20.2.10

Concentração de trabalhadores na Guarda ( dia 22 de Fev.) promovida pela CGTP-Intersindical

GUARDA - Concentração frente ao Centro de Emprego da Guarda no dia 22 de Fevereiro


Concentração frente ao Centro de Emprego da Guarda, seguida em cordão humano à ACT (delegação da Guarda) e ao Governo Civil da Guarda, pela melhoria das condições de vida e de trabalho, contra a precariedade e o desemprego para entrega do Caderno com reinvindicações dos trabalhadores ao Governador Civil da Guarda


Os trabalhadores da Delphi da Guarda, duramente atingidos pelos despedimentos da emresa, devem participar na acção de luta.


O protesto de rua é contra a precaridade e o desemprego

Rota dos bares do Zeca Afonso passa por Braga ( no bar SVBVRA), dia 23 de Fevereiro às 22h.



17.2.10

Ciclo de documentários sobre África na livraria-bar Gato Vadio, a partir de 18 de Fevereiro


Clicar sobre a imagem para ler em pormenor


Ciclo de Documentários sobre África na livraria-bar Gato Vadio todas as quintas-feiras, a aprtir de 18 de Fevereiro, com entrada livre.

http://gatovadiolivraria.blogspot.com/


Rua do rosário, 281 – Porto
telefone: 22 2026016
email: gatovadio.livraria@gmail.com

horário:
Tarde:
quinta a domingo das 15h - 19h30

Noite:
terça a domingo das 21h - 00h59

15.2.10

Em defesa da Segurança Social (acção em Aveiro, dia 18 às 15h.)

“CERCO” À SEGURANÇA SOCIAL !

Dia 18 de Fevereiro - 15 Horas - Frente à Segurança Social

Governo e patronato estão crescentemente a transformar a Segurança Social, numa autêntica vaca leiteira dos seus interesses políticos e financeiros :

• Eles são os milhares de milhões de euros de dívidas declaradas e muitos outros milhões de dívidas não declaradas.

• A Brutal fuga às contribuições, por via da não declaração de toda a massa salarial.

• Os milhares de milhões de euros em consequência das sucessivas reduções das contribuições dos patrões, decididas pelo governo.

• Os avultados custos com as chamadas medidas de apoio ao emprego.

• O negócio da indústria do desemprego e da formação profissional, com pagamento pela Segurança Social, dos subsídios, salários em atraso, Lay off e indemnizações por despedimento.

• O crescente recurso ao trabalho a negro, inclusive de trabalhadores em situação de desemprego, sem que se verifique por parte da administração do trabalho, medidas de fiscalização, penalização, e de legalização dessas situações fraudulentas.

Para os patrões há milhões, para os beneficiários só tostões

Entretanto o governo por força da pressão social e política, tem vindo a tomar algumas medidas sociais positivas mas insuficientes, por que excluem milhares de desempregados de qualquer protecção no desemprego.

As actualizações das pensões foram ridículas, e a sua redução por via do chamado factor de sustentabilidade criminosa.

É necessário parar este perverso imoral e ilegítimo saque à Segurança Social, que a continuar pode pôr em risco a sua própria sustentabilidade.

Por isso, no dia 18 de Fevereiro, vamos exigir o fim do saque aos recursos da Segurança Social, vamos exigir mais fiscalização, a revogação do factor de sustentabilidade, vamos exigir novas fontes de financiamento, vamos exigir melhores pensões.

A União dos Sindicatos de Aveiro/ CGPP-IN, convida todos aqueles que defendem a Segurança Social Pública, a participarem nesta acção.

Vai ser uma acção forte e inédita, na forma, no conteúdo e animação, onde não vão faltar imagens gigantes de vacas leiteiras, capitalistas de cartola e charuto, de vampiros a sugar a Segurança Social, entre outros elementos de animação e denúncia.

Vamos ter um encontro com responsáveis da Instituição, onde será feita a entrega de um documento, que reflecte a nossa posição sobre a forma com está a ser gerida a Segurança Social e as medidas que consideramos obrigatórias para a sua sustentabilidade.

Depois do “cerco” vamos também ao Governo Civil, proceder à entrega do documento e comentar a situação social geral do distrito.

Fonte:
aqui

Processo Rohde - um fartar de vilanagem ! ( comunicado à imprensa da União dos Sindicatos de Aveiro)

Processo Rohde – Um fartar de vilanagem!

A Rohde, empresa de calçado situada no Concelho da Feira, que contou já com cerca de 3.000 trabalhadores, de “dificuldade em dificuldade”, de apoios e mais apoios financeiros do Estado e da Segurança Social, com o objectivo sucessivamente anunciado de evitar o mal maior, tem hoje formalmente 1.000 trabalhadores.

Formalmente, porque não obstante os apoios financeiros, das contínuas promessas de garantia dos postos de trabalho, a empresa encontra-se actualmente envolvida num nebuloso processo de insolvência. Há um mês, a solução para a viabilização passava pela garantia da manutenção de 50% dos postos de trabalho, para virem ontem falar apenas em 150.

Por outro lado, o processo Rohde é mais um evidente caso de delito comum pela forma como são desbaratados fundos públicos e pelo aproveitamento político mesquinho, de que tem sido alvo.

Os factos mais recentes são elucidativos. Em Agosto de 2009, as trabalhadoras foram de férias, regressaram no início de Setembro e não havia trabalho.

Mais uma vez, com o objectivo anunciado de evitar o encerramento da empresa, o próprio Ministério do Trabalho propôs um repetido processo de Lay Off , mais tarde transformado em suspensão dos contratos de trabalho, com base no argumento, de que a empresa não tinha condições para assumir os 30% dos salários, como lhe competia.

