral Baixo
Paulo de Figueiredo Violão/Cavaquinho






Anfiteatro Ar-Livre
5ª Feira, 17 Jul'08

RITA REDSHOES

Golden Era
Uma cantora que tem tudo para voar alto, levando até os mais cépticos a acreditar no valor dos artistas nacionais. E porque não cantar em inglês?
Surpreende desde o primeiro som, com uma música capaz de despertar um mundo de sonhos que nos embala, enleva e transporta através de trilhos maduros, sólidos e esplendorosos.Integrando, desde 2003, a banda de David Fonseca – e tendo, inclusive, partilhado um tema com o artista no seu último disco –, Rita Redshoes torna os seus sapatos vermelhos arrojados e mágicos ao bater com os pés um no outro.Um talento que certamente não vai passar despercebido…

http://www.myspace.com/ritaredshoesVer vídeo




Em espaço ilimitado
5ª Feira, 17 Jul'08

FANFARRA KAUSTIKA
A música destes dez instrumentistas não anda – voa! Um teste para ver se também a folia anda boa…
Os ritmos são contagiantes e as melodias arrepiam a pele, ou não gostassem estes artistas de brincar com o que de mais sério existe: alegria nua e crua, despida de quaisquer preconceitos ou presunções.A eufórica interacção com o público reflecte na perfeição o espírito comunicativo que molda uma verdadeira relação de paixão entre a Fanfarra e as suas criações. Exaltando emoções encantado – instrumentais, o grupo insufla uma festa autenticamente kaustika.O reportório revisita sonoridades de uma miríade de etnias e géneros (música cigana, israelita, africana, brasileira, jazz, blues), sem perder de vista (e de ouvido!) o sabor filarmónico que deixa entrever a formação inicial dos seus elementos.Um concerto imperdível, no rescaldo da Expo Saragoça, onde o colectivo integrou a equipa participante no engenho cénico Golpe d’Asa, do TRIGO LIMPO teatro ACERT
Ficha Técnica
Bruno Abel saxofone

Gil Abrantes Saxofone
Brian Carvalho Trompete
Rui Bandeira Trombone
Julio Abrantes Trombone
Abilio Liberal Tuba
Tito Manuel Tuba
Gabriel Caseiro Bombo
Rui Figueiredo Pratos
Ricardo Oliveira Caixa
http://www.myspace.com/fanfarrakaustica
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Anfiteatro Ar-Livre
6ª Feira, 18 Jul'08

SIMPHIWE DANA
Detentora de uma das mais marcantes vozes do panorama musical da África do Sul, apresenta-se com uma grande banda no dia de em que Nelson Mandela faz 90 anos. Uma bonita festa da música, que veste as roupagens de tributo a uma das maiores figuras politicas do mundo.
Simphiwe Dana tem um percurso impressionante: foi vencedora do Prémio Sul-Africano para a Melhor Música, em 2007, ao qual juntou várias outras distinções (Álbum do Ano, Melhor Artista Feminina, Melhor Álbum de Jazz Cantado) e nomeações (Prémio Musical da BBC).
Com uma tournée de grande sucesso pela Europa, gravou e actuou com Youssou N’Dour e Patty Smith, nomeadamente em Paris, e participou também no concerto Still Black – Still Proud, em Londres, como artista convidada.
Neste Tom de Festa, onde se faz acompanhar por dez magníficos músicos, a sua presença assume particular destaque, já que o dia do seu espectáculo coincide com a data em que Nelson Mandela completa noventa anos.Teremos, assim, a merecida homenagem, cunhada por uma grande artista, a um dos maiores lutadores pela liberdade, igualdade e coerência política da nossa História Contemporânea.


Ficha Técnica
Simphiwe Dana Voz

Priscilla Moeketsi Voz
Vusi Khobeni Voz
Sizwe Magwaza Voz
Tokoloho Moeketsi Guitarra
N. N. Teclados
Tshegofatso Didibeng Teclados
Bafana Sukwene Bateria
Vuyo Shiburi Baixo
El Hadj Ngari Ndong Percussão
http://www.myspace.com/simphiwedanaofficial
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Anfiteatro Ar-Livre 6ª Feira, 18 Julho

BALLA A Grande Mentira
Pop, electrónica, erotismo e raiva, em canções que desafiam e transpõem barreiras sonoras convencionais.
Depois de passar pelos Bizarra Locomotiva, Ik Mux, Boris Ex-Machina e Da Weasel, Armando Teixeira catapulta a sua arte para os projectos musicais Bulllet e Balla.Naquele que é o terceiro trabalho deste último grupo, desvenda-se outra das suas mil e uma facetas, ao cantar, pela primeira vez, os dez temas do disco!
Considerado um dos melhores compositores, músicos e produtores do nosso país, produziu A Grande Mentira de forma verdadeiramente irrepreensível, o que resultou numa criação inovadora e sem complexos
Ficha Técnica
Armando Teixeira Voz

