2.1.13

Comemoração dos 91 anos da AIT (Associação Internacional dos Trabalhadores), associação anarco-sindicalista


Comemoração dos 91 anos da AIT (Associação Internacional dos Trabalhadores), associação anarco-sindicalista
 
5 de Janeiro na Casa Viva , às 15h. - Perfomance Tecnorevolucionária
 
6 de Janeiro no Terra Viva, às 15h. - Palestra: AIT, história e actualidade
 
 
O que é o SOV (Sindicatos de Ofícios Vários)?
Actualmente somos um grupo Anarco-sindicalista constituido por trabalhadores/as, desempregados/as,reformados/as e precários/as em sectores diversos na zona do Grande Porto. Estamos filiados na Associação Internacional de Trabalhadores -Secção Portuguesa
 
 

Ciclo de Cinema de Filmes Proletários na Casa da Horta ao longo do mês de Janeiro 2013

 
 

http://casadahorta.pegada.net/entrada/

 
Ciclo de Cinema Filmes Proletários todas as Quintas do mês de  Janeiro 2013
na Casa da Horta, Rua  de São Francisco, 12A, Porto ( à Ribeira do Porto)
Sessões de cinema começam às 21h30


3 de Janeiro : A Greve (Stachka)
Sergei Michailowitsch Eisenstein, União Soviética 1925, 82 min,
*mudo, legendado em inglês e russo

13 de Janeiro : Kuhle Wampe or: who owns the world?
(Kuhle Wampe oder: Wem gehört die Welt?)
Slatan Dudow, Alemanha 1932, 74 min

17 de Janeiro: O Pão Nosso de Cada Dia (Our Daily Bread)
King Vidor, (US 1934, 80 min)
*inglês, legendado portugês

24 de Janeiro: Felicidade (Schastye)
(Aleksandr Medvedkin, União Soviética 1935, 95 min)
mudo,
* legendado francais e inglês

31 de Janeiro: Ladrões de Bicicletas (Ladri di Biciclette)
Vittorio De Sica, Itália 1948 italiano,
*legendado portugês


Aparece e divulga! 

 


A GREVE

Realização: Sergei Michailowitsch Eisenstein,
União Soviética 1925, 82 min,
mudo, legendado em inglês e russo
Em 1924, o jovem Serguei Eisenstein, então com 26 anos, dirigiu o filme que mudaria a estética e a linguagem do Cinema Soviético, A GREVE é uma visionária experimentação de manipulação de imagem, recriando brilhantemente a greve que ocorreu em 1912 na Tsarist Rússia, num conflito entre operários e policia. A acção do filme desenrola-se dentro de uma das maiores fábricas da Rússia czarista, quando os operários decidem entrar em greve e sofrem violenta repressão por parte da direcção da fábrica. O filme é todo desenvolvido em cima da ideia da montagem de atracções. O herói do filme é colectivo, e a acção é de massas, não individual, batendo de frente com toda a tradição psicologista tanto do cinema quanto do teatro, que era apontada como a expressão mais acabada da arte burguesa, onde o indivíduo se vê desligado da colectividade.

Programação de Janeiro 2013 na Casa da Achada

Clicar por cima da imagem para ler em detalhe

 
A Casa da Achada é a sede do Centro Mário Dionísio.
Fica na Rua da Achada, nºs 11 r/c e 11B, em Lisboa, na Mouraria, na freguesia de S. Cristóvão e S. Lourenço, perto da Praça da Figueira, da Rua da Madalena, do Martim Moniz e do Castelo.

Dinheiro para que te querem - ciclo de cinema na Casa da Achada


CICLO DE CINEMA - DINHEIRO PARA QUE TE QUEREM (Janeiro)

Segunda-feira, 7 de Janeiro, 21h30
O DINHEIRO (1983, 85 min.) de Robert Bresson quem apresenta é Gabriel Bonito

Segunda-feira, 14 de Janeiro, 21h30
CAPITALISMO - UMA HISTÓRIA DE AMOR (2009, 127 min.) de Michael Moore quem apresenta é António Loja Neves

Segunda-feira, 21 de Janeiro, 21h30
ESPLENDOR NA RELVA (1961, 124 min.) de Elia Kazan quem apresenta é João Pedro Bénard

Segunda-feira, 28 de Janeiro, 21h30 TRÁFICO (1998, 112 min.) de João Botelho apresentação a confirmar

