
Breve questionário sobre a tua relação com o teatro
Escolhe a afirmação seguinte que melhor reflecte as tuas atitudes e o teu comportamento para avaliares a qualidade da tua relação para com teatro:
Afirmação A = 0 pontos
Nunca fui ver uma peça de teatro
Afirmação B = 10 pontos
Já fui a Lisboa ver uma peça do Filipe La Féria, mas nunca fui ver qualquer teatro feito na minha cidade
Afirmação C = 40 pontos
Já fui ver uma única vez uma peça de teatro ao auditório municipal da minha cidade.
Afirmação D = 60 pontos
Costumo ir ao teatro municipal assistir às peças e aos grupos de teatro que lá passam.
Afirmação E = 60 pontos
Sou espectador assíduo de teatro, consulto a agenda semanal dos espectáculos de teatro, e leio frequentemente as críticas de teatro publicadas na imprensa. Gostaria de fazer teatro.
Afirmação F = 100 pontos
Vou sempre que posso ao teatro, mesmo àquelas peças mais difíceis de entender, as quais servem, aliás, de motivo para eu conversar e debater com os meus amigos/as ou com quem me acompanhou ao espectáculo.
Enquanto não tiver oportunidade de fazer teatro vou utilizando a expressão dramática na minha comunicação pessoal.
Conclusão: o teatro em geral, e o teatro independente em particular, mesmo aquele que possa ser de mais difícil compreensão ( o teatro experimental), põe-nos em contacto com novas ideias, e utiliza novas formas de comunicar e exprimir ideias e sentimentos. Acontece que habitualmente os grupos de teatro independente defrontam-se permanentemente com problemas de financiamento das suas actividades, pelo que é altamente meritório o envolvimento e o apoio aos grupos de teatro de todos quantos consideram o teatro como uma arte maior e uma excelente forma de manter a nossa condição de seres humanos
«A um dia do Paraíso» ( texto e encenação de José Carretas) no Teatro Nacional Carlos Alberto de 18 a 28 de Janeiro (de 3ª feira a Domingo), numa co-produção TNSJ e Panmixia
Sinopse:
Aventureiro, diplomata e espião ao serviço de sua majestade D. João II, Pêro da Covilhã parte em finais do séc. XV para a costa oriental de África. Procura o reino do Preste João, onde florescem maravilhas de todo o tipo, entre o quase divino e o quase diabólico, mito cuja matriz literária remonta ao séc. XII, à Carta do Preste João das Índias, síntese efabulada do imaginário medieval do ocidente cristão. No fim da viagem, descobre afinal a distância (drástica mas conciliável…) entre a ideia de um reino utópico e a experiência "claramente vista" de um pequeno território pobre e ameaçado pelos vizinhos muçulmanos. Indiferente a qualquer tipo de rigor historicista, José Carretas propõe-nos uma incursão nos últimos anos da venturosa vida de Pêro da Covilhã, arriscando uma alegoria cénica sobre a necessidade prática da utopia, sobre o desencanto como forma irónica, melancólica e combativa da esperança.
http://www.tnsj.pt/
Outra proposta é o Festival Nacional de Teatro de Amadores promovido pelo Cale Estúdio Teatro – Associação Cultural de Actores (CET) e que com o curioso título de «Cale-se» vai decorrer de 20 de Janeiro a 24 de Março na sede do daquele grupo de teatro - Rua do Meiral, 51 ; 4400-501 Vila Nova de Gaia Tels. 963 697 254
Mais info:
caleestudioteatro@portugalmail.pt
O Festival contará com a presença de vários grupos sendo que todos são associados da ANTA - Associação Nacional de Teatro de Amadores.
A última proposta de teatro é reservada para a digressão que o Teatro Montemuro vai realizar com a sua peça UBELHAS, MUTANTES E TRANSUMANTES
20 de Jan. PINHEL22,
26 de Jan. PAREDES27 de Jan. SEIA
17 de Fev. VILA NOVA DE PAIVA Auditório Carlos Paredes
31 de Março LEIRIA Teatro José Lúcio da Silva (21h00)











