14.2.11

O Egipto, a Tunísia e o conformismo da canção dos Deolinda




“Notícia de última hora: daqui a minutos vai haver uma festa no palácio presidencial!”.
(Faixa na praça Tahrir empunhada por uma egípcia).

O Egipto, a Tunísia e o conformismo da canção dos Deolinda

Afirmar que aquilo que de mais importante se passou nos últimos tempos em Portugal foi o levantamento popular na Tunísia e no Egipto conduz-nos à necessidade de reflectir sobre o que nos aproxima e o que nos distancia desses dois países da outra margem do Mediterrâneo.

Pese embora num primeiro relance não pareça, é o contexto económico o que mais nos aproxima. As coordenadas da macroeconomia e os ditames do funcionamento do capital, com as relações de poder autocráticas que comportam, são os mesmos: de um lado subsidiarização pelos EUA/CIA, do outro subsidiarização pelo Banco Central Alemão. Em ambas as sociedades, dependência e controlo externo, destruição do tecido social, precarização dos assalariados, crescente sub-emprego e desemprego generalizado de camadas jovens, coesão social estilhaçada.

Separa-nos o contexto político e do imaginário social – sem nos determos nas diferenças culturais e identitárias, frequentemente televisionando o dispositivo integrista de olhar o mundo (quer o eurocentrismo maioritário a Ocidente, quer a violência minoritária de grupos religiosos islâmicos), encobrindo o que nessa diferença e diversidade existe de potência contra a supremacia cultural do capitalismo globalizado e da ordem dominante.

Os tunisinos e os egípcios encontram-se numa fase histórica que explica a razão de reivindicarem um estado social e mais justiça no quadro de uma economia de produção. Mesmo essa crença difusa da democratização da sociedade através da centralização do poder em órgãos representativos do Estado parece admissível, se confrontada com o espectro de uma atroz ditadura de 30 anos.

Assiste-lhes o direito a percorrer pelo próprio pé o logro que representa a sociedade do bem-estar, a mentira da equidade e coesão dentro do quadro de uma economia de produção capitalista, e, ironicamente, arroga-se-lhes o direito a ignorarem a gargalhada sarcástica das personagens cosserynianas, mal estas ouvem o argumento da democratização do poder central…

Paradoxalmente, centenas de milhar de egípcios exigem o advento do liberalismo, com mais fé do que os mollahs arvoram a sharia. Esse conceito que explica, em parte, o vazio político que se criou nas sociedades ocidentais, ou melhor, a política do vazio: aquela que fez crer a cada cidadão que a rua não é dele, que lhe inculcou que a sua actividade política é no máximo insultar o circo governativo à hora do telejornal. Nesse vácuo e nesse controlo do imaginário que estabelece como fronteira política a porta de casa, quando muito a porta do café, e três notas a mais ou a menos na carteira no fim de cada mês, cresceu como nunca o terreno mole e dócil para fortalecer a cultura do “nada se passa” e a hegemonia dos poderes dominantes e das oligarquias que o regulam. Sem o liberalismo e o entretenimento não seria possível chegar ao apagão político da sociedade. Pudesse o levantamento popular no Egipto, que despertou a consciência política em colectivo e com focos generalizados de auto-organização, não ser amansado pela vertigem eurocêntrica do liberalismo ideológico. E se desde a queda de Mubarak o Exército tem tentado dispersar os contestatários da praça, que de pedra e cal fizeram da rua a sua vida e da sua vida um gesto político de dissensão, os apelos e as armadilhas do liberalismo serão bem mais sofisticados e sinuosos do que a mera necessidade de restabelecer “o trânsito” evocada pelos militares.

Se parece certo que os líderes religiosos só entraram na carruagem quando o comboio do levantamento popular já tomara balanço, parece evidente que entre as burocracias que ocuparão o Estado egípcio e que desviarão o eixo do movimento de base, da sua energia, da sua alegria desarmada e desarmante, da sua potência para a auto-organização, a mais politizada e dissidente será a Irmandade Muçulmana.

O terror ao islão fabricado a Ocidente parece encandear e simplificar o facto de no Egipto nenhuma força política ser tão consistentemente contra a ordem dominante como a Irmandade Muçulmana, a única que despreza a submissão ao imperialismo político das potências estrangeiras e aos seus interesses; a única que poderá redefinir a história de opressão e cerco do povo palestiniano; aquela que praticamente a solo manteve uma relação política e social quotidiana com os mais espoliados e desfavorecidos (sem querer esquecer, neste âmbito, os movimentos sociais de defesa dos direitos humanos que ao longo dos últimos anos nunca baixaram os braços no Egipto apesar das prisões, da tortura, da humilhação e do controlo a que estavam sujeitos). E que uma leitura apressada e maniqueísta não veja aqui a defesa de um Estado confessional…

O passo que ficará por dar, quer pelos movimentos de base que alastraram pelo Egipto (como na Tunísia), quer pela Irmandade, é o confronto com o profeta MacDonald: a regulação das relações de poder pelo capitalismo, que vai da fábrica à sala de operações diplomáticas da embaixada estado-unidense.

A acumulação do poder político no Ocidente não precisa de uma via autocrática pura e dura, porque o liberalismo concedeu ao ultra-capitalismo uma arma de regulação espectacular: a abdicação das massas de cidadãos ao seu papel político. Na verdade, à interiorização e politização generalizada do conceito chave do liberalismo: a admissão de que o papel das massas é reproduzir na prática e na teoria a crença de que o papel político de cada um não existe. E esse papel político que se toma por apolítico é desempenhado maciçamente no quotidiano do espaço público, no trabalho, nas escolas, nos tempos livres, na cultura, reproduzindo, socializando, politizando, fazendo crescer a mais perigosa das ideologias, aquela que não se vê e prospera como acções do BPN: a ideologia da não-ideologia. Essa ideologia inconsciente e desapaixonada concorre como nenhuma outra para a desmesura do pensamento único e para manter o pensamento dissidente na inépcia e na aridez.

O liberalismo, juntamente com a tecno-ciência e a indústria do entretenimento/cultura da sociedade de consumo, permitiu uma aceleração da coesão capitalista em todas as esferas, numa transversalidade medonha, numa agonia da dissensão jamais vista.
E essa coesão, regulada e determinada hoje pelas oligarquias financeiras, económicas e militares, tem ainda um inatacável álibi humorístico: os hemiciclos da democracia representativa, que nada podem decidir e que representam apenas uma divisão de honra num campeonato de interesses e poderes próprios e viciados.

Há uma parte do hemiciclo português que devia olhar para a praça Tahrir e perceber que a população egípcia deu um passo decisivo contra a ordem política instalada sem líderes nem burocracia, que a polícia foi derrotada e que não se deve chamá-la para controlar os movimentos sociais, que um minuto do movimento auto-organizado numa praça tem uma alegria e vitalidade que nenhum hemiciclo atinge nem transformando São Bento noutro tipo de parque temático…

Quanto à esquerda parlamentar anti-capitalista, de moção de censura em moção de censura, a sua placa giratória contribui para a ilusão de uma regulação mais funcional do capitalismo, para uma humanização e reforma da economia predatória e global em que vivemos. Reféns da lógica da política parlamentar e unicamente aptos a pensarem o seu papel enquanto instrumentos da própria ordem dominante, que lhes impõe o terreno dócil onde se parlamentam as condições necessárias à preservação do status quo, unificando ilusoriamente o terreno que o capitalismo determina como antagónico, as direcções comunistas e bloquistas negoceiam só aquilo que os Mercados estipulam como possível estabilização dos desequilíbrios e iniquidades, reivindicando direitos e concertando salários de 500€ para recauchutarem um antagonismo de negociata do supérfluo por há muito terem abdicado do necessário.

A deriva de pacotes de promoção revolucionários no Facebook, na visão instantânea e publicitária à la Zeitgeist, e os escassos movimentos precários compõem o ramalhete exigindo a integração na… precariedade do sistema. Não deixa de ser a grande vitória a toda a linha de uma única maneira de pensar a economia de vida: enquanto os operários da geração anterior (das lutas dos anos 60/70) queriam reapropriar-se dos meios de produção, hoje os assalariados virtuais e estatísticos querem a esmola-integradora no sistema que lhes espoliou as bases materiais e utópicas, sem que para tal, o dito sistema, lhes ordene a ampla aceitação de um imaginário de submissão.
Imaginário esse, que tem ainda como legitimação a mitologia do progresso que continua a avançar não só perpetuando a iniquidade social e agravando o fosso económico entre ricos e pobres, como exacerbando a diferença entre Ocidente e países pobres, arruinando economias locais e comunitárias.

A almejada sociedade do lazer e da reapropriação do tempo livre que seria assegurada pela explosão da tecnologia, só garantiu a sempre notável capacidade inspiradora da lógica e das estratégias do capitalismo (bem longe das teorias conspirativas, o capitalismo é “inspirativo”, não conspira as condições da base exploratória que o sustenta, inspira-se nessas condições mutáveis para as degradar e moldar ao vórtice lucrativo).

A ideia do progresso (económico) é a falsa abundância que o capitalismo trouxe. Terrivelmente falsa, porque primeiro fez-nos crer que o progresso se confundia com o excesso material, a abundância de bens e da técnica, e depois porque perpetuou num contexto de “abundância” a iniquidade social e a exploração. Como corolário calamitoso, a ideia do progresso acelerou a lógica suicidária da destruição dos recursos do planeta, gerando com a estratégia ultra-produtivista a delapidação de recursos, num curto-prazo transformados em lixo, desperdício e resíduo, e legando às gerações vindouras a impossibilidade de terem acesso a recursos naturais (entretanto escassos ou extintos) para construírem as bases da sua economia e da sua sustentabilidade, e deixando-lhes ainda o problema adicional de se desembaraçarem do lixo e da sociedade do desperdício, e de terem de inventar energias alternativas.

