25.1.10

Massa Crítica (Bicicletada) em Compostela ( na Galiza) realiza-se dia 27 de Janeiro

Masa Crítica Compostela de xaneiro - Masa Crítica Galega


Data: Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
Hora: 20:30 - 21:30
Local: Praza Roxa, mércores 27, Compostela , às 20:30



Na Galiza realizam-se as seguintes Massas Críticas:
* A Coruña.
Todas a primeiras 6ª feiras de cada mês às 20:00 na Praza de María Pita.
* Santiago de Compostela.
Todos as 4ª feiras de cada mês às 20:30 na Praza Roxa.
* Vigo.
Todo os primeiros domingos de cada mes às 11:00 horas na Praza de América.
* Ourense.
Na última 5ª feira de cada mes às 20:00 em frente ao Parque de San Lazaro.
* Ponteareas.
Todas últimas 6ª feiras de mes ás 20:00 na Praza da igrexa.
* Ferrol.
Os últimos xoves de mes ás 20:15 na Praza do Inferniño
* Lugo(http://masacriticalugo.blogspot.com/ ). Os últimos xoves de mes ás 20:15 desde a Praza Maior, diante do Concello de Lugo

Relato da 1ª cicloficina de 2010 no Porto




Imaginem:

. um local onde pessoas que partilham o gosto pelas bicicletas se podem reunir;
. um evento onde se pode literalmente sujar as mãos e fazer aquelas afinações que já andamos a adiar faz demasiado tempo;
. um espaço para guardar peças usadas que não precisamos mas podem ser úteis para outras bicis;
. albergue de bicicletas doadas ou abandonadas (para recuperar e colocar de novo na estrada)
. partilhar ferramentas;
. discutir novas ideias, novos projectos (aquela fixed que sonhas fazer, o atrelado que queres construir, etc), tirar dúvidas, trocar material;
. um sitio onde se pode fazer uma sessão de cinema temático;
. ouvir musica, beber uma cerveja, utilizar a cozinha comunitária e jantar;
. um evento que por vezes larga raízes, se transfigura, ganha rodas e abarca novos espaços (quando o tempo está melhor);

Acham a ideia interessante?
Pois bem... ela JÁ existe! É a Cicloficina e só precisa de contar com a vossa comparência todas as quintas feiras, véspera da penúltima sexta feira do mês.. (parece confuso mas não é)



Começamos bem 2010 em termos de activismo mecânico-ciclistico!

Primeira actividade da sessão: montamos um suporte para biclas preso nas vigas do tecto. Sem dúvida um elemento fundamental!

Estivemos então a dar uma limpeza num baú de madeira que se vai utilizar para guardar as peças doadas com intuito de reutilização... passados 5 minutos, e quase de propósito, chegou o Diogo com um saco cheio de material doado por uma loja de bicicletas!

Muito bom... a casa começa a compor-se!


A Catarina fez um belo desenho/esquema/organigrama onde se podem identificar os correctos nomes de toda e qualquer peça constituínte de uma bicicleta.
-> a cicloficina é também bastante educativa!

De resto, apareceu bastante pessoal, a dada altura estavam 3 biclas a ser reparadas ao mesmo tempo, sendo que as afinações de velocidades e travões foram a operação mais frequente.

Acabamos por ter menos tempo para falar de alguns assuntos pertinentes (sessões de ciclo-cinema, divulgação, etc) mas noutras sessões com menos trabalho de reparação serão com certeza debatidos.

Obrigado a todos os que apareceram, para reparar, "ser" reparado ou apenas socializar com a malta, apareçam também no próximo mês!

Mais informações em

Sessão sobre o Sindicato de Obreros da Andaluzia na livraria Ler Devagar promovida pela Tertúlia Liberdade (dia 30 de Jan. às 17h.)



No próximo Sábado dia 30 de Janeiro a partir das 17 horas a Tertúlia Liberdade promove uma iniciativa sobre o Sindicato dos Obreros del Campo da Andaluzia SOC na Livraria Ler Devagar de Alcântara situada no espaço da Lx Factory na Rua Rodrigues Faria por detrás do Largo do Calvário.