Abre-se um jornal - quando ainda se faz esse gesto antigo - e parece que o centro do mundo é o dinheiro. A falta de dinheiro, o pouco dinheiro, o muito dinheiro, o demasiado dinheiro, o dinheiro guardado - a poupança até tem direito a dia mundial -, o dinheiro usado, o dinheiro roubado, o dinheiro emprestado, oferecido ou por oferecer, ou bem ou mal distribuído, e por aí fora. Créditos e débitos. Dívidas. Bolsas, subsídios, descontos, taxas, impostos.
Greves e manifestações até pertencem agora às páginas de «economia». O preço pelo qual se compra e vende o quadro mais ou menos célebre - ou então o seu roubo - pode ser manchete, assim como o vencedor da lotaria, do totobola, do totoloto, do euromilhões. Se todos tivéssemos dinheiro, não havia Banco Alimentar.
 Se todos tivéssemos dinheiro, não se morria à fome, nem havia misericórdias, nem ONGs de caridade, nem IPSSs, nem subsídios de desemprego e de reinserção (quando os há), etc., etc. Nem nasceriam zonas francas nem casinos. Nem quase seriam precisos tribunais que julgam assassinatos, roubos, heranças, partilhas, limites de propriedades... com o dinheiro ao centro.
Muitos - pobres e ricos - vivem para ter dinheiro, para o dividir ou multiplicar - e, os mesmos ou outros, para o gastar. Não se pode viver sem dinheiro. Pelo menos nesta nossa sociedade. O dinheiro é mesmo o centro do mundo. E, porque parece sê-lo cada vez mais, e sempre de outras maneiras, organizámos este ciclo de filmes, maior que os anteriores. E não veremos tudo o que valeria a pena ver. Alguns filmes que neste ciclo caberiam (por exemplo, A quimera do ouro, O quintero era de cordas, Stavisky) não os passamos agora porque entraram em ciclos anteriores.
Era impossível a 7.ª arte (a literatura, o teatro, antes dela...) não se ocupar do dinheiro. O dinheiro está no centro do mundo e no centro de muitas tragédias e de muitas comédias.
Este ciclo vai, assim, percorrer quase um século de cinema: Aves de rapina de Erich von Stroheim é de 1924, Capitalismo - uma história de amor de Michael Moore e Erro do banco a vosso favor de Gérard Bitton e Michel Munz (não passou nos cinemas em Portugal) são de 2009. Do mudo ao sonoro, do preto e branco à cor. São 24 filmes de 24 realizadores, produzidos em países vários: EUA, França, Itália, Alemanha, Espanha, Portugal... E que, aliás, preciaram de dinheiro para serem feitos, distribuídos, vistos, transformados em DVD - independentemente dos seus maiores ou menores orçamentos e das muitas ou poucas receitas de bilheteira.
Chamados à atenção para uma sessão difícil de que não podíamos prescindir: um filme mudo de mais de três hors - Dinheiro de Marcel L'Herbier. E para todos os outros filmes, evidetemente, que nos farão (re)descobrir cinematografias sempre a (re)descobrir e nos farão pensar sobre aquilo em que vale a pena pensar. Filmes que, ao longo de seis meses, nos farão rir e chorar.

ENTRADA LIVRE

Lutas Sociais em 2012 pelos Precários Inflexíveis

 

O melhor de 2012: a reocupação da Es.CoL.A da Fontinha no 25 de Abril

No dia 25 de Abril de 2012, milhares de pessoas reocuparam a antiga escola primária do Alto da Fontinha, no Porto, depois de o movimento que a dinamizava ter sido despejado.

Novas dívidas fazem prosperar o capitalismo



Próspero capitalismo = novas dívidas
Merry capitalism  and Happy new debt

1.1.13

Mensagem de Ano Novo por Jorge Palma

 
Fizeste cegos de quem olhos tinha
Quiseste pôr toda a gente na linha
Trocaste a alma e o coração
Pela ponta das tuas lanças
 
Difamaste quem verdades dizia
Confundiste amor com pornografia
E depois perdeste o gosto
De brincar com as tuas crianças
 
 
 

28.12.12

Festival Geada 2012 em Miranda do Douro (27, 28 e 29 de Dez. )





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Um abraço à Casa da Música (30 de Dez., às 15h30)


É de 30% a redução do orçamento previsto pelo Governo para a Casa da Música. Um governo que retira a uma vasta região como é o Norte do país um dos seus raros pulmões de vitalidade cava fundo a desigualdade territorial. Um governo que desinveste na cultura não acredita no futuro. Um governo que não honra os seus compromissos não merece a confiança dos cidadãos e das cidadãs do país que governa.
 