O Presidente da Câmara, (pasme-se!) embrulha a sua “preocupação” na exigência, não na garantia dos postos de trabalho, mas na instalação, em Santa Maria da Feira, de uma delegação, de apoio ao desemprego, mais conhecidas por centros de emprego, postura que mantem.

Claro, estávamos em Setembro/09 e com eleições legislativas e autárquicas à porta, havia que evitar a falência a qualquer preço naquela altura, para igualmente evitar que se transformasse num evidente caso político, desfavorável ao partido do governo e à Câmara.

Por todas as razões, é um escândalo que a autarquia e governo, continuem a lavar as mãos deste processo como Pilatos. Em nome da decência politica, exige-se que intervenham rápido e em força, no sentido da garantia efectiva dos postos de e trabalho.
Direcção da União dos Sindicatos de Aveiro
Fonte:
aqui

104º Jantar de Amizade UNICEPE (cooperativa livreira de estudantes do Porto) realiza-se no dia 18 de Fevereiro


104º Jantar de Amizade UNICEPE
http://www.unicepe.com/

Quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010, 19h45m

As Palavras e os Sons Dormem na Vossa Sombra, música lusófona e a poesia de João Negreiros

por
Eduarda Freitas, Eduardo Baltar Soares, Luís Maria Costa Hölzl


Jantar

A partir das 21h30m a entrada é livre.
Para o jantar, às 19h45m, é necessária a inscrição, pessoalmente ou para o e-mail
Unicepe@net.novis.pt
Por questões de logística pedimos que o faça desde já.

Ementa:
Água, sopa de alho francês, feijoada de marisco, vinho maduro Douro Vila Régia, salada de fruta, café, vinho do Porto Poças.
Preço: 15,00 €br>


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Programa

Serenata – Carlos Paredes
O Outono visto pela janela
Vou Vivendo – Pixinguinha
O Jornalista da vossa beleza
Balada da Oliveira – Pedro Caldeira Cabral
Queda Livre
Duas Melodias Populares Transmontanas – Fernando Lapa
Dos Canciones Populares Catalanas – Miguel Llobet
Dose da fatia de um doce
Pedacinho do Céu – Waldir Azevedo
Os Olhos


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Os convidados

Eduarda Freitas, nasceu em Vila Real em 1976. Jornalista, trabalha actualmente na RTP – Antena 1 e colabora no jornal EXPRESSO desde 2002. Já passou pela SIC, Diário de Notícias e Bola Magazine, entre outros.
É co-autora de dois livros infantis: «Uma bola sem fronteiras», editado pela Prime Books em 2004 e «O ataque do rei mosquitão» publicado e distribuído em Moçambique pela Texto Editores, em 2009, num projecto de luta contra a Malária. Em 2008 fez o curso de Realização de Documentários, na Escuela Internacional de Cine y TV de San San Antonio de los Banõs, em Cuba. Pela Associação Cine dos Pobres, fez um curso de Curtas-Metragens, em 16mm. Frequentou também uma formação em Guionismo, pela Associação de Dramaturgos de Portugal no ano de 2007. Fez pré-produção no Documentário «Entre nós» de João Pedro Marmoto. É co-autora do projecto «Ficçarte - pintura com poesia», desde 2005. Recentemente participou no espectáculo de poesia «Inspiração é Respirar», com elenco do Teatro Universitário do Minho. Frequenta o Conservatório Regional de Musica de Vila Real, na classe de Piano.

Eduardo Baltar Soares, Guitarrista diplomado pelo Conservatório Superior de Música de Salamanca, Mestrando em Música na Universidade de Aveiro e Licenciado em História pela Universidade do Porto. Premiado no I e III Concurso Internacional Concello de Gondomar (Pontevedra), 1º. Prémio de Formação e Execução Musical da Fundação Conservatório Regional de Vila Nova de Gaia e 1º. Premio no II Concurso Legato (Porto). Estudou Guitarra com Ricardo Barceló, Hugo Geller e Dimitri van Halderen, Música de Câmara com Olga Prats e Alberto Rosado, Composição com Fernando Lapa. Colaborou com os Maestros Peter Rundel, Zsolt Nagy, a Soprano Maria Eugénia Boix e o Guitarrista Tiago Cassola Marques. Actuou em diversos ciclos de concertos nas principais salas de Lanzarote, Lisboa, Madrid, Porto, Salamanca, ente outras. Actualmente lecciona na Academia de Música José Atalaya e Academia de Música de Espinho.

Luís Maria Costa Hölzl, começou sua educação musical aos 5 anos. Desde essa idade vem praticando quotidianamente a música tanto nos instrumentos de corda nas mais variadas formas, guitarra clássica, guitarra eléctrica, baixo, e no violino, como solista ou em formas colectivas de orquestra.
Em 2004 opta por estudar guitarra clássica no Conservatório Superior de Würzburg no sul da Alemanha com Prof. Jürgen Ruck (Guitarrista no Ensemble Modern), escolhendo como segundo instrumento de estudo o violino.
Em Março de 2009 concluiu a primeira parte de seus estudos obtendo o diploma, com nota de Excelente.Desde Maio de 2009 dedica-se tambem à guitarra portuguesa, tendo aulas com Bernardo Couto, guitarrista da fadista Cristina Branco.Em Setembro 2009 e Fevereiro 2010 Luís participa no projecto "Com Que Voz"(Stefano Gervasoni), tocando guitarra portuguesa com músicos do Ensemble Modern (Frankfurt) e Nieuw Ensemble (Amsterdam) acompanhando Cristina Branco.

