19.4.07

Mindelo é primeira freguesia a aderir à Agenda 21 local

Ver:www.agenda21local.info/index.php


As preocupações com o Ambiente e a Qualidade de Vida têm, em Mindelo, Vila do Conde, uma importância incontornável pelas especificidades locais. A Associação Amigos do Mindelo está a desenvolver um processo de Agenda 21 local que pretende ser uma referência nacional.

O desenvolvimento sustentável é o ‘sonho’ dos habitantes da freguesia de Mindelo, Vila do Conde, a primeira a desenvolver em Portugal um processo de Agenda 21 Local (A21L), numa iniciativa que pretende ser exemplo a nível nacional.

O processo, lançado pela Associação dos Amigos do Mindelo para a Defesa do Ambiente, visa tornar, a longo prazo, esta freguesia num exemplo nacional do ponto de vista do desenvolvimento sustentável e da cidadania ambiental.
“Em termos de desenvolvimento sustentável, Mindelo ainda não será um exemplo nacional, mas, na área da cidadania, tem assegurado uma disseminação efectiva de boas práticas, onde se destaca a Agenda 21 Local”, refere um documento elaborado pela associação ambientalista.

A primeira freguesia a desenvolver o processo

A freguesia do Mindelo iniciou o processo de A21L em Outubro de 2003, sendo a primeira, em Portugal, a desenvolver este tipo de projecto, criado na Conferência do Rio de 1992 para promover o desenvolvimento sustentado ao nível local.
“A A21L demonstrou ser uma ferramenta essencial para reunir consensos e os primeiros resultados começam a surgir”, salienta o documento, que frisa ainda que “o desenvolvimento de parcerias com autarquias, empresas e outras organizações tem permitido encontrar os recursos necessários para os projectos”.

Mindelo é uma freguesia do concelho de Vila do Conde, situada na zona costeira, a cerca de 20 quilómetros do Porto. Localizada numa zona que mantém fortes características rurais, a freguesia, que se caracteriza pelas praias e pinhais, tem actualmente cerca de 3.500 habitantes distribuídos por uma área com cerca de 570 hectares. As qualidades ambientais e a proximidade com a cidade do Porto tornaram Mindelo, ao longo dos anos 70 e 80 do século passado, num local privilegiado para a construção de segundas habitações, ocupadas apenas durante a época balnear. Mais recentemente, Mindelo começou a transformar-se numa zona dormitório do Porto, situação favorecida pela construção de novas ligações rodoviárias e pela extensão da rede de Metro do Porto.

Preocupações

“O aumento da construção gerou uma significativa perda de espaços agrícolas e florestais”, alerta o documento. Sustenta ainda que a freguesia “corre o risco de perder a sua identidade, com a destruição acelerada do património natural, factor diferenciador e potenciador de qualidade de vida na freguesia”.
O combate contra este perigo passa também pelo desenvolvimento do processo A21L, através da apresentação de propostas de acções prioritárias que permitam contribuir para o desenvolvimento sustentável da freguesia.
A água, o ordenamento do território, a biodiversidade e os resíduos sólidos urbanos foram definidos como os quatro eixos fundamentais de actuação no quadro do Plano de Acção e Monitorização, elaborado na sequência das contribuições apresentadas pela população e entidades locais.
“O facto de ser um processo independente do poder político, criou logo uma grande proximidade com a população. A credibilidade e a isenção tornaram-se inquestionáveis por não existir nenhum partido político, órgão governativo ou grupo a beneficiar do sucesso da Agenda 21 em detrimento de outros”, salienta o documento, frisando que “o sucesso do projecto é um sucesso da população como um todo”.
Nesse sentido, refere que “o facto dos residentes de Mindelo perceberem que estão a discutir o desenvolvimento de tudo o que faz parte do seu dia-a-dia tornou-se um trunfo para o projecto”.

Desenvolvimento sustentável na agenda

Este projecto inovador a nível nacional teve o mérito de colocar o tema do desenvolvimento sustentável da freguesia no centro das atenções, gerando uma discussão que permitiu atingir um consenso generalizado sobre o que se pretende que Mindelo seja no futuro.
É esse sonho que Mindelo quer que venha a ser um exemplo nacional.

Fonte: jornal Primeiro de Janeiro

Consultar ainda:
www.amigosdomindelo.pt/

Para saber mais da Reserva Ornitológica do Mindelo:
aqui

José Luís Peixoto hoje nas Quintas de Leitura

As «Quintas de Leitura» do TCA ( Teatro do Campo Alegre, no Porto) recebem hoje o poeta José Luís Peixoto que vai revelar uma vintena de poemas inéditos, fragmentos do seu novo livro de poesia, a editar até ao final deste ano. A sessão, intitulada «Unicórnios e Farmácias Abandonadas» – verso de um dos novos poemas - , está marcada para as 22h00.
O espectáculo assina ainda a estreia absoluta em Portugal do pianista, vocalista, compositor e improvisador norte-americano Thollen McDonas, que actuará na segunda parte, numa excursão pelas ideias que resumem o seu pensamento musical - «Ler nas entrelinhas e tocar fora delas».
Os poemas de José Luís Peixoto serão lidos pelo próprio autor e ainda pelos recitadores Sandra Salomé, Susana Menezes, Isaque Ferreira e Isabel Guimarães, que se estreia nas «Quintas de Leitura».
Ao longo de todo o espectáculo, o fotógrafo Nelson D’Aires mostrará uma série de imagens inspiradas no universo poético de Peixoto. Nelson D’Aires acaba de ganhar o prémio Reportagem do prestigiado Prémio de Fotojornalismo Visão/BES 2007.

Biografia:

José Luís Peixoto nasceu em 1974 (Galveias, Ponte de Sor). Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Inglês e Alemão) pela Universidade Nova de Lisboa. Tem publicado poesia e prosa. Recebeu o Prémio Jovens Criadores (área de literatura) nos anos 97, 98 e 2000. Em 2001, o seu romance «Nenhum Olhar» recebeu o Prémio Literário José Saramago. Está representado em diversas antologias de prosa e de poesia nacionais e estrangeiras. É colaborador de diversas publicações nacionais e estrangeiras. Em 2005, escreveu as peças de teatro «Anathema» (estreada no Theatre de la Bastille, Paris) e «À Manhã» (estreado no Teatro São Luiz, Lisboa). Os seus romances estão publicados em França, Itália, Bulgária, Turquia, Finlândia, Holanda, Espanha, República Checa, Croácia, Bielo-Rússia e Brasil. Estando actualmente em preparação edições no Reino Unido, Hungria e Japão.