O evento com o título Revolução: O Sindicato de Obreros Del Campo da Andaluzia SOC surge na sequência de uma visita que alguns membros da Tertúlia Liberdade realizaram à Andaluzia recentemente e pretende divulgar a realidade de um sindicalismo de luta e combate praticamente desconhecido em Portugal.

Da programação constam para além de um debate a projecção de filmes sobre a luta dos jornaleiros da Andaluzia, música ao vivo, um recital de poesia andaluza e exposições de fotografias e cartazes do Sindicato dos Obreros do Campo da Andaluzia.

Participa e Divulga

Dar a voz pelo povo do Haiti - concerto em Coimbra (28 de Janeiro)


23.1.10

Conferência da WRI sobre «Vínculos e estratégias: lutas não-violentas e sobrevivência local versus militarismo global» decorre em Ahmedabad, Índia


Conferência internacional «Vínculos e estratégias: lutas não-violentas e sobrevivência local versus militarismo global» realiza-se em Ahmedabad, Índia (22-25 de Janeiro)

Nonviolent Livelihood Struggle and Global Militarism: Links & Strategies

Organiza: Internacional dos Resistentes à Guerra (War Resisters' International , WRI)



Existe uma conexão iniludível entre as deslocalizações induzidas pela globalização, o desemprego e as consequências que são resultado de guerras. Daí que um dos maiores desafios é construir alianças que sejam ao mesmo tempo locais e globais, e que não só combatam as injustiças como ainda possam apresentar uma alternativa.

A Internacional dos Resistentes à Guerra em parceria com organizações indianas está a realizar uma Conferência Internacional que estude os vínculos entre as lutas locais não-violentas pela sobrevivência e o militarismo global, inclusive aqueles que mais lucram com a guerra.

Nesta conferência participam activistas de todo o mundo que analisam o papel dos Estados e das empresas multinacionais na privação das comunidades locais das suas fontes de sobrevivência, assim como pretendem aprender a partir das experiências de resistência não-violenta nos seus diversos níveis – do nível comunitário ao global, e nas suas várias fases, desde a prevenção da deslocalização à planificação do regresso.


A Internacional dos Resistentes à Guerra (War Resisters' International) foi fundada em 1921 e na sua declaração pode-se ler:
A Guerra é um crime contra a humanidade. Além disso, estamos determinados a rejeitar qualquer género de guerra, como a eliminar todas as causas de uma guerra.

A War Resisters' International existe para promover acções não-violentas contras essas causas e a apoiar e unir todos os que no mundo se recusam a tomar parte quer nas guerras quer nos seus preparativos. Ou seja, a WRI luta por um mundo sem guerra.

A WRI tem 40 organizações filiadas em mais de 80 países, se bem que a sua sede em Londres está organizada fundamentalmente na base de dois programas:
- o Direito à recusa em matar, vocacionado para os objectores de consciência, desertores e refractários
- a Não-Violência, que visa produzir recursos para a acção não-violenta, sendo ainda responsável por um boletim.

PROGRAMA
International Conference, Ahmedabad, India, 22 - 25 of January 2010


1º Dia ( 22 de Janeiro)

16.00 - Opening Session

• Welcome from Sudershan Iyengar, vice-chancellor of Gujarat Vidyapith
• Speakers: Arundhati Roy and Ashish Nandy
• Towards a participatory conference:

a) Here is the News:
* Audiovisual Message from WRI activists on the Free Gaza March
* Introduction to "newspaper theatre" and example/s

b) Introductory exercises between participants

2º Dia (23 de Janeiro) : Displacement, 'Development' and Militarism

09.30: Morning session

a)Here is the News - 10 minutes
b)Introduction to the "Reflectors" - 5 minutes
Mining - threat to community, fuel for war
Speaker: Samarendra Das on mining in Orissa
Commentator: Elavie Ndura from Burundi/USA