Teatro e edição- debate no CACE Cultural do Porto ( 20 de Fevereiro, às 21h30)



Sábado, 20 de Fevereiro de 2010 às 21:30

Debate com Daniel Jonas, Vera San Payo de Lemos, Pedro Estorninho e António Luís Catarino

sobre Teatro e Edição

Na antiga Central Eléctrica do Freixo, Porto

O capitalismo e a guerra - debate em Lisboa ( dia 19 de Fev. às 18h.)

O CAPITALISMO E A GUERRA

Dia 19 de Fevereiro (sexta-feira), no Ateneu Libertário, novo debate para libertários e não libertários, 18 horas.


O Ateneu Libertário de Lisboa fica situado na Rua do Salitre, 139 - 1º andar, em Lisboa.

14.2.10

Eu não sou cúmplice - campanha contra a violência no namoro




No fim-de-semana do Dia d*s Namorad*s, a UMAR realiza uma acção de sensibilização contra a Violência no Namoro, no âmbito da campanha Eu Não Sou Cúmplice.

A referida acção vai realizar-se nos seguintes jogos de futebol:

- Paços de Ferreira-Sporting, no estádio do Paços de Ferreira, no dia 12, Sexta-feira, a partir das 17 h 30
- Benfica - Belenenses, no estádio do Benfica, no dia 13, sábado, a partir das 16h
- Leixões-Porto, no estádio do mar, dia 13, Sábado, a partir das 18h


Estas actividades têm o apoio da Liga de Futebol.

A campanha Eu Não Sou Cúmplice já evidenciou a sua energia, mobilizando motards, punks e, agora, público ligado ao futebol.


O GATA - Grupo de Activismo e Intervenção pela Arte (UMAR Porto) estará no jogo Leixões-Porto onde, a partir das 17h, desenvolverá uma acção centrada na interacção com as pessoas à entrada do estádio.

Estamos curios*s! queremos saber o que é que numa relação,
-mereceria um cartão amarelo;
-mereceria um cartão vermelho;
-e o que é que seria um golo?



Podem também participar dando as vossas respostas aqui:

Querem enterrar um momento forte da liberdade: o Carnaval independente de Saint Roch foi proibido pelo município de Nice!!!


O Carnaval independente de Saint Roch festeja este ano 20 anos. Trata-se de uma iniciativa popular e festiva, totalmente gratuita, que anualmente reúne velhos e jovens, artistas, músicos, pintores, fanfarras, companhias de espectáculo de rua, actores e grupos de teatro que defendem as tradições culturais populares. A festa termina normalmente com um jantar de rua onde cada qual é convidado a trazer a sua pequena contribuição gastronómica.

Na falta de espaços para desenvolver as suas actividades, os jovens da região de Nice aproveitam esta altura do ano para reapropriarem-se da rua. A origem deste Carnaval popular radica nos jovens squatters que há 20 anos foram expulsos dos seus espaços. Actualmente o Carnaval tem como principal ponto de apoio o Hangar
Nux Vomica que permite aos artistas abrirem-se à cidade, assim como aos habitantes misturarem-se com os artistas.
Este ano o Município de Nice, sob um pretexto inteiramente artificial e com as habituais desculpas da necessidade de prevenir a insegurança, decidiu proibir a organização do Carnaval independente de Saint Roch.

Depois da proibição dos artistas de rua na cidade de Nice, esta constitui mais uma medida anti-cultural que atinge directamente o mundo dos artistas e da cultura.


Fonte:
aqui

Ver ainda:




Apelo a favor da utilização dos Transportes Colectivos




A dívida do sector público dos transportes tem um valor total de quase 15 mil milhões de euros. É indiscutível que os mesmos são imprescindíveis para o funcionamento do país. A sua sustentabilidade só pode ser garantida com um aumento do número de utilizadores.

Perante esta situação, e face à crise que vivemos, optar pelo uso dos Transportes Colectivos é uma atitude que revela bom senso e patriotismo!

Nos últimos anos tem-se assistido a uma diminuição acentuada do nº de utilizadores, acompanhada com um crescimento desmesurado do uso de automóvel particular.

É certo que os Transportes Colectivos no nosso país (especialmente em Lisboa e Porto) têm sido alvo de grandes queixas, mas cabe a todos lutar pela sua melhoria através de fortes movimentos reivindicativos dos seus utentes.

Em geral, nos inquéritos sobre o motivo pelo qual as pessoas não utilizam os TC, a falta de qualidade dos mesmos é quase sempre apontada como o maior problema, mas os mesmos inquiridos, quando questionados sobre quando foi a última vez que os utilizaram, invariavelmente esta resposta é "há muito tempo".

A contabilização dos custos do uso do automóvel individual, é na maior parte dos casos, muito enganadora. As pessoas tendem a fazer as contas apenas ao custo do combustível, e pontualmente ao custo do estacionamento ou das portagens. Mas pecam em deixar de fora, os custos com seguros, oficinas, desvalorização do carro, etc. Se seguirmos o que está fixado em tabela no Diário da República, este valor aproxima-se mais dos 0,40€/Km, o que remete o uso do automóvel para um custo muitíssimo superior ao uso dos Transportes Colectivos.

Somos o 3º país com mais automóveis per capita - tendo em conta que o nosso PIB é dos mais baixos, este resultado é no mínimo absurdo.