Bibliografia:
Morreste-me (ficção, 2000)
Nenhum Olhar (romance, 2000)
A Criança em Ruínas (poesia, 2001)
Uma Casa na Escuridão (romance, 2002)
A Casa, a Escuridão (poesia, 2002)
Antídoto (ficção, 2003)
Cemitério de Pianos (romance, 2006)

http://quintasdeleitura.blogspot.com/

http://joseluispeixoto.net/

18.4.07

Num País à beira-mar plantado existiu uma revolução inacabada.

Tanto Mar - letra e voz de Chico Buarque
(a primeira versão é de 1975)*

Sei que estás em festa, pá
Fico contente
E enquanto estou ausente
Guarda um cravo para mim

Eu queria estar na festa, pá
Com a tua gente
E colher pessoalmente
Uma flor do teu jardim

Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso, pá
Navegar, navegar

Lá faz primavera, pá
Cá estou doente
Manda urgentemente
Algum cheirinho de alecrim

* Letra original,vetada pela censura; gravação editada apenas em Portugal, em 1975.



Tanto Mar - letra e voz de Chico Buarque
(segunda versão, de 1978)

Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
E inda guardo, renitente
Um velho cravo para mim

Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
Nalgum canto do jardim

Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso, pá
Navegar, navegar

Canta a primavera, pá
Cá estou carente
Manda novamente
Algum cheirinho de alecrim

http://chicobuarque.uol.com.br/


http://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Buarque



Convocada uma Greve Geral em Portugal para o dia 30 de Maio de 2007


Tornou-se imprescindível desenvolver uma forma de luta que, dando continuidade à grande mobilização dos trabalhadores – expressa designadamente na Manifestação de 2 de Março –, constitua um fortíssimo sinal ao patronato de que não nos submeteremos aos seus objectivos de exploração e um cartão vermelho à essência das políticas do Governo, exigindo-lhe mudanças de rumo. Esta luta, em que confluem todos os processos reivindicativos em curso, será de todos os trabalhadores e concretizar-se-á através de uma Greve Geral a realizar no dia 30 de Maio 2007.


Resolução do Conselho nacional da CGTP


O Conselho Nacional da CGTP-IN, reunido na sua sede em Lisboa no dia 17 de Abril de 2007, constatou que:

1. os trabalhadores se deparam com um agravamento contínuo da precariedade no trabalho, tanto no sector privado como no sector público. Esta precariedade está a gerar inseguranças e instabilidades, agravamento do desemprego, redução dos salários e da retribuição do trabalho, perda irreparável de direitos individuais e colectivos, ao mesmo tempo que força à emigração dezenas de milhares de portugueses, em particular jovens;


2. o que se perspectiva com as receitas que estão a ser preparadas contra os trabalhadores – em torno da revisão do Código de Trabalho, da promoção do Livro Verde da UE sobre as Relações Laborais e, sobretudo, com a chamada flexigurança - consubstancia um brutal ataque patronal, visando o despedimento totalmente liberalizado (sem justa causa), a desregulação do trabalho e o aumento dos horários de trabalho, a troco de uma falsa promessa de protecção social;


3. os trabalhadores e a maioria dos portugueses assistem a políticas sociais violentas:


a. o Serviço Nacional de Saúde está a ser destruído a favor dos grandes capitalistas enquanto as pessoas pagam cada vez mais pelos serviços prestados;


b. o ensino e a justiça a degradarem-se, com cortes nas suas estruturas e nos meios disponíveis;


c. a segurança social será pior no futuro, em resultado das alterações ao sistema impostas pelo Governo;


4. nos deparamos com uma cada vez mais injusta distribuição da riqueza e um insuportável agravamento do custo de vida para centenas de milhares de portugueses;


5. os direitos dos trabalhadores são todos os dias violados pela maioria dos patrões, incluindo o patrão-Governo, desvalorizando o trabalho e pondo em causa a dignidade de quem trabalha;


6. as linhas fundamentais das políticas económicas e sociais, que vêm sendo seguidas, submetem-se ao ideário e práticas neoliberais.


Neste contexto, tornou-se imprescindível desenvolver uma forma de luta que, dando continuidade à grande mobilização dos trabalhadores – expressa designadamente na Manifestação de 2 de Março –, constitua um fortíssimo sinal ao patronato de que não nos submeteremos aos seus objectivos de exploração e um cartão vermelho à essência das políticas do Governo, exigindo-lhe mudanças de rumo.

Esta luta, em que confluem todos os processos reivindicativos em curso, será de todos os trabalhadores e concretizar-se-á através de uma Greve Geral a realizar no dia 30 de Maio 2007.

O CN da CGTP-IN apela a todos os dirigentes, delegados e activistas sindicais para que desenvolvam um intenso trabalho de esclarecimento, de mobilização e de organização dos trabalhadores, com vista ao êxito da Greve Geral.

A preparação e concretização de um grande 1º de Maio, a comemorar em todo o País, constituirá um ponto alto da luta que vimos desenvolvendo e um elemento fundamental e decisivo para o êxito da Greve Geral.

Lisboa, 17 de Abril de 2007





Acção de reflorestação na Serra da Aboboreira (21 e 22 de Abril)

clicar por cima da imagem para ler
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Abril, sementes mil

Para ser doutor (ou engenheiro) basta, hoje, saber ler, escrever e contar!!!