A Casa da Música é a casa de todas as músicas e de todos os públicos, fazendo os trânsitos mais ousados entre géneros e referências, combatendo a elitização e o fechamento. A Casa da Música trabalha com comunidades desfavorecidas, abrigando o “som da rua”, magnífica orquestra de população sem tecto, ao mesmo tempo que acomoda a orquestra sinfónica do Porto. A Casa da Música desestabiliza os cânones conservadores e as hierarquias obsoletas, sem nunca descurar a procura da máxima qualidade. A Casa da Música acrescenta sonho e alento aos nossos dias.
 
A Casa da Música é hoje um ícone do Porto e o seu estrangulamento é um nó na garganta dos seus cidadãos. Se ficarmos quedos perante a afronta, outros machados se abaterão sobre as nossas instituições e o nosso inalienável direito a fazer da cultura uma das pedras basilares da vida quotidiana.
 
Porque não nos resignamos, porque nos indignamos, porque não desistimos nem damos o facto como consumado, chamamos os cidadãos do Porto e da sua região a um combate decidido pela Casa da Música. Contra mais este empobrecimento da nossa vida, chamamos-te
 
A DAR UM ABRAÇO À CASA DA MÚSICA, dia 30 de Dezembro de 2012, domingo, pelas 15:30.
 
SUBSCREVEM: João Teixeira Lopes – Professor FLUP; Soares da Luz – Dirigente Associativo; Ada Pereira daSilva – Professora /Produtora Cultural; António Capelo – Ator; Ana Luísa Amaral – Professora FLUP/ Escritora; Manuel Loff – Professor FLUP; Pedro Abrunhosa – Músico; Mário Moutinho - Ator/Diretor FITEI; Catarina Martins – Atriz/Deputada; João Semedo – Médico/Deputado; ReginaGu imarães – Escritora; Manuel Correia Fernandes – Professor FAUP/Arquiteto; Alda Sousa – Professora FCBUP/Eurodeputada; Conceição Nogueira - Professora FPUP; José Carlos Paiva –professor/artista/investigador; Rui Graça Feijó – Investigador; José Machado de Castro – Advogado; André Freire – Cientista Político; José Soeiro – Sociólogo; Eliseu Lopes Soares – Advogado; Maria José Magalhães – Professora FPUP /Presidente da UMAR; Ana Maria Brito – Professora FLUP; José Gigante – Arquiteto; Luís Valentim Monteiro (Dirigente Associativo na AE); Pedro Oliveira – Professor FCUP; Adriano Campos – Sociólogo; Rui Morgado – Engenheiro; Daniel Pires - Diretor dos Maus Hábitos; Ferreira dos Santos – Empresário; Carlos Costa – Ator/Diretor Visões Úteis; Sílvia Carreira – Pintora; Pedro Figueiredo – Arquiteto; Miguel Vital - F. Finanças;Luís Peres – Dirigente S. Bancários; António Alcino Simões – Médico; Renato Roque – Fotógrafo; Sérgio Cameira – Designer; Helena Castro - Designer; Gonçalo Nogueira – Estudante; Lúcia Ribeiro – Estudante; Teresa Cameira – Professora;S ofia Cameira – Designer; Jonas Leitão – Gestor; Rui Sá (engenheiro).

Loja livre na Casa Viva

 
 
 A lojalivre é um sítio onde podes tirar e deixar coisas.
 
Tira o que precisas e traz o que não usas.
 
É tudo sem dinheiro, num espírito de cada um conforme as suas possibilidades para cada um conforme as suas necessidades.
 
Queremos organizar-nos de formas diferentes daquelas que nos são impostas na sociedade capitalista.
 
Todas as pessoas estão convidadas a aparecer e a deixar a lojalivre do mesmo jeito (ou melhor) que a encontraram.
 
Espalha a palavra!
 
 

5.9.12

A crise financeira explicada aos idiotas


 
- Não é complicado perceber a crise: quando eu perco, és tu que me reembolsas o que perdi; e quando eu ganho, quem fica a  perder és tu!
 
Ou em versão mais resumida:
 
- Não é complicado perceber a crise: quando eu perco, és tu a sofrer; e quando eu ganho, tu perdes!

