2.2.11

Lançamento do livro Pontes de Mudança de Sofia Vilariques e Edgar Silva ( dia 3 de Fev. às 20h.), em defesa de sociedades sustentáveis e solidárias

Amanhã, dia 3 de Fevereiro, realiza-se a apresentação pública e o lançamento da obra "Pontes de Mudança" de Sofia Vilarigues e Edgar Silva, 1º título da Colecção Ecologia Profunda da Antagonista Editora.
A sessão de lançamento irá decorrer amanhã, dia 3 de Fevereiro, às 20:00 na livraria Les Enfants Terrible (Cinema King), na R. Bulhão Pato, nº 1-B (Roma-Areeiro, junto à estação dos comboios).

Os autores estarão presentes na sessão de lançamento.

Sinopse da obra:

Esta obra surgiu da necessidade de avaliar realidades actuais e procurar respostas, na perspectiva da interligação verificada entre a crise social e a crise ambiental.

Emergiu da perspectiva de que a realidade social (como a natural) não é nem será nunca estática. E de que a actual globalização económica é insustentável, em termos ambientais e sociais: não considera a interligação estreita entre a humanidade e o ambiente natural (que formam um todo e como um todo têm de evoluir) e menospreza dinâmicas sociais (não dá resposta às necessidades básicas de cada ser humano, nem às suas necessidades de realização), ao assentar num modelo redutor de crescimento económico.

Estamos hoje, avaliou-se, perante um ponto de bifurcação. A nossa sociedade decai, nas armadilhas da crise actual (social e ambiental), ou emerge em novas formas de ordem.

São necessárias mudanças, que se esboçam, a pensar e implementar. Assumindo a actual orientação possível, concluiu-se, de sociedades sustentáveis e solidárias.

Possíveis através de um pensar-agir com foco não no desenvolvimento mas nas sociedades, nos sistemas naturais e sociais em interacção, em evolução

A partir de uma perspectiva integradora sistémica, da complexidade, considerando os sistemas de que fazemos parte (ecológicos, sociais, culturais, mentais) e que constituem redes, com as suas dinâmicas características.

Multidimensional, também, abrangendo áreas desde a economia à ecologia, à cultura, à informação e à tecnologia.

Abrangendo vários níveis, em interacções entre micro e macro-transformações e agentes de mudança, do indivíduo à organização social ao âmbito planetário.

Possibilitando novas formas de organização e maior complexidade, de organização e comunicação, maior eficiência energética transformadora e de informação.

Pela vida e pela diversidade e portanto ética.

Assumindo a actual orientação possível de sociedades sustentáveis e solidárias.

Inclui entrevistas a: Cristovam Buarque, Eugénio Rosa, Pedro Ferraz de Abreu, Rogério Roque Amaro, Sony Kapoor e Viriato Soromenho-Marques.

Biografia dos autores:

Sofia Gomes Vilarigues, nascida a 1 de Novembro de 1971, natural de Paris - França, licenciada em Engenharia do Ambiente pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. É consultora na área do ambiente e, no campo do jornalismo ambiental e social, tem colaborado com diversas publicações: Fórum Ambiente, Cadernos de Educação Ambiental, Ozono, Ambiente 21, Água e Ambiente, Escola Informação, Mais Ambiente, Contacto Verde (edição), Jornal Quercus Ambiente.

Edgar Freitas Gomes Silva, nascido a 25 de Setembro de 1962, natural do Funchal - Madeira - Portugal, licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa (Lisboa). No campo social, desenvolveu projectos com crianças de rua, no Movimento de Apostolado da Criança - MAC e na "Escola Aberta", e em iniciativas de desenvolvimento local em bairros marcados pelos problemas da ultraperiferia social. Na sequência da intervenção política, foi eleito deputado ao Parlamento da Região Autónoma da Madeira, em 1996. Publicou dois livros sobre questões do desenvolvimento humano e social: "Instrangeiros da Madeira" (2004) e "Repensar o desenvolvimento" (2007).

Será servido um Madeira de Honra no decorrer da tertúlia do lançamento


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http://eco-fenix.blogspot.com/

Quanto vale um pimento? - Um documentário de Aurora Redón e Arantxa Soroa






Os agricultores queixam-se que se lhes paga pouco, enquanto os consumidores reclamam pelos preços altos. Acontece que os pimentos passam por uma cadeia de distribuição extremamente onerosa que faz disparar os seus preços ao consumidor.