Crónica de Manuel António Pina,
publicada no Jornal de Notícas de hoje

A crise da "Independente" é a ponta do "iceberg" da situação a que chegou entre nós o ensino superior, em grande parte alegremente entregue, nas últimas décadas, ao mercantilismo privado.
Uma obra de que tive conhecimento pela Net, apoiada pelo Governo e editada pela Universidade do Minho, dá conta do que a sociedade portuguesa e os empregadores esperam hoje da Universidade. No final da formação, os diplomados devem, pelos vistos, ter 41 "competências transversais", entre elas a "comunicação oral", definida como "capacidade para comunicar ideias através da fala, de forma a que os outros compreendam"; a "comunicação escrita", ou seja, "escrever de forma eficaz"; a "numeracia", ou "capacidade para adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir"; a "autonomia", ou "capacidade para resolver problemas (…) sem perguntar a outras pessoas"; e o "autocontrolo", ou "capacidade para controlar os afectos". Planos de estudos de vários cursos superiores enunciam "competências" do mesmo género "persistência", "motivação", "auto-afirmação", "reflexão", "aceitar as ideias dos outros", etc..
O saber e a investigação emigraram de boa parte da Universidade. Aí, para ser doutor ou engenheiro basta saber ler, escrever e contar. Isso e "motivação" e "auto-afirmação".

Mais uma pérola da educação à Sócrates: uma avaliação foi realizada depois do seu certificado de habilitações de licenciatura!!!


O site do jornal "Sol” avançou hoje que a aprovação de José Sócrates na cadeira de Inglês Técnico na Independente foi obtida com um trabalho feito em casa numa folha A4, enviado ao reitor e acompanhado de um cartão com o timbre do seu gabinete de secretário de Estado. Ainda de acordo com o jornal, o texto em inglês é o único documento de avaliação que consta do dossier de aluno de Sócrates e responde a menos de uma dúzia de alíneas.

Por sua vez, o semanário “Expresso” noticiou hoje na sua página na Internet que a prova escrita de Inglês Técnico realizada por José Sócrates para a Universidade Independente tem uma data posterior à conclusão da sua licenciatura, segundo o certificado de habilitações entregue à Câmara da Covilhã, onde o primeiro-ministro mantém vínculo laboral

O Município de Seattle pagará 1 milhão de dólares como indemnização aos manifestantes presos durante os protestos contra a OMC em 1999


O governador da cidade de Seattle concordou em pagar 1 milhão de dólares as/aos manifestantes presos/as durante os protestos contra a OMC (Organização Mundial do Comércio) em 1999. O dinheiro será dividido entre as 160 pessoas presas em Westlake Park no dia primeiro de Dezembro de 1999. Também foi acordado que todos os registros criminais serão apagados da ficha das pessoas.
Durante os protestos em Seattle muitos casos de abuso de poder e violência por parte da polícia foram registrados. A cidade chegou a ser colocada em estado de sítio. Foi também durante as manifestações contra a OMC que o primeiro Indymedia ( Centro de Media Independente) nasceu servindo como um local para os/as manifestantes denunciarem os abusos e a violência cometida pela polícia. Através da publicação aberta foi possível colocar na internet o que os grandes meios não estavam a mostrar e por causa disso, canais de TV como CNN tiveram que desmentir para o público o que eles tinham falsamente noticiado.
O advogado Tyler Weaver, responsável pela defesa dos/as manifestantes declarou: 'Eu espero que este caso mande uma mensagem, não somente para o município de Seattle, mas para todas os governadores das cidades em todo pais que prendam em massa manifestantes pacíficos, que não estão fazendo nada contra a lei, algo que não será e não poderá ser tolerado."

17.4.07

A Tramóia

Uma produção do Filipe La Féria, com encenação do Rui Rio.

Agora em cena, no Rivoli.

"A Tramóia" é uma farsa em três actos sobre o negócio que é a Cultura no Porto.

O encenador Rui Rio pensa que o público está a dormir

Para ver e assistir à Tramóia:

http://atramoia.blogspot.com/



Manifestação por um melhor Serviço de Transportes na cidade do Porto ( dia 21 às 15.30 na Av. dos Aliados)


Foi convocada uma Manifestação por um Serviço de Transportes útil para as populações que necessitam de os usar, bem como para aqueles que os preferiam utilizar e deixar as suas viaturas em casa.

Para isso iremos apelar que todos peçam a demissão do Concelho de Administração da STCP que nada fez até à data senão olhar aos seus próprios interesses e aos seus honorários chorudos sem se preocuparem com a qualidade de vida, do ambiente e de tantas outras coisas (emprego,saúde, ensino, lazer ...) que as suas precipitadas e absurdas decisões tem afectado.


Vamos todos participar e divulgar pelos nossos contactos, de todas as formas possíveis.

Por e-mail com esta mesma mensagem

Por sms com uma simples mensagem como por exemplo:

Todos por uma STCP melhor, dia 21 pelas 15.30 Av. Aliados - Porto - reenvia esta mensagem aos teus contactos

Participem neste acto de cidadania que tanto é necessário para o desenvolvimento da qualidade de vida dos cidadãos.

Pela equipa coordenadora do MUT-AMP

André Dias - 917014753
Domingos Alves - 966526528

transportes.amp@gmail.com

À medida que uma cidade cresce anda-se a maior velocidade e mais dinheiro se gasta


Quanto maior é a cidade onde se vive, mais dinheiro se ganha, mas também mais se gasta. E isto é verdade para todas as cidades do mundo. O mesmo se passa com muitas outras dinâmicas, como por exemplo a velocidade a que se caminha: à medida que as zonas urbanas vão crescendo, as pessoas apressam-se cada vez mais. É velha a ideia que a vida é mais rápida nas grandes cidades, mas agora os cientistas confirmam e explicam porquê.Num artigo publicado na revista científica norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences, uma equipa de investigadores liderados pelo português Luís Bettencourt, radicado nos EUA, conclui-se que as cidades são todas semelhantes nos seus ritmos, mesmo que não tenham nada a ver umas com as outras.

O assunto assume hoje uma maior importância, uma vez que, pela primeira vez na História, a humanidade está maioritariamente a viver em cidades. Estas são culpabilizadas pelo aumento do crime ou das pressões sobre o ambiente. Problemas reais, ninguém nega. Mas também há um outro lado.