Paulo Souza Guitarra
Ricardo Vasconcelos Teclados
Tiago Dias Baixo
Lito Bateria
http://www.myspace.com/ballaportugal
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Palco Pátio

6ª Feira, 18 Jul'08

SAMBA E CHÔRO

Raspa de Tacho
Um espectáculo “chorado” por excelentes instrumentistas que apostam na renovação musical às portas do século XXI.
Composto por músicos brasileiros que actuam em Portugal há longos anos e por portugueses apaixonados pelos sons do outro lado do Atlântico, o grupo reflecte a cumplicidade secular entre o nosso país e o Brasil.
O espectáculo divulga o chôro ou chorinho, com um apelo irresistível em qualquer parte do mundo, pela fusão do cavaquinho, saxofone, violão de sete cordas e percussão.O resultado é um namoro singular, miscigenado numa festa com samba, baião e temas retirados dos repertórios português e cabo-verdiano.
Ficha Técnica
Tércio Borges cavaquinho

João Vaz saxofone
Gabriel Godoi violão 7 cordas
João Fião percussão
http://www.myspace.com/raspadetachoband
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Anfiteatro Ar-Livre Sábado, 19 Jul'08


HABIB KOITE & BAMADA

Afriki
Eis um dos mais consagrados músicos do Mali, que durante vinte semanas foi o número um do top “US CMJ New World Music Chart”, nos Estados Unidos.
Um dos mais populares músicos africanos da actualidade lançou, secundado pela sua banda, Bamada, o surpreendente álbum AFRIKI, que conta já com mais de duzentos e cinquenta mil exemplares vendidos em todo o planeta.Trata-se de um apelativo conjunto de canções inscritas no âmago do universo único de um autor que, de forma magnífica, aborda os distintos estilos da música da sua terra natal.
Habib Koite foi considerado pela prestigiada revista musical Rolling Stone como “a Maior Estrela Pop do Mali”, num artigo onde é comparado a Jimi Hendrix ou a Steve Ray Vaughn.Contudo, também tem dado cartas fora do país, fazendo prevalecer a identidade das suas raízes através da sua participação em vários projectos de Música do Mundo.
http://www.contrejour.com/artists/habibkoite/
http://www.myspace.com/habibkoite
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Anfiteatro Ar-Livre Sábado, 19 Jul'08

BELTAINE

Koncentrad
Não perca o mais popular grupo de música folk polaco, numa viagem cultural inter-céltica transbordante de paixão e fusão de ritmos contagiantes.
Os concertos desta banda, que mistura sons tradicionais com influências modernas, assumem-se como uma performance musical estonteante.Aliando instrumentos não convencionais ao profissionalismo e virtuosismo dos artistas, geram uma alegria contagiante e uma atmosfera única com o público. Irlanda, Escócia ou Bretanha rodopiam nestas melodias típicas, onde não faltam traços clássicos indianos e mesmo notas mais actuais, o que confere à formação o estatuto de um dos mais internacionais projectos musicais da Polónia.

http://www.beltaine.pl/
http://www.myspace.com/beltainepoland
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Palco Pátio Sábado, 19 Jul'08


SINTESIS
Nomeados para um Grammy Latino, os seus concertos revelam uma identidade particular construída por sonoridades afro-cubanas e etno-rock.
Elemento emblemático da música contemporânea de Cuba, o grupo leva já três décadas de actividade, sendo considerado por muitos o melhor projecto de fusão da ilha, bem como a primeira formação de rock progressivo cubano.O seu estilo incomparável vai buscar inspiração às correntes roqueiras e jazzísticas, imbuindo-as nas especificidades dos sons insulares.Desta receita improvável nasceu o género etno-rock, imagem de marca de um grupo aclamado pela crítica e pelo público, que tem levado as novas gerações a reconhecer as suas belas raízes musicais afro-cubanas nos dias de hoje.
www.gruposintesis.com/
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Festival Internacional de Vídeo ACERT
16 JULHO
Neste tom de festa, à semelhança do ano anterior vão ser entregues os prémios do Tom de Vídeo de 2008.Nada melhor do que entregar os prémios de um festival com uma edição entusiasmante, numa noite de encerramento do Tom de Festa, acontecimento marcante da vida da ACERT.Celebrando assim os videastas que com as suas obras, marcaram o público do Tom de Vídeo. Nos jardins da ACERT existirá um espaço do festival para (re)ver os filmes pemiados na edição deste ano.
http://www.acert.pt/tomdefesta08/index.php?show=3




INTERVENÇÃO PLÁSTICA PÚBLICA

No âmbito do TOM de FESTA, o movimento intercultural IDENTIDADES, vai povoar o espaço público da ACERT com o imaginário recriado por um colectivo de inventores, evocando a cultura e as gentes do concelho de TONDELA.

