5.7.09

O aumento do garimpo e da actividade dos garimpeiros ameaçam a vida e as terras indígenas dos Yanomani



http://www.socioambiental.org/

Sobre os Índios Yanomani:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ianom%C3%A2mis

Em carta enviada à presidência da Funai em 27 de maio, a Associação Yanomami Hutukara (HAY) denuncia o crescimento desenfreado das actividades garimpeiras em seu território e exige das autoridades providências urgentes temendo que o garimpo cresça aos índices da década de 1980 quando a presença de mais de 45 mil garimpeiros resultou em mortes, epidemias, degradação ambiental e desestruturação social.

A carta divulgada pela HAY se baseia em relatos recebidos das comunidades e no crescimento nas vendas de material para garimpo no comércio de Boa Vista. O secretário da Hutukara, Dário Vitório, disse que nos últimos meses aumentou o número de cartas vindas das comunidades yanomami pedindo ajuda para a retirada dos garimpeiros. “Os parentes nos falam por radiofonia e através de cartas que estão com medo porque aumentou muito o barulho de aviões, helicópteros e motores nas proximidades das comunidades. Em alguns lugares, como no Papiú, os garimpeiros se aproximam das comunidades para tentar comprar nossa comida e nos convidando para trabalhar."

Segundo a carta da Hutukara, é visível o aumento da actividade garimpeira também em Boa Vista, capital de Roraima: “Em Boa Vista, aumentou o número dos comércios que vendem material para garimpo, e também as casas de compra de ouro e diamantes. O ouro voltou a ser moeda nas lojas do centro da cidade de Boa Vista".

A Hutukara critica as poucas operações até então deflagradas pela Polícia Federal e a Fundação Nacional do Índio (Funai), apontando para a sua ineficácia, pois os garimpeiros fogem para dentro da mata assim que ouvem o barulho do avião, e os que são pegos têm a certeza da impunidade: “De vez em quando garimpeiros são retirados pela Funai, porém nenhum garimpeiro foi preso e eles sempre voltam para a terra Yanomami, para garimpar. É comum na época das chuvas os garimpeiros aparecerem nos postos da Funai e se entregarem. Eles ganham uma “carona” para voltar para casa e no verão voltam para os garimpos ilegais.

A solução, conclui a Hutukara, é fazer "o controle da entrada dos garimpeiros, a prisão dos garimpeiros e dos equipamentos, mas principalmente dos empresários do garimpo, que contratam os garimpeiros e financiam esta atividade."

Para ler a carte supra referenciada:
aqui

Fonte da notícia:
http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=2900



A formação de professores Yanomami já inclui referências às mudanças climáticas globais

Na penúltima etapa do curso de Magistério Yarapiari, na Missão Catrimani (RR), os cerca de 80 participantes ouviram apresentações sobre gases poluentes e efeito estufa entre outros itens. Eles se comprometeram a fazer pesquisas sobre como a mudança climática é percebida pelas lideranças Yanomami e de que forma impacta o seu modo de vida. Devem apresentar os resultados ainda este ano, no final do curso.

Foi a décima-primeira etapa do Magistério Yarapiari de Formação de Professores Yanomami, promovida pelo Projeto Pró-Yanomami do Programa Rio Negro do ISA.

Entre 4 e 31 de maio, cerca de 80 professores falantes de quatro línguas, vindos de 11 regiões da TI, lotaram a Missão Catrimani, na TI Yanomami (RR) para participar da penúltima etapa do curso.

Os temas foram “Alimentação e Mudanças Climáticas” com a consultoria de Márcio Santilli, do ISA; “Política Lingüística e Políticas Públicas em Educação”, com a consultoria de Maria Cristina Troncarelli; “Nutrição”, com o consultor Maurice Tomioka Nilsom (Inpa/AM) e “Pesquisa” com a orientação de Judite Gonçalves de Albuquerque da Universidade Estadual de Mato Grosso – Unemat/Unicamp).

Em relação à mudanças climáticas, por exemplo, foram abordados conteúdos introdutórios, a visão da ciência sobre as mudanças climáticas, . e o aumento da emissão de gases poluentes, os chamados gases de efeito estufa, desde os tempos da revolução Industrial no século XVIII.

Como orientação para o próximo curso, no qual o tema será abordado novamente, os professores, jovens em sua maioria, realizarão pesquisas com os xamãs e lideranças tradicionais, enfatizando a visão dos Yanomami sobre as mudanças climáticas e seus possíveis impactos na vida do seu povo.

A primeira turma de professores Yanomami iniciada em 2001 vai se formar este ano. As etapas intensivas são apenas uma modalidade da formação, que inclui intercâmbios, pesquisa, acompanhamentos pedagógicos in loco e estudos autônomos. Em parceria com a Hutukara Associação Yanomami, o ISA pretende lutar para que a primeira turma de professores formados seja certificada.

Esta etapa do curso contou com a parceria da Fundação Rainforest, do Ministério das Relações Exteriores da França (MAE), da Missão Consolata (Diocese de Roraima) e da Fundação Nacional do Índio (Funai).

Fonte da notícia:
http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=2904



CANTOS YANOMANI

A Hutukara Associação Yanomami lançou o CD Reahu He Ã, com Cantos da Festa Yanomami





Yanomamis: A última tribo (1/2)

Uma viagem para conhecer uma das tribos mais ancestrais que habitam na Terra, e que vive na selva tropical no norte do Brasil




Yanomamis: A última tribo (2/2)



A Civilización Enferma é uma nova publicação editada pelo colectivo libertário galego Renderen


Acaba de sair do prelo “A Civilización enferma”, o novo monográfico do Ren de Ren. Este segundo trabalho do colectivo libertário galego junta um conjunto de colaborações, todas elas originais, e com as quais submete a uma rigorosa e implacável observação o processo de industrializaçao da vida, ao mesmo tempo que reivindica a necessidade actual de renunciarmos às ilusões domésticas que oferece a civilização capitalista em prol da saúde, da plena liberdade e do bem comum.

Para começar, Miguel Amorós oferece-nos a sua diagnose e tratamento para esta sociedade doente de capitalismo. De seguida, entra-se nesse labirinto social pela mão de vários membros da associação viguesa Forças Eskizoá; e numa linha semelhante, apesar da diferença, no pensamento anti-pedagogo de Pedro García Olivo. Derradeira cidade e Fátima Bermejo, percorrem o desolador panorama que esta nova civilização oferece aos indivíduos indefesos.

Uma entrevista com Alejandro Argumedo, agrónomo quechua, abre caminho aos contributos de Felix Rodrigo Mora e da gente de Matosende que tomam o pulso à relação que mantemos com o meio natural devastado pela industrialização do agro.

A seguir, Alberto Domínguez aborda as relações entre a medicina, a indústria e o autoritarismo; Benito Alonso dá conta dos cadáveres da fria estatística; Marcos Abalde toma o pulso do real atrás da TV; Minux põe a vista sobre a perversa trindade do trabalho, produção e consumo; e Manolo Rei, na limpeza patológica. Emma Dourado, faz um completo resumo da problemática sanitária existente e um chamado à rebeldia contra esta civilização enferma.

O monográfico termina com novos contributos de Rebeca Baceiredo (Estamos enfermos ou simplesmente não estamos?), Antipanfleto (Comunicar-se no barulho urbano), Eliseo Fernández (A doença do medo) e o poeta Paulo Hortak (Antivirus).

A parte gráfica conta com excelentes constributos de Ana Cibeira, Calavera (desde Valencia), Idoia de Luxán, Kardo Kosta (desde a Suiça), Miguel Brieva (desde Madrid), Minux e Paula Cabildo, ademais do brilhante labor de maquetaçao e as colagens de Adriana.