"A produtividade económica aumenta dez a 15 por cento per capita quando duplica o tamanho da cidade, o número de registo de patentes também cresce, assim como tudo o que está ligado à criatividade", explica ao PÚBLICO Luís Bettencourt, numa entrevista telefónica. Os cientistas analisaram indicadores como a produtividade económica, a inovação, a demografia, o crime, a saúde pública, as infra-estruturas e alguns padrões de comportamento humano. Para concluir que a nível das infra-estruturas como as estradas, os cabos, os fios eléctricos, entre outros, há uma poupança devido ao aumento da densidade populacional que permite reduzir os custos per capita.
Outras variáveis mantiveram-se neutras em relação ao tamanho da cidade, como é o caso da habitação, do emprego ou do consumo de água. Mas "o que realmente aumenta com o crescimento das cidades são as variáveis sociais, tanto positivas - como é a propensão para a criação -, como as negativas, que é o caso do crime", adianta o investigador. A saúde pública já depende muito de cada cidade. Porém, no caso da sida, há um aumento na mesma proporção do crescimento urbano.
Uma das novidades desta investigação é concluir que, quer se esteja em Xangai ou em Nova Iorque, as cidades são estruturas sociais muito semelhantes. "Há uma dinâmica espontânea comum", diz Bettencourt. A diferente forma como as cidades se organizam - na Europa, quanto mais longe do centro, mais se desce na escala social e o inverso ocorre nos EUA - acaba por ser irrelevante.
"Todas as cidades são diferentes geograficamente mas o que descobrimos é que são todas semelhantes nos seus ritmos de vida, nas suas dinâmicas, na forma como se interage." Luís Bettencourt é fruto da geração Erasmus, o programa europeu que permite o intercâmbio de alunos entre universidades europeias. Depois de terminar Engenharia Física no Instituto Superior Técnico em 1992, partiu para o Imperial College, em Londres, onde se doutorou em Física Teórica. Fez pós-doutoramentos em Heidelberg, na Alemanha, no Laboratório Nacional de Los Alamos, nos EUA, e no MIT. Está há quatro anos como investigador em Los Alamos.
Fonte: jornal Público

Apresentação do livro "Os Mundos Separados que Partilhamos" de Paulo Kellerman no dia 20 de Abril(18h.) no Clube Literário do Porto

É muito simples para quem quiser lá ir. A Rua Nova da Alfândega é na Ribeira, ao número 22, ali junto ao rio (Douro, claro está!). A pé, vai-se para a baixa do Porto; há autocarros e metro. De carro, também não há espiga: estaciona-se nos parques da Ribeira (há dois) ou na Praça D. João I (os estacionamentos da Ribeira são mais baratinhos) e depois vai-se a pé, calmamente, para os lados da Igreja de S. Francisco.
Entra-se no Clube Literário e, depois de dar uma vista de olhos pelos livros expostos, sobe-se ao 2º andar. Atenção que há um bar simpático a meio e convém não ficar lá muito tempo!
Depois de ouvir o Paulo Kellerman e o Fernando Venâncio a falarem dos livros podem, perfeitamente e sem qualquer rebuço, vaguearem, à deriva, pela Ribeira e jantar por lá. Com sorte, ficam para toda a noite.
Até sexta, portanto!


Sessões informativas sobre G8 no Porto e Coimbra

O GAIA está a organizar um conjunto de sessões informativas sobre o G8, como preparação e mobilização para a próxima cimeira que terá lugar no início de Junho em Rostock, na Alemanha. Se pretendes saber mais sobre o G8, conhecer as razões que levam a que milhões de pessoas em todo o mundo se oponham a estes encontros que definem grande parte das políticas globais ou participar nas redes de resistência em Portugal ou na Alemanha, então aparece nas próximas sessões!

Porto - 18 Abril - 4ª feira - 21h - Casa Viva (Praça do Marquês nº 167)



Coimbra - 19 de Abril - 5ª feira - local a confirmar

A Terra não está a morrer, está a ser assassinada!

E nós, que podemos fazer para evitá-lo?


No início de Junho de 2007, os governos dos 7 “mais importantes” países industrializados e a Rússia encontrar-se-ão para a cimeira do G8 na Alemanha do Norte, à beira-mar do Mar Báltico, perto de Rostock, Berlim e Hamburgo.


O grupo do G8 é uma instituição sem legitimidade, não obstante, com um auto-denominado governo do mundo, decidir objectivos que afectam toda a humanidade. As políticas do G8 forçam uma globalização neoliberal e desregulada. A política económica é orientada exclusivamente para que o dinheiro investido reverta para as multinacionais e grandes investidores, retirando os direitos dos camponeses, afectando o equilíbrio da Terra, ecossistemas e culturas, investindo mais e mais orçamento em guerras e repressão.


Quem convida a cimeira, convida também a resistência!


Mundialmente foram surgindo várias redes que se mobilizam para a cimeira, que querem fazer acções contra as políticas do G8 e impedi-los de reunir, bloquear os acessos, mostrar um forte sinal de rejeição. Haverá uma cimeira alternativa com debates e soluções alternativas, mais orientado para a humanidade e para a natureza, mostrando que eles mentem, quando dizem: «Não há outras soluções que não as nossas, é o unico caminho». Milhões de pessoas sabem que um outro mundo é possivel e por isso serão organizadas acções pela defesa de direitos para os refugiados, por políticas mais sustentáveis, contra os OGM e contra o militarismo. Haverá uma diversidade de elementos creativos como Clown Army, Rhythms of Resistance , vários grupos do teatro, gigantones, flash mobs, pink and silver... que querem fazer acções espontâneas e imprevistas, mas também grandes marchas tradicionais, onde se espera a participação de mais de 100 mil pessoas. Estarão presentes redes de camponeses, de refugiados, de sindicatos, de anarquistas, de estudantes, religiosas, etc.......


E nós?
Queremos ir para Alemanha?
Ou queremos fazer acções em Portugal? O que podemos fazer em qualquer dos casos?


Participa na sessão informativa sobre o G8!


Com os tópicos:
· O que é o G8?
· Como foram as anteriores mobilizações?
· O que se está a preparar este ano na Alemanha?
· O que acontece em Portugal?


Vem ver documentários, saber mais e talvez preparar acções conjuntas!


O evento é gratuito e conta com a presença de activistas da Alemanha e Bélgica.