O tráfego automóvel nas cidades atingiu valores gigantescos, as infra-estruturas para o mesmo, rasgaram o espaço urbano, destruindo-o! Hoje em dia, nas grandes cidades, já quase não se vêem crianças na rua - o espaço foi ocupado por vias, estacionamentos, e a manta de retalhos sobrante, não é apelativa.

A eficiência energética dos transportes colectivos, é também bastante superior à do automóvel individual, e quanto mais gente utilizar os TC, mais eficientes eles se tornam - traduzindo-se numa acentuada redução de emissões poluentes.

Combine o uso dos TC, com outros modos suaves, como sejam andar a pé ou de bicicleta.
Quando mesmo necessário, desloque-se de carro até à entrada das cidades, e depois faça o restante percurso fazendo uso dos Transportes Colectivos.

É um também problema de saúde: o uso do automóvel individual, é também responsável por hábitos de vida mais sedentários, e Portugal tem visto a sua posição face à restante Europa a piorar neste aspecto: somos o país com mais obesidade infantil ( 37% da população tem excesso de peso e 14.5% é obesa).


Não se pede aqui, o abandono por completo do automóvel - apenas o uso responsável, e estritamente necessário do mesmo.

Por si, pelos seus, por todos nós, - use os Transportes Colectivos.

Com estes objectivos foi criado no Facebook um grupo específico responsável pelo apelo para que todos utilizem os Transportes Colectivos (TC), em detrimento do automóvel individual.
Ver AQUI

Carnaval de Resistência (16 de Fev., a partir das 18h. na Associação Crew Hassan, em Lisboa)


CARNAVAL de RESISTÊNCIA
16 Fev. - 3ª f - a partir das 18h @ Crew Hassan - Lisboa
Festa Benefit do grupo SambAcção

Workshop de Percussão
Jantar Vegetariano
Concertos
DJ's

Entrada c/ Workshop e Música - 3 sambas
Jantar c/ Bebida - 5 sambas



A banda SambAcção faz parte dos Ritmos de Resistência, uma rede internacional de bandas de samba que partilham uma orientação política comum e que fazem uso do samba em manifestações e iniciativas de acção directa.

Somos uma rede internacional activista anti-capitalista que usa samba como uma forma de fazer acção política. Usamos tactical frivolity (criação de um ambiente colorido, festivo e extravagante), inspirados pelo carnaval, para confrontar e criticar os sistemas de dominação e apoiar directamente todas aqueles que lutam contra a exploração, discriminação e opressão. Rejeitamos qualquer falsa oposição entre militância e formas criativas de resistência. Mesmo que sejamos bandas diferentes, operando de uma forma descentralizada, esforçamos-nos por maximizar a participação no nosso processo colectivo. Vem connosco! Temos muito para batucar!

Organizamos esta festa benefit com o objectivo de angariar fundos para comprar novos instrumentos e reparar os actuais.

Vem divertir-te no Dia de Carnaval ao som do Samba, e apoia-nos. Queremos continuar com o Samba e com a Acção!


Se não podes vir, escuta em:
http://twitter.com/radiohassan

Mais informação:
http://www.crewhassan.org
http://ritmosresistencia.pt.to
http://www.myspace.com/mickmengucci

Entrudo em Lazarim (13 a 16 de Fevereiro de 2010)


Em Lazarim a tradição do Carnaval ainda é o que era. Sinónimo de folguedo, máscaras e soltura, o Carnaval celebra-se entre comadres e compadres que envergam máscaras típicas feitas artesanalmente em madeira de amieiro por homens da Vila. .

O Entrudo é precedido pela Semana dos Compadres e das Comadres, as duas associações que tentam reunir fundos para os festejos e que vão preparando, em completo segredo, as quadras destrutivas do testamento que será lido na Terça-feira Gorda.

Na Terça-feira Gorda as ruas de Lazarim enchem-se de gente para ver passar o desfile das máscaras e participar na folia. Ao início da tarde os mascarados começam a aparecer em pequenos grupos misturando-se com a multidão.

http://casadopovodelazarim.com.sapo.pt/

Ler a reportagem e textos já publicados neste blogue. AQUI

Carnaval vadio no bar-livraria Gato Vadio ( dia 15 de Fevereiro, às 22h.)


Carnaval Vadio

Música Celta com DJ Little Brother – Pista de Dança Vadia

Segunda-feira, dia 15 de Fevereiro 2010

Rua do rosário 281, Porto

Entrada 1,5 Gatos*


Lembre-se que a cachaça não é água e que o pior do carnaval é ele estar na moda desde que entrámos na CEE e aparecer de fininho todos os dias às 8h da noite em sua casa!


*O valor da entrada reverte para a bolsa-projector. Ao contribuir para a compra do projector dá um passo inexorável para desmascarar o carnaval do quotidiano…


http://gatovadiolivraria.blogspot.com/
Livraria-bar Gato Vadio
Rua do rosário, 281 – Porto
telefone: 22 2026016
email: gatovadio.livraria@gmail.com

12.2.10

Terra Viva distribui gratuitamente roupa aos sem-abrigo


Com a colaboração do MPDP (Movim.Pop.Desempregad@s e Precári@s) e do SOV(sindic.ofícios vários)da AIT/sp (anarco-sindicalistas), o Terra Viva- Associação de Ecologia Social continua a distribuir gratuitamente roupa e agasalhos diversos (de criança, de senhora e de homem) a famílias e trabalhadores/as desempregad@s e precári@s ou simplesmente mais necessitados, com ou sem abrigo, e moradores/as mais necessitados da Zona Histórica do Porto ou de outras zonas com maior índice de desemprego e de exclusão social.