No documentário de Aurora Redón y Arantxa Soroa, as suas autoras acompanham o trajecto de 1Kg de pimentos desde que são colhidos no campo, na província de Ciudad Real, no território do estado espanhol, até à sua chegada ao mercado onde são expostos e vendidos aos consumidores interessados. Através da viagem realizada observa-se como os pimentos passam por diferentes mãos e como o preço não pára de crescer.

Face ao que é observado chega-se à conclusão que o problema está na distribuição. 5 grandes empresas e duas centrais de compras é quem controla o mercado e fixam os preços. Por causa disso que os agricultores procuram agrupar-se para poder negociar em conjunto o preço. Mas a união de esforços não é fácil. Curiosamente, a sua união é censurada pela autoridade que regula a concorrência, enquanto a mesma entidade fecha os olhos à dominação do mercados pelas empresas de grande distribuição.

Uma das atitudes encaradas pelos agricultores para a sua defesa é a chamada dupla etiquetagem, de forma a que os consumidores saibam, quando efectuarem as suas compras, a que preço aqueles produtos foram vendidos pelo produtor, o seu local de origem, e o seu percurso.

Outra atitude será a criação de cooperativas de consumo como forma de eliminar os intermediários da cadeia de distribuição, reforçando a ligação directa entre produtor e consumidor

2011 começou com grandes protestos por todo o mundo (video)


Autonomia Operária – documentário de Orsini Zegrí e Falconetti Peña sobre as lutas autónomas no território do Estado espanhol nos anos 70

Autonomia Operária – documentário (75’) de Orsini Zegrí y Falconetti Peña sobre as lutas autónomas no território do Estado espanhol ao longo dos anos 70. Produção de Espai en Blanc

http://www.autonomiaobrera.net/pages/la-pelicula.php?lang=ES


















Hipermercados? Não, obrigado ( documentário em castelhano e catalão), e as 5 coisas que não sabes sobre os hipermercados

As 3 maiores empresas da distribuição comercial de alimentação no território do Estado espanhol (Carrefour, Mercadona, Eroski) controlam 40% dos produtos da mesa das nossas casas.

As grandes empresas de distribuição ameaçam tornarem-se na única via para o consumo de certos bens, acabando por condicionar fortemente a nossa liberdade e capacidade de decidir o que comprar

5 coisas que não sabes sobre os hipermercados:

1) As grandes cadeias de distribuição dominam a cadeia alimentar
2)Isso não significa que todos comemos melhor; bem pelo contrário, assiste-se a uma transição de um regime alimentar baseado em produtos frescos por outro assente em alimentos processados industrialmente
3) A CIA não é nada comparada com a vigilancia dos hipermercados sobre os nossos comportamentos
4)Os hipermercados não simpatizam com os pobres
5) A variedade de produtos que é tão proclamada pelo hipermercados é uma mentira

http://supermercatsnogracies.wordpress.com/

Os jovens qualificados da classe média estão a abandonar Portugal

Todos os anos, 75 mil pessoas deixam o país. Dispersa pelo mundo, a diáspora portuguesa mostra neste documentário o que pensa e o que sente. São jovens, socialmente bem instalados que emigram para a Suíça, França,Reino Unido ou Estados Unidos da América e que falam da sua experiência fora do país.

Ciclo de cinema sobre a Palestina na Livraria-bar Gato Vadio ao longo do mês de Fevereiro (dias 5,13,19 e 27)

Clicar por cima da imagem para ler em detalhe


Em colaboração com a livraria Gato Vadio, o Grupo de Acção pela Palestina (GAP)
promove um ciclo de cinema sobre a Palestina e o conflito no Médio-Oriente que se prolonga ao longo do mês de Fevereiro.