Porto - 18 Abril - Quarta-feira - 21h - Casa Viva (Praça do Marquês nº 167)


Coimbra - 19 de Abril - Quinta-feira - local a confirmar


Dúvidas?


Escreve para porto@gaia.org.pt ou liga para 937267541.

Co-incineração: movimento promove piquenique no próximo Sábado

Encontro no parque da Arrábida serve para mobilizar consciências

A criação de um espaço de reflexão sobre questões ambientais e co-incineração de resíduos perigosos é o objectivo de um piquenique que o Movimento de Cidadãos pela Arrábida promove sábado, no Parque de Merendas da Comenda, em Setúbal, noticia a agência Lusa.

A iniciativa, que tem o apoio da Câmara Municipal de Setúbal, pretende mobilizar os setubalenses para usufruírem daquele património natural da Arrábida e, simultaneamente, manifestarem a sua oposição à co-incineração de resíduos perigosos na cimenteira da Secil, no Outão.
Segundo Fernanda Rodrigues, do Movimento de Cidadãos pela Arrábida, o piquenique «pretende mobilizar as pessoas e o movimento associativo porque usufruir a Arrábida é o primeiro passo para a defender».«Não é com a co-incineração que se vai resolver o problema do passivo ambiental do país», disse Fernanda Rodrigues, defendendo que o governo devia proceder à instalação dos CIRVER (Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos) antes de avançar com a co-incineração, e que nunca deveria permitir a queima de resíduos perigosos no interior de um parque natural.
No piquenique, previsto para as 10h de sábado, no Parque de Merendas da Comenda, em pleno Parque Natural da Arrábida, estão previstos espaços de poesia, música, yoga, BTT, escalada e um passeio pedestre, que serão organizadas por colectividades e associações da região.
Aderiram ao piquenique promovido pelo Movimento de cidadãos pela Arrábida as colectividades Clube de Campismo de Setúbal, Clube de Montanhismo da Arrábida, Club Setubalense, Quintajense (secção de BTT) e as associações Lusa Ioga, José Afonso, Sebastião da Gama e Lebres do Sado

Vivem com menos de 73 cêntimos por dia

Continuam a existir disparidades substanciais entre as diferentes regiões do mundo e entre os pobres e os ricos de cada país, reconhecem os indicadores mundiais de desenvolvimento agora publicados pelo Banco Mundial, como complemento ao seu relatório sobre desenvolvimento que apresentara em Setembro do ano passado, numa conferência em Singapura.
A pobreza extrema foi reduzida em 21 por cento a partir de 1990, mas isso não significa de modo algum que ainda não existam 985 milhões de pessoas (num total de 6500 milhões) a ter de procurar sobreviver com menos de um dólar diário (73 cêntimos). E não consegue esconder que, em 2004, ainda havia 2600 milhões de pessoas, quase metade da população dos países ditos em desenvolvimento, com um rendimento inferior a dois dólares diários (menos de um euro e meio).
O Banco Mundial declara existir um consenso sobre a necessidade de se reduzir a pobreza extrema, que é o maior risco para que as doenças se perpetuem e haja mortes prematuras. Só que ainda ninguém conseguiu garantir de forma satisfatória melhor acesso de todos ao ensino, melhoria da condição das mulheres e de outros grupos marginalizados e um adequado desenvolvimento rural.
A mortalidade entre os menores de cinco anos diminuiu mais de 36 por cento nos países de mais elevado rendimento, de 1990 a 2005, mas apenas 20 por cento nos países em desenvolvimento. E não se pode, de forma alguma, esquecer que a mortalidade infantil devida ao paludismo duplicou no fim do século passado, principalmente na África subsariana.
Alguns países africanos, como o Lesoto, a Zâmbia e o Zimbabwe, com elevados índices de mortalidade por sida, têm hoje em dia uma esperança de vida inferior a 40 anos, enquanto no Canadá, na França ou no Japão já começa a ser normal esperar viver-se mais de 80 anos. Vulnerabilidade à doençaA pobreza torna as pessoas dos países pobres mais vulneráveis à doença.
Quase um terço das pessoas da Ásia Meridional e metade dos habitantes da África subsariana vivem com menos do equivalente a um dólar por dia, na sua maioria sem acesso a água potável ou a saneamento básico.
Quase metade da população a sul do Sara, em países como o Zimbabwe ou a República Centro-Africana, não tem os medicamentos essenciais; e até mesmo em países mais desenvolvidos da Europa se verifica que os pobres tendem a morrer cinco a 10 anos antes dos ricos.
Entre os países que, na última década, têm conseguido sair das listas do Banco Mundial referentes aos de rendimento baixo e médio, para passar à classe das economias mais desenvolvidas, contam-se a Grécia, Malta, Porto Rico, a Arábia Saudita e a Eslovénia, mas, no seu conjunto, constituem menos de dois por cento da população mundial.
E das 10 economias mundiais actualmente com uma maior quantidade de reservas nenhuma pertence ao continente africano, perpetuando-se assim a tendência para a África, na sua generalidade, ser quase como que um sinónimo de pobreza. As grandes reservas, que tornam as economias menos vulneráveis e as libertam da dependência de instituições como o Banco Mundial (BM) ou do Fundo Monetário Internacional (FMI), são actualmente em primeiro lugar as do Japão, da China, de Taiwan e da Coreia do Sul, seguidas pelas dos Estados Unidos e da Federação Russa.
Fonte: jornal Público

Exigência para a anulação dos ensaios de transgénicos já aprovados


Empresas esconderam informação e Ministério deixou-se enganar


O Instituto do Ambiente recebeu, através do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Engº Carlos Nazaré, um documento de um munícipe que plantou milho nas proximidades do recém-aprovado campo para ensaios com transgénicos. Este documento mostra que a empresa Syngenta faltou à verdade com o Ministério do Ambiente e que este foi complacente com a posição da empresa, ao não verificar a veracidade dos documentos associados ao processo.