Um grupo de artistas, estudantes e professores da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto; um grupo vindo de Moçambique, constituído por alunos e professores da Escola Nacional de Artes Visuais; e acertinos e tondelenses, vão, em conjunto, construir uma cenografia que vai permitir a todos os que presenciarem o vasto programa do TOM de FESTA, descobrir outras imagens e uma renovada e engenhosa maneira de viver as artes de Tondela.P
arceria ACERT / GESTO / IDENTIDADES / ENAV (Maputo)
Jardim Novo Ciclo
Inauguração 16 de Jul'08



30 X 30 LEILÃO DE OBRAS DE ARTE

Um acontecimento artístico e cultural invulgar: um leilão não como os outros!

Um grupo de artistas, expressamente para este evento, fizeram a sua marca artística numa tela 30 cm x 30 cm.Todas as telas serão apresentadas a leilão com uma base de licitação de 100 euros.
Este evento, organizado pela ACERT e pela Gesto-Cooperativa Cultural que já se transformou num acontecimento cultural da cidade do Porto, chega agora a Tondela, ajuda a financiar o projecto solidário IDENTIDADES.

O IDENTIDADES teve início em 1996, no seguimento das acções de intercâmbio cultural realizadas sob as denominações de "cumpliCIDADES", "desENcobrimentos" e "Travessias", da responsabilidade da ACERT - Associação Cultural e Recreativa de Tondela e da GESTO Cooperativa Cultural, CRL, em parceria com instituições do Brasil e de Moçambique.É constituído por um grupo de alunos e professores da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), a GESTO Cooperativa Cultural, outras instituições e grupos, e outros artistas e antigos alunos e professores que se têm identificado activamente com os seus propósitos.O “IDENTIDADES” estabelece um quadro de relacionamento contínuo com diversas entidades em Moçambique, no Nordeste do Brasil e em Cabo Verde, destacando-se de entre elas a relação privilegiada e matricial com a Escola Nacional de Artes Visuais - Maputo (ENAV).O vasto programa de actividades já realizado pode ser conhecido visto em http://www.identidades.eu/
Esta será uma excelente oportunidade para comprar, a muito bom preço, uma obra de arte.A Receita Reverte a favor do movimento intercultural IDENTIDADES.
Galeria Novo Ciclo19 de Jul'08, às 18h00




HORÁRIO DOS CONCERTOS

Os concertos do Auditório ao Ar-Livre iniciam-se às 22.00h.

INFORMAÇÕES
ACERT Associação Cultural e Recreativa de Tondela

Rua Dr. Ricardo Mota, s/n
3460-613 Tondela
t. 232 814 400
f. 232 814 409
email: geral@acert.pt

15.7.08

Livraria Gato Vadio organiza uma Feira Vadia de livros e uma sessão de música e poesia de José Afonso sob o lema «Vieram de noite...e cantaram»



Gato Vadio - Livraria. Café-bar. Atelier
Rua do Rosário, 281 – Porto



Feira Vadia - Descontos, livros manuseados, livros em inglês...
18,19 e 20 de Julho



Vai a banhos ao Algarve?, leve “O Parasita” de Luciano de Samósata e “Uma Ambição no Deserto” de Albert Cossery


À atenção dos Leitores Vadios,

A conjuntura favorável dos grandes grupos editoriais, as oscilações dramáticas do preço do barril e a greve geral à leitura decretada nos idos do Terciário, não têm absolutamente nada a ver com esta história. Os nossos accionistas vivem na paz dos anjos e o terrível estio está à porta. O que queremos, caro Leitor, é o seu bem-estar! Caro cliente, este folheto volante é feito a pensar em si!!Por isso, esta campanha promocional do Gato Vadio tem mais a ver com a política do chinelinho que se aproxima, tem a ver com o afinco com que gostamos de eliminar a sua adiposidade espiritual (consulte a nossa linha Fitness Literatura Light: “Morte ao Dante” 234gr; “Jack, O Estripador” 198 gr; “O meu suicídio” 144 gr; “A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer” 44gr…), por si estamos sempre dispostos a encarar de incisivo a sua voracidade livresca.Caros Leitores Veraneantes, há ir e ir, e ler para não vegetar!("clicar" na imagem!)

Preço dos livros manuseados em português, em inglês e em polaco: entre 1€ e 6€.

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O bar-livraria recebe a Associação José Afonso no dia 18 de Julho para uma sessão de música e poesia sob o lema «Vieram de noite...e Cantaram!»


A entrada é livre.

Festival CCA Gonçalves Correia em Aljustrel ( dias 18, 19 e 20 de Julho)




O Festival tem lugar no Monte da Minhota a cerca de 1km do Carregueiro (paragem de comboios da Linha Beja-Funcheira que tem ligação aos intercidades para Beja e para o Algarve) na direcção de Aljustrel (na EN2 entre Aljustrel e Castro Verde e/ou Entradas.