As colaborações foram tão numerosas que ainda haveremos de aguardar pela publicação íntegra do trabalho monográfico no sítio web de Ren de Ren (http://renderen.blogspot.com) para conhecerem os contributos de Rafa Becerra, David Bruzos, Teresa Rodríguez, Otto Mas e o Grupo de Axitación Social (GAS).

O colectivo Ren de Ren mantém firmes as bases originais do seu projecto: a independência económica e ideológica de qualquer instituição, organização ou associação, o funcionamento autogestionado, autónomo e assembleario; autofinanciamento, ausência de publicidade e de contraprestaçoes económicas tanto para os colaboradores como para o colectivo editor; rigor nos conteúdos, beligerância anticapitalista e postura libertaria. Nada mais (e nada menos).

Colectivo editorial Ren de Ren
colectivo.renderen@gmail.com

http://renderen.blogspot.com/

Se nas próximas semanas não encontras o teu exemplar nos lugares habituais põe-te em contacto com:
Corsarias distri: Telefone: 635 04 05 49 // corsariaseditora@hotmail.com

Também podes ajudar o colectivo difundindo esta informação



O Cooperativismo teve ontem o seu 87º dia internacional , e foi divulgada por esse motivo uma mensagem da Aliança Cooperativa Internacional





O Dia Internacional do Cooperativismo foi instituído em 1923, no Congresso da Aliança Cooperativa Internacional - ACI, com o objetivo de comemorar, no primeiro sábado de julho de cada ano, a confraternização de todos os povos ligados ao Cooperativismo.
Originalmente denominava-se "Dia da Cooperação".
Com o tempo passou a ser chamado "Dia do Cooperativismo", e actualmente, "Dia Internacional do Cooperativismo".

MENSAGEM DA ALIANÇA COOPERATIVA INTERNACIONAL

... no 87º DIA INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS DA ACI ( ou 15º DIA INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS DA ONU ) no dia 4 DE JULHO DE 2009

"ORIENTAR A REFORMA GLOBAL POR INTERMÉDIO DA EMPRESA COOPERATIVA"

De acordo com estudo recente feito pela ACI por encomenda da Organização Internacional do Trabalho (OIT), as cooperativas resistem melhor à crise que as outras formas de empresa. As cooperativas financeiras mantiveram-se financeiramente sólidas; as cooperativas agrícolas em numerosos países do mundo tiveram excedentes; as cooperativas de consumo apresentam volumes de negócio acrescidos; as cooperativas de trabalho crescem. Cada vez mais pessoas escolhem a empresa cooperativa para responder às novas realidades económicas.

Porque é que as cooperativas são capazes de sobreviver e ainda prosperar em tempo de crise, e para lá dela?

Graças ao seu modelo. A empresa cooperativa é um modelo alternativo que, em lugar de se concentrar no lucro, se concentra nas pessoas, agrupando a sua força de mercado ao mesmo tempo que as guia pelos seus valores e princípios cooperativos.

Em numerosos países e sectores pelo mundo, a empresa cooperativa cresce em número de membros, em capital e volume de negócios. As cooperativas contribuem de modo significativo para manter e criar empregos, garantindo assim o rendimento das famílias. Garantem que os preços permanecem justos e que os produtos de consumo, alimentação e serviços se mantêm sãos, fiáveis e de boa qualidade. As instituições financeiras cooperativas conheceram um afluxo de capital porque os consumidores reconhecem a segurança e fiabilidade das cooperativas de poupança e crédito, dos bancos cooperativos e das seguradoras cooperativas que, em muitos casos, continuaram a fornecer crédito aos particulares e às pequenas empresas. Ao fazê-lo, demonstram que a empresa cooperativa é viável e que as empresas que se regem por valores éticos podem singrar e contribuir para uma retoma económica sustentável.

Os economistas, o mundo académico e a comunidade internacional procuram desesperadamente como estimular uma retoma global e ao fazê-lo, começam a interrogar-se sobre o modelo económico actual, que perdeu a confiança, tanto dos responsáveis políticos como do consumidor médio. Procuram nomeadamente regular os mercados e particularmente as instituições financeiras, para assegurar um funcionamento mais ético e transparente. Todavia, nessa procura, redescobrem também e reconhecem o potencial das cooperativas em contribuir de modo significativo para um novo sistema económico.

Numerosos Governos já tomam em conta a opção cooperativa neste novo ambiente económico, seja para estimular a produção agrícola, ou para reorganizar os sistemas de protecção social nacionais, como o mostra o recente debate nos Estados Unidos sobre a reforma do sistema de saúde e a proposta de criar cooperativas de saúde. Reconhecem também o contributo que as cooperativas podem dar na retoma nos seus países e encorajam cada vez mais os seus cidadãos a considerar a empresa cooperativa para as suas finanças, para aumentar a sua produtividade e para o seu bem-estar geral.

O Movimento Cooperativo deverá trabalhar com os responsáveis políticos para assegurar que reconheçam a particular natureza das cooperativas. Elas não devem ser demasiadamente reguladas e eles devem compreender a sua aversão ao risco. Uma resposta política coerente e bem articulada é crucial para assegurar que elas não sejam prejudicadas pelas mudanças no enquadramento regulamentar. Apenas graças a políticas apropriadas é que as cooperativas continuarão a ser capazes de orientar a retoma global.

Se bem que alguns economistas a propósito do estado da economia venham dizer que o pior já passou e que a retoma deve começar no fim do ano, a recessão afecta e afectará as empresas. Numerosas cooperativas serão tentadas a sobreviver a qualquer preço, incluindo renunciando à sua natureza. Mas é cada vez mais evidente que pôr em prática os valores e princípios cooperativos poderá ser o factor determinante de uma viabilidade a longo prazo. É tempo de fazer acentuar a natureza cooperativa.

Ao movimento cooperativo depara-se uma oportunidade sem precedentes. Deve vencer o desafio e ser capaz de demonstrar que o modelo de empresa cooperativo é o melhor modelo alternativo de empresa no futuro. As cooperativas demonstram actualmente que, não apenas gerem o desenvolvimento económico, como também praticam a democracia económica e política e são socialmente responsáveis. As cooperativas oferecem uma maneira mais justa de negociar, em que os valores sociais e ambientais não são apenas respeitados quando isso convém, mas são, simplesmente, a maneira de empreender das cooperativas.

Neste Dia Internacional das Cooperativas, a ACI faz apelo aos cooperadores do mundo inteiro para que reforcem o seu compromisso nos valores e princípios cooperativos, para que celebrem o seu sucesso nestes tempos difíceis e para que trabalhem em conjunto por forma a assegurarem-se que lideram a retoma global no mundo.



Maneiras Cooperativas de Pensar e Agir -Contributo para a História do Cooperativismo

No passado mês de Maio foi apresentado na casa António Sérgio, Travessa do Moinho de Vento, 4 – Lapa, Lisboa, por iniciativa do INSCOOP o livro “Maneiras Cooperativas de Pensar e Agir - Contributo para a História do Cooperativismo" de José Hipólito Santos que pretende ser um testemunho das condições difíceis vividas pelo cooperativismo português nos últimos anos.

As notas, sempre as notas, na mesma escola ( capitalista) de sempre, que teima em quantificar, custe o que custar…


As notas, sempre as notas, na mesmíssima escola, gerada em função das necessidades concorrenciais do capitalismo, que prefere arregimentar, classificar e quantificar as «ovelhas» do rebanho, e não tanto estimular o conhecimento, a autonomia, a independência, e o espírito crítico dos seus protagonistas ( estudantes, professores e funcionários das escolas), variáveis que não são redutíveis a simples operações de quantificação notarial, quer nos tempos da escola meritocrática ( em 1969), quer na actual escola-armazém-tutoria de cinzentismo ( conformismo) social...