No passado dia 28 de Março o Ministério do Ambiente (MA) aprovou o pedido da empresa Syngenta para a realização de testes sobre milho transgénico no concelho de Rio Maior. Mas essa autorização tem de ser imediatamente revogada visto que o principal argumento em que se sustenta - a existência de uma faixa de segurança de 400 metros em torno do terreno previsto por forma a evitar a contaminação - acabou de se revelar inválido.*

Em Alcochete e em Salvaterra de Magos, outros dois concelhos visados no pedido, a autorização foi negada pois o MA considerou que nesses locais a distância mínima de segurança de 400 metros até aos restantes campos de milho não estava salvaguardada. No entanto, no caso de Rio Maior, a empresa Syngenta** apresentou duas declarações de vizinhos do terreno visado, dando assim a entender que os tais 400 metros exigidos de faixa de segurança estavam garantidos. Baseado nessa informação, o MA aprovou os ensaios.

Agora a verdade acabou de vir ao de cima: as empresas esconderam o facto de que havia mais vizinhos no perímetro da zona de segurança, vizinhos esses que não se comprometeram a prescindir do cultivo de milho e que não foram sequer avisados ou contactados. O MA já se encontra neste momento na posse da declaração de um desses vizinhos, que aliás tem milho doce semeado no seu terreno, situado a não mais de 150 metros da zona de ensaios.

Para além da evidente má fé e deplorável falta de rigor técnico por parte das empresas em causa (algo que levanta sérias dúvidas sobre o seu comportamento e cuidado durante os ensaios, se eles avançassem), é de salientar a manifesta incapacidade, por parte do Ministério do Ambiente, de analisar com cuidado o processo sobre o qual emitiu decisão. Em vez de verificar activamente os dados apresentados pelas empresas, o Ministério limitou-se a acreditar, ingenuamente, no que leu.

Segundo o Eng. Gualter Baptista, da Plataforma Transgénicos Fora, "o Ministério do Ambiente
revelou não possuir capacidade técnica e humana enquanto Autoridade Competente para os transgénicos. Ao aprovar ensaios experimentais às cegas, o próprio Governo sai descredibilizado, perante a sua total incapacidade de salvaguarda da saúde humana, do ambiente e da própria economia da região". O activista acrescenta que "não se compreende como é que um organismo público aceita e aprova, sem verificação, os documentos apresentados por uma empresa que tem um interesse económico associado à aprovação do projecto."

Na opinião de Gualter Baptista, "ao Ministério do Ambiente não resta outra alternativa senão
revogar imediatamente a sua decisão de aprovação dos ensaios experimentais e colocar uma moratória a quaisquer novos ensaios durante um período mínimo de 3 anos. No interesse dos cidadãos e dos agricultores que colocou em risco, deverá também apresentar a sua justificação perante esta grave negligência."


A Plataforma Transgénicos Fora é uma estrutura
integrada por onze entidades não-governamentais
da área do ambiente e agricultura (ARP, Aliança
para a Defesa do Mundo Rural Português; ATTAC,
Associação para a Taxação das Transacções
Financeiras para a Ajuda ao Cidadão; CNA,
Confederação Nacional da Agricultura; Colher para
Semear, Rede Portuguesa de Variedades
Tradicionais; FAPAS, Fundo para a Protecção dos
Animais Selvagens; GAIA, Grupo de Acção e
Intervenção Ambiental; GEOTA, Grupo de Estudos de
Ordenamento do Território e Ambiente; LPN, Liga
para a Protecção da Natureza; MPI, Movimento
Pró-Informação para a Cidadania e Ambiente;
QUERCUS, Associação Nacional de Conservação da
Natureza; e SALVA, Associação de Produtores em
Agricultura Biológica do Sul) e apoiada por
dezenas de outras. Para mais informações
contactar info@stopogm.net


Mais de 10 mil cidadãos portugueses reiteraram já por escrito a sua oposição aos transgénicos.

13.4.07

The Living Theatre - video de uma sua representação anti-militarista

No vídeo que se segue o célebre grupo teatral anarco-pacifista The Living Theatre realiza uma representação contra os centros de recrutamento do exército norte-americano.





Para consultar:

http://www.livingtheatre.org/

http://en.wikipedia.org/wiki/Living_Theater

Resist!







Documentários-video do Living Theatre em representações de rua em 1975

Julian Beck, Judith Malina - The Living Theatre May 17, 1975
Turning the Earth - A Legacy of Cain"





The Living Theatre "Woman Who Knows Something About Love"

O escritor Kurt Vonnegut morre aos 84 anos

Um dos maiores expoentes da moderna literatura americana, o escritor Kurt Vonnegut morreu aos 84 anos, em Nova York.
Vonnegut é autor de peças, ensaios e obras de ficção.
Nas décadas de 1960 e 1970, o escritor tornou-se uma figura de culto entre os estudantes com os seus clássicos da contracultura americana.
O momento definidor da vida do escritor foi o bombardeamento de Dresden, na Alemanha, pelas forças aliadas em 1945, evento que ele presenciou quando era um jovem prisioneiro de guerra.
Essa experiência serviu de base para a sua obra mais conhecida, Slaughterhouse-Five, publicada em 1969 a meio da guerra do Vietname e a um ambiente de inquietação racial e convulsão social e cultural nos Estados Unidos.
No ano passado, Vonnegut lançou um novo livro, Um Homem sem Pátria.

http://www.vonnegutweb.com/

http://en.wikipedia.org/wiki/Kurt_Vonnegut

http://www.levity.com/corduroy/vonnegut.htm

Os livros do último trimestre

Com bastante atraso só agora aparece a nossa selecção dos livros editados em Portugal ao longo dos meses de Janeiro, Fevereiro, Março. Uma lista que não está totalmente completa, e que iremos conclui-la nos próximos tempos.
Entretanto, retomamos o hábito inicial do blogue em indicar na coluna do lado direito a selecção dos livros a ler durante o mês da Abril.