A questão mais premente não é tanto a de saber como é que as classes dominantes recuperaram o controlo sobre a produção e a distribuição de riquezas, mas como conseguiram estabelecer a crença de que essa riqueza pode ser reapropriada socialmente.

E, mais profundo, desmistificar do imaginário que essa crença da riqueza e da sua distribuição social não deve ser questionada em si, que essa riqueza e acumulação desmesurada são um bem em si e que não pode parar.

Se o mito do progresso económico e tecnológico contaminou uma geração revolucionária, quer a que seguia a corrente marxista-comunista, quer a que praticava as premissas teóricas do anarquismo, se o imaginário revolucionária estava encantado e se esse encanto tinha ou não à época condições generalizadas de ser criticado e desmistificado, é uma questão que não encobre a resposta política e colectiva de uma geração (sem nos determos aqui naquilo que as distinguia).

Resposta que fracassou a quase toda a linha – a política, a da transformação das relações de poder, e a económica –, mas que teve como condão alargar o imaginário da geração que deitou ao mundo, ultrapassando as meras conquistas de conforto e bem-estar económico, oferecendo-lhe as condições materiais e conceptuais para uma libertação das possibilidades do que fazer com a realização da sua vida no seio de uma economia excedentária.

Se é compreensível que milhões de jovens tenham perdido a capacidade para a autonomia e a auto-organização, é terrivelmente obsceno que a geração que se auto-descreve como mais culta, mais crítica, mais “academizada”, não veja a chantagem onde se acoita e deseja cumprir a sua vida e a sua realização humana.

(É tão cego e pobre como a última grande concentração de protesto contínuo no país, a luta dos professores, cujo leit-motiv da sua reivindicação era a questão da progressão na carreira e a auto-avaliação dos professores, com a concomitante redução de salários, fazendo da questão remuneratória a base do seu antagonismo à política educativa liberal-capitalista, ignorando a questão do sistema educativo em si, essa fábrica de produção dos valores caros ao capital: competição, individualismo, salve-se quem puder, violência, primado da técnica e da estatística, e menosprezo da auto-organização, da autonomia, da consciência crítica, da solidariedade, do trabalho colectivo e do conhecimento holístico dos saberes).

A magia do liberalismo, ao serviço da sofisticação do imaginário do capital, levou-nos a pensar que a vida económica de cada um é um reduto do mérito e da liberdade individual e não um processo de conquista e participação colectiva.

O único compromisso de que um jovem europeu, excedentário e mergulhado na abundância, faz finca-pé é o compromisso com a sua exploração. Se o insulto que representa na Europa de hoje uma esmagadora maioria “lutar” com a miséria conceptual deste pressuposto, o insulto vai directo e concreto para a geração operária, da classe média e/ou da contra-cultura, que nos anos 60/70 do século passado, encetou processos colectivos de transformação social.

O espantoso não é só esta geração em Portugal, na Espanha, na Grécia, constatar que a economia de produção não lhe garante essa liberdade – quanto mais uma liberdade colectiva e ecologicamente sustentável – como, em vez de pôr em causa essa economia de produção, abdicar desse imaginário do que fazer com a possibilidade da sua liberdade de realização, esvaziando de sentido o legado de lutas emancipatórias da geração que a precedeu e, ainda mais grave, fazendo descer o nível do imaginário da próxima geração à servidão voluntária.

Engrossando call-centers, saltando de shopping em shopping, fazendo de caixa nos hiper-mercados, especializando-se em estágios, “tecnificando-se” com pós-licenciaturas, ou reivindicando, na qualidade de precário ultra-qualificado, um lugar na exploração do sistema, baixará o nível do imaginário da próxima geração a um patamar insolitamente miserável nesta velha e respeitável Europa do século XXI.

Especializado em pedir pela integração na selva do capital, quem é este precário? Aquele a quem nunca faltou nada de básico para sobreviver e que alienou a sua capacidade de viver além do imaginário dado pela fase actual do capitalismo. O precário é aquele que agora se apressa a desejar aquilo que os pais (ou uma parte deles…) conquistaram, o (falhado) Estado social e do bem-estar, aquilo que o capitalismo já nem sequer se dá ao trabalho de vender!

O precário reivindica a integração na sociedade que o abandona, lhe disseca o imaginário, lhe mutila a dimensão emancipatória. O precário europeu é aquele que não sabe escapar à chantagem do sistema. De petição em petição, milhares de jovens precário-privilegiados – essa minoria mundial que tropeça no excesso de bens, de recursos tecnológicos e no património cultural – vive incapaz de se organizar para refazer a (sua) economia, repensar as suas necessidades, e de garantir a autonomia das suas condições de susbsistência e os meios de realização pessoal e colectiva.

Ironia confrangedora, um jovem argelino, tunisino ou egípcio, ao olhar para as vagas migratórias que a Europa tenta regurgitar ou para as bolsas de pobreza do centro do Porto, do Vale do Ave, ou da Andaluzia, sabe melhor do que nós a falsidade do apologético Estado social europeu, assim como entende mais facilmente o cerco e as armadilhas à independência económica montado pelas economias reguladoras do FMI, EUA e Banco Central Europeu.

As loas generalizadas à música dos Deolinda só revelam a miséria ideológica cavada pelo capitalismo: toda a emancipação e dignidade humana se resumem à assunção de um niilismo existencial e colectivo que só pode ser colorido com a plena integração na máquina do capital. A área cinzenta da vida dos canudo-iludidos é a incapacidade de pensarem a sua vida além e aquém do capitalismo e das fronteiras que a sua lógica demarca, através do seu marketing, da sua indústria cultural e de entretenimento, da burocracia governativa, e no seio do império quotidiano da autocracia das empresas.

A canção dos Deolinda “não é um grito de revolta”, é o sussurro do conformismo. E a glorificação do que existe é o conformismo do imaginário. A real e profunda precariedade é a precariedade do imaginário, aquela que dita e exige o direito à exploração. Se quisermos, o apodrecimento e desaparecimento do pensamento utópico.

Já não é apenas tornar-se insensível com a degradação das relações humanas e perder toda a perspectiva de autonomia pessoal e colectiva, mas a pura rendição da consciência.
Entretanto, os palácios na Europa continuarão a fazer a festa.

Júlio do Carmo Gomes

12.2.11

Dos motins às revoluções - mesa-redonda no dia 19 de Fev.

http://u-ni-pop.blogspot.com/

Mesa-redonda DOS MOTINS ÀS REVOLUÇÕES, E VICE-VERSA

Casa da Achada, no Sábado, 19 de fevereiro, às 15h, com entrada livre

organização UNIPOP e revista imprópria

com a participação de:
Miguel Cardoso
Pedro Rita
José Soeiro
Manuel Loff
Paulo Granjo
Ricardo Noronha

A partir dos mais diversos pontos, de Roma a Tunes, do Cairo a Oakland, de Londres a Beirute, de Buenos Aires a Atenas, de Maputo a Sana, um conjunto muito significativo de lutas, manifestações, greves, ocupações tem vindo a ter lugar. Um elemento comum, além da assinalável capacidade de mobilização, parece ser o facto de muitas destas acções assumirem, formal e substancialmente, o questionamento não só da ordem estabelecida, mas também do padrão normalizado da luta política legal e confinada aos limites do poder de Estado. Num contexto de crise do capitalismo global, a ordem pública é confrontada com uma desordem comum que toma as ruas como o seu espaço, resgatando palavras como «revolução», «revolta», «motim». O debate que propõe a UNIPOP passa por procurar identificar que outros pontos de contacto têm estes diversos focos de luta, bem como quais são os seus limites, e perceber em que medida é que um certo efeito de arrastamento pode ou não ter como consequência a constituição de uma resposta emancipadora à crise do capitalismo global, ou seja, que articulação têm estes movimentos com o paradigma da «revolução» e de que modo o reconfiguram.

11.2.11

Protesto da Geração à Rasca ( todos à Av. da Liberdade, 15h., em Lisboa)

PROTESTO DA GERAÇÃO À RASCA (12 de Março. às 15h. na Av. Da Liberdade)
http://www.facebook.com/event.php?eid=180447445325625

Sábado, 12 de Março às 15:00
Avenida da Liberdade – Lisboa

- Pelo direito ao emprego!
- Pelo reconhecimento das nossas qualificações, espelhadas em salários e contratos justos!
- Porque não queremos ser todos obrigados a emigrar, arrastando o país para uma maior crise económica e social!
- Pela melhoria geral das condições de trabalho e o fim da precariedade!~

"Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar"
Deolinda ( parte da letra da canção da banda Deolinda)

Debate-esclarecimento sobre direitos e contribuições para a Segurança Social (dia 12 de Fevereiro no Porto, às 15h, e em Braga, às 23h)


Debate/Esclarecimento - 12 de Fevereiro -

Porto - às 15h. no Balleteatro, na Rua Infante D. Henrique, 30 (à Ribeira)

Braga às 23h na Velha-a-Branca


Os primeiros debates-esclarecimento no âmbito da iniciativa nacional "Segurança Social: Direitos e Contribuições" vão ocorrer este Sábado, dia 12, no Porto e em Braga.

No Porto, o debate foi preparado e organizado em colaboração com a Plateia - Associação de Profissionais das Artes Cénicas e será no Balleteatro (Rua Infante D. Henrique, 30 (à Ribeira)), às 15h.