Precarização dos professores em Portugal é a maior de todos os países da OCDE


Uma das edições passadas do Diário Económico divulgava as conclusões dum estudo da OCDE sobre as condições de trabalho dos professores. O "TALIS" é o primeiro grande inquérito internacional sobre o tema e concluiu que, entre os 30 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, Portugal é o que apresenta as piores condições de trabalho para os professores.

Portugal apresenta, a larga distância de qualquer um dos outros países da OCDE, os mais baixos valores no que diz respeito à contratação permanente: apenas 67,6% dos professores têm contratos sem termo, o que significa que 32,4% leccionam com vínculos precários.

É uma triste realidade. Mas, infelizmente, tudo nos leva a crer que estes números estão ainda abaixo da realidade. Em Portugal há um enorme contigente de professores desesperados, que, ficando sucessivamente à margem dos concursos, são atirados para as Actividades de Enriquecimento Curricular ou para outras formas de sub-emprego.

Não sendo nenhuma novidade, acima de tudo, estes números confirmam que em Portugal a precariedade está a ser imposta a partir do próprio Estado: é também aqui, a partir da precarização de mais de uma centena de milhar de trabalhadores e trabalhadoras, quase sempre ilegal, que se autoriza a generalização da precariedade, que hoje já atinge muito mais que dois milhões de pessoas em Portugal.


Fonte: http://www.precariosinflexiveis.org/

3.7.09

Opressão e revolta: documentários sobre o Irão seguido de debate com cidadãos iranianos na livraria-bar Gato Vadio ( hoje, dia 3 de Julho, às 22h.)


Hoje, dia 3 de Julho, na Livraria-bar Gato Vadio vão ser projectados dois documentários de realizadores iranianos, Dreams of Silk (realizado por Nahid Rezai/2003), e Tehran Has No More Pomegranates, com realização de Massoud Bakhshi's/2007, após os quais se seguirá um debate sobre a actual situação no Irão com a participação de cidadãos iranianos.

Sexta-feira, dia 3 de Julho, 22h

Gato Vadio
Rua do rosário, 281 – Porto
telefone: 22 2026016
email:
gatovadio.livraria@gmail.com
http://gatovadiolivraria.blogspot.com/


Entrada Livre


“A opinião pública global e, principalmente, um conjunto dos intelectuais de esquerda, inspirados por acontecimentos recentes no Médio Oriente e na Europa de Leste, interpretaram essencialmente os protestos de massa no Irão como mais uma versão das bem conhecidas, recentemente inventadas, revoluções com nomes de cores, neoliberais, apoiadas pelos EUA, como a Geórgia e a Ucrânia. Mas foi esse o caso no Irão?”, Morad Farhadpour e Omid Mehrgan. (ver na íntegra em blog
Infinite thought ).


“Qualquer que seja o desenlace, é decisivo ter em conta que estamos a testemunhar no Irão um grande evento emancipatório que não cabe no enquadramento da luta entre liberais pró-ocidentais e fundamentalistas anti-ocidentais”, Slavoj Zizek. (ver na íntegra em Support for the Iranian People 2009 )


Opening Sequence of Tehran Has No More Pomegranates


A próxima Feira de Trocas promovida pelo Gaia (associação ecologista) é já no dia 5 de Julho na Junta de Freguesia de São Nicolau


É já no próximo domingo!

Feira de Trocas, desta vez com espaço dedicado à troca de brinquedos!
Depois de terminada a feira e arrumadas as trouxas, sessão de cinema, com
OS RESPIGADORES E A RESPIGADORA, de Agnès Varda
a partir das 18h30


A partir de um célebre quadro de Millet, o filme de Agnès Varda é um olhar sobre a persistência na sociedade contemporânea dos respigadores, aqueles que vivem da recuperação de coisas (detritos, sobras) que os outros não querem ou deixam para trás. A respigadora, nesse sentido é Agnès Varda, que experimentando pela primeira vez uma pequena câmara digital, se quer assumir como uma "recuperadora" das imagens que os outros não querem ver nem fazer, e que portanto deixam para trás.

Primeiro domingo de cada mês, das 15h às 18h
Espaço Multiusos da Junta de Freguesia de S. Nicolau
(Rua Nova da Alfândega nº 25)

F e i r a d e T r o c a s



O quê?
Roupa, livros, bugigangas,comidas, bebidas, cortes de cabelo, aulas de jardinagem,... Tudo o que tenhas a mais ou gostasses de oferecer!

O que levar?
Uma feira para trocar tudo:
Boa disposição, curiosidade e vontade de partilha! Traz o que tiveres a mais e vem encontrar o que te faz falta!


Porquê?
É uma forma de reciclagem Para reduzir o lixo Para poupar dinheiro Porque o valor das coisas não está no preço, mas no uso que lhes damos Para construir um mercado local, feito por tod@s Para valorizar aquilo que podemos fazer e oferecer Para reavivar hábitos esquecidos
Para conhecer @s vizinhs do lado Para animar a tarde de domingo!


Em parceria com a Casa da Horta e a Junta de Freguesia de S. Nicolau

2.7.09

Seminário internacional sobre a crescente criminalização dos conflitos sociais,a democracia e o activismo social(dia 6/7 no Centro de Estudos Sociais)

Seminário Internacional
Criminalização, Segurança e Democracia: Investigação Sócio-Jurídica e Activismo
6 de Julho de 2009, Sala de Seminários do CES

Organização: Núcleo de Estudos sobre Estado, Direito e Administração

Apresentação
Na última década do séc. XXI verificou-se uma crescente criminalização dos conflitos sociais com base em um novo paradigma de segurança.
Os Estados recorreram à legitimidade política para monopolizarem, no âmbito deste processo, as definições de crime e de direito, com consequências para os processos de construção da democracia, da cidadania e dos direitos humanos em diferentes contextos sociais. Este novo paradigma de segurança/criminalização tem tido tradução nos planos nacional e internacional, bem como nas políticas estatais e formas de governação institucional.
O objectivo deste colóquio internacional, intitulado “Criminalização, segurança e democracia: investigação sociojurídica e activismo”, é discutir, na perspectiva de uma sociologia do direito crítica, o papel do Estado, da sociedade, das organizações internacionais e do direito, no desenvolvimento de alternativas orientadas por princípios de aprofundamento da cidadania, da democracia e dos direitos humanos.

Programa
9:30 – 10:00 Sessão de Abertura
Boaventura de Sousa Santos, CES
10:00 – 10:30 Intervalo
10:30 – 12:30 Segurança, governação e democracia
Moderador: António Casimiro, CES
“A Economia Política da Segurança Humana: Politica e Governação dentro e sobre as arestas do Neo-Liberalismo”
Michael Kempa, Universidade de Ottawa
“Crime, Direito e Sociedade. Construindo a Democracia e o Outro”
Daniel dos Santos, Universidade de Otava
“Segurança Humana: uma abordagem crítica”
José Manuel Pureza, CES

12:30 – 14:30 Almoço

14:30 – 16:30 Segurança e criminalização na sociedade
Moderador: Conceição Gomes, CES
“Um “Frenesim securitário”: tendências de políticas de segurança na França contemporânea (1997-2009)”
Laurent Mucchielli, CESDIP e Universidade de Versailles Saint-Quentin
“Os pistoleiros no cenário dos conflitos interpessoais. Repensando práticas antigas”
César Barreira, Universidade Federal do Ceará
16:30 – 17:00 Intervalo
17:00 – 17:45 Respostas críticas à criminalização e segurança
Moderador: Conceição Gomes, CES
“Tráfico de mulheres com o intuito de exploração sexual em Portugal”
Madalena Duarte, CES
“Novos Desafios no crime e segurança”
Jorge Duarte, Procurador-Adjunto
17:45 – 18:00 Encerramento
Daniel dos Santos, Universidade de Otava
Boaventura de Sousa Santos, CES
Núcleo de Estudos do Estado, do Direito e da Administração