Apresentação do GAP, por Ana da Palma

Sábado, 5 de Fevereiro, 22h00

Projecção do filme Intervenção Divina, de Elia Suleiman (93')

França/Alemanha/Marrocos/Holanda/EUA, 2002

Legendas em Português

Nazaré: depois de o Pai Natal ser perseguido e violentamente atacado por um grupo de crianças, somos apresentados ao dia-a-dia de diversas personagens, através de segmentos curtos e recorrentes. Mais tarde, acompanhamos E.S (Suleiman), nas suas viagens de casa para o hospital, onde visita o pai, mas sobretudo num terreno baldio, junto a um posto de controlo entre as cidades de Ramallah e Jerusalém, onde se encontra com a namorada (Khader). Ele, vindo de Jerusalém, e ela, de Ramallah, estacionam os carros lado a lado e observam a rotina do posto de controlo que se estabeleceu no meio das suas vidas. À realidade contrapõe-se a fantasia.

Elia Suleiman dirige um filme repleto de contra-sensos e de ironias, onde aborda uma situação séria e problemática através de quadros isolados plenos de humor burlesco.

O cinema comunitário do mês de Fevereiro é dedicado ao tema da imigração e das fronteiras ( sessões nos dias 4,11,18,25 de Fev.)


CINEMA COMUNITÁRIO: Calais, Fronteiras e Migração

Quatro sessões de cinema sobre o tema migração! Duas sessões de ficção, duas de documentários, queremos discutir sobre o tema e aproveitar para falar da resistencia e solidariedade, autónoma e directa, da rede No Borders para com os migrantes, mais precisamente em Calais.


A primeira e terceira sessões na CasaViva, a segunda e última no Terra Viva! Sextas-feiras, às 22h00.


4 fevereiro, 22h00 entrada livre na Casa Viva, Praça Marquês do Pombal,167 - Porto



I. Calais - No Border (Documentários)


They are Human Beings, de Matthieu Quillet (61')
França, 2009, Francês com legendas em Inglês.
Calais, entre Junho e Outubro de 2009, este documentário acompanha activistas e migrantes sem papeis desde o inicio do No Border camp até ao desalojo das ultimas okupas e jungles no inicio dum dos invernos mais rigorosos na cidade.


The Hardest Winter in Calais, de Calais Migrant Solidarity (10')
França, 2010, em Inglês
Sobre a situação dos migrantes que dormiam em Calais e arredores no inverno 2009/2010.
http://calaismigrantsolidarity.blogspot.com


Escape from Calais, de Calais Migrant Solidarity (3')
França, 2010, em Inglês
No Borders e United Struggle Project, hip-hop in Calais

Lembrar a revolta do 3 de Fevereiro de 1927 no Porto contra a ditadura militar instaurada pelo golpe de 28 de Maio




A 3 de Fevereiro de 1927 eclodia no Porto uma revolta militar republicana -participada por sectores civis armados -anarco-sindicalistas da antiga CGT, anarquistas, comunistas e outros - contra o regime saído do "28 de Maio", de 1926. A cidade do Porto esteve cercada pelas tropas do governo e foi bombardeada a partir do lado de Gaia.

Esta data e este acontecimentos vão ser recordados por iniciativa da Oficina de História Viva da assoiação TERRA VIVA!AES, Círculo de Estudos Sociais Libertários, AIT-SP (Associação Internacional d@s Trabalhadoras/es -secção portuguesa), e SOV-Sindicato de Ofícuios Vários -Porto.

QUINTA, 3 de Fev.2011 - 21:30h

Sessão de informação e debate aberto: "O 3 de Fevereiro no Porto: os seus heróis,os seus traidores e o "reviralho" - c/ lançamento do projecto "REVOLU(CAN)ÇÃO-2011" ,c/apresentação de canção revolucionária dos anos 20- música e texto
(na nossa sede - Rua dos Caldeireiros, n.º 213 -PORTO -à Cordoaria)


SÁBADO, 5 de Fev.2011 - 14:30 h.

Visita guiada pela "Trilha Histórica do 3 de Fevereiro de 1927"
- c/distribuição de FOLHETO-GUIA a participantes
(encontro às 14:30 h na nossa sede)

Associação Terra Viva - R. dos Caldeireiros, 213 ( perto da Torre dos Clérigos) - PORTO

http://terraviva.weblog.com.pt

Piquenique por uma vida simples e solidária na Quinta dos milagres, Sargaçal, Lagos ( dia 5 de Fev. entre as 10h. e as 17h.)


Piquenique de uma vida Simples e solidária
Sábado, 5 de Fevereiro • 10:00 - 17:00

Local - Quinta dos Milagres, Sargaçal - Lagos
Vamos encontrar-nos, mais uma vez, para conversar e conviver.