A ROUPA EM DISTRIBUIÇÃO RESULTA DE VÁRIAS DOAÇÕES PARTICULARES E DE ALGUMAS INSTITUIÇÕES, NO SEGUIMENTO DO NOSSO APELO EM DEZEMBRO PASSADO DE APOIO A TRABALHADORES SEM-ABRIGO QUE SE ENCONTRAVAM PRECARIAMENTE ABRIGADOS DA CHUVA NO ANTIGO "Mercado do Anjo"(Pr.de Lisboa) E QUE NA SUA MAIORIA JÁ SE ENCONTRAM ALOJADOS EM PENSÕES OU "COMUNIDADES DE HABITAÇÃO" COM APOIO DA Seg.Social E DE OUTRAS INSTITUIÇÕES LOCAIS


NOTA-COMENTÁRIO A ALGUMAS INFUNDADAS ACUSAÇÕES ( de J.P.)

POR FAVOR NÃO NOS CHAMEM NEM "ASSISTENCIALISTAS" NEM "CARITATIVOS" PORQUE NÃO O SOMOS!
PORQUE NEM TEMOS QUE RESPONDER A NECESSIDADES ESTATÍSTICAS "SOLIDÁRIAS" GOVERNAMENTAIS NEM SOMOS RAT@S DE SACRISTIA CARITATIV@S PARA TENTAR REDIMIR OS NOSSOS (EVENTUAIS)"PECADOS"...NEM PRETENDEMOS CAÇAR VOTOS PARA NENHUM PARTIDO OU LUGARZINHO NO POLEIRO DOS PODEROSOS!!!

LIMITAMO-NOS A TENTAR RESPONDER ,CONJUNTAMENTE COM AS SOLIDARIEDADES
POSSÍVEIS DE MOBILIZAR, A NECESSIDADES REAIS E URGENTES DE PESSOAS REAIS ÀS QUAIS NOS UNEM SENTIMENTOS DE PARTILHA, DE APOIO, DE INDIGNAÇÃO PESSOAL E SOCIAL QUE NÃO CABEM EM NENHUMA "TÉCNICA" DE "INTEGRAÇÃO SOCIAL"(?).

SOMOS SIM SOLIDÁRI@S E (ECO-)LIBERTÁRI@S E ACREDITAMOS NOS VALORES DO APOIO MÚTUO - ATÉ PORQUE A MAIORIA DE NÓS, JOVENS E MENOS JOVENS, SOMOS IGUALMENTE DESEMPREGAD@S, PRECÁRI@S ou MAL-ABRIGADOS e LIDAMOS DIÁRIAMENTE COM (E ESTAMOS SOCIALMENTE INSERIDOS EM) SITUAÇÕES DE CARÊNCIA ECONÓMICA, SOCIAL, AMBIENTAL, REJEITANDO CONTUDO O "COITADINHISMO" E AFIRMANDO ANTES OS VALORES DA DIGNIDADE HUMANA D@S "EXCLUÍD@S" E A NOSSA JUSTA E LEGÍTIMA INDIGNAÇÃO PERANTE AS GRITANTES DESIGUALDADES SOCIAIS, HOJE, AQUI E AGORA!

ALÉM DO MAIS, COMO ENTENDEMOS QUE OS DIREITOS ADQUIRIDOS (COM O 25 DE ABRIL MAS TAMBÉM COM AS DIVERSAS LUTAS SOCIAIS QUE SEMPRE E AINDA SE MANIFESTAM DE ALGUMA FORMA)SÃO MESMO DIREITOS E NÃO "ESMOLAS SOCIAIS" ATIRADAS COMO MIGALHAS E RESTOS DO ALTO DA BURRA PELOS BUROCRATAS DE SERVIÇO AOS "POBREZINHOS", QUEREMOS AFIRMAR A NOSSA INTERVENÇÃO SOCIAL, ONDE, COMO E SEMPRE QUE NOS SEJA POSSÍVEL, NO SENTIDO DE DENUNCIAR E IMPEDIR DE ALGUMA FORMA QUE EM ALGUMAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS OU PRIVADAS -ESSAS SIM "ASSISTENCIALISTAS" E "CARITATIVAS", porque visando não soluções estruturais e alteradoras da actual realidade social mas sim visando "põr pensos rápidos" nas feridas sociais mantendo as causas dessas "feridas"...- AS PESSOAS NÃO SEJAM TRATADAS COMO OBJECTOS DE ESTATÍSTICA MAS COMO SUJEITOS POTENCIAIS DA PRÓPRIA TRANSFORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL ( ele é TRATAMENTO BUROCRÁTICO E AUTORITÁRIO, ele é SERVIR COMIDA ESTRAGADA, ele é NÃO ACOMPANHAR DEVIDAMENTE AS PESSOAS MAIS FRAGILIZADAS, ele é ENCARAR OS MAIS EXCLUÍDOS, À PARTIDA COMO EVENTUAIS CRIMINOSOS, MANIPULADORES, CORRUPTOS, ALDRABÕES...quando afinal vimos todos os dias ONDE ESTÁ REALMENTE O NÚCLEO PRINCIPAL DE CRIMINOSOS,MANIPULADORES,CORRUPTOS e ALDRABÕES ( ainda por cima institucionalizados e legalmente cobertos!...).

A Violação dos Direitos Humanos no País Basco - debate em Lisboa (dia 17 de Fev.) com o jornalista Rui Pereira


Quarta-feira, 17 de Fevereiro, 19 horas

Clube Estefânia (Rua Alexandre Braga, 24 A, Lisboa)


Com: Rui Pereira, jornalista e autor de Euskadi, A guerra (des)conhecida dos bascos, Edurne Iriondo, advogada basca, e um ex-preso político basco.