À noite, os movimentos estarão em Braga, no Velha-a-Branca, pelas 22 h. Para que todos possamos exigir os nossos direitos precisamos de os conhecer, de partilhar experiências de organização e ideias de transformação e de luta. A resposta à austeridade tem de ser colectiva.

Esta iniciativa é aberta a todas as pessas e organizações, por isso, lançamos um apelo para que os grupos ou organizações que pretendam (em qualquer cidade do país) organizar uma iniciativa no âmbito deste percurso, entrem em contacto com os movimentos através do mail direitosecontribuicoes@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar (ou com o formulário de contacto ao lado).

O apelo está lançado e a oportunidade está criada. Aparece, traz um(a) amigo(a) e vem construir uma resposta e exigir os teus direitos.

http://www.antesdadividatemosdireitos.org/antesdad/index.php

FMI ou como morrer da cura - debate no dia 12 de Fev. às 21h30 na sede dos Precários Inflexíveis, na Lx Factory




O FMI é hoje apresentado como um salvador da economia portuguesa, ou no mínimo como um mal necessário, a chegar em breve. As medidas de austeridade implementadas pelo governo nos últimos meses já se apresentam em sintonia com o plano de sacrifícios para a classe trabalhadora, tradicional da acção deste fundo que inscreve nas suas fundações o apoio ao desenvolvimento económico dos países - mas na verdade que desenvolvimento é este?

O registo histórico de mais de 60 anos de acção do FMI mostra os resultados que as suas acções trazem aos países - desde a África Subsahariana até ao antigo bloco de Leste, passando pela América Latina - aumento do fosso entre os mais ricos e os mais pobres, precarização absoluta do trabalho, perda de independência económica e fome. No entanto, os juros dos empréstimos do FMI sempre contribuíram para empobrecer os países que a ele recorreram e tornar o FMI uma instituição bastante rentável.

A entrada do fundo na Grécia, Irlanda e outros países europeus está longe de ter atingido quaisquer dos objectivos a que se propôs, sendo provável que a dívida contraída não venha a ser paga. Mas todos os dias aparecem nos media mais especialistas que procuram demonstrar inequivocamente que a culpa é dos trabalhadores, que todos têm direitos a mais e que o FMI trará as reformas necessárias à recuperação da economia portuguesa.
Com a presença dos economistas João Rodrigues (Ladrões de Bicicletas e CES) e Sara Rocha (ATTAC), os Precários Inflexíveis organizam mais um debate para esclarecer as principais motivações de uma chamada do FMI a Portugal, quais as principais medidas que o fundo tomaria e que resposta poderá a sociedade dar a uma retirada massiva de direitos e qualidade de vida

Plantação (retancha) de árvores em Ponte de Sôr; e transpalnte de carvalhos na confraria do Bom Jesus, em Braga (12 de Fevereiro)



Plantação de árvores autóctones - "Projecto Criar Bosques"
http://criarbosques.wordpress.com/

Proceder à retancha (replantação) de árvores, em locais onde as mesmas não resistiram à primeira época estival

Data: 12-2-2011

Hora: 9h em Évora; 10.00 em Avis; 10.30h em Ponte de Sôr (ver abaixo Pontos de encontro)

Local: Casal de Vale de Salteiros (freguesia de Longomel; concelho de Ponte de Sor)

Pontos de encontro:

- em Évora: às 9h, no Rossio em frente ao portão do Jardim das Laranjeiras;
- em Avis: às 10 h, no jardim em frente da Escola B23 Mestre de Avis;
- em Ponte de Sor: às 10h.30m, em frente à Rodoviária Nacional

QUERCUS - Associação Nacional de Conservação da Natureza
Núcleo Regional de Portalegre
Apartado 163, 7301-901 PORTALEGRE, Telefs: 96 010 70 80 / 96 020 70 80
E-mails: portalegre@quercus.pt /
quercus.portalegre@gmail.com
Web page:
www.quercus.pt

Orientação ao local:
AQUI
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Transplante de carvalhos na Confraria do Bom Jesus – Braga

Data: 12-02-2011
Hora: 14:30, no coreto à frente da Loja das Estampas, Bom Jesus

Local: Confraria do Bom Jesus, Braga

Contactos: Ana Cristina Costa (braga@quercus.pt / 927986133)

NOTA: As inscrições são obrigatórias. Por favor indiquem o vosso nome e contacto (telemóvel e e-mail).

9.2.11

Pão rebelde com preço livre às 4ªs feiras na cidade do Porto



Cada a quarta-feira fazemos o pão para vender a preço livre.

Levanta-o na Casa da Horta (Rua de São Francisco, 12A, à Ribeira) e na Casa Viva ( Praça Marquês de Pombal 167), ambas na cidade do Porto

Encomendas:
paorebelde@gmail.com

O pão também se quer assim: rebelde!

http://paorebelde.pegada.net/

Greve dos ferroviários paralisa amanhã os comboios em todo o país, depois das greves de hoje na Transtejo, STCP e Carris.


Amanhã, 10 de Fevereiro, está marcada uma greve dos trabalhadores ferroviários que vai paralisar os comboios em todo o país.
Consultar: http://www.sntsf.pt/

Hoje, estiveram em greve os trabalhadores da Transtejo, Carris e STCP.

No Porto, o plenário dos trabalhadores do STCP - Porto levou à recolha total dos autocarros em serviço, o que levou à paralisação de todos os serviços da empresa.

A greve na Transtejo teve uma adesão entre os 92% e os 98%, segundo os sindicatos. Entre as 5.50h e as 9.15h desta quarta feira as ligações por barco entre Lisboa e Cacilhas estiveram interrompidas devido à greve, o mesmo se repetindo no fim da tarde do dia de hoje.

Na Carris, a paralisação entre as 10h e as 14h teve uma adesão de cerca de 50%, segundo declarou à agência Lusa o dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal (STRUP), Manuel Leal.

Na sexta feira, 11 de Fevereiro, paralisarão os trabalhadores da Soflusa (empresa dos barcos da ligação Lisboa-Barreiro) durante duas horas em cada turno. Para o mesmo dia estão convocadas paralisações nas empresas privadas do transporte rodoviário de passageiros.

Também os trabalhadores dos CTT farão greves parciais nos dias 10 e 11 de Fevereiro.

Recorde-se que na 2ª feira, dia 6 de Fevereiro, realizou-se uma greve no Metro de Lisboa com uma adesão total dos trabalhadores, o que levou à paralisação total. Os trabalhadores desta empresa, mais uma vez, revelaram uma forte unidade na luta,e o seu repúdio pelo roubo dos salários que o governo está a impôr, reivindicando o cumprimento integral do Acordo de Empresa e o direito à negociação colectiva para a negociação das suas condições de trabalho.

Encontro de professores esta 6ªfeira (11 de Fev.) na Escola Secundária de Camões (em Lisboa) por iniciativa do movimento 3R

ENCONTRO DE PROFESSORES, ESTA SEXTA, DIA 11 FEVEREIRO NA ESCOLA SECUNDÁRIA de CAMÕES.

APARECE PARA QUE A NOSSA LUTA PELA ESCOLA PÚBLICA POSSA CONTINUAR

http://3rs-spgl.blogspot.com/

Movimento reivindicativo de professores 3R ( renovar, refundar, rejuvenescer)

Este novo movimento independente de professores congrega colegas da zona Sul do país, uma zona que tem tido pouco protagonismo nas lutas de professores. O movimento chama-se 3R`s: Renovar, Refundar, Rejuvenescer e tenta ajudar a Renovar, Refundar e Rejuvenescer o movimento reivindicativo de professores dentro e fora dos sindicatos e a impulsionar alternativas democráticas e combativas para defender a nossa classe e a escola pública contra os governos que cedem milhares de milhões para os "boys" nos BPN e nas Parcerias Público-privadas (PPP).






Começou a revolta que ainda não faz barulho
(texto de Kátia Catulo publicado no jornal i)

Professores estão ansiosos por gritar nas ruas contra os cortes na escola pública e nem querem esperar pela convocação dos sindicatos


O apelo circula nos emails, nos corredores das escolas, nos encontros marcados ao fim-de-semana, nos plenários organizados ao final da tarde ou à mesa dos restaurantes. Os professores conspiram quando e onde é possível, sem esperar pelos sindicatos para preparar os protestos contra a vaga de despedimentos e os cortes anunciados para o próximo ano lectivo. Querem ir para a rua depressa e a falta da logística das organizações sindicais não os impede de acreditar que vão conseguir mobilizar milhares de colegas nas praças ou nas avenidas de Lisboa. O comboio já está em movimento e a cada dia ganha mais velocidade.

Nas escolas de Setúbal ou de Oeiras são os professores que saem das aulas com vontade de se reunirem em vez de irem para casa ruminar sobre as desgraças que julgam virem aí. "A facilidade com que os professores se juntaram espontaneamente há poucos dias na Escola Básica Luísa Todi foi surpreendente", conta Jaime Pinho, do Movimento Escola Pública (MEP). Foi o princípio de uma corrente que em poucas horas contagiou a escola onde dá aulas mesmo ali ao lado - a Secundária D. João II - e estará prestes a entrar noutros agrupamentos de Setúbal ou de Palmela.

"Na minha escola, por exemplo, há uma grande vontade por parte dos professores de começarem a fazer qualquer coisa para travar o Ministério da Educação", explica Jaime Pinho. Os contactos já começaram - professor a professor, escola a escola, até entrarem em todas e conseguirem organizar um plenário com os docentes de todo o concelho de Setúbal. E depois logo se vê: "O que fazer com este movimento que está agora a germinar é ainda uma incógnita. Sentimos que o mínimo que podemos fazer é gritar alto numa praça da capital."