O Núcleo de Estudos do Estado, do Direito e da Administração (NEEDA) dedica-se à investigação e disseminação do conhecimento sócio-jurídico sobre o funcionamento do Estado e da administração da justiça estatal; o direito estatal e suas relações com outras fontes de produção do direito; as relações entre o Estado, o direito e os movimentos sociais; o exercício da justiça e a construção dos direitos humanos nas sociedades contemporâneas. Composto por uma equipa multidisciplinar e internacional, o NEEDA congrega diversas correntes teóricas sobre o Estado e o direito, as quais se cruzam numa visão crítica e de compromisso social das ciências sociais, em geral, e do conhecimento sócio-jurídico, em particular.
No actual contexto de globalização neoliberal, os projectos de investigação do NEEDA têm-se centrado em temas como a globalização do direito; as reformas judiciais em curso em Portugal e em outros países; o pluralismo jurídico; o acesso ao direito e à justiça administrada pelo Estado; o sistema prisional; a mobilização transnacional dos direitos humanos; o tráfico de mulheres para fins de exploração sexual; o endividamento; e as condições de possibilidade para a construção de novos direitos de cidadania, como os direitos dos trabalhadores no contexto de precarização do trabalho, os direitos das crianças, os direitos das mulheres, os direitos indígenas, os direitos dos consumidores, os direitos ambientais, entre outros.
Para além de sua reconhecida contribuição científica e de sua crescente internacionalização, o NEEDA, através do Observatório Permanente da Justiça, tem também contribuído para o aperfeiçoamento da administração da justiça através de convites para participar nos processos de reforma no domínio da justiça quer em Portugal quer em outros países.


Observatórios


Observatório Permanente da Justiça Portuguesa (OPJ)
O Observatório Permanente da Justiça Portuguesa (OPJ) foi criado no Centro de Estudos Sociais (CES) da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, em 1996, através de um protocolo celebrado com o Ministério da Justiça, dando continuidade à investigação realizada pelo Centro de Estudos Sociais para o Centro de Estudos Judiciários, entre 1990 e 1996, sobre o funcionamento dos tribunais e a percepção e avaliação dos portugueses sobre o direito e a justiça.
http://opj.ces.uc.pt/

Observatório do Endividamento dos Consumidores (OEC)
O Observatório do Endividamento dos Consumidores (OEC) foi constituído em 19 de Julho de 2001, através de um Protocolo celebrado entre o Instituto do Consumidor e a Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra - Centro de Estudos Sociais, tendo como objectivo principal a investigação da problemática do endividamento e do sobreendividamento dos consumidores.
http://www.oec.fe.uc.pt/


Centro de Estudos Sociais ( Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
http://www.ces.uc.pt/

Escrita na Paisagem 2009 - 6ª edição do Festival de performance e artes da terra (de Julho a Setembro, em várias localidades do Alentejo)


Entre 1 de Julho e 30 de Setembro, decorre em várias localidades do Alentejo mais uma edição, a sexta, do Escrita na Paisagem — festival de performance e artes da terra, este ano tendo como tema o corpo. Festival trans e pluridisciplinar, nele se cruzam criações e criadores
contemporâneos, projectos de artistas nacionais e internacionais, desafios de experimentação e projectos de circulação, nomes consagrados e valores emergentes, sempre com trabalhos estimulantes, transgressores e sedutores.

A temática do corpo, realidade que o pensamento crítico e as artes performativas não têm deixado de interrogar, questionar e sobressaltar, apresenta-se aqui plena de consequências no plano político, social e cultural. É que o corpo ocupa um lugar central em qualquer paisagem, mesmo quando a paisagem parecem esquecer o seu volume e presença. A programação do Festival procura dar-lhe expressão de muitas formas, desde a perspectiva local até ao convocar das grandes questões globais sem as quais o local também empobrece o seu sentido. E assim as muitas questionações do corpo, individual e colectivo, clássico ou grotesco, protegido ou exposto, íntimo ou público…

Da dança íntima e participativa com que Felix Ruckert abre o festival —uma estreia nacional, dias 1 e 2 de Julho— aos trabalhos de Paul Kaiser e Bello Benischauer (novos média), da segunda edição da Janela indiscreta — plataforma internacional de criação universitária à presença do duo hankock & kelly live, com o seu extraordinário Iconogaphia, da Escola de Verão confiada a Phillip Zarrilli às residências de criação com o Teatro do Vestido, Giorgia Maretta ou o Clube dos Nadadores de Inverno, da exposição À prova de fogo e de bala, de Andrea Inocêncio, à criação in situ da coreana Woojung Chun, um programa vasto que conta ainda com workhops, debates e encontros no Espaço do Festival, nas Galerias dos Celeiros (1º piso dos antigos Celeiros da EPAC).


Crónica
A palavra corpo tem essa força de evocação junto dos sonhadores impenitentes que se impõe ao nosso imaginário, como lisura, pontuada de pregas, rugas, linhas e pilosidades, interrompida por bocas, ângulos e curvas, de uma paisagem matinal e exterior; mas, ao mesmo tempo, sugere, um secreto labirinto de canais, poços, bolsas, camadas fibrosas, membranas diáfanas, líquidos espessos e infinitas circunvoluções, que compõem uma paisagem crepuscular e interior. O corpo é o nosso interior e o nosso exterior. Portáteis. Nele se escrevem marcas das dores e dos prazeres, dos ímpetos e dos recalcamentos, mal conhecidos dos detentores da ciência, mas matéria de erro e errância dos amantes.

A superabundância de apelos, mais ou menos publicitários - nunca inofensivos - à conservação patrimonial do corpo em estado de perpétua juventude – à sombra da máxima vagamente tingida de eugenismo mente sã em corpo são - camufla um paradoxo que as paisagens terrestres nos ajudam a desvendar, por vezes quase a decifrar. É que, em boa verdade, quanto mais velho, desgastado, trabalhado pela erosão um corpo parece, mais nele comparece a corporalidade, interna ou externa. Em poucas palavras, quanto mais antigo é um corpo, mais corpo é. E isso coloca um verdadeiro desafio à nossa utópica condição de guardadores de paisagens. Pois que entre a presença da ruína e a disseminação do pó, o caminho é curto. Nesse caminho, a escrita e a respectiva leitura revestem um carácter de urgência que não se compadece com aquilo que nos fazem engolir como paradigma da eficácia, a saber: a luta contra o tempo.