Revista Utopia nº 29-30 ( já saíu e está à venda o último número da revista anarquista de cultura e de intervenção)




 

Utopia é uma revista anarquista de cultura e intervenção editada pela Associação Cultural A Vida que reivindica o património histórico do movimento anarquista fazendo uma reinterpretação à luz da época actual.
A revista iniciou a sua publicação em Abril de 1995, tendo saído regularmente até ao ano 2009, quando foi publicado o número 27-28, após um intervalo de vários anos saiu um último número impresso em papel, o nº 29-30, publicado em Julho de 2012, anunciando que a partir de agora terá um formato electrónico.
A utopia foi fundada por um grupo heterogéneo de militantes anarquistas e libertários alguns dos quais já tinham estado envolvidos em outras publicações anarquistas e libertárias editadas no pós-25 de Abril, entre as quais A Batalha, Revolta, Maldição, Antítese, A Ideia e Subversão Internacional.
Na revista colaboraram muitos militantes anarquistas de diversas tendências principalmente de Portugal e do Brasil, mas também de Espanha e França. O seu primeiro director foi J. M. Carvalho Ferreira e o último Carlos António Nuno. O seu primeiro colectivo editorial foi constituído por Armando Veiga, Artur Pires, Carlos Nuno, J. M. Carvalho Ferreira, José Luís Félix, José Tavares, Rui Vaz de Carvalho. Esse colectivo sofreu diversas alterações ao longo dos anos de existência da revista.




 

Sumário do nº 29-30 da revista UTOPIA
Editorial
Avesso do avesso - Guadalupe Subtil
Diário de um «louco» - Alan Silva
Dossier Em Prol da Anarquia
Parrésia anarquista - Edson Passetti
Adeua à Utopia... e venha o que vier - Claire Auzias
Anarquia e o devir revolucionário - João da Mata
Anarquismo hoje? Breve nota sobre a luta anarquista em tempos de democracia e internet - Luzia Uehara
Corpos privados: liberação sexual, negociações e actualizações de controle - Eliane Knorr
Diante do sagradp na anarquia - Gustavo Ramos
Poema - Thiago Rodrigues
Abolicionismo penal libertário: situação-problema e respostas-percurso - Aline Passos
Uma tesão anarquista ou um pensamento político para abolir a ordem triste - Gustavo Simes
«Bakunine está vivo em mim», Albert Camus e a sua amizade com anarquistas - Lou Marin
A situação actual dos Roms em França - Claire auzias
Soró, o cão da vida - Alan Silva
José Maria Nunes e o cinema de arte e ensaio - entrevista por J. M. Carvalho Ferreira
José Maria Nunes. O mago do sétimo sentido - Paco Madrid
2 militantes anarquistas brasileiros morrem no mesmo dia - Marcolino Jeremias
Anarquistas no Brasil: José Oiticica e Hélio - Beatriz Carneiro
Crítica de livros:
- Courant alternatif nº207
-Ezkintza Zuzena nº38
- Al margen nº79
- Verve nº 19
Últimas publicações recebidas

Ciclo de filmes sobre Meninos de Rua


Ao longo do mês de Setembro, em todas as 5ª feiras, realiza-se na livraria-bar Gato Vadio (R. do Rosário, 281, Porto) um ciclo de filme dedicado ao tema do Meninos de Rua.
 
 
Ciclo: Meninos de Rua
 
dia 6 de Setembro , 22h.
Filme: "Pixote" Hector Babenco (Brasil, 1980)
A vida de uma criança nas ruas de S. Paulo, envolvida com pequenos crimes e prostituição.
 
dia 13 de Setembro , 22h.
Filme: Mutantes
 
dia 20 de Setembro , 22h.
Ali Zaoua, príncipe da rua
 
dia 27 de Setembro , 22h.
Filme: A pequena vendedora do sol
 

Acampamento Libertário - 7,8,9 Setembro 2012 – Queiva, lugar da Azenha /Campo – Valongo



Organização.: AIT-SP /SOV Porto + TERRA VIVA! AES
Apoios: A.R.C.A.(Assoc.Recreat.Cultural da Azenha) e eventualm./outros colectivos ou indivíduos

I-Objectivo/s:
  a)Sensibilização geral para a defesa do local e das zonas protegidas envolventes (Parque Paleozoico de Valongo, Biotopo Corine–parte da Rede Natura 2000 )contra as ameaças de construção de uma mini-hídrica imposta pelo governo central – entre outras ameaças anti-ecológicas locais;

b)promover o convívio e reforçar laços entre pessoas e coletivos de sensibilidade libertária/alternativa socialmente intervenientes

c) promover a ligação com a população local e apoiar as suas reivindicações sociais/ambientais

d)divulgar ideias, práticas e linhas gerais de intervenção libertária em geral e anarco-sindicalistas em particular


II-Princípios propostos: Decisões assembleárias em democracia direta – Autogestão- Antipatriarcalismo,antisexismo e antirracismo – Apoio-mútuo – Ecologismo radical – Auto responsabilidade – Antielitismo e anti-hierarquias – Interacão popular positiva.