Em crescendo Em Oeiras a onda de protestos também já está formigar dentro das escolas. Começou sem fazer muito barulho, mas é para ir crescendo até ganhar a escala de uma manifestação nacional. Na próxima semana distribuem-se panfletos aos pais e encarregados de educação para mostrar o ponto de vista dos professores sobre as consequências dos cortes orçamentais previstos para a educação. Na semana seguinte há pelo menos duas escolas do concelho em que os professores vão parar e fazer um minuto de silêncio. Ainda antes de Fevereiro terminar, o murmúrio vai sair dos portões e ficar frente às escolas. Algumas dezenas de professores irão empunhar cartazes e faixas em "defesa da escola pública".

Todo esse reboliço tem um grupo de professores por trás - o movimento 3R - Renovar, Refundar e Rejuvenescer. São pouco mais de 40 professores da Grande Lisboa, mas esperam vir a contaminar outras escolas. E é por isso que esta tarde vão ocupar um restaurante de Carcavelos. A convocatória para os professores participarem neste encontro chegou por emails disseminados com a eficácia de um vírus informático. "O objectivo desta iniciativa é apenas partilhar as ideias que vamos tendo para lutar contra aquilo que consideramos ser a destruição da escola pública", diz André Pestana, professor contratado em Oeiras e um dos coordenadores do 3R. Partilhando as ideias com os colegas vão encorajando outras escolas a fazerem o mesmo.

À mesa do restaurante, André Pestana vai tentar chegar mais longe. Quer sondar até onde os colegas estão dispostos a ir: "Estamos ainda a ponderar lançar algumas ideias para concretizar iniciativas que se traduzam num protesto forte." Só que antes disso é preciso alargar a influência do movimento e chegar a mais professores e a outros movimentos. O 3R quer aproveitar esta terça-feira - dia em que a ministra Isabel Alçada será ouvida na comissão de Educação da Assembleia da República - para estender o seu campo de acção. Haverá movimentações na rua, protestos de professores e até de encarregados de educação das escolas privadas com contratos de associação. O ambiente perfeito para contactar outros movimentos e fazer crescer essa vontade de mobilizar os colegas para uma missão ainda maior.

Unir forças Quem for dos sindicatos e quiser juntar-se será bem-vindo - esclarece André Pestana -, mas o movimento 3R assegura que não vai ficar à espera que sejam as estruturas sindicais a dar o passo seguinte: "Os sindicalistas estão muito centrados em ganhar a guerra nos tribunais e ainda alimentam a esperança de vir a negociar com o ministério, mas nós acreditamos na mobilização de base para vencer este ataque contra a escola pública."

Só que há-de chegar o momento em que sindicatos e movimentos independentes de professores têm de se entender, avisa Jaime Pinho, do MEP. "No início houve muita desconfiança mútua, mas hoje é essencial reconhecer que a única via para chegarmos a algum lado é trabalhar em conjunto." Resta ver quem dá o primeiro passo. "Alguém terá de estender a mão", diz o coordenador do Movimento Escola Pública. E esse "alguém" são os sindicatos, que, por terem "maiores responsabilidades", deviam ter a "grandeza" de reconhecer a "força que os movimentos podem fazer para travar o governo". O comboio já partiu. Falta saber quem fará a viagem.


www.ionline.pt/interior/index.php?p=news-print&idNota=102812

Professores de EVT(educação visual e tecnológica) manifestaram-se contra a degradação da escola pública e as ameaças que pairam sobre a sua disciplina



Centenas de professores de EVT, oriundos de diferentes regiões do país, estiveram ontem, dia 8 de Fevereiro, em São Bento, onde também se deslocou a Ministra da Educação, Isabel Alçada, para uma audição na Comissão parlamentar de Educação e Ciência.
Os professores de EVT decidiram deslocar-se ao Parlamento para protestarem contra a eliminação de um dos professores do par pedagógico que assegurava as aulas na disciplina

Como sublinha uma recente nota de imprensa da FENPROF, "esta medida anti-pedagógica e irresponsável que o Ministério das Finanças impôs contra tudo e todos, incluindo a posição consensual do Conselho Nacional de Educação, e o Ministério da Educação operacionalizou, integra-se nas chamadas “alterações curriculares” aprovadas pelo Decreto-Lei n.º 18/2011, de 2 de Fevereiro".
"Tais alterações destinam-se exclusivamente a eliminar horários de trabalho (e os correspondentes postos de trabalho), calculando-se que, só com esta medida, possa atingir os 12.000, dos quais 7.000 serão horários de EVT", acrescenta a nota sindical.
Sem negociar, o Governo tomou estas e outras medidas que põem em causa a qualidade da educação e do ensino e criam fortes e gravíssimos constrangimentos à organização pedagógica e ao funcionamento das escolas. Todavia, esse parece ser problema menor face ao que o Governo pretende com atingir: uma brutal redução do número de docentes no sistema, acima de 30.000, estando em preparação o maior despedimento colectivo de sempre em Portugal.
A FENPROF está neste protesto e, com outras organizações sindicais e outros parceiros educativos, prepara-se para desencadear uma forte acção que visará estancar a reprovável e irresponsável política educativa em curso no país.

Um escândalo e uma vergonha

Junto ao Parlamento, muitos professores de EVT envergavam roupa preta e lenços amarelos ao pescoço, empunhando cartazes em defesa da manutenção do par pedagógico (dois professores por sala).

“Um por todos, todos por dois”, foi uma das palavras de ordem gritadas ao fundo das escadarias da Assembleia da República.Os professores improvisaram uma banca com materiais usados nas aulas práticas e um espaço para intervenções ouvidas ao longo da tarde.

Entre os manifestantes ouviam-se desabafos como: “é um escândalo” e “uma vergonha”, referindo-se à redução de professores nesta disciplina











COMUNICADO 3R's distribuído na manifestação de professores de dia 8 Fevereiro

COMUNICADO do MOVIMENTO de PROFESSORES 3R ( renovar, refundar, rejuvenescer)

• CONTINUAR A LUTA UNIDOS: SOMOS TODOS DE EVT!

Colega, o país atravessa um momento difícil… O governo, usando este argumento pretende cortar centenas de milhões de euros na educação, saúde pública e direitos de quem trabalha. No entanto, esse mesmo governo, para os seus amigos poderosos da PT, Jerónimo Martins, etc permitiu, em Dezembro passado, a fuga aos impostos em centenas de milhões de euros. E só no BPN gastou mais de 5 000 milhões de euros, fruto do nosso trabalho/descontos e parece que ainda poderá gastar mais milhões neste autêntico “caldeirão” em chamas que tudo consome. Para proteger os luxos dos seus amigos (e como o dinheiro não estica) o Governo pretende assim extinguir o par pedagógico de EVT, direitos de quem trabalha, 30 000 horários, qualidade de ensino, etc.

TEMOS QUE COMEÇAR A DIZER BASTA! SE NADA FIZERMOS AGORA, OS ATAQUES IRÃO CONTINUAR E MAIS MILHÕES CONTINUARÃO A FUGIR PARA ESSES MESMOS PODEROSOS, EM VEZ DE SEREM INVESTIDOS NA MELHORIA DA EDUCAÇÃO E SAÚDE DAS POPULAÇÕES. Isto é um eterno buraco sem fundo, que se não for parado, nos arrastará a todos para o desemprego e/ou precariedade.

A luta/mobilização é o caminho para defender a nossa classe e a escola pública! Mas não podemos esperar por Março e pelas tradicionais formas de luta dos dirigentes sindicais de greves/manifestações de 1 dia de 4 em 4 meses, que já demonstraram que não são eficazes perante ataques desta dimensão. Faz falta um plano de luta com continuidade, discutido democraticamente e alternativas sindicais democráticas e combativas.

O movimento de professores 3R’s propõe uma NOVA MANIFESTAÇÃO NACIONAL EM FEVEREIRO QUE PASSE PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PARA VOLTAR A CONQUISTAR AS RUAS! Apelamos a que todos os professores, todos os movimentos/associações/sindicatos se juntem num encontro para tornar possível esta grande iniciativa em defesa da escola pública.

ENCONTRO DE PROFESSORES, ESTA SEXTA, DIA 11 FEVEREIRO NA ESCOLA SECUNDÁRIA DO CAMÕES.

APARECE PARA QUE A NOSSA LUTA PELA ESCOLA PÚBLICA POSSA CONTINUAR

Encontro de Transição em Rio Tinto ( 12 de Fev. às 15h. no Centro Social de Soutelo, entrada livre)

ENCONTRO DE TRANSIÇÃO EM RIO TINTO (CENTRO SOCIAL DE SOUTELO) -12 DE FEVEREIRO

Entrada livre

PROGRAMA

15h00 BOAS VINDAS
Marta Macedo
Speaker do Move Rio Tinto


15h30 DO PICO DO PETROLÉO À TRANSIÇÃO
Luís Rocha
Speaker do Movimento de Transição de Rio Tinto

16h00 PERMACULTURA
Filipa Costa Leite – Permacultora


Pausa

17h00 TRANSIÇÃO DE POMBAL PARA PORTUGAL
João Leitão
Speaker do Movimento de Transição de Pombal

Pausa

18h00 “O QUE MUDOU EM PAREDES?”
Miguel Leal
Speaker do Movimento de Transição de Paredes

Inscrições gratuitas

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
patricia_c_neto@hotmail.com

Local : ver AQUI

Visita à Escola da Ponte em Vila das Aves aberta a todos os interessados ( dia 14 de Fev., com partida do Porto às 10h.)