Regina Guimarães



Para saber mais consultar os seguintes Ficheiros:
Perfomance2.278,74 kB
Janela Indiscreta1.832,01 kB
Instalação/Exposição1.443,19 kB
Transversais2.061,79 kB


http://www.escritanapaisagem.net/
http://www.col-b.org/newsletters/geral1.html
Escrita na Paisagem no TWITTER:
http://twitter.com/escrita2009


Alguns destaques:

Anel / Ring
Felix ruckert (de)
Estreia absoluta do trabalho de Felix Ruckert em Portugal, numa intensa criação de teatro de participação. Dança íntima e colectiva, Anel é um extraordinário evento, onde as convenções da relação teatral são a cada passo negociadas com o envolvimento do público.
Anel / RingFelix Ruckert (DE)Dança / performance
1 e 2 de Julho
Évora
Pátio da Fundação Inatel
21h30



Escola de VerÃo
Uma introdução ao treino psicofísico intensivo, através de artes marciais asiáticas e yoga, aplicadas à performance, num workshp dirigido por um dos maiores especialistas da matéria, o internacionalmente reconhecido Phillip Zarrilli.
Escola de Verão
Phillip Zarrilli (UK)
9 a 14 de Agosto, manhã e tarde (duas sessões de 3h)
Fábrica dos Leões
Universidade de Évora


PGT Workshop
Coordenados por Brad Garton, Terry Pender (Columbia University / Computer Music Center) e Gregory Taylor (Cycling '74 Software), os participantes poderão explorar o trabalho com alegorítmos de composição e técnicas de processamento digital de sinal para som e vídeo, concretizando assim as suas ideias para ‘instalações’ ou performances. Dependendo dos interesses que cada estudante traz para o workshop, o software utilizado incluirá os seguintes programas (sem estar limitado aos mesmos): Max/MSP, Jitter, RTcmix, Processing, SuperCollider, ChucK, LISP, e ambientes de áudio-visuais disponibilizados no circuito comercial. A familiaridade com estes programas por parte dos participantes poderá ajudar ao desenvolvimento do workshop, não sendo, no entanto, um requisito para a participação no mesmo.
Workshop de música interactiva e tecnologias vídeo
PGT
6 e 7 de Julho
Fábrica dos Leões
Universidade de Évora

1.7.09

FIG - 7º festival internacional de gigantes ( no Pinhal Novo, a 3, 4 e 5 de Julho)



Promovido pela Câmara Municipal de Palmela, em conjunto com os parceiros Bardoada – O Grupo do Sarrafo, ATA – Acção Teatral Artimanha, Associação Juvenil COI e PIA – Projectos de Intervenção Artística, o Festival Internacional de Gigantes ocupa lugar de destaque no cartaz cultural da região e do país, ao reunir a cultura tradicional com a contemporaneidade, numa festa para todos os públicos.

Durante três dias, a vila de Pinhal Novo acolhe este festival inédito, de cruzamento entre as artes tradicionais e as expressões mais contemporâneas do teatro, da música e da dança. O FIG é espaço por excelência de divulgação da arte dos gigantones, na sua componente tradicional, e das figuras de grande proporção no universo do espectáculo.

Na sua busca de novos caminhos, no domínio da arte figurativa, sem perder de vista as suas raízes profundamente populares, o FIG é presença bienal no calendário cultural do concelho e ganhou o seu espaço dentro do panorama europeu de festivais.

Neste sentido, integra, como membro fundador, a Rede de Festivais de Cultura Popular – uma rede internacional, constituída em 2004 por festivais de Portugal, Espanha, França, Itália e Brasil. A Rede tem, como principais objectivos, a criação de um circuito de comunicação intercultural e de promoção das diferentes identidades regionais e nacionais, no respeito pelos valores da interculturalidade, da cidadania, da tolerância e da solidariedade.

FIG - MISSÃO, VISÃO, VALORES

Visão FIG O FIG é um festival de cultura popular que aspira dar corpo ao Programa Municipal de Teatro, fazendo ressaltar a sua dimensão comunitária. Ambiciona a ruptura com a exclusividade dos espaços convencionais, favorecendo a rua como espaço para a manifestação da cultura de cariz popular e mais tradicional.

Missão FIG Evento (Festival), dirigido ao grande público, de promoção de Cultura Popular onde tradição e inovação se encontram na expressão artística, tendo como palco o espaço público - a rua. O FIG tem cumprido como objectivo último, a pretexto do evento e das suas características mobilizadoras, estímulos determinantes na concretização das artes e das culturas identitárias como veículos de participação, cidadania e partilha, de promoção da inter e multiculturalidade, formação de públicos e fruição das artes, apoio à criação e formação artística, defesa e inovação da Cultura Popular. O FIG está enquadrado num plano estratégico de promoção das artes performativas (Programa Municipal de Teatro).

Valores FIG: • Proximidade • Partilha • Cooperação • Solidariedade • Acessibilidade (o FIG é um festival acessível) • Interculturalidade/ Multiculturalidade • Democraticidade no acesso aos meios culturais



I Curso de Verão de História de Lisboa - de Ulisses a Junot ( de 6 a 10 de Julho) na Faculdade de Letras de Lisboa

Realiza-se na próxima semana o 1º Curso sobre a História de Lisboa na Faculdade de Letras de Lisboa. O programa é o seguinte:

6 de Julho

LISBOA PRÉ‐ROMANA (‐16h00)
Rodrigo Banha da Silva (CML/Museu da Cidade)

LISBOA ROMANA (‐18h00)
Carlos Fabião (FLUL/UNIARQ)

7 de Julho

VISITA DE ESTUDO (‐12h00)


LISBOA MUÇULMANA (‐16h00)
Hermenegildo Fernandes (FLUL/CHUL)


LISBOA DA RECONQUISTA (‐18h00)
Pedro Gomes Barbosa (FLUL/CHUL)


8 de Julho

LISBOA DOS DESCOBRIMENTOS (‐16h00)
Francisco Contente Domingues (FLUL/CHUL)

LISBOA RENASCENTISTA E MANEIRISTA (‐18h00)
Vítor Serrão (FLUL/CHUL)

9 de Julho

VISITA DE ESTUDO (‐12h00)

CERIMONIAIS NA LISBOA SETECENTISTA (‐16h00)
Luís Ramalhosa Guerreiro (FLUL/CHUL)

A LISBOA DO TERRAMOTO (‐18h00)
Ana Leal de Faria (FLUL/CHUL)

10 de Julho

LISBOA POMBALINA (‐16h00)
Ana Cristina Leite (CML/Museu da Cidade)


LISBOA INVADIDA E OCUPADA (‐18h00)
António Ventura (FLUL/CHUL)



Coordenação:
António Ventura (FLUL/CHUL)
José Varandas (FLUL/CHUL)
Álvaro de Matos (CML/Hemeroteca Municipal)
Organização e apoios:
Faculdade de Letras
FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
ANFITEATRO III
€ 250 público em geral
€ 200 alunos (FLUL) e funcionários (CML e FLUL )

Fórum internacional do Condomínio da Terra ( 4 e 5 de Julho em Vila Nova de Gaia): como organizar a vizinhança global?

http://www.earth-condominium.com/pt/

http://earthcondominium.wordpress.com/


Como organizar a vizinhança global?
Ao descobrirmos que entre a crosta terrestre, o mar, a atmosfera e os seres vivos, existe uma rede complexa de interligações permanentes que sustentam a vida no planeta, temos de adaptar a nossa organização a este funcionamento global da Biosfera. Afinal somos todos vizinhos. Este será talvez maior desafio que se colocou até hoje à humanidade. O desafio que o Fórum do Condomínio da Terra pretende lançar aos seus convidados e a todos os cidadãos será: Como vamos organizar uma vizinhança que descobrimos agora ser global?