Várias entidades e organizações, entre as quais o Relator da Comissão da ONU contra a Tortura e a Amnistia Internacional, têm denunciado, ao longo dos anos, as sucessivas denúncias de tortura por parte de presos políticos bascos. Simulação de afogamento, asfixia através de saco, choques eléctricos nos genitais, tortura do sono e espancamentos são alguns dos métodos utilizados. Entre os milhares de casos destacamos alguns. Em 2001, Unai Romano saía com a cara irreconhecível de um interrogatório policial. Em 2004, foi publicado o relato chocante de Amaia Urizar, que num interrogatório viu o seu corpo ser violado com uma pistola. Em 2008, após ser detido, Igor Portu dava entrada no Hospital de Donostia com uma perfuração num pulmão.

Um Estado que tortura, proíbe partidos políticos e manifestações, fecha jornais e rádios e ilegaliza organizações juvenis e populares e que mantém os seus detidos durante mais de uma semana sem qualquer acesso a advogados, familiares ou cuidados médicos não pode ser considerado um Estado de Direito.

Associação de Solidariedade com Euskal Herria

Amendoerias em Flor 2010, em Torre de Moncorvo (de 12 de Fev. a 7 de Março)




Programa da Amendoeira em Flor - Torre de Moncorvo 2010

12 DE FEVEREIRO – SEXTA-FEIRA

- 14.00h - Corso de Carnaval, pelo agrupamento de escolas do concelho de Torre de Moncorvo

13 DE FEVEREIRO - SÁBADO

15;30h - inauguração da Exposição O ciclo da Amêndoa, no auditório do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo


16 DE FEVEREIRO – TERÇA-FEIRA (CARNAVAL)

- 15.00h - Actuação de José Alberto e sua banda, na praça Francisco Meireles


20 DE FEVEREIRO – SÁBADO

- 12.00h - Abertura da XXIV Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo

Actuação da Banda Filarmónica de Felgar, no Largo da Corredoura

- 15.00h - Actuação da Banda Filarmónica de Felgar, na praça Francisco Meireles

- 15.00h - Inauguração da Exposição de Desenho e Pintura de Gomes da Rocha “Sem Escola nem Escala”, no Centro de Memória de Torre de Moncorvo

- 16.00h - Apresentação do livro ”Na intuição do tempo“ de António Sá Gué

Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo

- XV Aniversário do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo – Entrada gratuita a todos os visitantes, Museu do Ferro e da Região de Moncorvo

- 22.00h - Actuação de TAYTI, no Largo da Corredoura


21 DE FEVEREIRO – DOMINGO

- 15.00h - Actuação de David Caetano, Largo da Corredoura


27 DE FEVEREIRO – SÁBADO

- 22.00h - Espectáculo Cantigas do Festival, Largo da Corredoura

Actuação dos MYULA, Largo da Corredoura


28 DE FEVEREIRO – DOMINGO

- 15.00h - Actuação da Banda Filarmónica de Carviçais, Largo da Corredoura

- 18.00h - Encerramento da XXIII Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo, Largo da Corredoura


4 DE MARÇO – QUINTA-FEIRA

- 15.00h - Abertura da VII Feira dos Produtos da Terra e Stocks, Largo da Corredoura

- 17.30h - Inauguração da VII Feira dos Produtos da Terra e Stocks, Largo da Corredoura

- 22.00h - Actuação de QUIM BARREIROS, Largo da Corredoura


5 DE MARÇO – SEXTA-FEIRA

- 22.00h - Actuação de MYULA, Largo da Corredoura


6 DE MARÇO – SÁBADO

- 22.00h - Actuação de PYROPLASTOS e DUFF, Largo da Corredoura


7 DE MARÇO – DOMINGO

- 16.00h - Actuação de BRUNO CORDEIRO, largo da Corredoura

- 18.00h - Encerramento da VII Feira de Produtos da Terra e Stocks, Largo da Corredoura

6ª Assembleia aberta da Plataforma Anti-Guerra e Anti-Nato (Pagan) realiza-se dia 18 de Fev. às 18h.


6ª Assembleia aberta Plataforma Anti-Guerra Anti-Nato
quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010 às 18:00
Local: Grupo Desportivo da Mouraria
Rua: Travessa da Nazaré, 21, 1º
Lisboa


Assembleia aberta seguida de jantar vegetariano organizado pelo colectivo Gaia, projecção de filme e debate sobre as lutas anti-Nato, tendo em vista a próxima cimeira da Nato em Portugal, em Novembro de 2010.


No próximo dia 18 de Fevereiro, 5ª feira pelas 18h. haverá mais uma ASSEMBLEIA da Plataforma Anti-Guerra e Anti-NATO, no Grupo Desportivo da Mouraria (Sede do GAIA-Lisboa)

A Ordem de Trabalhos proposta será a seguinte:

18h. – 19h. Informações; pequeno balanço das acções já efectuadas; propostas de acções futuras; propostas de grupos de trabalho, sua estruturação, seu funcionamento, sua articulação com assembleia PAGAN.

19h- 19:30h – Debate em grupos, com vista a detalhar e viabilizar as diversas propostas presentes à assembleia no início. Os/as relatores/as de cada grupo farão síntese do debate do respectivo grupo e o que concluiu, transmitindo à Assembleia, no ponto seguinte. Estas propostas devem ser suficientemente detalhadas para especificar quem faz, quando ou até quando, que meios precisa (incluindo meios financeiros), como vai obtê-los…

19h30- 20:00h Debate em plenário com vista à aprovação dos diversos acordos pelos presentes.