VISITA à ESCOLA da PONTE em VILA das AVES

14 de Fevereiro, 2ªfeira,

partida de S.Bento: 10:15

partida de Campanhã: 10:20

Numa altura em que se diz que a Educação, à imagem de quase tudo o resto no país, atravessa uma crise; numa altura em que nem a própria Educação escapa à feroz febre de neoliberalização da sociedade (entenda-se, redução de todos os valores sociais, culturais, ambientais a uma mera lógica economicista); numa altura em que se “concentram” as crianças em mega-agrupamentos, como o próprio nome diz, megalómanos; numa altura em que as crianças são obrigadas a permanecer 90 minutos seguidos fechadas em salas de aulas tantas e tantas vezes frias, cinzentas e enfadonhas; numa altura em que “a escola” continua ainda a ser, tantas vezes, mais um lugar de “formatação”, “domesticação”, de competição do que um lugar onde realmente a criança e os jovens aprendem “a Ser”, que futuro podemos ambicionar para as crianças e jovens portugueses face a um sistema educativo baseado na competição, meritocracia “excludente” e nas ilusórias estatísticas “à la novas oportunidades”?

É possível pensar num modelo educacional diferente? Mais personalizado, humano, cooperativo e, no fundo, mais verdadeiramente educativo?

Não só é possível pensar como é também é possível vê-lo a funcionar na prática num projecto educativo muito especial e único em todo o contexto educativo nacional. Estamos-nos a referir à Escola da Ponte e é para dar a conhecer esse projecto incrivelmente inspirador que vamos organizar, no dia 14 de Fevereiro, 2ªfeira, uma vista guiada pelos próprios alunos da Escola da Ponte.

A saída é às 10h15 de S.Bento, ou 10h20 de Campanhã, até Vila das Aves (Linha de Guimarães).

A chegada a Vila das Aves será por volta das 11h10.

Em princípio o almoço, dado que na escola ainda não existe disponível a opção de alimentação vegetariana, deverá ser numa pizzeria nas imediações da escola, sendo que nesse caso será conveniente indicar a vontade de almoçar ou não nesse local de forma a podermos informar a pizzeria do número de pessoas.

Mais abaixo segue uma descrição mais detalhada sobre a própria Escola da Ponte e do projecto Educativo.

Em perspectiva está esse sonho de muitos pessoas de ajudar a “multiplicar” a Escola da Ponte e “trazê-la” para o Porto (e/ou arredores). Ajudar a fazer essa revolução tão mais importante e primodial do que todas as outras que é a de podermos permitir ás nossas crianças serem verdadeiramente livres e bons cidadãos do mundo.


Toda a informação em:

http://thechange2004.blogspot.com/2011/02/visita-escola-da-ponte-em-vila-das-aves.html


Para mais informações, inscrições e contactos:

Pedro Jorge Pereira

e-mail:
ecotopia2012@gmail.com

93 4476 236

O caso Battisti é o caso de todos nós, sessão-debate na Casa da Achada (12 de Fev. às 21h30)


Para ver a localização do local:

Travessia da Faia Brava - percurso pedestre ( dia 12 de Fevereiro) pelo vale do côa

Travessia da Faia Brava – Percurso Pedestre na 1ª Área Protegida Privada

O Vale do Côa, a braveza das suas vertentes e da fauna que abriga, será quase sempre o mote deste percurso. Atravessamos a Faia Brava de Sul para Norte, adentrando-nos na sua beleza selvagem e sob o olhar constante e atento dos abutres e águias que planam alto no céu. Podemos ainda apreciar a manada de Garranos semi-selvagens que percorrem a reserva, os sobreirais que ainda subsistem e que caracterizam a paisagem do Riba-Côa.

Com início em Cidadelhe e final em Algodres, trata-se de um percurso diversificado, variando entre o asfalto (2km), caminho rural e trilho, e com paisagens imponentes.

Características do percurso: 15km de percurso linear, a pé.

Ponto de Encontro: 9h30 – Igreja de Algodres. Os participantes devem levar a sua viatura até Algodres, local onde termina o percurso. No final organizaremos o transfer dos motoristas.

O que trazer? Botas de montanha ou calçado desportivo, roupa confortável (de preferência em tons neutros), chapéu, protector solar, almoço-volante e água, máquina fotográfica, binóculos.

Preço: 12,5€/pax

Inclui o acompanhamento por guia local e seguro de acidentes pessoais. 6 a 15 participantes.

http://atnatureza.org

Acção de reflorestação na Reserva da Faia Brava (11 de Fevereiro) em Figueira de Castelo Rodrigo



O Colectivo Germinal e a Associação Transumância e Natureza organizam, pelo sétimo ano consecutivo, as Acções de Reflorestação nas margens do Rio Côa, no Concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. O objectivo primeiro é o repovoamento florestal de áreas ardidas em 2003 e áreas agrícolas abandonadas, promovendo assim a recuperação dos ecossistemas. Haverá também lugar para a manutenção de um viveiro florestal, a recolha de sementes e o convívio entre os participantes.

As árvores utilizadas para os repovoamentos são de espécies autóctones, como Carvalhos (Sobreiros, Azinheiras, Carvalhos-cerquinho, Carvalhos-negral) e Freixos, entre outras. A Reserva da Faia Brava tem actualmente cerca de 600ha, dos quais 215ha foram recentemente declarados oficialmente como a 1ª Área Protegida Privada de Portugal.

Estas acções de reflorestação têm por objectivo criar as condições necessárias para a recuperação de um ecossistema natural onde espécies da fauna e flora autóctones possam sobreviver e prosperar.

Os acampamentos de voluntários realizam-se de Sexta a Domingo, sendo a Sexta-feira para recepção dos participantes. O ponto de encontro é junto à Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo. A partir daqui asseguramos transporte até ao local do Acampamento e regresso. Durante os três dias da reflorestação garantimos refeições veganas/vegetarianas confeccionadas no acampamento (Pequeno-almoço, Almoço e Jantar).

Necessitas trazer tenda, saco-cama, o teu próprio prato, copo e talher, lanterna, termo, impermeável e roupa quente, botas ou galochas, instrumentos musicais, alegria e boas vibrações!!

Inscrições

Envia um e-mail para
colectivogerminal@hotmail.com indicando a tua participação, o teu nome e telefone e aguarda a nossa confirmação. A Inscrição tem um valor de 3€, a pagar aquando da chegada ao local de acampamento. Indica também donde te deslocas e se podes dar ou procuras boleia, que faremos os possíveis para facilitar as viagens.

www.facebook.com/event.php?eid=179693725402695
http://infogerminal.blogspot.com/
http://atnatureza.org/

6.2.11

ZAZ, a nova Edith Piaf, canta Je Veux ( com tradução livre para português)



ZAZ canta Je Veux ( com tradução livre para português)

Dão-me uma suite no Ritz, mas eu não quero
Jóias da Chanel, muito menos eu quero
Dão-me uma limousine, para que eu a quero?
Pessoal é-me oferecido, para fazer o quê?
Uma mansão em Neufchatel, mas não é do meu gosto
Oferecem-me a Tour Eiffel, para que é que me serve?

Eu quero amor, alegria, e bom humor
Não é o vosso dinheiro que me trará a felicidade
Eu quero morrer com a mão no coração
Vamos juntos, descobrir a minha liberdade
Esquecei os vossos preconceitos
Bem-vindos à minha realidade

Estou cansada das vossas boas-maneiras, são demais para mim
Como com as mãos, e sou como sou
Falo forte e com franqueza, desculpai
Acabai com a hipocrisia, não a quero mais
Estou cansada da linguagem dúplice
Olhem-me, não estou tão louca como vocês, eu sou como sou

Eu quero amor, alegria, e bom humor
Não é o vosso dinheiro que me trará a felicidade
Eu quero morrer com a mão no coração
Vamos juntos, descobrir a minha liberdade
Esquecei os vossos preconceitos
Bem-vindos à minha realidade



Letra da canção no original (francês)

Donnez moi une suite au Ritz, je n'en veux pas !
Des bijoux de chez CHANEL, je n'en veux pas !
Donnez moi une limousine, j'en ferais quoi ? papalapapapala
Offrez moi du personnel, j'en ferais quoi ?
Un manoir a Neufchatel, ce n'est pas pour moi.
Offrez moi la Tour Eiffel, j'en ferais quoi ? papalapapapala

Je Veux d'l'amour, d'la joie, de la bonne humeur,
ce n'est pas votre argent qui f'ra mon bonheur,
moi j'veux crever la main sur le coeur papalapapapala
allons ensemble, découvrir ma liberté,
oubliez donc tous vos clichés, bienvenue dans ma réalité.

J'en ai marre de vos bonnes manières, c'est trop pour moi !
Moi je mange avec les mains et j'suis comme ça !
J'parle fort et je suis franche, excusez moi !
Finie l'hypocrisie moi j'me casse de là !
J'en ai marre des langues de bois !
Regardez moi, toute manière j'vous en veux pas et j'suis comme çaaaaaaa (j'suis comme çaaa) papalapapapala

Je Veux d'l'amour, d'la joie, de la bonne humeur,
ce n'est pas votre argent qui f'ra mon bonheur,
moi j'veux crever la main sur le coeur papalapapapala
allons ensemble, découvrir ma liberté,
oubliez donc tous vos clichés, bienvenue dans ma réalité.

4.2.11

Concentrações de solidariedade com a luta do povo egípcio em Lisboa, Coimbra e Porto ( amanhã, dia 5 de Fev.)