III- Local e acessos:

O local do Acampamento situa-se numa das margens do rio Ferreira conhecido como Queiva, frequentado tradicionalmente como local de lazer pela população local e grupos de actividades de ar livre, junto às ruínas de antigas azenhas, no lugar da Azenha, na Freguesia de Campo e Concelho de Valongo. O local insere-se numa zona de paisagem protegida e em parte do Parque Paleozóico de Valongo e no ano passado foi alvo de uma tentativa privada para a instalação de uma mini-hidrica, projecto esse contestado com êxito pela Terra Viva!AES, por outras associações, pela população local e pela administração local (Junta de freg.de Campo e C.Mun.Valongo) e que agora o governo central pretende unilateralmente impor. Situa-se perto a sede de uma ativa associação popular, a A.R.C.A.(associação recreat. e cultural da Azenha ), que desde os anos 90 tem apoiado também a realização de várias iniciativas da Terra Viva! e de outros coletivos populares e libertários (acampamentos, defesa sócio-ambiental, encontros, debates, etc…)

Os acessos para lá são os seguintes:

a)AUTOCARROS DO PORTO – Autocarro 94 para CAMPO, junto ao Bolhão –saír na paragem da CHÃ - e andar 20 minutos até ao local do Acampamento, passando pela Azenha, até à Queiva (custo da viagem:1,8 €).

b)COMBOIO da Estação de S.Bento, no Porto – comboio para S.Martinho do Campo (sair aí e avisar p/telem. para virmos buscar-15 min.da Queiva-) linha do Douro, direcção Caíde ou Cete (custo da viagem: 1,7 €).

c)TRANSPORTE PRÓPRIO – Porto – Valongo (10 Km.s) via S.Roque da Lameira - Rio Tinto –Venda Nova –Alto da Serra –Valongo –Azenha ou

Auto-estrada A3 para Braga e desvio para Valongo e do centro de Valongo pela antiga estrada para Penafiel em direcção a Campo, virar à saída de Valongo à direita para o novo hospital de Valongo e daí até à Azenha. O local de aparcamento para o Acampamento é no fim da Rua da Azenha, junto à ponte ferroviária de S.Martinho do Campo e daí a pé até lá são 10 minutos.



IV- PROGRAMA PROPOSTO

7 Set.(sexta-feira) -Manhã-

09:30 – Recepção dxs primeirxs participantes – apresentações coletivos e pessoas participantes, instalações, espaços)- peq.passeio pela área envolvente.

11:00 – Assembleia de participantes: Apresentação, discussão e eventuais melhoramentos ao programa proposto

12:00 – 14:00 –Funcionamento da Cozinha de Campo autogerida (Eq.trab.A)- almoço comunitário às 13:00 h.- ( Refeições 2,00 €).

-Tarde- 15:00 – 17:00 – Workshops de técnicas de sobrevivência: cozinha de campo, instrumentos primitivos, orientação, abrigos…

17:30 – Montagem bancas de divulgação (c/abrigos), montagem de EXPOSIÇÃO cartazes, cartoons libertários e documentação histórica

-Piquete libertário de distribuiç.folhetos à população local (c/ Programa e horários convidando a participar nas várias actividades)

19:30 –21:00 Funcionamento Cozinha de Campo auto-gerida (Eq.Trab.B)-Jantar às 20:30

-Noite-21:30 – Velada Nocturna/Assembleia – DEBATE tema proposto: “O projeto de mini-hídrica no Alto do Castelo e possíveis medidas a tomar “(c/texto de apoio)- canções e poesia libertária

8 Set.(sábado)-Manhã-

09:30 – Passeio pedestre: “Trilho de Interpretação florestal e ambiental do Alto do Castelo” e parte da “Trilha ecosocial do vale do Ferreira” (organ.Terra Viva!AES)e

12:30 – 14:00 - Funcionamento Cozinha de Campo autogerida (Eq.trab.C) - almoço comunitário às 13:00 h.

Tarde-15:00 – 17:00 – Workshop de RAPPEL e ASCENÇÃO A ÁRVORES c/CORDA E “PRUSSIK” –continuaç.bancas de divulgação(até às 19:00)

19:30 – 21:00 –Funcionamento Cozinha de Campo (Eq.trab.A) –Jantar às 20:30

-Noite-21:30 – Velada Nocturna/Assembleia- DEBATE tema: “Papel possível dxs libertárixs nos movimentos populares/sociais” (c/texto de apoio)- e outros temas e círculos propostos na Assembleia de Participantes) - canções e poesia libertária

9 Set.(domingo)-Manhã-

09:30 – Visita a uma exploração mineira de lousas de Valongo, encontro com trabalhadores das minas de ardósia e conversa sobre condições de trabalho.