14.30: Afternoon workshops

Workshops:
• Mining fuel for war (following up morning session): Samarendra Das, Felix Padel and Mines, Minerals & People
• Displacement and indigenous communities: Firu of Rompiendo Filas on Mapuches in Chile, Nandini Oza & Shripad Dharmadhikari of Save Narmada Movement in India and Rosa Moiwend of West Papua
• Displacement of people and land issues due to wars and local people's struggle: Saibou Issa of Cameroon
• Military bases and displacement: Wilbert van der Zeijden Coordinator of No Bases Network, Xavier Leon of the campaign against the Manta base in Ecuador, Park Kyung Soo on resistances to military bases in South Korea, Alain Ah-Vee of LALIT in Mauritius, Ulrike Laubenthal and Hans-Peter Laubenthal of the campaign against Bombodrom in Germany, Peter Jones and military bases in the pacific
• Violence against Regional Identities (Jammu & Kashmir, North East of India.): Abdul Quadir Dar of Peoples Rights Movemment in Kashmir
• Military recruitment: exploiting the vulnerable: Andreas Speck
• “What does the War on Terror mean for social movements”: Jorgen Johansen
• Women and development-induced displacement: Bela Bhatia India and Adriana Castaño Colombia
• Military spending versus Sustainable peace with a special focus on South Asia: Yeshua Moser-Puangsuwan
• Disarmament - small arms and armed rebel groups: Subhash Kattel South Asia Peace Alliance in Nepal, Boro Kitanoski Peace Action in Macedonia and Gunvant Govindjee of the Cease Fire Campaign in South Africa


3º Dia ( 24 de Janeiro): Nonviolent resistance from local communities

9.30: Morning session

a) Here is the News - 10 minutes
b) Reflectors - 25 minutes (5 x 5 mins)
Nonviolent struggles for land
Speaker: Maguiorina Balbuena - CONAMURI/Via Campesina Paraguay
Commentator: P.V. Rajagopal from the Indian landless movement Ekta Parishad

14.30: Afternoon workshops

Workshops:
• India – the struggle for land rights (following up morning session): P.V. Rajagopal
• Militarism and energy development projects in Latin America: Rafael Uzcategui (Venezuela), Silvana Lafuente (Bolivia), Firu (Chile), Pelao Carvallo (Chile/Paraguay) and Xavier Leon (Ecuador)
• Constructive work and sustainable living as nonviolent resistance focus: food sovereignty Kapil (jatan trust) and Karuna (Samvad)
• Another development vs. overdevelopment: Mozda Collective
• NATO - Resistance to a globalising NATO: Andreas Speck (WRI) and Carlos Barranco (AA-MOC in the state of Spain)
• Peace issues in Western and Central Africa: Saibou Issa
• Resisting Zionism: nv resistance in Palestine and war resistance in Israel: Hitham Kayali and Sergeiy Sandler of New Profile in Israel
• Gandhian Guides for Action: Michael Sonnleitner and Gujarat Vidyapith Peace Research Department
• Towards nonviolent livelihoods: class, peace and conversion: Milan Rai
• The essence of a strategic perspective on nonviolent struggle: Vanessa Ortiz of the International Center on Nonviolent Conflict (ICNC) and Cynthia Boaz (ICNC).

4º Dia ( 25 de Janeir): Forming transnational alliances

9.30 - Morning session

a) Here is the News - 10 minutes
b) Reflections on Day 3 - 25 minutes (5 x 5)
Building transnational alliances
Speaker: Medha Patkar of the Narmada Bachao Andolan

Workshops:
• Transnational campaigning against war profiteering – making links with the arms trade movement (ENAAT) and the local communities: Wendela de Vries of the Campaign Against Arms Trade in the Netherland
• The role of nonviolent accompaniment in supporting the return of displaced communities: Christine Schweitzer and Eric Bachman
• Nationalism and the anti fascist movement: Olga Miryasova of Russia, Helena Rill of Serbia and Boro Kitanoski of Macedonia
• India as a nuclear military power and war profiteer – Uma (Sanghamitra Desai Gadekar) and Surendra Gadekar
• Open source as an example of transnational cooperation: Michael Mazgaonkar and Andreas Speck
• Law and activism: Stellan Vinthagen
• Resources for Nonviolent Change: Vanessa Ortiz (ICNC), Cynthia Boaz (ICNC), Howard Clark and Joanne Sheehan

Closing plenary
• chaired by Dominique Saillard
• Narayan Desai, Institute for Total Revolution, Chancellor of Gujarat Vidyapith, and former chairperson of WRI
• The Five Reflectors
• Local host: Anand Mazgaonkar
• That was the News
• Chairperson of WRI: Howard Clark

Marcha pacífica em Genebra contra as restrições e a proibição de manifestações


O Conselho de Estado de Genebra decidiu proibir a realização da manifestação convocada para o dia 31 de Janeiro de 2010 contra o Fórum Económico Mundial que se reúne por estes dias em Davos, na Suíça.