CONCENTRAÇÕES DE SOLIDARIEDADE COM A LUTA DO POVO EGÍPCIO no próximo Sábado em Lisboa, Coimbra e Porto

Prepara-se para este Sábado uma manifestação mundial de solidariedade para com os manifestantes pacíficos e corajosos que estão nas ruas do Egipto a tentar acabar com uma ditadura social-democrata de 30 anos (nota: Mubarak e o seu partido são elementos da Internacional Socialista).

Em Lisboa - Praça do Município às 18h.
http://www.facebook.com/event.php?eid=191313090887528

Em Coimbra - Praça 8 de Maio a partir das 15h
http://www.facebook.com/event.php?eid=137900752939937

No Porto - Praça do cubo, na Ribeira, às 15h30
http://www.facebook.com/event.php?eid=137900752939937

Memória ideológica no centenário da república é o novo livro de J. Varela Gomes, editado pela Letra Livre

Varela Gomes, o velho militar anti-fascista, que se define como um «autor clandestino numa democracia filofascista», acaba de editar na Letra Livre uma antologia de textos polémicos onde a partir da analise da Primeira República, a propósito das comemorações do Centenário, desmonta o revisionismo histórico feito pelos políticos e historiadores da Situação e comenta a evolução da II República.

Título: Memória Ideológica no Centenário da República.
Autor: J. Varela Gomes
Editor: Letra Livre

Livraria Letra Livre
Calçada do Combro, 139
1200-113 Lisboa
Tel: 213461075
www.letralivre.com

Excerto do livro:

«Para uma situação aberrante, como a que está criada, a teoria marxista fornece uma pista de explicação, bem conhecida: a ideologia dominante em cada circunstância histórica e cada determinada sociedade, é a ideologia da classe dominante (aquela que exerce o poder efectivo). No entanto, no caso do republicanismo português, algo parece fugir à regra marxista; na medida em que a classe burguesa/liberal que comanda os destinos do País desde 1976, apresenta os mesmos sinais identitários de classe dos seus avós de 1910. Até à Maçonaria voltaram!Parece pois contraditória a aversão da burguesia actual relativamente à burguesia fundadora de 1910. Em teoria seriam farinha do mesmo saco. Mesma classe, mesma ideologia. Mas, na verdade, entre a classe burguesa do princípio do centenário e a que tem governado o País no último terço, existe um abismo histórico - 48 anos de fascismo; e uma dramática ruptura ideológica - a contra-revolução de 1975/76. Além disso, a I República de 1910 foi produto de uma revolução, gerada pelo espírito de revolta e insubmissão; enquanto que esta II República que estamos vivendo, é um produto contra-revolucionário de propósito restauracionista e desforrista.»

A revolta dos povos árabes - encontro com Adel Sidarus na livraria Ler com Prazer (hoje, às 21h. em Évora)




Livraria Ler com Prazer
Av. da Malagueira, 39
Évora
4 de Fevereiro, sexta-feira, 21,00 horas
Encontro com Adel Sidarus

Programação de Fevereiro na Casa da Achada




Clicar por cima da imagem para ler em detalhe

http://noticias.centromariodionisio.org/

Vão acontecer coisas variadas de sábado a segunda-feira na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio.

No sábado, 5 de Fevereiro, às 17h30, continua o debate «Para que serve o canto popular» proposto pela Lega di Cultura di Piadena aos participantes da sua festa anual. Como no ano passado, o Coro da Achada irá participar na festa de 2011 que se vai realizar no final de Março. Para continuar o debate que começou no passado dia de 15 de Janeiro, convidámos para se juntar a nós o músico Carlos Guerreiro, que desde 1974 tem participado em vários trabalhos de recolha de música portuguesa.

No domingo, das 15h30 às 17h30, começa uma nova oficina: Músicas com História(s). Manuel Videira mostra músicas – ditas clássicas e ditas menos clássicas – para se ouvir e conversar. Para toda a gente a partir dos 14 anos

Na segunda-feira, 7 de Fevereiro, inicia-se a leitura, com comentários e projecção de imagens, de um novo capítulo de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Cláudia Oliveira e Levina Valentim começam, às 18h30, a leitura de «A paz a preto e branco» da 5ª parte da obra. Às 21h30 projectamos mais um filme do Ciclo Cinema e Pintura: Cinco mulheres à volta de Utamaro (1946, 106 min.) de Kenzo Mizoguchi. Quem apresenta é Seixas Santos

Programação do mês de Fevereiro no espaço do Regueirão dos Anjos (RDA69)




Clicar por cima da imagem par ler em detalhe

http://rda69.wordpress.com/

2.2.11

El Astillero ( O estaleiro) – documentário de Alejandro Zapico sobre as lutas dos trabalhadores de construção naval

Durante sete anos, Alejandro Zapico, o realizador de El Astillero, assistiu e recolheu imagens das intensas assembleias sindicais em que se decidia o futuro laboral de colegas de trabalho, às mobilizações e aos confrontos com a polícia. O documentário termina com o ingresso e posterior saída da prisão dos líderes sindicais do estaleiro, Cándido González Carnero y Juan Manuel Martínez Morala, a quem foram faltou apoio e solidariedade de toda a população.

Sobressai de todo o filme que a luta dos trabalhadores é mais do que um combate pela manutenção de um emprego, é sobretudo uma luta por outra concepção e atitude para com o trabalho, onde os trabalhadores tenham algo a dizer, até porque passaram muitos anos de vida a trabalhar.

El Astillero - disculpen las moléstias
Dirigido por Alejandro Zapico
Estreia no Festival Internacional de Cinema de Gijón em Novembro de 2007

Sintra em Transição - o próximo encontro está marcado para dia 5 de Fev. às 16h.



Está a nascer cheio de força o movimento Sintra em Transição. A segunda reunião vai acontecer no próximo Sábado, às 16h, em Almoçageme.

O local para a reunião será novamente o Centro Tinkuy, em Almoçageme. Queremos para a 3ª reunião encontrar um espaço mais amplo, capaz de acolher o crescente número de participantes do Movimento!

Sugerimos para esta reunião um modelo que envolva:

Capacitar. Facilitando mais informação sobre o movimento de Transição.

Partilhar. A visão, as ideias e o trabalho de todos os grupos formados na 1ª reunião.

Motivar. Possibilitar a partilha, dando voz aos presentes.

Mobilizar. Agendar nova reunião e sincronizar os participantes com os grupos formados.

Sugestões? Enviem um email para sintraemtransicao@gmail.com

Existem muitas novidades, ideias e projectos para apresentar! Será por certo uma reunião muito útil e animada!

http://sintraemtransicao.blogspot.com/

Para participar no movimento Sintra em Transição é necessário residir, trabalhar ou ter uma ligação ao concelho de Sintra.

Para colaborar com o movimento necessita de fazer o seguinte:

1) Enviar um email para sintraemtransicao@gmail.com com os seus dados (nome, contacto, localidade), especificando o grupo de trabalho com que pretende colaborar

2) Enviar um email ao coordenador do grupo de trabalho que escolheu.

3) Ter conhecimento dos princípios do movimento (disponíveis em breve) e acima de tudo... ter entusiasmo

Lançamento do livro Pontes de Mudança de Sofia Vilariques e Edgar Silva ( dia 3 de Fev. às 20h.), em defesa de sociedades sustentáveis e solidárias

Amanhã, dia 3 de Fevereiro, realiza-se a apresentação pública e o lançamento da obra "Pontes de Mudança" de Sofia Vilarigues e Edgar Silva, 1º título da Colecção Ecologia Profunda da Antagonista Editora.
A sessão de lançamento irá decorrer amanhã, dia 3 de Fevereiro, às 20:00 na livraria Les Enfants Terrible (Cinema King), na R. Bulhão Pato, nº 1-B (Roma-Areeiro, junto à estação dos comboios).

Os autores estarão presentes na sessão de lançamento.

Sinopse da obra:

Esta obra surgiu da necessidade de avaliar realidades actuais e procurar respostas, na perspectiva da interligação verificada entre a crise social e a crise ambiental.

Emergiu da perspectiva de que a realidade social (como a natural) não é nem será nunca estática. E de que a actual globalização económica é insustentável, em termos ambientais e sociais: não considera a interligação estreita entre a humanidade e o ambiente natural (que formam um todo e como um todo têm de evoluir) e menospreza dinâmicas sociais (não dá resposta às necessidades básicas de cada ser humano, nem às suas necessidades de realização), ao assentar num modelo redutor de crescimento económico.

Estamos hoje, avaliou-se, perante um ponto de bifurcação. A nossa sociedade decai, nas armadilhas da crise actual (social e ambiental), ou emerge em novas formas de ordem.

São necessárias mudanças, que se esboçam, a pensar e implementar. Assumindo a actual orientação possível, concluiu-se, de sociedades sustentáveis e solidárias.

Possíveis através de um pensar-agir com foco não no desenvolvimento mas nas sociedades, nos sistemas naturais e sociais em interacção, em evolução

A partir de uma perspectiva integradora sistémica, da complexidade, considerando os sistemas de que fazemos parte (ecológicos, sociais, culturais, mentais) e que constituem redes, com as suas dinâmicas características.

Multidimensional, também, abrangendo áreas desde a economia à ecologia, à cultura, à informação e à tecnologia.

Abrangendo vários níveis, em interacções entre micro e macro-transformações e agentes de mudança, do indivíduo à organização social ao âmbito planetário.

Possibilitando novas formas de organização e maior complexidade, de organização e comunicação, maior eficiência energética transformadora e de informação.

Pela vida e pela diversidade e portanto ética.