Nota:
DEPOIS DESTA ASSEMBLEIA, HAVERÁ UM JANTAR VEGAN ORGANIZADO PELO COLECTIVO GAIA, PROJECÇÃO DE UM FILME (A DESIGNAR) E DEBATE SOBRE AS LUTAS ANTI-NATO E AS PERSPECTIVAS DE LUTA, ESPECIALMENTE TENDO EM VISTA A PRÓXIMA CIMEIRA DA NATO EM PORTUGAL, EM NOVEMEBRO DE 2010.

Grupo Desportivo da Mouraria
Travessa da Nazaré, 21 – 1°
1100-368 Lisboa
Telef. 218 870 058
Fax. 218 870 058

11.2.10

Nas Lajes Não! Assina a Petição: Somos contra o treino da caças F-22 americanos na Base das Lajes


Bases militares norte-americanas espalhadas pelo mundo

Petição Somos contra o treino de caças F-22 americanos na Base das Lajes


Os aviões F-22 e F-35 vão começar a treinar sobre o Oceano Atlântico com suporte na base das Lajes. Os primeiros F-22 Raptor, caças bombardeiros norte-americanos de quinta geração, deverão chegar aos Açores já este ano.

O novo embaixador designado dos Estados Unidos da América em Portugal, Allan Katz, em recentes declarações sobre a Base das Lajes, realçou "o valor estratégico da sua localização a meio do Atlântico, mas lembrou que a cada vez maior autonomia dos aviões militares está a reduzir a necessidade de manter um efectivo de 700 militares na Terceira, pelo que é importante conseguir novas missões para as Lajes, que passarão seguramente pela criação naquela base de um campo de treino para caças, uma matéria que ainda está a ser discutida entre as forças armadas dos dois países, antes de passar para o plano da decisão política."

Na prática está em causa a possibilidade do espaço aéreo dos Açores se transformar num enorme campo de treino militar para aviões F-22 e F-35 de última geração, equipados com mísseis hipersónicos. É mais uma cedência à máquina militar dos EUA, sem qualquer contrapartida, em sacrifício dos interesses nacionais e do bem-estar e segurança das populações.

Mais uma vez estão a ser tomadas importantes decisões nas nossas costas. Chegou a altura de intervir e dizer BASTA ! Com a sua participação tudo faremos para entregar esta petição a todas as autoridades com responsabilidade política na matéria. Os signatários

Para assinar:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2010N1197

Grupo no Facebook:
http://www.facebook.com/group.php?gid=292049153289



Campanha Internacional Não às Bases Militares Estrangeiras

International Network for the Abolition of Foreign Militairy Bases

http://www.no-bases.org/


Bibliografia sobre bases militares estrangeiras:

Center for Defense Information (CDI) (1989) The Global Network of United States Military Bases, Defense Monitor 18(2)

Collins, John M. (1998) Military Geography for Professional and the Public, Potomac Books Inc, Washington DC (US)

Cooley, Alexander (2008) Base Politics: Democratic Change and the U.S. Military Overseas, Cornell University Press, Ithaca (US)

Cragg, Dan (2001) Guide to Military Installations, Stackpole Books, Mechanicsburg (US)

Enloe, Cynthia (2000) Maneuvers: The International Politics of Militarizing Women's Lives, University of California Press, Berkeley (US)

Enloe, Cynthia (1990) Bananas, beaches and bases: making feminist sense of international politics, University of California Press, Berkely (US)

Evinger, William R. (1998) Directory of U.S. Military Bases Worldwide, Oryx Press, Phoenix (US)

Ferguson, Kathy & Turnbull, Phyllis (1999) Oh, Say, Can You See? The Semiotics of the Military in Hawai’i, University of Minnesota Press, Minneapolis (US)

Gerson, Joseph & Bello, Walden (2007) Empire and the Bomb: How the U.S. Uses Nuclear Weapons to Dominate the World, Pluto Press, London (UK)

Gerson, Joseph & Birchard, Bruce (eds.) (1991) The Sun Never Sets: Confronting the Network of Foreign US Military Bases, South End Press, Boston (US)

Grey, Stephen (2006) Ghost Plane: The True Story of the CIA Torture Program, St. Martin’s Press, New York (US)

Hansen, Kenneth N. (2004) The Greening of Pentagon Brownfields: Using Environmental Discourse to Redevelop Former Military Bases, Lexington Books, Lanham (US)

Johnson, Chalmers (2007) Nemesis: The Last Days of the American Republic, Metropolitan Books, New York (US)

Johnson, Chalmers (2004) Sorrows of Empire: Militarism, Secrecy and the end of the Republic, Metropolitan Books, New York (US)

Johnson, Chalmers (2000) Blowback: The Costs and Consequences of American Empire, Henry Hold &Co, New York (US)

McCaffrey, Katherine (2002) Military Power and Popular Protest: The US Navy in Vieques, Puerto Rico, Rutgers university Press, Chapel Hill (US)

Lindsay-Poland, John (2003) Emperors in the Jungle: The Hidden History of the US in Panama, Duke university Press, Durham (US)

Lutz, Catherine (2009) The Bases of Empire: The Global Struggle against US Military Posts, Pluto Press/TNI, London (UK)

Simbulan, Roland (1987) The bases of our insecurity: A study of the US military bases in the Philippines, Balai Fellowship, Manila (Philippines)