Em resposta à crescente restrição aos direitos e liberdades civis que se regista hoje em dia na Suíça realizou-se hoje, 23 de Janeiro, uma Marcha Pacífica em defesa do direito à manifestação e de repúdio aos actos gratuitos de violência cometidos na última manifestação contra a OMC. Por isso, é que a manifestação se desenrolará de forma silenciosa e unitária e sob a bandeira da paz como símbolo da determinação do exercício pacífico do direito à manifestação



Não à proibição de manifestação
Pela liberdade de reunião
Pela expressão não-violenta das reivindicações contra os responsáveis pela crise mundial

Movimento Unitário para a Mobilização Não-violenta e Solidaria

Consultar:
Jornal alternativo
http://www.lecourrier.ch/

O OUTRO DAVOS

Pela décima vez vai realizar-se a 29 e 30 de Janeiro a conferência anti-WEF «O Outro Davos» na Universidade de Bale. Os organizadores vão contar com a presença do escritor britânico Tariq Ali, Silvia Lazarte, ex-presidente da Assembleia constituinte da Bolívia, a socióloga alemã Christa Wichterich e o sindicalista brasileiro. Prevêem ainda uma videoconferência da Noam Chomsky.

http://www.otherdavos.net/index.php?lang=fra&page=home

6º Fórum Mundial de Juízes (FMJ) - Por um Judiciário mais democrático



O VI Fórum Mundial de Juízes realiza-se de 22 a 24 de Janeiro de 2010, em Novo Hamburgo e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O evento antecede o Fórum Social Mundial (FSM), que acontecerá de 25 a 29 de Janeiro. O objetivo permanente é promover a identificação dos países com a luta por um Judiciário democrático e preocupado com a inclusão social.

Clicar sobre a imagem para ler em detalhe a Programação



Por um Judiciário mais democrático
Luiz Antonio Colussi *
Ricardo Carvalho **

Os juízes sabem que um outro poder Judiciário, além de possível, é cada vez mais necessário. Também a urgência desta necessidade é percebida, primeiramente, por quem convive dentro da instituição. Sabemos das nossas dificuldades internas e compreendemos as tarefas externas esperadas. Uma das palestrantes do VI Fórum Mundial de Juízes (FMJ), que acontece em Porto Alegre e Novo Hamburgo entre os dias 22 e 24 de janeiro, Amini Haddad Campos, juíza no Mato Grosso, já expressou que a compreensão humana “comporta também uma parte de empatia e outra, de identificação. Afinal, o que faz com que se compreenda alguém que chora, por exemplo, não é analisar quimicamente a composição das lágrimas no microscópio”. O FMJ tem procurado refletir essa preocupação que não é somente da sociedade. Nesta edição, os temas centrais são a organização do poder Judiciário e a independência judicial, o meio ambiente à luz do direito, a saúde e a dignidade da pessoa humana, inclusive no local de trabalho, e os direitos humanos, com todos os seus desdobramentos.

O mundo atual tem aberto novas formas de comunicação e novos modos de transformação social estão em curso. O Judiciário não pode ignorar tal evidência. O sociólogo Florestan Fernandez, logo após a Constituição de 1988, revelou que nem todos compreendem as modificações sociais, inclusive porque “os subterrâneos da história não entram nas enquetes”, embora sejam relevantes e deixem marcas inafastáveis (”A Constituição Inacabada”, São Paulo: Editora Estação Liberdade, 1988, p. 31).