Programa Festival CCA 18-20 JULHO

Sexta 18

18.00 Conversa: Punk? Onde anda o anarko-punk...
21.00 Janta
22.00 Concertos I.A.C. (évora/montemor) DISASTRO SAPIENS (arredores lisboa) FOCOLITOS (lisboa) ALBERT FISH (lisboa)

Sábado 19

11.00 Feira da Troca e Workshop Construção de fornos solares
13.30 Almoçada
15.00 Conversa: Espaços Contra a Autoridade: de okupas e espaços libertados à ideia de espaço público
18.00 Projecção/Conversa: Filme “Brad Will: Uma noite mais nas barricadas”. Rebelião popular em Oaxaca, México. Com a presença do seu autor
21.00 Janta
22.00 Concertos ESKUMALHA (figueira cavaleiros) MOTU (lisboa/barreiro) DESKARGA ETILICA (figueira da foz) FREEDOM (porto) CAMARA DE GAS (madrid)

Domingo 20

11.00 Workshop
13.30 Almoçada
15.00 Conversa: Alentejo, Salvem-me Porra!!! A destruição da paisagem no Alentejo pós Alqueva…
18.00 Conversa: Para uma Ética Alimentar: que sustentabilidade para o vegetarianismo (o caso específico da soja) e o consumo da carne através da caça?
21.00 Janta
22.00 Concertos COLUNA DE FERRO (lisboa)INSULTO(kylacankra)100 TALENTO (santo andré)MÁRIO O TROVADOR (cascais)


O Festival tem lugar no Monte da Minhota a cerca de 1km do Carregueiro (paragem de comboios da Linha Beja-Funcheira que tem ligação aos intercidades para Beja e para o Algarve) na direcção de Aljustrel (na EN2 entre Aljustrel e Castro Verde e/ou Entradas.(ver mapa na mensagem anterior)

Apenas parte do Monte fará parte do Festival e na restante área não devemos por lá andar (respeitem). Junto ao Monte haverá espaço de estacionamento para carros e para as carrinhas. Do outro lado da antiga linha de caminho de ferro, dentro da área do Monte, fica o local central de acampada num eucaliptal com sombras… Aí haverá um espaço alargado com tenda para os debates e filmes, workshops, feira da troca, etc… refrescados por alguns reservatórios de água e um bar. Um pouco afastado estarão as casas de banho. As refeições tem lugar junto a uma das casas do Monte, e num dos barracões deste acontecem à noite os concertos.

IMPORTANTE: Atenção com os fogos! Não se podem fazer fogueiras, e muito cuidado com os cigarros; Cuidados com os acessos ao Monte a partir da estrada (lomba má visibilidade); Não tragam os vossos cães para junto das casas do Monte (barracão dos concertos e cozinha) por causa dos outros animais/cães aí existentes; Atenção às carraças nesta altura do ano; Tragam pratos e talheres para as maravilhosas refeições vegetarianas! E colaborem na limpeza e no respeito do sítio.






Workshops no festival

Sábado dia 19 - 11.00 - Construção de Fornos SolaresDomingo

dia 20 - 11.00 - Recolha de Sementes (Associação Colher Para Semear)


FEIRA DE TROCAS

Porque nesse fim de semana de convívio, no Festival do CCA Gonçalves Correia, queremos ter também um espaço onde o dinheiro fica de fora. Uma “feira da ladra” para trocar tudo: livros, roupa, brinquedos, cd’s, comida, etc. Aquilo que temos a mais ou acumulado em casa por aquilo que nos falta ou nos dá gozo…Porque gostávamos que aí se juntassem pessoas da zona que quisessem vir a retomar uma Feira da Troca mensal, como já aconteceu em Messejana (Aljustrel).

Para valorizar os produtos caseiros e criar um espaço que mostre na pratica que nem tudo se ganha só com dinheiro.Traz as tuas “trocas” pró festival ou aparece Sábado, dia 19, a partir das 11.00, para a Feira que acontece em paralelo com workshop de construção de fornos solares… No Monte da Minhota (Carregueiro) no festival CCA Gonçalves Correia.




Apresentação do Atlas do Ambiente em Portalegre ( hoje, dia 15) e Castelo de Vide ( dia 18)


Hoje ( dia 15) às 18h. vai realizar-se em Portalegre a apresentação do livro "ATLAS DO AMBIENTE" editado pelo Le Monde diplomatique. A apresentação será feita por Júlio Henriques e José Janela na Biblioteca Municipal de Portalegre.


Igual apresentação decorrerá no dia 18 de Julho, pelas 17.00 horas, na Biblioteca Municipal de Castelo de Vide.