Assumindo a actual orientação possível de sociedades sustentáveis e solidárias.

Inclui entrevistas a: Cristovam Buarque, Eugénio Rosa, Pedro Ferraz de Abreu, Rogério Roque Amaro, Sony Kapoor e Viriato Soromenho-Marques.

Biografia dos autores:

Sofia Gomes Vilarigues, nascida a 1 de Novembro de 1971, natural de Paris - França, licenciada em Engenharia do Ambiente pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. É consultora na área do ambiente e, no campo do jornalismo ambiental e social, tem colaborado com diversas publicações: Fórum Ambiente, Cadernos de Educação Ambiental, Ozono, Ambiente 21, Água e Ambiente, Escola Informação, Mais Ambiente, Contacto Verde (edição), Jornal Quercus Ambiente.

Edgar Freitas Gomes Silva, nascido a 25 de Setembro de 1962, natural do Funchal - Madeira - Portugal, licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa (Lisboa). No campo social, desenvolveu projectos com crianças de rua, no Movimento de Apostolado da Criança - MAC e na "Escola Aberta", e em iniciativas de desenvolvimento local em bairros marcados pelos problemas da ultraperiferia social. Na sequência da intervenção política, foi eleito deputado ao Parlamento da Região Autónoma da Madeira, em 1996. Publicou dois livros sobre questões do desenvolvimento humano e social: "Instrangeiros da Madeira" (2004) e "Repensar o desenvolvimento" (2007).

Será servido um Madeira de Honra no decorrer da tertúlia do lançamento


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http://eco-fenix.blogspot.com/

Quanto vale um pimento? - Um documentário de Aurora Redón e Arantxa Soroa






Os agricultores queixam-se que se lhes paga pouco, enquanto os consumidores reclamam pelos preços altos. Acontece que os pimentos passam por uma cadeia de distribuição extremamente onerosa que faz disparar os seus preços ao consumidor.

No documentário de Aurora Redón y Arantxa Soroa, as suas autoras acompanham o trajecto de 1Kg de pimentos desde que são colhidos no campo, na província de Ciudad Real, no território do estado espanhol, até à sua chegada ao mercado onde são expostos e vendidos aos consumidores interessados. Através da viagem realizada observa-se como os pimentos passam por diferentes mãos e como o preço não pára de crescer.

Face ao que é observado chega-se à conclusão que o problema está na distribuição. 5 grandes empresas e duas centrais de compras é quem controla o mercado e fixam os preços. Por causa disso que os agricultores procuram agrupar-se para poder negociar em conjunto o preço. Mas a união de esforços não é fácil. Curiosamente, a sua união é censurada pela autoridade que regula a concorrência, enquanto a mesma entidade fecha os olhos à dominação do mercados pelas empresas de grande distribuição.

Uma das atitudes encaradas pelos agricultores para a sua defesa é a chamada dupla etiquetagem, de forma a que os consumidores saibam, quando efectuarem as suas compras, a que preço aqueles produtos foram vendidos pelo produtor, o seu local de origem, e o seu percurso.

Outra atitude será a criação de cooperativas de consumo como forma de eliminar os intermediários da cadeia de distribuição, reforçando a ligação directa entre produtor e consumidor

2011 começou com grandes protestos por todo o mundo (video)


Autonomia Operária – documentário de Orsini Zegrí e Falconetti Peña sobre as lutas autónomas no território do Estado espanhol nos anos 70

Autonomia Operária – documentário (75’) de Orsini Zegrí y Falconetti Peña sobre as lutas autónomas no território do Estado espanhol ao longo dos anos 70. Produção de Espai en Blanc

http://www.autonomiaobrera.net/pages/la-pelicula.php?lang=ES


















Hipermercados? Não, obrigado ( documentário em castelhano e catalão), e as 5 coisas que não sabes sobre os hipermercados

As 3 maiores empresas da distribuição comercial de alimentação no território do Estado espanhol (Carrefour, Mercadona, Eroski) controlam 40% dos produtos da mesa das nossas casas.

As grandes empresas de distribuição ameaçam tornarem-se na única via para o consumo de certos bens, acabando por condicionar fortemente a nossa liberdade e capacidade de decidir o que comprar

5 coisas que não sabes sobre os hipermercados:

1) As grandes cadeias de distribuição dominam a cadeia alimentar
2)Isso não significa que todos comemos melhor; bem pelo contrário, assiste-se a uma transição de um regime alimentar baseado em produtos frescos por outro assente em alimentos processados industrialmente
3) A CIA não é nada comparada com a vigilancia dos hipermercados sobre os nossos comportamentos
4)Os hipermercados não simpatizam com os pobres
5) A variedade de produtos que é tão proclamada pelo hipermercados é uma mentira

http://supermercatsnogracies.wordpress.com/

Os jovens qualificados da classe média estão a abandonar Portugal

Todos os anos, 75 mil pessoas deixam o país. Dispersa pelo mundo, a diáspora portuguesa mostra neste documentário o que pensa e o que sente. São jovens, socialmente bem instalados que emigram para a Suíça, França,Reino Unido ou Estados Unidos da América e que falam da sua experiência fora do país.

Ciclo de cinema sobre a Palestina na Livraria-bar Gato Vadio ao longo do mês de Fevereiro (dias 5,13,19 e 27)

Clicar por cima da imagem para ler em detalhe


Em colaboração com a livraria Gato Vadio, o Grupo de Acção pela Palestina (GAP)
promove um ciclo de cinema sobre a Palestina e o conflito no Médio-Oriente que se prolonga ao longo do mês de Fevereiro.

Apresentação do GAP, por Ana da Palma

Sábado, 5 de Fevereiro, 22h00

Projecção do filme Intervenção Divina, de Elia Suleiman (93')

França/Alemanha/Marrocos/Holanda/EUA, 2002

Legendas em Português

Nazaré: depois de o Pai Natal ser perseguido e violentamente atacado por um grupo de crianças, somos apresentados ao dia-a-dia de diversas personagens, através de segmentos curtos e recorrentes. Mais tarde, acompanhamos E.S (Suleiman), nas suas viagens de casa para o hospital, onde visita o pai, mas sobretudo num terreno baldio, junto a um posto de controlo entre as cidades de Ramallah e Jerusalém, onde se encontra com a namorada (Khader). Ele, vindo de Jerusalém, e ela, de Ramallah, estacionam os carros lado a lado e observam a rotina do posto de controlo que se estabeleceu no meio das suas vidas. À realidade contrapõe-se a fantasia.

Elia Suleiman dirige um filme repleto de contra-sensos e de ironias, onde aborda uma situação séria e problemática através de quadros isolados plenos de humor burlesco.

O cinema comunitário do mês de Fevereiro é dedicado ao tema da imigração e das fronteiras ( sessões nos dias 4,11,18,25 de Fev.)


CINEMA COMUNITÁRIO: Calais, Fronteiras e Migração

Quatro sessões de cinema sobre o tema migração! Duas sessões de ficção, duas de documentários, queremos discutir sobre o tema e aproveitar para falar da resistencia e solidariedade, autónoma e directa, da rede No Borders para com os migrantes, mais precisamente em Calais.


A primeira e terceira sessões na CasaViva, a segunda e última no Terra Viva! Sextas-feiras, às 22h00.


4 fevereiro, 22h00 entrada livre na Casa Viva, Praça Marquês do Pombal,167 - Porto



I. Calais - No Border (Documentários)


They are Human Beings, de Matthieu Quillet (61')
França, 2009, Francês com legendas em Inglês.
Calais, entre Junho e Outubro de 2009, este documentário acompanha activistas e migrantes sem papeis desde o inicio do No Border camp até ao desalojo das ultimas okupas e jungles no inicio dum dos invernos mais rigorosos na cidade.


The Hardest Winter in Calais, de Calais Migrant Solidarity (10')
França, 2010, em Inglês
Sobre a situação dos migrantes que dormiam em Calais e arredores no inverno 2009/2010.
http://calaismigrantsolidarity.blogspot.com


Escape from Calais, de Calais Migrant Solidarity (3')
França, 2010, em Inglês
No Borders e United Struggle Project, hip-hop in Calais

Lembrar a revolta do 3 de Fevereiro de 1927 no Porto contra a ditadura militar instaurada pelo golpe de 28 de Maio




A 3 de Fevereiro de 1927 eclodia no Porto uma revolta militar republicana -participada por sectores civis armados -anarco-sindicalistas da antiga CGT, anarquistas, comunistas e outros - contra o regime saído do "28 de Maio", de 1926. A cidade do Porto esteve cercada pelas tropas do governo e foi bombardeada a partir do lado de Gaia.

Esta data e este acontecimentos vão ser recordados por iniciativa da Oficina de História Viva da assoiação TERRA VIVA!AES, Círculo de Estudos Sociais Libertários, AIT-SP (Associação Internacional d@s Trabalhadoras/es -secção portuguesa), e SOV-Sindicato de Ofícuios Vários -Porto.

QUINTA, 3 de Fev.2011 - 21:30h

Sessão de informação e debate aberto: "O 3 de Fevereiro no Porto: os seus heróis,os seus traidores e o "reviralho" - c/ lançamento do projecto "REVOLU(CAN)ÇÃO-2011" ,c/apresentação de canção revolucionária dos anos 20- música e texto
(na nossa sede - Rua dos Caldeireiros, n.º 213 -PORTO -à Cordoaria)


SÁBADO, 5 de Fev.2011 - 14:30 h.