Durante o FMJ, acontecerá uma rica troca de experiências, o reconhecimento de algumas preocupações, a afirmação de alguns desejos de inclusão social, profunda e duradoura. Mesmo após este evento, se prolongarão através da Internet e de outras discussões. Serão inúmeras as trocas de documentos e informações das mais diversas áreas, deixando frutos ou, no mínimo, sementes.

Dentro do mesmo espírito do Fórum Social Mundial, as deliberações e votações não são os momentos mais relevantes do nosso evento. Mas isso em nada irá desmerecer a participação e contribuição de outros profissionais, e inclusive estudantes, que são aguardados.
A construção de consensos mínimos que nos levem à ação é a busca mais imediata. A presença de palestrantes dos países vizinhos, autoridades dos três poderes e professores das diversas regiões do Brasil, é a garantia dessa construção tão importante para alcançar um Judiciário mais democrático.


*juiz e presidente da Amatra-RS

**juiz do TRT-RS
Fonte Correio do Povo


http://fsm10.procempa.com.br/wordpress/?p=983

http://direitoetrabalho.com/2010/01/6%C2%BA-forum-mundial-de-juizes



Programação:

Dia 22, sexta-feira

Novo Hamburgo – FENAC

18h – Abertura – Mesa com autoridades e manifestações das entidades promotoras
20h – Paletra inaugural – “Lei de Anistia e o Direito Internacional dos Direitos Humanos”
Flávia Piovesan – Procuradora do Estado de São Paulo

Dia 23, sábado

Porto Alegre – Escola da AJURIS

9h – credenciamento
10h – Painel Projetos Organização do Podar Judiciário
Vieira da Cunha, Deputado Federal
Rogério Favreto, Secretário de Reforma do Judiciário do Ministério Justiça
Gilson L. Dipp, Ministro do STJ e Conselheiro do CNJ.
15h – Painel Independência Judiciária
Eugênio Facchini Neto, Juiz de Direito
Anini Haddad Campos, Juíza de Direito do Mato Grosso
Abel Fleming, Magistrada na Argentina
17h – Painel Desafios do Direito frente às mudanças climáticas
Eladio Lecey, Diretor da Escola Nacional da Magistratura
Gabriel Real Ferrer (Espanha), Prof. da Universidade de Alicante
José Renato Nalini, Desembargador em São Paulo
Vanêsca Buzelato Prestes, Instituto O Direito por um Planeta Verde
19h – Reunião da Comissão de Direitos Humanos da AMB

Auditório da Justiça do Trabalho da 4ª Região, Av. Praia de Belas, 1432

13h – Credenciamento
14h – Painel Saúde e Trabalho
Alvaro Merlo, Médico Saúde Pública e Trabalho RS
Ricardo Tadeu Marques da Fonseca, juiz do TRT do Paraná.
15h – Painel Trabalho e Dignidade
Hugo Melo Filho, Presidente da ALJT Associação Latino-americana de Juízes do Trabalho
José Eduardo de Rezende Chaves Junior, Juiz do Trabalho MG
Alexandre Morais da Rosa, Juiz de de Direito SC
18h – Reformas Processuais
Adroaldo Furtado Fabrizio – Des. e Prof. RS

Dia 24 – Domingo

Porto Alegre, Usina do Gasômetro

15h – Painel Judiciário e Avanços civilizatórios
Dra. Lina Fernandez, Juíza no Uruguai
Dr. Ivan Campelo Villalba, Juiz na Bolivia
Dr. Luis Ernesto Vargas Silva, Min. da Corte Constitucional da Colômbia
Edgardo Villanil Portilla, Ministro da Corte Suprema de Justiça da Colômbia
17h – Palestra de Encerramento – Desenvolvimento e Civilização
Boaventura Souza Santos, Professor em Portugal

33º aniversário do massacre dos advogados comunistas antifascistas de Atocha


Monumento "El Abrazo" de Juan Genovés erigido em homenagem dos 9 advogados de Atocha

Como lema de homenagem às vítimas tornou-se habitual invocar a frase de Paul Eluard,
«Se o eco da sua voz se debilita, pereceremos»