- A Beleza da vida, William Morris, & etc
- Carta sobre os cegos para uso daqueles que vêem, Diderot, Veja
- Homo Juridicus, ensaio sobre a função antropológica do Direito, Instituto Piaget
- Direito do Trabalho, Júlio Manuel Vieira Gomes, Coimbra Ed.
- Obra Poética, Federico Garcia Lorca, Cotovia
- A vida fragmentada: ensaios sobre a moral pós-moderna, Zygmunt Bauman, Relógio d’Água
- A cultura do novo capitalismo, Richard Sennet, Relógio d’Água
- Peças Escolhidas, Henrik Ibsen
- Memórias de um nómada, Paul Bowles, Assírio e Alvim
- Deixa a chuva, Paul Bowles, Assírio e Alvim
- A verdadeira história dos voos da CIA – os táxis da tortura, Trevor Paglen, A.C. Thompson; Campo das Letras
- O livro da pobreza e da morte, R. M. Rilke, ed. Bonecos Rebeldes
- Origem do Drama Trágico Alemão , Walter Benjamin, Assírio e Alvim
- Tratado de Magia, Giordano Bruno, Tinta da China
- O Império da Vergonha, Jean Zigler, Asa
- A Modernidade, Walter Benjamin
- A sociedade do consumo, J. Braudillard, Edições 70
- O longo caminho das mulheres - Feminismos 80 anos depois, Org. Lígia Amâncio, Manuela Tavares, Teresa Joaquim,…,D.Quixote
-O Livro Negro das mulheres, Christine Ockrent, Temas e Debates
- Enciclopédia Ilustrada do Jazz & do Blues, Howard Mandel, Afrontamento
- A arte de viver, Epicteto, Sílabo
- O Peter Pan não existe, reflexões de um ateu, Onofre Varela, Caminho
- As Sirenes de Bagdade, Yasmina Khadra, Bizâncio
- Utopias de Cordel, Jorge Bastos da Silva, Quasi
- Uma grande razão-os poemas maiores, Mário Cesariny,Assírio e Alvim
- À sombra das árvores com história, Paulo Ventura Araújo; Maria Pires de Carvalho,…, Gradiva
- Raiz e Utopia, memória de uma revista (1977-81), reedição
- A mim não me enganam (Um ano sem ir às compras), Judith Levine, Guerra e Paz
- A face oculta do petróleo, Eric Laurent, Temas e Debates
- O roubo das almas ( Salazar, a Igreja e o Totalitarismo), Valentim Alexandre, D.Quixote
- História de Juliette ou as prosperidades do vício, Marques de Sade, Guerra e Paz
- O meu último suspiro, Luís Buñuel, Fenda
- O saque, Joe Olton, Campo das Letras
- A Vingança de Gaia:porque está a Terra a retaliar – e como podemos salvar a Humanidade, James Lovelock, Gradiva
- Aivados, posse da terra, resistência e memória no Alentejo, Inês Fonseca, Dinossauro
- O que Billy quer vestir. Dinâmicas sociaissexuais em Willa Cather e William Faulkner; Campo das Letras
- O Rasga, uma dança negro-portuguesa, José Ramos Tinhorão, Caminho
- Comércio injusto- O Romance das matérias-primas, Jean-Pierre Boris, Asa
- Meridionais, João Pedro Mésseder, Deriva
- Gente independente, Halldór Laxness, Cavalo de Ferro
- A Brasileira do Chiado, 100 anos, ed. A Brasileira
- Técnicas e jogos cooperativos para todas as idades, Xesús R.Jares, Asa