Desta vez a ideia é falarmos sobre a criação de uma rede local de entre ajuda. Uma coisa simples: marca-se uma data e lá vamos nós ajudar uma quinta das redondezas, no mês seguinte vamos a outra!

O que trazer: Comida e bebida para partilhar, copos, pratos, talheres.

Até já ;)

www.facebook.com/#!/event.php?eid=157273094322724

1.2.11

A poesia é muito mais que palavras - Ciclo de debates sobre lutas intermédias e insurreição: 4 debates para desenvolver uma sensibilidade

A poesia é muito mais que palavras - Ciclo de debates sobre lutas intermédias e insurreição
Ciclo de debates sobre lutas intermédias e insurreição: quatro encontros para desenvolver uma sensibilidade

"... a poesia consiste em realizar casamentos e divórcios ilegais entre as coisas..."

Todos os Sábados de Fevereiro, às 16h, em vários espaços de Lisboa e Almada

os debates são seguidos de jantar às 20h, em apoio aos espaços envolvidos e à reprodução e material informativo.


Dia 5, no espaço anarquista terra de ninguém

*Comiso, Itália (1981 - 1983). A luta contra a construção de uma base militar para alojar mísseis-cruzeiro.

Rua do Salvador, 56 (à Rua das Escolas Gerais), Lisboa.

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Dia 12, na Biblioteca Observatório dos Estragos da Sociedade Globalizada

*Ferrel, Portugal (finais dos anos 70). A luta contra a construção de uma central nuclear.

*Setúbal, Portuga (2000 - 2002). A luta contra a co-incineração na fábrica de cimentos SECIL.

Rua das Janelas Verdes, 13, 1ºEsq (Santos), Lisboa.

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Dia 19, no Centro de Cultura Libertária

*San Foca, Itália (2001 - 2005). A luta contra o Centro de Permanência Temporária para imigrantes Regina Pacis.

Rua Cândido dos Reis, 121, 1ºDto (Cacilhas), Almada.

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Dia 26, na Severa

*Debate "Lutas intermédias e insurreição: que relação?".

Largo da Severa, 8 (Mouraria), Lisboa.

A mobilização Geral, livro de Santiago López-Petit, é o tema da conversa com Rui Pereira no Regueirão dos Anjos ( dia 5 de Fev. às 17h.)


Conversa com Rui Pereira sobre o livro de Santiago López-Petit, "A Mobilização Global, seguido de O Estado-Guerra", Porto, Deriva, 2010 (Trad. Rui Pereira)

Conversa com Rui Pereira (tradutor) no

RDA 69 (Regueirão dos Anjos nº69).
Dia 5 de Fevereiro, a partir das 17h.

Palestra Ao Encontro da Natureza-Mãe e oficina sobre o regresso às raizes e a mudança



Ao Encontro da NATUREZA MÃE
Oficina de regresso às Raízes e Mudança
4 de Fevereiro de 2011, 6ªfeira, 19h00

duração aproximada: 2 a 3 horas

“Que tristeza pensar que a Natureza fala e o ser humano não a escuta”
Victor Hugo

O Ser Humano tem vindo a perder muitas das suas ligações ancestrais com a Terra Mãe, juntamente com tradições, conhecimentos e até identidade. Tem vindo a perder ligação ao ciclos ancestrais, à sabedoria dos rios e montanhas, à energia das plantas e da Terra.

O Ser Humano vive cada vez mais em altas torres de cimento e betão, longe do odor das ervas silvestres, e o seu alimento vem de partes distantes do mundo produzido não se sabe por quem e em que condições (ou não é de todo conveniente saber). O ser Humano olha para os outros filhos da Mãe Terra (das espécies não humanas, e também para os seus semelhantes da sua própria espécie) com arrogância e do alto de toda a sua superioridade que não é senão ilusória e nefasta.

O Ser Humano desumanizou-se vivendo cativo de um ego que busca uma constante e efémera gratificação aparente e superfical, quer no mundo dos bens materiais quer na sociedade das aparências e da ganância de poder. O Ser Humano desumanizou-se e, em muitos casos, é também cada vez menos “ser”.