Há 33 anos atrás, mais concretamente a 24 de Janeiro de 1977, um grupo fascista armado da extrema-direita (o autodenominado comando Roberto Hugo Sosa da Aliança Apostólica Anticomunista, AAA) irromperam no escritório de advogados comunistas das Comissiones Obreras situado no número 55 da calee Atocha em Madrid e metralharam as nove pessoas presentes. Faleceram então 5 advogados, Javier Sauquillo, Javier Benavides, Enrique Valdelvira, Serafín Holgado e o sindicalista Ángel Rodríguez Leal, enquanto ficaram gravemente feridos Alejandro Ruiz Huertas, Mª Dolores González, Luís Ramos y Miguel Sarabia.
Foi um dos factos que marcaram a transição espanhola. Recorde-se que, nessa altura, o Estado espanhol ainda não legalizara os partidos da esquerda, e a reacção de repúdio face aos acontecimentos foi decisiva para a abertura de um processo de liberalização do regime ditatorial franquista para a legalização dos partidos de esquerda, em especial o PCE.

O jornal italiano Il Messaggero indicou em Março de 1984 que neofascistas italianos participaram na matança,[1] algo que foi provado em 1990, quando um informe oficial italiano relatou que Carlo Cicuttini, um neofascista italiano próximo à organização Gladio (uma rede clandestina anti-comunista dirigida pela CIA), participara na matança.

http://es.wikipedia.org/wiki/Matanza_de_Atocha_de_1977





22.1.10

Seminário de crítica jurídica - Memória colectiva e o direito, para um mundo do comum (por Daniel Nina, no CES em Coimbra, 26 de Jan. às 16h)



Seminário
Memoria colectiva y el derecho: hacia un mundo de lo común
Daniel Nina, Facultad de Derecho Eugenio Maria de Hostos, Mayaguez, Puerto Rico

26 de Janeiro de 2010, às 16:00, Sa
la de Seminários do CES, 2º Piso, Coimbra

No âmbito das actividades do
Núcleo de Estudos do Estado, do Direito e da Administração


Apresentação

A intervenção explora a relação entre a memória colectiva como construtora-definidora do direito, e o direito positivo como espelho original das ditas práticas. A memória colectiva encarrega-se de distorcer continuamente o valor real do direito positivo, enquanto os juízes e o sistema de justiça criminal encarregam-se de manter a sua pureza como vontade e intenção, ou como desejo, aspiração.

Nota biográfica
Daniel Nina é advogado, professor de direito e escritor. Coordena a conferência anual sobre sociologia jurídica, "ni una vida mas para la toga". Tem uma vasta obra publicada sobre temas de justiça não estatal na África do Sul e noutros países da região austral do continente africano, sobre a memória colectiva e o direito, estando agora a explorar o valor do novo indigenismo a partir da experiência da Bolívia.

http://www.ces.uc.pt/eventos/evento163.php

Núcleo de Estudos do Estado, do Direito e da Administração
Apresentação

O Núcleo de Estudos do Estado, do Direito e da Administração (NEEDA) dedica-se à investigação e disseminação do conhecimento sócio-jurídico sobre o funcionamento do Estado e da administração da justiça estatal; o direito estatal e suas relações com outras fontes de produção do direito; as relações entre o Estado, o direito e os movimentos sociais; o exercício da justiça e a construção dos direitos humanos nas sociedades contemporâneas. Composto por uma equipa multidisciplinar e internacional, o NEEDA congrega diversas correntes teóricas sobre o Estado e o direito, as quais se cruzam numa visão crítica e de compromisso social das ciências sociais, em geral, e do conhecimento sócio-jurídico, em particular.

No actual contexto de globalização neoliberal, os projectos de investigação do NEEDA têm-se centrado em temas como a globalização do direito; as reformas judiciais em curso em Portugal e em outros países; o pluralismo jurídico; o acesso ao direito e à justiça administrada pelo Estado; o sistema prisional; a mobilização transnacional dos direitos humanos; o tráfico de mulheres para fins de exploração sexual; o endividamento; e as condições de possibilidade para a construção de novos direitos de cidadania, como os direitos dos trabalhadores no contexto de precarização do trabalho, os direitos das crianças, os direitos das mulheres, os direitos indígenas, os direitos dos consumidores, os direitos ambientais, entre outros.