PROGRAMA de 4 de Julho 2009
9:00 – Sessão de abertura e boas-vindas aos participantes
Luís Filipe Menezes – Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova Gaia

Plenário 1 – Vizinhança Global Ambiental
Porquê e como o funcionamento global da biosfera nos transformou em “Vizinhos Globais”?
Tópicos de discussão:
• Podemos ou não, em qualquer ponto do planeta, afectar de forma positiva ou negativa partes do sistema natural terrestre que circulam e se relacionam de forma algo incerta por todo o planeta?
• Somos ou não todos funcionalmente dependentes destas partes, a saber : Atmosfera, Hidrosfera e Biodiversidade?
• A manutenção destas partes é ou não em grande medida feita pelos serviços prestados pela Biodiversidade?
• Qual a dimensão destes serviços e, quais as suas fronteiras?
• Qual a dimensão dos danos e, quais as suas fronteiras?
Moderadora
Arminda Sousa Deusdado – Produtora do Biosfera. Portugal
Oradores
Neilton Fidelis
Luiz Pinguelli – Director dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia – COPPE/UFRJ e Secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. Brasil

11:00 – pausa para café

Henrique Miguel Pereira – Investigador Ciência 2007. Portugal
Uilton Tuxá – Membro do Comité Executivo da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo. Brasil

13:00 – almoço livre

14:30
Plenário 2 – Vizinhança Jurídico-ambiental
A Dimensão Jurídica da “Vizinhança Global Ambiental”, e quais as soluções possíveis?
Tópicos de discussão:
• A atmosfera e a hidrosfera poderão ser juridicamente divisíveis?
• E os serviços prestados pela Biodiversidade?
• É ou não necessário distinguir a titularidade ou soberania exercida sobre os ecossistemas, dos serviços globais que estes prestam?
• Como poderemos conciliar a necessidade de cada Estado exercer a soberania sobre o seu território com o funcionamento global da Biosfera?
• É ou não juridicamente possível articular a prossecução de interesses comuns, com o exercício de direitos individuais que se exercem sobre o mesmo bem materialmente indivisível?
• Criar uma distinção entre partes juridicamente indivisíveis e as partes juridicamente divisíveis, poderá ou não ser um caminho para conciliar a prossecução de interesses comuns com os interesses individuais de cada estado?
Moderadora
Carmela Grüne – Presidente executiva do Jornal Estado de Direito. Brasil
Oradores
Jose Manuel Sobrino – Professor de Direito Internacional Público. Espanha
Resumo da apresentação:
Desarrollo sostenible, calentamiento global y recursos vitales para la humanidad
El calentamiento global es una realidad sobre la que existe un amplio consenso científico. Sus consecuencias adversas constituyen una preocupación común de toda la humanidad. Las distintas respuestas para frenar o paliar este proceso parten de un enfoque precautorio y del reconocimiento de responsabilidades comunes pero diferenciadas de los distintos Estados en atención al grado de desarrollo que tengan, así como de la necesidad de un desarrollo sostenible que garantice la preservación de ciertos recursos y ciertos bienes que sirven de soporte a la vida en nuestro planeta y que por ello son vitales y comunes para la humanidad. El sistema climático, del que estos recursos vitales directamente dependen pasa a tener así una dimensión patrimonial puesto que conlleva la idea de transmisión de un clima apto para la vida de nuestra generación a las futuras.
Maria da Glória Garcia – Professora de Direito e membro do Grupo Europeu de Direito Público. Portugal

16:00 – pausa para café

Klaus Bosselmann – Director do Centro de Direito Ambiental da Nova Zelândia. Nova Zelândia
Viriato Soromenho-Marques - Professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,regendo as cadeiras de Filosofia Social e Política e de História das Ideias na Europa Contemporânea (licenciatura). Coordena, igualmente, o mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente. Portugal

PROGRAMA de 5 de Julho 2009

9:00
Plenário 3 – Vizinhança Económico-ambiental
A Dimensão Económica da “Vizinhança Global Ambiental,” quais as soluções possíveis?
Tópicos de discussão:
• Se a nossa economia só atribui valor à natureza depois de a destruir ou a transformar, será possível atribuir um valor pelos serviços que ela presta, e que são vitais para a qualidade de vida humana?
• Deve ou não a manutenção dos ecossistemas e dos serviços vitais que eles prestam ser considerada uma actividade económica?
• É possível falar de economia ambiental sem existir uma articulação com o conceito jurídico de partes comuns?
• Como conseguiremos articular a prossecução da contabilidade ambiental a nível de cada estado, com o funcionamento global da Biosfera?
Moderador
Juliano Sousa Matos – Secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos. Brasil
Oradores
Bill Mckibben – Ambientalista, escritor e grande activista internacional. EUA
Pushpam Kumar – Professor de Economia e Gestão Ambiental. Inglaterra

11:00 – pausa para café

Fernando Nobre – Investigador Ciência 2007, Portugal
Colin Soskolne – Professor de Epidemiologia. EUA

13:00 – almoço livre

14:30
Plenário 4 – A Valorização Jurídica e Económica da
Interdependência Global – Condomínio da Terra
De que forma a recém-descoberta “Vizinhança Global Ambiental,”
implica que encontremos uma nova combinação entre as Ideias e a Vida?
Tópicos de discussão:
• Será possível continuar a exercer a soberania por parte de cada Estado, sem a prossecução de interesses comuns?
• Está ou não ultrapassado o conceito de soberania, que tem já cerca de 500 anos?
• Existe a necessidade de uma Governança Global?
• Será que ela só poderá ser resolvida com a distinção entre as partes juridicamente divisíveis e as indivisíveis?
• Qual poderá ser o critério válido para uso destas partes indivisíveis?
• A valoração dos serviços ambientais articulada com um novo conceito de partes comuns poderá ou não conduzir a uma maior equilíbrio ambiental e social?
• O modelo do condomínio poderá ou não, ser um ponto de partida responder á necessária complexidade das relações entre os povos, e entre estes e o planeta que habitam?
Moderadora
Luísa Schmidt – Co-fundadora do Observatório do Ambiente, Sociedade e Opinião Pública. Portugal
Oradores
Martí Boada – Prémio Global 500 das Nações Unidas. Espanha
D. Manuel Martins – Bispo católico com várias medalhas de mérito. Portugal

16:00 – pausa para café

Purificación Canals – Presidente da DEPANA e conselheira regional da UICN para a Europa. Espanha
Paulo Magalhães – Jurista, ambientalista, autor do “Condomínio da Terra.” Portugal

19:00
Cerimónia de Assinatura da Declaração de Gaia

SOUND GAIA
Gaia Sã, Concertos pelo Condomínio da Terra
3 e 4 de Julho – 21h30
Rui Reininho
Paulo Praça
Geraldo Azevedo
The Weatherman
Nova Arcadia
Norton
Mustafa Al-Ammar
e muito mais!



Video Gaia / Porto - Condomínio da Terra
Promoção do Gaia Commitment - Earth Condominium International Forum




Condomínio da Terrra

Condomínio da Terra - Sílvia Alberto

Passos Contados, ciclo de passeios pedestres de interpretação da Paisagem, organiza no dia 4 um passeio pelas margens da Ria Formosa

http://www.ciip-cacela.blogspot.com/


Continua em Julho a 3ª edição do ciclo de passeios pedestres de interpretação da paisagem "Passos Contados" com o percurso:

Pelas margens da Ria Formosa, à procura dos animais da maré baixa

Dia: 4 de Julho
Ponto de encontro: Cacela Velha, junto à Cisterna às 9.30 h
Com a Bióloga Maria Dias

Passeando pelas margens da Ria, os olhares mais curiosos não ficam indiferentes á diversidade de formas e cores das conchas que embelezam a linha de maré. São testemunhos de vida passadas, de animais que outrora viveram nas areias, que ficam à vista durante a maré baixa. Mas debaixo dessas mesmas areias podemos encontrar uma variada fauna de pequenos invertebrados, escondida do apetite das aves, peixes, e até pessoas. Amêijoas, berbigões, ostras, chocos, todos nós também os conhecemos associados a deliciosos petiscos. Mas há mais: caranguejos e minhocas de várias cores e feitios, algumas tão pequenas que só com a ajuda de uma lupa as conseguimos ver. Neste percurso vamos conhecer um pouco melhor a vida destes pequenos animais e o seu papel fundamental no ecossistemas único da Ria Formosa.