12:30 – 14:00 - Funcionamento Cozinha de Campo autogerida (Eq.trab.C) - almoço comunitário às 13:00 h.

-Tarde- 15:00- 17:30 –Workshop de MÚSICA LIBERTÁRIA e PRECURSÃO (instrumentos diversos e improvisados e canções libertárias –c/textos)

18:00 - DEBATE tema: “(c/texto de apoio)”Anarquismo hoje e práticas alternativas (sindicalismo de base, economia alternativa, pedagogia libertária )-Algumas novidades do encontro internacional de Saint-Imier

Noite

21:30 -Velada Nocturna – (última)-Cantos, breve avaliação assembleária, organização da desmontagem para a manhã seguinte(encerramento)



V –ORGANIZAÇÃO e INSCRIÇÕES

Para que possamos garantir as melhores condições para todxs xs participantes (espaço e abrigo, higiene, cozinha comunitária, primeiros socorros, etc…)

é imprescindível que nos informem até 30 de Agosto (sovaitporto@gmail.com - 00351 967694816 - 00351 961449268 ) da v/participação

enviando-nos a seguinte ficha :

________________________________________

ACAMPAMENTO LIBERTÁRIO/ALTERNATIVO -7-9 de Setembro de 2012 – Queiva-AZENHA .VALONGO (PORTO) -FICHA DE INSCRIÇÃO

1. nome ___________________________2.mail e/ou telef.contacto­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­_______________________ 3.Colectivo/Organizaç._____________. 4.Cidade/País_____________ 5.REFEIÇÕES QUE PRETENDES ASSEGURAR: O-Almoço e Jantar 3 DIAS .O- Outras:_______________ .O-VEGETARIANO .O-n.Vegetariano (cada almoço/jantar 2,00 € ) 6. O-Não dispões de tenda de campismo (disponibilizamos abrigo em tendas de 4 pessoas cada) 7.Actividade que te proponhas dinamizar (a propor também em Assembleia de Campo)_________________________ -_________________________________________
8.Cuidado/s especiais de que necessites___________________

10.Outra sugestão que tenhas_________________________

ESTES DADOS SÃO IMPRESCINDÍVEIS PARA QUE POSSAMOS RESPONDER MINIMAMENTE ÀS NECESSIDADES DE QUEM QUEIRA PARTICIPAR. VOLUNTÁRIXS P/ MONTAGEM SERÃO BEM-VINDXS 2 DIAS ANTES NO LOCAL (5 e 6 Set.)- canalização água potável, cozinhas, wc.s, locais de reunião,…



_________________________________________

3.9.12

Encontro pela defesa da Escola Pública - concentração de professores em Coimbra ( 3 de Set, às 21h., na Pr. da República)

 

Clicar sobre a imagem para ler em detalhe 

Este encontro está aberto a professores, pais, alunos, e demais cidadãos que sintam preocupação relativamente ao futuro da Escola Pública em Portugal.

Em conjunto, vamos definir formas de luta para defender o direito das nossas crianças e jovens a uma educação de qualidade.

Não falte!



Conferência sobre Estudos Anarquistas (Anarchist Studies Network Conference 2.0 – ‘Making Connections’) de 3 a 5 de Set. 2012

Conferência sobre Estudos Anarquistas (3 a 5 de Set 2012)

Tema: Making Connections

Local: Loughborough University, UK

We live in interesting times. The Arab Spring, Occupy X and anti-austerity protests are only the latest and most visible examples in a long tradition of grassroots social movements in which ordinary people create democratic alternatives to hierarchy and inequality. Here and everywhere, people are getting together and making connections between their own everyday experiences and wider patterns of relationships and power, official and unofficial. They (or we) are making connections with each other, personal and political. New patterns evolve as people experiment with different ways of organising, of relating, of connecting, of thinking. Scholars, artists and activists observe, theorise and participate in various ways, helping to make connections, both in social movements and in the movements of everyday life. Feminists, in particular, have foregrounded intersectional approaches to power, privilege and oppression. Race, class and gender; sexuality, ecology and (dis)ability; age, species and faith — each of these and more interconnect in numerous ways, both subtle and overt.
 