Para além de sua reconhecida contribuição científica e de sua crescente internacionalização, o NEEDA, através do Observatório Permanente da Justiça, tem também contribuído para o aperfeiçoamento da administração da justiça através de convites para participar nos processos de reforma no domínio da justiça quer em Portugal quer em outros países.



Colóquio de Daniel Nina sob o tema «Urgencias: desatender al derecho para reinvindicar la justicia social»


21.1.10

Reunião aberta da plataforma anti-nato na Crew Hassan ( 23 de Janeiro às 15h.). No Porto há reunião no dia 22 às 18h30.


No dia 23 de Janeiro (Sábado), pelas 15h vai realizar-se uma Assembleia Aberta da PAGAN – Plataforma Anti-Guerra, Anti-NATO na Crew Hassan Cooperativa Cultural: Rua das Portas de Santo Antão, 159 1150-267 Lisboa.

A Ordem de Trabalhos prevista é a seguinte:

15h. Filme (documentário) sobre a guerra afegã
15:30 Apresentação da PAGAN (Emília Cerqueira)
15:45 Pequeno período de esclarecimentos sobre o conteúdo da intervenção.
16:00 Apresentação da Guerra da NATO no Afeganistão (Mário Tomé)
16:15 Debate sobre este tema
16:45 Apresentação do Novo Conceito estratégico da NATO (Vítor Lima)
17:00 Debate sobre este tema
17:30 Discussão em grupos de trabalho das propostas e documentos entretanto chegados à mesa
18:00 Plenário de militantes activistas com vista a discussão final e aprovação dos documentos saídos dos grupos de trabalho.
19.00 Fim dos trabalhos.

Esta Assembleia é aberta a todos que queiram participar activa e construtivamente no Movimento Anti-Guerra, Anti-NATO, pelo que todos poderão fazer chegar as suas propostas à Mesa, as quais serão discutidas.

COMPAREÇAM E DIVULGUEM ENTRE OS VOSSOS CONTACTOS!



PARA DEBATE NA ASSEMBLEIA ABERTA DE 23 DE JANEIRO

Apresenta-se abaixo uma versão provisória do manifesto da coligação internacional "No to war - No to NATO", da qual a PAGAN é membro.
Esta versão está em discussão entre os activistas dos diversos países, para ratificação final a 1 de Fevereiro.

Acolhemos sujestões para debate (enviar para antinatoportugal@gmail.com ) na Assembleia Aberta da PAGAN, na Coop. Crew Hassan, a 23 de Janeiro (sáb.), às 15h]
Texto para debate:

Após mais de 60 anos de existência, a NATO é cada vez mais um obstáculo à realização da paz mundial. Desde o final da Guerra Fria, a NATO reinventou-se, tornando-se num instrumento de intervenção militar, ao serviço da “comunidade internacional”, inclusivamente para promover a chamada “guerra ao terrorismo”. Na realidade, é um veículo para o uso da força militar norte-americana, disponibilizando bases militares em todos os continentes, sobrepondo-se às Nações Unidas e ao direito internacional, acelerando a militarização e promovendo o aumento de gastos com armamento – os países da NATO são responsáveis por 75% das despesas militares de todo o mundo. Seguindo esta agenda expansionista desde 1991, concebida para prosseguir interesses estratégicos e obter recursos, a NATO levou a guerra aos Balcãs, sob a égide da chamada “guerra humanitária” e, desde 2001, tem conduzido uma guerra brutal no Afeganistão – onde a trágica situação se tem agravado -, guerra essa que se expandiu para o Paquistão.

Na Europa, a NATO tem agravado tensões, alimentando a corrida ao armamento com o chamado “escudo anti-míssil”, um arsenal nuclear massivo e uma política que prevê o ataque nuclear preventivo (“nuclear first strike policy”). A política da União Europeia está crescentemente ligada à NATO. Através da Parceria para a Paz, do Plano de Acção Individual da Parceria (1), da Iniciativa de Cooperação de Istambul (ICI), do Diálogo do Mediterrâneo e do chamado “Grupo de Contacto” (2), a NATO teceu uma teia global que se estende por todos os continentes – do Alasca à Nova Zelândia. A expansão, que está em curso, da NATO para a Europa de leste e ainda mais além, assim como as operações “fora da sua área”, estão a tornar o mundo num lugar mais perigoso.