Passos Contados...porque os caminhos, os lugares, as pessoas contam estórias. O Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela/CMVRSA propõe este ano novas experiências de interpretação e descodificação das paisagens culturais e naturais do sotavento algarvio. Nesta terceira edição iremos à descoberta das plantas e dos seus usos na medicina e alimentação; de vestígios da presença romana em Cacela; vamos observar o céu durante a noite e conhecer as antigas mitologias aos astros; com os pés na água vamos procurar os animais da maré baixa; vamos escutar morcegos e procurar a fauna nocturna; e terminaremos na ria formosa observando as aves.


Inscrições
Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela
Câmara Municipal de Vila Real de Santo António
Tel./Fax: 281 952 600
Email:
ciipcacela@gmail.com

As participações são gratuitas e limitadas. Inscreva-se com antecedência, deixe contacto.

Participe e divulgue!


Recorde-se que a 3ª edição do ciclo anual de passeios pedestres de interpretação da paisagem »passos Contados» começou em Abril passado em Cacela ( Algarve).
Passos Contados... porque os caminhos, os lugares, as pessoas contam estórias. O Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela / CMVRSA propõe este ano novas experiências de interpretação e descodificação das paisagens culturais e naturais do sotavento algarvio.
Nesta terceira edição iremos à descoberta das plantas e dos seus antigos usos na medicina e alimentação; de vestígios da presença romana em Cacela; vamos observar o céu durante a noite e conhecer as antigas mitologias ligadas aos astros; com os pés na água vamos procurar os animais da maré baixa; vamos escutar os morcegos e procurar a fauna nocturna; e terminaremos na ria formosa observando as aves.


Próximos Passeios:

O mundo inaudível. Escutando os morcegos à roda de Cacela
The inaudible world. Listening to the bats around Cacela
Com a bióloga Sofia Lourenço
1 Agosto
Ponto de encontro: 21.00 em Cacela Velha


À procura das criaturas da noite
Searching for night creatures
Com o ornitólogo Filipe Moniz
12 Setembro
Ponto de encontro: 21.00 em Cacela Velha

Visitantes alados. Observando as aves da ria
Winged visitors. Watching birds in Ria Formosa
Com o ornitólogo Filipe Moniz
3 Outubro
Ponto de encontro: 9.30 em Cacela Velha



Inscrições
Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela
Antiga Escola Primária de Santa Rita
Tel. / Fax: 281 952600
ciipcacela@gmail.com
www.ciip-cacela.blogspot.com
As participações são gratuitas e limitadas. Inscreva-se com antecedência, deixando o seu nome e contacto



Cacela Velha é uma aldeia localizada numa elevação arenítica em frente à
Ria Formosa e ao mar (freguesia de Vila Nova de Cacela, Vila Real de Santo António), de onde se vislumbra uma das mais belas panorâmicas do sotavento algarvio. A designação Cacela Velha é recente, pois este local era conhecido como Sítio da Igreja

Mesa Redonda sobre Ilustração na biblioteca municipal de Vila Nova de Gaia ( dia 3/7 às 18h30)

As ilustrações aderem meramente à sequência narrativa ou saltam para além proporcionando comentários e sugestões adicionais à palavra escrita?O texto gráfico potencia o desenrolar da história?Percorrem as palavras e as imagens narrativas independentes ou seguem um único patamar de possibilidades?Estas e outras questões serão possivelmente partilhadas na mesa redonda...



NOVOS CAMINHOS DA ILUSTRAÇÃO



Mesa redonda sobre ilustração no Norte de Portugal e Galiza

Local:
Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia,
3 de Julho, 18h30.


Com os ilustradores Gémeo Luis, Cristina Valadas, Luís Silva, Marc Taeger e José Manuel Saraiva
Moderador: Emílio Remelhe


Fonte:
Um blogue de partilha de livros e de leituras, organizada e mantida pelo grupo de Pós-Graduação em Estudos da Criança - Especialização de Análise Textual e Literatura Infantil da Universidade do Minho (Portugal), com a colaboração de todos os que assumem a leitura como um projecto pessoal e afectivo

Escola de Verão 2009 na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

A FCSH realiza, nos próximos meses de Julho e Setembro, e a partir dos seus vários Departamentos e Centros de Investigação, a quarta edição da sua Escola de Verão, a qual consiste num conjunto de cursos intensivos e de curta duração oferecidos por todas as suas áreas durante dois períodos: de 6 de Julho a 7 de Agosto, e entre 31 de agosto e 18 de Setembro.

http://www.fcsh.unl.pt/

As inscrições para a Escola de Verão 2009 estão abertas desde 1 de Abril e prolongam-seaté 19 de Junho (cursos de Julho) ou 21 de Agosto (cursos de Setembro). Depois destas datas, pode ainda inscrever-se com o pagamento de uma propina suplementar de inscrição tardia.
Para saber mais sobre inscrições e propinas: http://verao.fcsh.unl.pt/inscricoes


Escola de Verão 2009 é composta por um conjunto diversificado de mais de 70 cursos, independentes entre si, que decorrerão em dois períodos: Julho e Setembro. Os participantes poderão optar por fazer um ou vários cursos, da mesma área ou de áreas diferentes, consoante os seus interesses e a disponibilidade de horários e lugares.

Os cursos são de admissão livre, o que significa que não necessita de apresentar qualquer certificado ou candidatura prévia.

Cada curso terá a duração de 18/20 horas lectivas e dará direito à obtenção de um diploma de frequência (para o qual será necessária a participação em todas as sessões). Os estudantes que assim o solicitarem poderão ser sujeitos a uma avaliação, a qual, sendo positiva, dará lugar à obtenção de 1,5 créditos ECTS (sistema de Bolonha). [
saber mais]Alguns cursos estão igualmente acreditados, em formação adequada, para professores dos Ensinos Básico e Secundário [saber mais]
Os cursos em que for realizada avaliação darão direito a um diploma de frequência no qual constará a nota obtida.

Requisitos para a inscrição:
• Ser maior de 18 anos*
• Ter o perfil exigido para o curso seleccionado (em alguns casos)• Ter efectuado os pagamentos devidos• Entregar a documentação requerida, ou seja: - formulário de inscrição - fotocópia do seu cartão de estudante (se for o caso)
* Se termina o Ensino Secundário e gostaria de participar, deverá contactar a Organização
Avaliação:Para a obtenção de créditos (ECTS ou créditos para Professores) a avaliação é obrigatória. Pode inscrever-se para essa avaliação logo no momento da sua inscrição num curso ou ainda durante o decorrer do mesmo. As normas concretas de avaliação (formas, prazos), podendo variar ligeiramente consoante as matérias, são da responsabilidade do professor responsável por um dado curso, e serão combinadas na sua primeira sessão. Alojamento:

A Escola de Verão dispõe de lugares em residências universitárias da Universidade Nova de Lisboa. Veja as condições e os preços aqui.

Bolsas de frequência:
A Escola de Verão disponibiliza, nesta sua 4ª edição, 20 bolsas para a frequência dos seus cursos. O valor de cada bolsa será equivalente ao valor da inscrição, ou seja, a frequência do curso escolhido será gratuita.
Veja mais informações aqui.