The Anarchist Studies Network is hosting a conference to acknowledge, celebrate and deepen these diverse efforts to understand and transform our world, our lives. We want this conference itself to be a space for making connections, both intellectual and personal. It will include a blend of more or less traditional panels, participatory discussions and experiential workshops, extended breaks and social events. This first call is an invitation to propose thematic streams, workshops or panel topics by those who are willing to take a role in organising them. Further calls will invite papers, participation, performance. We’re particularly keen to make connections across borders of identities, movements, disciplines and practices. We invite contributions from students, academics and unaffiliated researchers, activists and artists, health practitioners and care workers, trade unionists, community organisers and those without labels. Above all, we would like to nurture a convivial atmosphere in which to make connections with others, explore areas of both overlap and difference, create or simply meet, to learn and to share.
 
Our intention is for this to be a scholarly conference with a difference. Scholar means both student and teacher. By bringing together a diverse group of participants, who share in common a desire to learn and a commitment to acknowledging and creating alternatives to rigid hierarchies and exploitative relationships, we hope that each of us will have something to offer others and much to learn. The process of organising the conference is decentralised, with the conference initiators welcoming proposals from a diverse range of session organisers covering a wide variety of engaged and engaging topics. We also invite session organisers to consider playful, participatory and/or experimental panel and workshop formats. This might range from a traditional three paper panel followed by a discussion using alternative facilitation techniques (e.g., open space technology, fishbowl, or sitting in a circle with a facilitator) to more interactive workshop-style discussion or experiential sessions. Our intention is not to be transgressive for the sake of it, but to encourage a variety of methods in order to facilitate making connections.
 
20 painéis e workshops:


‘No Master But God’? Exploring the Compatibility of Anarchism and Religion.

Convener: Alex Christoyannopoulos

Anarchism and Non-Domination.

Convener: Alex Prichard

A workshop on workable anti-work utopias (working title).

Convener: Peter Seyferth

Anarchism in different national contexts.

Convener: Mari Kuukkanen

Anarchism and other animals – making connections across species boundaries.

Conveners: Erika Cudworth and Richard White

Connecting Anarchism and Critical Management and Organisation Studies.

Conveners: Thomas Swann and Konstantin Stoborod

Anarchism & Autonomism.

Convener: Stevphen Shukaitis

Real Democracy and the Revolutions of our Time

. Conveners: Laurence Davis and Peter Snowdon

Anarchism and War.

Convener: Pietro di Paola

On Violence.

Convener: Mohamed Veneuse

Anarchism and Education.

Convener: Peter Jandric

Re-imagining Anarchism in America: A Critical Perspective.

Convener: Jorell Meléndez

Anarchism and Disability.

Conveners: Steve Graby, Anat Greenstein, Jess Bradley

Is anarchism Western?: Anarchism and its challenges in a (post)colonial world.

Convener: Gabriel Kuhn

Ontological Anarchism.

Convener: Peter Hardy

Anarchist Publishing.

Convener: Jason Lindsey

MethodBox Workshop.

Conveners: Eleni Froudaraki and Isidora Ilic



Outras sessões:

‘Let’s Build it Together’: A Workshop on Protest Camps and Autonomous Politics

Session Organisers: Anna Feigenbaum and Fabian Frenzel

Bodily Anarchy.

Facilitator: Jamie Heckert

What now for workplace organising: Contemporary wobbly experiences.

Convener, David Bailey

Full contact details for panel organisers available at:
 
www.anarchist-studies-network.org.uk

Programa:
 
http://www.anarchist-studies-network.org.uk/documents/ASN%202.0%20FINAL%20Programme.pdf

15.6.12

Leitura de textos curtos de Julio Cortázar na livraria-café Gato Vadio (dia 16 de Junho, pelas 17h.)


Leitura de textos curtos de JULIO CORTÁZAR, por Javier Garcia e Rui Manuel Amaral

no Sábado, dia 16 de Junho, pelas 17h.

Local: livraria-café Gato Vadio (R. do Rosário, 281, Porto)



Julio Cortázar é um dos mais destacados escritores argentinos, e um nome grande não só da literatura da América Latina mas ainda da literatura mundial. São dele alguns dos contos que são considerados os mais bem conseguidos do seu género. Escreveu a novela Rayuela, que lhe deu notoriedade, e é dele o conto Blow-Up que serviu de inspiração para o filme com o mesmo título de Antonioni.