O Ser Humano tem vindo a perder as suas Raízes, e com elas a sua ligação à Terra Mãe que o nutre, cuida e ama incondicionalmente. Por vivemos cada vez mais em cidades desumanizadas, em habitats cada vez mais artificiais, com um estilo de vida cada vez mais artificial, significa que a Mãe Natureza morreu dentro e for a de nós?

A Oficina de “Ao Encontro da NATUREZA MÃE” é uma viagem sem rumo muito definido (como as curvas sinuosas de um rio) ao encontro e de regresso à TERRA MÃE. Como sentirmos, procurarmos e encontrarmos as nossas raízes primoridais mesmo num contexto de tão acentuadas e abruptas mudanças civilizacionais (muitas vezes, talvez, não na melhor direcção). Não há um porquê, um como, há simplesmente um fluir desse magnífico milagre que é o SER.

Numa primeira parte iremos sobretudo reflectir sobre os caminhos que a nossa civilização se encontra a percorrer e numa segunda parte iremos, sobretudo, reflectir nos caminhos que cada um de nós próprios poderá percorrer para ir mais, no nosso próprio dia-a-dia urbano, ao encontro da Mãe Natureza.

Facilitador: Pedro Jorge Pereira
Foi um dos fundadores do núcleo do Porto do Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, entre outras experiências de activismo e voluntariado noutras associações, sobretudo de cariz ambiental, com particular destaque também para a Associação Cultural Casa da Horta.
Editou e publicou através do Programa Capital Futuro do Programa Juventude, o livro “Be the change you want to see”, com um forte carácter pedagógico, destinado à educação ambiental e sensibilização para a importância do voluntariado no mundo actual. Dinamiza frequentemente Oficinas ligadas ao tema e escreve artigos de reflexão/pensamento para diversas publicações digitais e em formato papel.
Dinamiza ainda um projecto na área da alimentação vegetariana natural, designado "Segredos da Horta", dada a importância que alimentação adquire naquilo que é a sua visão do mundo e da consciência que urge desenvolver em cada indivíduo a esse nível.
O blog: http://segredosdahorta.blogspot.com/
Acima de tudo, e antes de tudo, é um ser que procura reencontrar em si mesmo e no seu ambiente exterior esse força sublime, pura e incondicional da própria Mãe Natureza.
OFICINA “Ao Encontro da NATUREZA MÃE”

4 de Fevereiro, 6ªfeira, 19h00
duração aproximada: 2 a 3 horas

Local: ESPAÇO: ESCOLHA HARMONIOSA
Contribuição: 10 euros
Mais informações e inscrições:
http://www.escolha-harmoniosa.pt/

Cinema precário na 1ª quinta-feira de cada mês: no dia 3 de Fev. será projectado o filme Louise Michel


Cinema precário nas primeiras quintas-feiras
Os Precários Inflexíveis vão dar início às sessões de cinema nas primeiras quintas-feiras de cada mês. Os filmes escolhidos partilham várias dimensões da realidade das vidas precárias - despedimentos, migrações, exploração, discriminação...

Na "Primeira 5ª" - 3 de Fevereiro, às 21h30 na LxFactory- teremos a oportunidade de ver

Louise-Michel, de Benoît Delépine, Gustave de Kervern, França, 2008, 94m.

Sinopse: O que fazer face a um despedimento colectivo? Louise, recém-desempregada, parece ter encontrado a solução: juntar o dinheiro das indemnizações de todos os trabalhadores e pagar a um assassino a soldo para liquidar o ex-patrão. Com a ajuda de Michel, um "especialista" em segurança, o plano é colocado em marcha. Mas num mundo de outsourcing, sucursais e multi-nacionais, chegar ao patrão pode ser mais complicado do que inicialmente previsto.

Local: LxFactory
R. Rodrigues Faria 103, Edifício 1, 4.º andar, Lisboa
(15E, 18E, 201, 203, 714, 720, 724, 727, 732, 738, 742, 751, 756, 760)


http://www.precariosinflexiveis.org/

Egipto é uma ditadura social-democrata ( Mubarak e o seu partido, NPD, pertencem à Internacional Socialista)


EGIPTO é uma DITADURA SOCIAL-DEMOCRATA – Mubarak pertence à Internacional Socialista do Sócrates, Tony Blair, e outros conhecidos Sociais-democratas.