- Identidade e violência,Amartya Sem, tinta da china
- Diálogos com Leucó, Cesare Pavese, Assírio e Alvim
- Saberes partilhados, o lugar da utopia na cultura portuguesa, Fátima Vieira (org.) , Quasi
- Pombas de Guerra, 4 mulheres na Guerra Civil espanhola, Paul Preston, Campo das Letras
- Lobos em Portugal, Paulo Caetano, ed. Má Criação
- Auto-retrato, Freddie Mercury, Campo das Letras
- O cão andaluz, Jorge Seabra
- Responsabilidade e Juízo, Hanna Arendt, D.Quixote
- Um, ninguém e cem mil, Pirandello, Cavalo de Ferro
- Toda a história do mundo, Jean-Claude Barreau, Teorema
- Náufragos no paraíso (os incríveis eventos dos Robinsons Crusoes de carne e osso), James C. Simmons; Antígona
- Bobos na Corte, Conde de Sabugosa, Caleidoscópio
- Como há-de ser o mundo no ano 3000, Émile Souvestre, Quasi
- Como se faz um filósofo, Colin McGinn, Bizâncio
- Agora ou Nunca, Tom Spanbauer, Bizâncio
- Sangue sábio, Flannery O’Connor, Cavalo de Ferro
- A saga de Gosta Berling, Selma Lagerlof, Cavalo de Ferro
- O Processo de Damião de Goes na Inquisição, Raul Rêgo, Assírio e Alvim
- A Vida Conjugal, Sergio Pitol, Assírio e Alvim
- Imagens de Pensamento, Walter Benjamin
- O Mírgorod, Nikolai Gógol
- Álvaro Lapa - Voz das pedras, António Rodrigues
- Viagens no tempo no universo de Eintein, Richard Gott, Quasi
- Patty Diphusa, Pedro Almodôvar, quasi
- A cibernética, onde os reinos se fundem, Porfírio Silva, quasi
- A obra de arte e o seu mundo, Fernando Guimarães, Quasi
- Manuscritos Gertrudes, Manuel Silva Teles, Guerra e Paz
- Memórias, Jorge Silva Melo, Cotovia
-Júlio César, Shakespeare, Cotovia
- A realidade do artista.Filosofias da arte, Mark Rothko, Cotovia
- Ensaios sobre Píndaro, Maria de Fátima Sousa e Silva, outros, Cotovia
- Curso Breve de literatura brasileira-vol XIV, Conversa de burros,banhos de mar e outras crónicas exemplares, Cotovia
- Elas somos nós, O Direito ao Aborto como Reivindicação -Democrática e Cidadã, Andrea Peniche, Afrontamento
- Flausino Torres (1906-1974) ,Documentos e fragmentos de um intelectual antifascista, Paulo Torres Bento, Afrontamento
- Porto: Da cidade inventada, Helder Pacheco, Afrontamento
- Mundo Perdido, Patrícia Melo
- Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre - Octavio Rodríguez Araújo, Campo das Letras
- O Leopardo, Giuseppe Tomasi de Lampedusa
- Vertigens, W. G. Sebald, Teorema
- Babyji, Abha Dawesar, Asa
- Líricas Come On & Anos, Rui Reininho, Palavra
- A dança da Victória, António Skármeta, Dom Quixote
- Travessia de Vaia, Truman Capote, Dom Quixote
- Concerto das Artes, Kelly Basílio (org.), Campo das Letras
- Estado de Guerra, A história secreta da CIA e da Administração de Bush, James Risen, ed. Quidnovi
- Lendas de Trás-Os-Montes e Alto Douro, José Viale Moutinho, esfera do caos
- Vidas Novas, José Luandino Vieira, Caminho
- A medida do mundo, Daniel Kehlmann, Presença
- A uma deus desconhecido, John Steinbeck, Livros do Brasil
- Ratos e homens, John Steinbeck, Livros do Brasil
- Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley, Livros do Brasil
- A mulher Nua, Desmond Morris, Relógio d’Água
- Biotecnologia(s) e propriedade intelectual, J.P. Remédio Marques, Almedina
- O lugar do direito na protecção do ambiente, Maria da Glória Garcia, Almedina
- Ver, compreender, analisar as imagens, Laurent Gervereau, Edições 70
- Atlas de Música-vol. II do barroco à actualidade, Ulrich Michels, Gradiva
- Raul Brandão, do texto à cena, Rita Martins, Imprensa Nacional
- O Espírito da letra, ensaios de hermenêutica da modernidade, Leonel Ribeiro dos Santos
- A Charneca ao entardecer, Florbela Espanca, Quasi
- Do pós-modernismo à exposição zero, Isabel Nogueira, Veja
- O Fundo da Baía, Joseph Mitchell, Âmbar
- A face da guerra, Marta Gelhorn, D. Quixote
- Ouve-se sempre a Distância Numa Voz. Rui Nunes, relógio d’Água
- Para a compreensão histórica da infância, Vários, Campo das letras
- Os direitos da criança- da participação à responsabilidade. O sistema de protecção das crianças e jovens, Paulo Delgado, Profedições
- Marxismo e educação – vol 1, vários, Profedições
- Mário Barradas, um homem no teatro, ed. Adágio
- A morte melancólica do rapaz ostra & outras histórias, Antígona
- Alentejo Blues, Mónica Ali, ed. Caderno
- Memórias, Edmundo Pedro, Âncora edições
- Um cruzamento de fronteiras. O discurso dos concelhos da Guarda em cortes, Maria Helena Cruz Coelho e Luís Miguel Repas, Campo das Letras
- Hannah Arendt, Os mundos da razão, Margarida Amaral, Esfera do Caos
- Serviços secretos portugueses, José Vegar, A esfera dos livros
- A cidade como arquitectura, Nuno Portas, Livros Horizonte
- A filosofia na Alcova, Marquês de sade, Antígona
- Andreas, Hugo Von Hofmannsthal, Relógio d’Água
- Descrição da mentira, António Gamoneda, Quasi
- Os náufragos do mar de palha, João Medina, Livros Horizonte
- Memória de um inconformista, Gonzalo torrente Ballester, âmbar
- Minoria eróticas e agressores sexuais, Afonso Albuquerque, D.Quixote
- A terra sobre a corda bamba, Éric Lamben, Inst-Piaget
- Voz das mulheres de Timor Leste; Teresa Cunha, Afrontamento
- A Nuvem do não saber, obra mística do séc. XIV de autor anónimo, Assírio e Alvim
- Manifestos e Conferências, José de Almada Negreiros, Assírio e Alvim
- Música minha antiga companheira desde os ouvidos da infância,José Gomes Ferreira, Campo das Letras
-P ensar a música, mudar o mundo- Fernando Lopes Graça, Mário Vieira de Carvalho, Campo das Letras
- As Marionetas e o Anão - O Cristianismo Entre Perversão e Subversão, Slavoj Zizek, Relógio D'Água,
- As Metástases do Gozo, 6 ensaios sobre a mulher, Slavoj Zizek, Relógio D'Água,
- A subjectividade por vir, Slavoj Zizek, Relógio D'Água,
- Cartas a uma jovem matemática, Ian Stewart, Relógio d’Água
- Bilitis, Rui Reininho, Quasi
- As origens do Totalitarismo, Hanna Arendt, D. Quixote
- Amor Louco, André Breton
- Morte no Verão, Yukio Mishima, Estampa
- O pássaro pintado, Jerzy Kosinski, Livros de Areia
- O silêncio do patinador, Juan Manuel de Prada, Âmbar
- A crise das identidades, Claude Dubar, Afrontamento
- O último negreiro, Miguel Real, Quidnovi
- Ventos da minha alma, Sebastião Alba
- Voz consonante (traduções), António Ramos Rosa, Quasi
- Plea Bargaining, aproximação à justiça negociada nos EUA, Pedro Soares de Albergaria,
- Diário da guerra aos porcos, Adolfo Bioy Casares, Cavalo de Ferro
- Requiem, António Tabucchi, D.. Quixote
- História do Aborto, Giulia Galeotti, Edições 70
- Crematório sentimental, Golgona Anghel, Quasi
- Hereditas, Vasco Araújo, Assírio e Alvim
- A história da educação em Portugal, Vários, Asa
- Auto-retrato, Freddie Mercury, Campo das Letras
- O cão andaluz, Jorge Seabra
- A arte de amar da burguesia, José Machado Pais, ICS
- Sou todo ouvidos, Joseph Mitchel, Âmbar
- Pantagruel, Rabelais, Frenesi
- Vida coetânea, Raimundo Llull, Ariadne
- A musa irregular, Fernando Assis Pacheco, Teorema
- A realidade do artista. Filosofia da arte, Mark Rothko, Cotovia
- Paulo Freire na história da educação o tempo presente, Afonso Celso Scocuglia, Afrontamento
- A Informação. Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico, Armando Malheiro da Silva, Afrontamento

Cédula profissional do Sr. Engenheireiro Sócrates

Após aturada investigação nos arquivos da Ordem dos Engenheireiros conseguimos encontrar fotocópia da cédula profissional do Dr. Engenheireiro José Sócrates. Para que não restem dúvidas da rectidão e do cáracter do primeiro-ministro português.