É considerado um dos autores mais inovadores e originais de seu tempo, mestre do conto curto e da prosa poética. Foi o criador de novelas que inauguraram uma nova forma de fazer literatura na América Latina, rompendo os moldes clássicos mediante narrações que escapam da linearidade temporal e onde os personagens adquirem autonomia e profundidade psicológica inéditas. Seu livro mais conhecido é Rayuela (O Jogo da Amarelinha), de 1963, que permite várias leituras orientadas pelo próprio autor. Cortázar inspirou um grande número de cineastas, entre eles o italiano Antonioni, cujo longa-metragem Blow-up foi baseado no conto As Babas do Diabo (do livro As Armas Secretas).

"Yo creo que desde muy pequeño mi desdicha y mi dicha al mismo tiempo fue el no aceptar las cosas como dadas. A mí no me bastaba con que me dijeran que eso era una mesa, o que la palabra "madre" era la palabra "madre" y ahí se acaba todo. Al contrario, en el objeto mesa y en la palabra madre empezaba para mi un itinerario misterioso que a veces llegaba a franquear y en el que a veces me estrellaba.
En suma, desde pequeño, mi relación con las palabras, con la escritura, no se diferencia de mi relación con el mundo en general. Yo parezco haber nacido para no aceptar las co- sas tal como me son dadas."






Que sorte excepcional ser sul-americano, e ainda por cima argentino, e não sentir-me obrigado a escrever a sério, a ser sério, a sentar-me diante da máquina com os sapatos engraxados e uma noção sepulcral da gravidade do instante. Das frases que mais amei premonitoriamente na infância figura a de um colega de carteira: "Que risada, toda a gente chorava!" Nada mais cómico do que a seriedade entendida como valor prévio a toda a literatura importante (outra noção infinitamente cómica quando postulada), essa seriedade do indivíduo que escreve como quem vai a um velório por obrigação ou dá uma massagem a um padre.
Julio Cortázar, A volta ao dia em 80 mundos. Tradução de Alberto Simões.

"Um homem apanha o eléctrico depois de comprar o jornal e de o pôr debaixo do braço. Meia hora depois sai do eléctrico com o mesmo jornal debaixo do mesmo braço. Mas já não é o mesmo jornal, agora é um montão de folhas impressas que o homem abandona num banco de um jardim. Assim que fica sozinho no banco, o montão de folhas impressas converte-se outra vez num jornal, até que um rapaz o vê, lê e o abandona convertido num montão de folhas impressas. Assim que se apanha sozinho no banco, o montão de folhas impressas converte-se novamente num jornal, até que uma velhota o encontra, o lê e deixa convertido num montão de folhas impressas. Depois leva-o para casa e no caminho usa-o para embrulhar meio quilo de nabos, que é para o que os jornais servem depois destas excitantes metamorfoses."
Julio Cortázar, Histórias de Cronópios e de Famas. Tradução de Alfacinha da Silva.

12.6.12

Há Arraial na Mouraria no Beco do Rosendo ( a partir de 12 de Junho)

A partir de hoje, 12 de Junho, há arraial na Mouraria, mais propriamente no Beco do Rosendo nº 8 (entrada pela Rua do Poço do Borratém, ao fundo da Rua da Madalena

Todos os dias comes e bebes, e muita música!

Outros arraiais na Mouraria
Arraial do Grupo Desportivo da Mouraria 
(junto à Igreja da Nossa Senhora da Saúde) todos os dias do mês

Arraial da Rua da Guia e ruas limitrofes (dia 12 de Junho a partir das 19 horas)

Arraial Vegetariano  no Beco do Jasmim ( perto do Largo da Severa ), no dia 12 de Junho a partir das 19 horas

Arraial da Rua de São Cristovão (ao Largo do Caldas) em diversos restaurantes e organizações de intervenção social, no dia 12 de Junho a partir das 19 horas





Visitas Guiadas da Renovar a Mouraria em Junho

Contactos para marcação: 922 191 892



Á descoberta da Mouraria Chinesa
Sábado: 16 Junho às 10 horas
Duração: 2h 30 m

Encontro: no largo Martim Moniz, junto à Igreja da Nossa Sra.da Saúde

Valor: 10 euros


Da Alcáçova do Castelo à Mouraria
Sábado: 16 de junho às 10 horas
Domingo: 24 de Junho ás 15 horas
Duração: 2h 30 m
Encontro: Junto da imagem de São Jorge â entrada do Castelo de São Jorge
Valor: 10 euros


Mouraria –Da sua origem bairrista à actualidade multicultural – 900 anos de história.

Domingo: 24 Junho às 10 horas

Sábado: 30 de Junho às 10 horas

Duração: 2h30m

Encontro: no largo Martim Moniz, junto à Igreja da Sra. da Saúde

Valor: 10 euros

Venha ver a Mouraria renovada.

Seja o primeiro a fazê-lo!