O ditador egípcio Mubarak e o NPD (National Democratic Party ), o seu partido totalitário, pertencem à Internacional Socialista, da qual fazem parte Sócrates e o seu Partido Socialista Português, o Partido Trabalhista inglês de Tony Blair, ex-primeiro-ministro e reconhecido criminoso de guerra, o espanhol Zapatero e o seu PSOE, bem assim todos demais partidos sociais-democratas europeus e de todo o mundo.
Por isso não é de estranhar que a 29 de Janeiro de 2011 a Internacional Socialista decidiu não expulsar o NPD egípcio.


http://www.facebook.com/pages/Expel-the-NDP-from-the-Socialist-International-now/185528718146023

31.1.11

Comunidade de leitores na livraria-bar Gato Vadio no 1º Sábado de cada mês, às 18h. (próxima sessão: 5 de Fev.)




Comunidade de Leitores Vadia
1º sábado de cada mês, às 18h

A livraria-bar Gato Vadio organiza uma comunidade de leitores no 1º sábado de cada mês, às 18h.
Em 2011 juntamo-nos em torno de escritores russos para discutir e trocar impressões sobre uma obra por mês, onde o humor russo se mistura com o humanismo, entre contos, novelas e comédias de teatro, florestas, ginjais, ruralidades e um nariz que se escapou do seu dono.

É a comunidade de leitores vadia à sua espera!

Selecção e moderação de Nuno Meireles


Livraria-bar Gato Vadio
Rua do rosário, 281 – Porto
telefone: 22 2026016
email:
gatovadio.livraria@gmail.com

Lista de obras nos próximos meses

Fevereiro:
O Nariz - Nikolai Gógol

Março:
A Aldeia de Stepantchikovo e os seus Habitantes - Fiódor Dostoiévski

Abril:
A Floresta - Aleksandr Ostróvski

Maio:
A Morte de Ivan Ilitch - Lev Tolstói

Junho:
O Ginjal - Anton Tchékhov

Ciclo de debates e análises sobre a guerra colonial no núcleo do norte da AJA ( começa no dia 4 de Fev.)




No dia em que passam exactamente 50 anos (4 de Fevereiro de 1961) dos primeiros ataques a uma prisão e a uma esquadra da polícia, em Luanda, por forças do MPLA – desencadeando-se assim, a "Guerra Colonial" – a AJA norte inicia um ciclo de debates e análises sobre factos e uma época que marcaram a sociedade portuguesa.


Associação José Afonso - núcleo do norte
rua do bonjardim 635 1º tras.
4000-028 porto
t. 91 771 19 64
http://vejambem.blogspot.com/
ajanorte@gmail.com

Bancos comunitários, moedas locais e regionais como instrumentos de desenvolvimento local ( Seminário hoje na Fac. de Economia de Coimbra)


Seminário
Bancos Comunitários, moedas locais e regionais como instrumentos de desenvolvimento local

Yves Cabannes, University College London

31 de Janeiro de 2011, 14.00, Sala Keynes, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
http://www.ces.uc.pt/eventos/index.php?id=3282&id_lingua=1


Frente à crise monetária mundial e às mudanças estruturais do sistema financeiro internacional que teve efeitos dramáticos sobre as economias locais e sobre as condiçõesde vida dos maisnecessitados, surgem experiências concretas e debates sobre a necessidade de criar moedas locais e regionais. A intenção é sempre a mesma: dinamizar as economias locais,embenefício dosprodutoresdirectose dosmais necessitados.

Depois de umbreve resumo das mudanças estruturais do sistema financeiro internacional, ocursoapresenta, um panorama mundial das evoluções recentes e das experiencias mais significativas de moedas regionais e locais. Não obstante, a criação de moedas locais não ser de forma alguma um tema recente, têm sido efectuadas diversas experiências, em várias partes do mundo, por exemplo durante a República Espanhola (1937 em particular), ou no município de Wörgl na Áustria dos anos 30, ou mais recentemente na Argentina, após a crise de 2001.

Num segundo momento, a experiência do Banco Palmas no Conjunto Palmeira, Fortaleza, Brasil, será apresentada e analisada criticamente, a partir dos seus vários aspectos: moeda local, microcréditos,empresas de economia social e solidária, clubes de trocas, cartão de crédito (Palma Card) local. Um balanço do impacto sobre o desenvolvimento económico e social do Conjunto Palmeira, dez anos depois do lançamento do BancoPalmas abrirá o momento do debate.