Os Cursos da Escola de Verão 2009
Lista Alfabética dos Cursos da Escola de Verão da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

6 Passeios nos Bosques da Ficção... Científica
A Civilização do Islão Clássico: “Religião” e “Estado”
A Língua em contextos multiculturais
A mulher na sociedade mesopotâmica: o erotismo, a sexualidade e o casamento
Antropologia Biológica II – Introdução à Análise Paleopatológica
Arquitectura portuguesa, 1481-1557. Perspectivas historiográficas
Arte, Poder e Identidades
As variações em pintura ou o diálogo com o passado
Assimetrias de Género: Poder e Violência
Brasil, século XX: três poetas radicalmente modernos
Classificações de Imagens de Satélite Orientadas para Ordenamento do Território e Ambiente
Clio sabe surfar! A Internet como ferramenta para as Ciências Históricas
Criação de materiais para o ensino da Gramática
Current and future impacts of computer and biological technologies on society and mankind
Cópias, Duplos, Máscaras e Clones na Arte e na Literatura
Educação de Adultos
Electroacoustic Music and Sound Design - Level I
Electroacoustic Music and Sound Design - Level II
Empreendedorismo e valorização do conhecimento
Entre guerras e revoluções - o século XX português
Escrita ensaística
Escrita para Cinema e Televisão
Escrito nas paredes - as novas literacias: construção de sentido nos graffitis urbanos
Faiança portuguesa, da olaria à investigação
Ferramentas Online de Produtividade Escolar e Académica
Filosofia das Emoções
Gil Vicente e o espectáculo de teatro em Portugal no século XVI
Guerra, estratégia, terrorismo e religião
Herança musical portuguesa na América: estudos de caso
História da Arte em Portugal - do século XV à Arte Contemporânea
História das Relações Internacionais (1648-1919)
História das Relações Internacionais do Século XX (1945-1990)
Iniciação ao Grego antigo
Iniciação ao Latim (I)
Iniciação ao Latim (II)
Introdução ao Flash CS3 (programação em AS2)
Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica com ArcGis
Introdução à Análise de Redes com ArcGIS (extensão Network Analyst)
Introdução à Filosofia para Crianças (√ Quase esgotado)
Introdução à Genealogia e à Heráldica (épocas medieval e moderna)
Introdução à Psicologia da Música
Islão, Cultura e Contexto
Lisboa Medieval: o espaço e os homens
Literatura (portuguesa) e a web2 – práticas criativas e pedagógicas
Léxico, Dicionários e Ensino
Língua Gestual Portuguesa (Introdução)
Machado de Assis: a forma da ficção
Marketing Digital
Medo, sofrimento e curas: antropologia, religião e terapias alternativas no mundo contemporâneo
Mitos Clássicos n’ Os Lusíadas
Mobilidades: Viagem, História, Literatura, Ciência. Portugal em relatos de viajantes europeus de finais do Século XVIII
Modelação Geográfica e Análise espacial
Música Electroacústica, Sound Design e Espacialização (nível inicial)
Música Electroacústica, Sound Design e Espacialização (nível avançado)
O calendário festivo em Portugal
O conto popular
O corpo e o rosto
Oficina de Paleografia I - NOVA TURMA
Oficina de Paleografia II
Organizar e fazer a Guerra no Portugal Medieval (de meados do séc. XIII a inícios do século XV)
Os comportamentos: um olhar ético
Os epigramas amorosos: ética e erotismo
Photoshop CS2
Planeamento e Gestão de Projectos SIG
Plone - publicando sites na FCSH
Políticas de desenvolvimento & sustentabilidade
Por entre gerações. Os lugares dos media e os desafios da literacia mediática na sociedade portuguesa
Portuguese Art History
Prospectiva e Planeamento Territorial
Realidade e ficção - prosa portuguesa do século XX
República e Educação: momentos de encontro entre duas ideias
Tendências do Pensamento Político Contemporâneo
The Lusophone Black Atlantic: Cultures and Religions across the ocean
Tradição e Modernidade no Modernismo Português
Transportes e Mobilidade Sustentável
Usos Políticos da Cultura
Virginia Woolf e a representação do corpo: do social ao visionário
√ ESGOTADO - Antropologia Biológica I – Introdução à Análise Osteológica Humana
√ ESGOTADO - Análise de dados com recurso ao SPSS
√ ESGOTADO - Escrita criativa
√ ESGOTADO - SPRING: software open source para Detecção Remota

Cursos de Verão 2009 na Universidade Popular do Porto



http://www.upp.pt/

Cursos de Verão 2009


Terças-feiras, 14h.30 às 16h.00: 30/06,7,14 e 21/07
Tema: HISTÓRIA DO ROCK (II) : Os Grupos


Descrição: Música rock (ou simplesmente Rock) é um termo abrangente para definir a música popular que se desenvolveu durante a década de 1960. As suas raízes encontram-se no rock and rol e no rockabilly que emergiu nos EUA após a II Guerra Mundial: evoluiu do blues da música country e do rhythm and blue- foi isto que preencheu a primeira parte do curso História do Rock em 2008. Este ano vamos dar exemplos de grupos que marcaram para sempre um som qu gira m torno de guitarras eléctricas, utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido por uma viola-baixo, uma bateria, e por vezes um teclado

Vamos ouvir:

30 de Junho
The Shadows
7 de Julho
The Beatles
14 de Julho
The Bee Gees
21 de Julho
The Doors
Orientação: Jorge Ribeiro


Quartas-feiras, 15h.00 às 16h.30: 1,8,15 e 22/07
Tema: ALGUNS ELEMENTOS PARA A COMPREENSÃO DA OBRA DE ARTE

Descrição: Com referência e recurso a alguas obras de Arte:

Propõe-se debater alguns elementos que têm concorrido ou podem concorrer para relativizar os Modos de Ver e as Interpretações da Arte e da Obra de Arte;
Propôe-se também que se considere e experimente alguns elementos e procedimentos da análise construtiva e da construção da Obra de Arte;
Propõe-se ainda a análise crítica da diferenciação entre o Campo da Arte e o Campo do Meracdo da Arte
Linha de abordagem:

O olhar/ O ver: modos de ver e interpretar; criação ou realidade recriada
O fazer/Construir: Estruturação e composição: qualidades da composição
O campo estético eo campo de mercado da arte
Orientação: José Alberto Oliveira / António Laúndes


Quartas-feiras, 10h.30 às 12h.00 / 14h.30 às 16h.00: 1,8,15 e 22-07
Tema: DESENHO E PINTURA


Descrição: Explorar técnicas, produzir arte e partilhar sentimentos, aproveitando os tempos claros de verão para desenvolver e aperfeiçoar ou dar continuidade aos trabalhos já iniciados no desenho e na pintura (aguarela, acrílico e pastel) são propostas para estes cursos de verão.
Orientação: Manuela Lobo


Quintas-feiras, 15h.00 às 17h.00: 2, 9, 16 e 23/07
Tema: HISTÓRIA DO CINEMA: Melodrama


Descrição: O melodrama existe desde o século XVII na ópera, no teatro, na literatura. Desde o seu início no século 19 o cinema utilizou-o de uma forma original.

Este pequeno ciclo sobre o melodrama pretende mostrar diversas abordagens deste tema, segundo as perspectivas formais e estéticas de diversos grandes autores da sétima arte.


O lírio quebrado
D. W. Griffith, EUA 1919;
Tudo o que o céu permite
Douglas Sirk, EUA 1955;
O medo come a alma
R. W. Fassbinder, Alemanha, 1974;
Longe do Paraíso
Tod Haynes, EUA, 2002.
Orientação: José Eduardo Mendonça


Condições para a frequência dos cursos de verão:
1 Curso
24 euros
2 Cursos
33 euros
3 Cursos
42 euros

Suplemento para Desenho e Pintura: +11 euros por Curso


Inscrições
Inscrições na sede da UPP, na Rua de Augusto Luso,167, 1º, Porto, de segunda a sexta-feira, das 10 às 13h e das 14h.30 às 18h.30. Telefone: 226098641 Fax: 226004335

Para mais informações:
Consulte folheto