Tanaka, Yuki & Tanaka, Toshiyuki (2001) Japan’s Comfort Women: Sexual slavery and prostitution during World War II and the US occupation, Routledge, London (UK)

Vanaik, Achin (ed.) (2007) Selling US Wars, Interlink, Northampton (US)

Vine, David (2009) Island of Shame: The Secret History of the US Military Base on Diego Garcia, Princeton University Press, Princeton (US)

Zeijden, Wilbert van der & Irving, Sarah (2007) Outposts of Empire: the case against foreign military bases, Transnational Institute, Amsterdam (NL)




ONDE ESTÃO AS ARMAS DE DESTRUIÇÃO MACIÇA:

Bases Militares dos Estados Unidos da América: O braço armado do Império









Peregrinação às Fontes, de Lanza del Vasto, uma das referências da Não-Violência e discípulo de Gandhi, acabou de ser editado em português




Lanza del vasto - Um dos mais destacados discípulos de Gandhi no ocidente
Finalmente editado em português o seu livro chave

«Peregrinação às Fontes» de Lanza del Vasto

Proposto desde há mais de 30 anos a vários editores, só agora este livro é publicado em versão portuguesa. Nada perdeu, porém, do seu interesse permanente. O seu ponto culminante é o encontro de duas grandes figuras da não violência, Lanza del Vasto e Gandhi.

Lanza del Vasto proferiu conferências em Portugal, em Abril de 1978, em Lisboa, Porto, Coimbra e Évora, tendo voltado ao nosso país em 1979. A elas assistiram muitas centenas de pessoas. Segundo os que o acompanharam, Lanza teve um grande impacto em quem o ouviu, pelo seu profundo humanismo, pelo idealismo aliado a um grande realismo, pela vontade firme e lúcida que ele tinha de concretizar os sonhos, pela sua atenção aos pormenores. Na base do pensamento que transmitia, encontrava-se o conceito hindu e gandhiano de «satyagraha», de força da verdade e de adesão à verdade.


Lanza del Vasto nasceu em 1901, na Itália do sul, de mãe belga e pai siciliano. Fez estudos clássicos em Paris e de filosofia em Pisa, enquanto se ia dedicando também à arte da poesia, da pintura e da música. Em 1937 partiu para a Índia, na viagem que ele narra em Peregrinação às Fontes, cujo ponto culminante foi o encontro com Gandhi. Em Gandhi vê aquele que pode trazer uma solução aos problemas dos homens, que abre os caminhos da paz pela não violência e que propõe uma resposta aos excessos e desordens da civilização moderna.

Com Simone Gebelin (Chanterelle), com quem casa em 1948, funda uma comunidade, mais tarde refundada com o nome A Arca (L'Arche). Passa a dedicar a sua vida ao desenvolvimento da comunidade, à sua obra filosófica e poética, e à luta pela paz, à denúncia do perigo nuclear militar e civil. Alguns jejuns públicos que efectuou, por vezes com outras personalidades bem conhecidas, tiveram grande repercussão em França e na Europa, destacando-se, em 1972, a sua activa presença contra a extensão do campo militar do planalto de Larzac, no sul de França.

Nessa acção esteve ao lado dos camponeses e agricultores locais, do nascente e vigoroso movimento ecológico e dos movimentos pela paz e pela justiça. Ao longo da vida, continuou a exercer os seus talentos de artista no desenho, na arte do cinzel, na música e na poesia. Antecipando o debate sobre as alterações climáticas, alertou com vigor para o risco de um «dilúvio feito pela mão do homem». Faleceu em 1981, em Múrcia (Espanha) e está enterrado na comunidade da Arca (La Borie Noble, Hérault, França).


Em pré-venda, o custo de cada exemplar é de €20,00, o que representa uma redução de cerca de 20 por cento sobre o preço previsto de comercialização. Cada comprador receberá um documento contabilístico comprovativo do pagamento, que inclui um compromisso de entrega.

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J. C. COSTA MARQUES, EDITOR
Edições Sempre-Em-Pé
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APRESENTAÇÃO DO LIVRO EM LISBOA

23 de Fevereiro de 2010 às 18h00
no Centro Nacional de Cultura ( CNC)
Pré-lançamento e apresentação da edição portuguesa da obra chave de Lanza del
Vasto
, Peregrinação às Fontes

Centro Nacional de Cultura
Rua António Maria Cardoso, 68 – 1249-101 Lisboa, ao Chiado,
t. 21 346 67 22 fax 21 342 82 50,
info@cnc.pt
Participarão na sessão Frei Bento Domingues, Jorge Leandro Rosa, Luís Lopes, António Cândido Franco, Mário Cruz, e diversas pessoas ligadas à problemática da não violência e aos Amigos da Arca, comunidade fundada em França por Lanza del Vasto, e que em Portugal ficou conhecida também pelas referências a ela feitas, e ao seu fundador, por António Alçada Baptista.

Este debate e este pré-lançamento inserem-se na sequência da acção de Manuela Bio Lourenço, dos Amigos da Arca e da ALOOC – Associação Livre de Objectoras e Objectores de Consciência desde os anos 1970-80. Lembre-se que Lanza del Vasto esteve em Portugal em Abril de 1978, em Lisboa, Porto, Coimbra e Évora, onde proferiu conferências que despertaram grande afluência e interesse, tendo voltado ao nosso país no ano seguinte.

A sessão será moderada por José Carlos Costa Marques, responsável pela edição portuguesa (
www.sempreempe.pt ), estando a tradução a cargo de Helena Langrouva.