O argumento central da apresentação é que a criação de moedas regionais e locais, emitidas por comunidades, ou por municípios está em expansão, e vai se expandir tremendamente nos próximos anos. Representam uma alternativa central para umdesenvolvimento local justo e solidário.


Bibliografia de trabalho

Henk van Arkel Paulo Peixoto de Albuquerque Camilo Ramada Heloisa Primavera (org.), Onde está o dinheiro? Pistas para a construção do movimento Monetário Mosaico, Dacasa Editora, 183 pp, 2002, http://redlases.files.wordpress.com/2008/02/pt2002_livroonde_esta_o_-dinheiro_hp.pdf

La Jornada(en internet), Impulsan con el túmin la moneda comunitária en Espinal, Vera Cruz, IPS, publicado 30/12/2010. 2pp.

Joaquim Melo, Banco Palmas...um caminho, Boletim Responsabilidade Social e Ambiental do sistema Financeiro, Ano 3, nº 29, Abril de 2008, Banco Central do Brasil.

Fulana e fulano de tal, Santo de casa também faz milagre, foto novela do Banco Palmas, sd, 12 pp.

Leituras adicionais recomendadas

- Bernard Lietaer et Margrit Kennedy, Monnaies régionales, de nouvelles voies vers une prospérité durable, Editions Charles-Léopold Mayer, 256 pages, 2008, (français)

Joaquim Melo, avec Elodie Bécu et Carlos de Freitas, Viva Favela ! Quand les démunis prennent leur destin en main, Editions Michel Lafon, 2009, 284 pp (français)

Joaquim Melo e Sandra Magalhães, Banco Palmas ponto a ponto Bairros pobres, ricas soluções, Ed. Associação Conjunto Palmeiras, Fortaleza,115p, 2003.

José Maria Santacreu Soler, La crisis monetaria española de 1937, Universidad de Alicante, 268 pp, 1986 (Español)

Claire Cousin, Les frappés de la monnaie locale, Le Monde magazine, 4 Décembre 2010, 4 pp (Français)



Nota biográfica

Yves Cabannes é actualmente Professor e membro da direcção da Development Planning Unit, na University College London. Entre 2004 e 2006 lecciona a cadeira de Planeamento Urbano na Harvard University Graduate School of Design. Professor visitante em diversas Universidades Europeias e Sul Americanas.

De 1997 a 2003 foi Coordenador Regional do Programa de Gestão Urbana para a América Latina e Caraíbas da UN Habitat/PNUD. Anteriormente a assumir o cargo trabalhou durante dez anos no Nordeste do Brasil com várias ONG, Organizações Sociais de Base e Governos Locais em projectos de habitação de baixo custo, actividades de geração de rendimentos e de melhoria das condições habitacionais em comunidades pobres.

É Coordenador de numerosos programas de Investigação e Investigação & Desenvolvimento em parceria com instituições asiáticas, sul americanas, africanas e árabes sobre temas relacionados com governação municipal e urbana: planeamento e orçamento participativos, redução da pobreza à escala municipal e práticas inovadoras de inclusão social, revitalização dos centros urbanos, micro-finanças de base comunitária, agricultura urbana, habitação de baixo custo e tecnologias adequadas ao desenvolvimento local.

É membro activo da Sociedade Civil na área do desenvolvimento: presidiu ao UN Advisory Group on Forced Evictions (2004 -2010); é consultor senior e membro de diversas iniciativas e redes como a International Alliance of Inhabitants, a International RUAF Foundation, e Resource Centres for Urban Agriculture and Food Security.

É especialista em Desenvolvimento e Planeamento Urbano, tendo completado estudos na ESSEC, Paris, e École des Ponts ParisTech,e o Doutoramento na Sorbonne.