Visita guiada pela "Trilha Histórica do 3 de Fevereiro de 1927"
- c/distribuição de FOLHETO-GUIA a participantes
(encontro às 14:30 h na nossa sede)

Associação Terra Viva - R. dos Caldeireiros, 213 ( perto da Torre dos Clérigos) - PORTO

http://terraviva.weblog.com.pt

Piquenique por uma vida simples e solidária na Quinta dos milagres, Sargaçal, Lagos ( dia 5 de Fev. entre as 10h. e as 17h.)


Piquenique de uma vida Simples e solidária
Sábado, 5 de Fevereiro • 10:00 - 17:00

Local - Quinta dos Milagres, Sargaçal - Lagos
Vamos encontrar-nos, mais uma vez, para conversar e conviver.

Desta vez a ideia é falarmos sobre a criação de uma rede local de entre ajuda. Uma coisa simples: marca-se uma data e lá vamos nós ajudar uma quinta das redondezas, no mês seguinte vamos a outra!

O que trazer: Comida e bebida para partilhar, copos, pratos, talheres.

Até já ;)

www.facebook.com/#!/event.php?eid=157273094322724

1.2.11

A poesia é muito mais que palavras - Ciclo de debates sobre lutas intermédias e insurreição: 4 debates para desenvolver uma sensibilidade

A poesia é muito mais que palavras - Ciclo de debates sobre lutas intermédias e insurreição
Ciclo de debates sobre lutas intermédias e insurreição: quatro encontros para desenvolver uma sensibilidade

"... a poesia consiste em realizar casamentos e divórcios ilegais entre as coisas..."

Todos os Sábados de Fevereiro, às 16h, em vários espaços de Lisboa e Almada

os debates são seguidos de jantar às 20h, em apoio aos espaços envolvidos e à reprodução e material informativo.


Dia 5, no espaço anarquista terra de ninguém

*Comiso, Itália (1981 - 1983). A luta contra a construção de uma base militar para alojar mísseis-cruzeiro.

Rua do Salvador, 56 (à Rua das Escolas Gerais), Lisboa.

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Dia 12, na Biblioteca Observatório dos Estragos da Sociedade Globalizada

*Ferrel, Portugal (finais dos anos 70). A luta contra a construção de uma central nuclear.

*Setúbal, Portuga (2000 - 2002). A luta contra a co-incineração na fábrica de cimentos SECIL.

Rua das Janelas Verdes, 13, 1ºEsq (Santos), Lisboa.

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Dia 19, no Centro de Cultura Libertária

*San Foca, Itália (2001 - 2005). A luta contra o Centro de Permanência Temporária para imigrantes Regina Pacis.

Rua Cândido dos Reis, 121, 1ºDto (Cacilhas), Almada.

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Dia 26, na Severa

*Debate "Lutas intermédias e insurreição: que relação?".

Largo da Severa, 8 (Mouraria), Lisboa.

A mobilização Geral, livro de Santiago López-Petit, é o tema da conversa com Rui Pereira no Regueirão dos Anjos ( dia 5 de Fev. às 17h.)


Conversa com Rui Pereira sobre o livro de Santiago López-Petit, "A Mobilização Global, seguido de O Estado-Guerra", Porto, Deriva, 2010 (Trad. Rui Pereira)

Conversa com Rui Pereira (tradutor) no

RDA 69 (Regueirão dos Anjos nº69).
Dia 5 de Fevereiro, a partir das 17h.

Palestra Ao Encontro da Natureza-Mãe e oficina sobre o regresso às raizes e a mudança



Ao Encontro da NATUREZA MÃE
Oficina de regresso às Raízes e Mudança
4 de Fevereiro de 2011, 6ªfeira, 19h00

duração aproximada: 2 a 3 horas

“Que tristeza pensar que a Natureza fala e o ser humano não a escuta”
Victor Hugo

O Ser Humano tem vindo a perder muitas das suas ligações ancestrais com a Terra Mãe, juntamente com tradições, conhecimentos e até identidade. Tem vindo a perder ligação ao ciclos ancestrais, à sabedoria dos rios e montanhas, à energia das plantas e da Terra.

O Ser Humano vive cada vez mais em altas torres de cimento e betão, longe do odor das ervas silvestres, e o seu alimento vem de partes distantes do mundo produzido não se sabe por quem e em que condições (ou não é de todo conveniente saber). O ser Humano olha para os outros filhos da Mãe Terra (das espécies não humanas, e também para os seus semelhantes da sua própria espécie) com arrogância e do alto de toda a sua superioridade que não é senão ilusória e nefasta.

O Ser Humano desumanizou-se vivendo cativo de um ego que busca uma constante e efémera gratificação aparente e superfical, quer no mundo dos bens materiais quer na sociedade das aparências e da ganância de poder. O Ser Humano desumanizou-se e, em muitos casos, é também cada vez menos “ser”.

O Ser Humano tem vindo a perder as suas Raízes, e com elas a sua ligação à Terra Mãe que o nutre, cuida e ama incondicionalmente. Por vivemos cada vez mais em cidades desumanizadas, em habitats cada vez mais artificiais, com um estilo de vida cada vez mais artificial, significa que a Mãe Natureza morreu dentro e for a de nós?

A Oficina de “Ao Encontro da NATUREZA MÃE” é uma viagem sem rumo muito definido (como as curvas sinuosas de um rio) ao encontro e de regresso à TERRA MÃE. Como sentirmos, procurarmos e encontrarmos as nossas raízes primoridais mesmo num contexto de tão acentuadas e abruptas mudanças civilizacionais (muitas vezes, talvez, não na melhor direcção). Não há um porquê, um como, há simplesmente um fluir desse magnífico milagre que é o SER.

Numa primeira parte iremos sobretudo reflectir sobre os caminhos que a nossa civilização se encontra a percorrer e numa segunda parte iremos, sobretudo, reflectir nos caminhos que cada um de nós próprios poderá percorrer para ir mais, no nosso próprio dia-a-dia urbano, ao encontro da Mãe Natureza.

Facilitador: Pedro Jorge Pereira
Foi um dos fundadores do núcleo do Porto do Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, entre outras experiências de activismo e voluntariado noutras associações, sobretudo de cariz ambiental, com particular destaque também para a Associação Cultural Casa da Horta.
Editou e publicou através do Programa Capital Futuro do Programa Juventude, o livro “Be the change you want to see”, com um forte carácter pedagógico, destinado à educação ambiental e sensibilização para a importância do voluntariado no mundo actual. Dinamiza frequentemente Oficinas ligadas ao tema e escreve artigos de reflexão/pensamento para diversas publicações digitais e em formato papel.
Dinamiza ainda um projecto na área da alimentação vegetariana natural, designado "Segredos da Horta", dada a importância que alimentação adquire naquilo que é a sua visão do mundo e da consciência que urge desenvolver em cada indivíduo a esse nível.
O blog: http://segredosdahorta.blogspot.com/
Acima de tudo, e antes de tudo, é um ser que procura reencontrar em si mesmo e no seu ambiente exterior esse força sublime, pura e incondicional da própria Mãe Natureza.
OFICINA “Ao Encontro da NATUREZA MÃE”

4 de Fevereiro, 6ªfeira, 19h00
duração aproximada: 2 a 3 horas

Local: ESPAÇO: ESCOLHA HARMONIOSA
Contribuição: 10 euros
Mais informações e inscrições:
http://www.escolha-harmoniosa.pt/

Cinema precário na 1ª quinta-feira de cada mês: no dia 3 de Fev. será projectado o filme Louise Michel


Cinema precário nas primeiras quintas-feiras
Os Precários Inflexíveis vão dar início às sessões de cinema nas primeiras quintas-feiras de cada mês. Os filmes escolhidos partilham várias dimensões da realidade das vidas precárias - despedimentos, migrações, exploração, discriminação...

Na "Primeira 5ª" - 3 de Fevereiro, às 21h30 na LxFactory- teremos a oportunidade de ver

Louise-Michel, de Benoît Delépine, Gustave de Kervern, França, 2008, 94m.

Sinopse: O que fazer face a um despedimento colectivo? Louise, recém-desempregada, parece ter encontrado a solução: juntar o dinheiro das indemnizações de todos os trabalhadores e pagar a um assassino a soldo para liquidar o ex-patrão. Com a ajuda de Michel, um "especialista" em segurança, o plano é colocado em marcha. Mas num mundo de outsourcing, sucursais e multi-nacionais, chegar ao patrão pode ser mais complicado do que inicialmente previsto.

Local: LxFactory
R. Rodrigues Faria 103, Edifício 1, 4.º andar, Lisboa
(15E, 18E, 201, 203, 714, 720, 724, 727, 732, 738, 742, 751, 756, 760)


http://www.precariosinflexiveis.org/

Egipto é uma ditadura social-democrata ( Mubarak e o seu partido, NPD, pertencem à Internacional Socialista)


EGIPTO é uma DITADURA SOCIAL-DEMOCRATA – Mubarak pertence à Internacional Socialista do Sócrates, Tony Blair, e outros conhecidos Sociais-democratas.

O ditador egípcio Mubarak e o NPD (National Democratic Party ), o seu partido totalitário, pertencem à Internacional Socialista, da qual fazem parte Sócrates e o seu Partido Socialista Português, o Partido Trabalhista inglês de Tony Blair, ex-primeiro-ministro e reconhecido criminoso de guerra, o espanhol Zapatero e o seu PSOE, bem assim todos demais partidos sociais-democratas europeus e de todo o mundo.
Por isso não é de estranhar que a 29 de Janeiro de 2011 a Internacional Socialista decidiu não expulsar o NPD egípcio.


http://www.facebook.com/pages/Expel-the-NDP-from-the-Socialist-International-now/185528718146023