Materiais
Onde está o dinheiro?
http://www.ces.uc.pt/ficheiros2/files/Yves%20Cabannes4MONEDAS%20LOCALES%20EN%20MEXICO.pdf

http://www.ces.uc.pt/ficheiros2/files/Yves%20Cabannes%203%20BANCOS%20COMUNITARIOS%20BRAZIL.pdf

http://www.ces.uc.pt/ficheiros2/files/Yves%20Cabannes4MONEDAS%20LOCALES%20EN%20MEXICO.pdf

Uma canção por Cesare Battisti: “Hoje Battisti, amanhã tu”

Um grupo de cantores, entre os muito conhecidos na música portuguesa, juntou-se para interpretar esta canção de apoio à não extradição de Cesare Battisti. Pela Comissão de Apoio a Cesare Battisti (Portugal)

Veja aqui o “video-clip” desta canção - com letra de Manuela de Freitas e José Mário Branco, e música de José Mário Branco - com a qual se pretende chamar a atenção para o caso de Cesare Battisti, preso no Brasil há quase 4 anos e ameaçado pelo Supremo Tribunal Federal de ser entregue ao governo italiano.

“Hoje Battisti, amanhã tu”


CESARE BATTISTI
CESARE BATTISTI
QUE JUSTIÇA É ESSA?
PORQUÊ TANTA PRESSA?

CESARE BATTISTI
É POR MIM E POR TI
P’RA TU ESTARES CALADO
QUE ELE É EXTRADITADO

Mas quem é que manda nesse Brasil?
E quem é que julga o falso juiz?
História mal contada
Propagandeada
Quem ouve o que ele diz?
Quem vai ouvir o que ele diz?

(ao refrão)

Para ser exemplo a quem bate o pé
E se calhar nem sabes quem é
História tua
Fechar a rua
E calar o banzé
E assim calar o banzé

(ao refrão)

Quem é esse homem nessa prisão?
Crime inventado, ou opinião?
Se não fazes nada
Espera p’la pancada
À tua porta baterão
É à tua porta que baterão

(ao refrão)

FICHA TÉCNICA


HOJE BATTISTI, AMANHÃ TU
Letra de Manuela de Freitas e José Mário Branco
Música de José Mário Branco

Cantores:

Aldina Duarte
Amélia Muge
Camané
Duo Diana & Pedro
Duo Virgem Suta
Fernando Mota
João Gil
Jorge Moniz
Jorge Ribeiro (grupo Baile Popular)
José Mário Branco
Luanda Cozetti (Couple Coffee)
Norton Daiello (Couple Coffee)
Paulo de Carvalho
Pedro Branco
Tim

Instrumentistas:

Guitarra (violão): José Peixoto
Baixo eléctrico: Norton Daiello
Flauta e sax soprano: Paulo Curado
Percussões: Fernando Mota e José Mário Branco

Captação e mistura áudio: Fernando Mota

Imagens filmadas por Rui Ribeiro
Montagem vídeo por Nelson Guerreiro

Gravado e filmado em Lisboa (Portugal), em 25 de Janeiro de 2011.

Uma iniciativa da Comissão de Apoio a Cesare Battisti (Portugal).

Para saber mais sobre o caso de Cesare Battisti: http://passapalavra.info/?p=30200

Como iniciar um processo de agricultura urbana (sessão de esclarecimento - dia 3 de Fevereiro às 21h30)


Como iniciar um processo de agricultura urbana

Na sessão a realizar dia 3-fev, às 21.30 na sede da Campo Aberto, Francisco Flórido irá apresentar os diferentes projectos que tem desenvolvido com o Movimento Terra Solta na área da agricultura urbana e hortas sociais.

Em particular irá apresentar o novo espaço no centro do Porto (Quinta das Musas) e projecto BioKintal, projecto que tem como objectivo ser uma referência na cidade do Porto.

Outros Projectos em curso

Porto
BioKintal– Quintal de transição de Agricultura em Espaço Urbano em fase de transição de Agricultura Biológica para Agricultura Natural

Torres Vedras
BioKintal – em Agricultura Biológica
Criação de lotes sociais em parceria com a Câmara Municipal de Torres Vedras
Criação de uma Quinta de Transição em Permacultura

Barcelona
Projecto de construção de um pátio num 5º andar em Permacultura

Go
Projecto “Arvores que falam” ver –
http://networkedblogs.com/d2RrH

É importante que todas as associações que estiveram presentes ou que queiram estar possam participar na partilha de conhecimentos e experiências para este nosso/vosso desígnio comum de Sustentabilidade e desenvolvimento Humano.

Trás um amigo Também e vamos celebrar na “Quinta Musas da Fontinha” o espírito cooperativo.

www.campoaberto.pt/2011/01/20/como-iniciar-um-processo-de-agricultura-urbana/