O conflito do Cáucaso é sintomático dos perigos. Cada avanço da fronteira da NATO faz aumentar a possibilidade de guerra, inclusivamente com armas nucleares.

A velha NATO do confronto dos dois blocos na corrida aos armamentos, com mísseis nucleares e planos de guerra nuclear esgotou a sua função com o fim da Guerra Fria. A nova “NATO global” ameaça milhares de milhões de pessoas e o planeta, impede uma política internacional “civilizada” e bloqueia as soluções para os desafios globais.

Coligação internacional “No to war – No to NATO”

A “No to war – No to NATO” é uma coligação internacional de grupos e organizações de um vasto espectro político, unidos pela sua oposição à NATO, à guerra da NATO no Afeganistão e ao papel cada vez mais agressivo da NATO em todo o mundo. Encontra-se aberta a todos os grupos e organizações que partilham da nossa oposição à NATO, desde que não apoiem regimes ou ideologias repressivas, como o racismo.

Embora a coligação, em si mesma, não tenha uma posição sobre o uso da violência em geral (por ex. defesa militar, lutas de libertação ou de independência), a coligação compromete-se a recorrer exclusivamente a meios não-violentos nas suas actividades contra a NATO: manifestações, desobediência civil e acções directas não-violentas, conferências, palestras de formação e outras actividades. A nossa luta contra a NATO é uma luta por mundo mais pacífico.

Para alcançar a nossa visão de um mundo pacífico, rejeitamos as respostas militares a crises regionais e globais – estas respostas são parte do problema e não da solução. Recusamos viver sob o terror das armas nucleares e rejeitamos uma nova corrida ao armamento. Temos que reduzir os gastos militares, redireccionando os recursos para a satisfação das necessidades humanas. Temos que encerrar todas as bases militares no estrangeiro, bem como todas as estruturas militares usadas para a guerra e a intervenção militar. Temos que democratizar e desmilitarizar as relações entre os povos e estabelecer novas formas de cooperação pacífica para construir um mundo mais seguro e justo.

http://antinatoportugal.wordpress.com/



ASSEMBLEIA DA PAGAN NO PORTO,
DIA 22 DE JANEIRO ÀS 18H30, NA CASA VIVA

Reunião da PAGAN do Porto
Local:Pc. Marquês Pombal, 167 - Porto

Greve massiva nas escolas da Galiza, e grande manifestação em Compostela em defesa do galego e contra a espanholização


Na Galiza, a greve do ensino convocada para hoje, 21 de Janeiro, converteu-se no quinto protesto multitudinário contra as políticas espanholizadoras do actual governo de Feijóo, o líder do partido popular que recentemente passou a dirigir a Junta governativa da Galiza em consequência das últimas eleições.
O PP galego não tardou em tomar medidas que atentam contra o galego e os direitos legítimos do povo galego em manter a sua identidade contra as imposições do Estado espanhol.
A manifestação de hoje realizada na cidade de Compostela demonstra a recusa popular contra o decreto que propõe um modelo linguístico tripartido que subalterniza e desvaloriza o galego como língua-mãe da Galiza.


Greve nas escolas galegas do ensino público com taxa de 90% de adesões

A jornada convocada por Mocidade pola Língua e Queremos Galego começou com umha forte baixa nas aulas de todos os pontos do país, que a plataforma Queremos Galego estima de 90% enquanto as forças do Estado espanhol e a Junta rebaixa a 50%. Anxo Louzao, de CIG-ensino, confirmava pouco depois das 10h00 que o paro estava a ser um “êxito rotundo”, ao igual que Xosé Cabido, do STEG. Nas comarcas rurais a ausência às aulas foi maior que nos pontos urbanos.

A diferença entre os centros de ensino públicos e privados foi salientável, por serem estes últimos umha das declaradas vanguardas da luita contra a língua da Galiza. A administraçom presume de que nengum professor da privada secundou a greve.

Crónica da manifestação em Compostela

A primeira hora da manhã dúzias de autocarros deslocados de distintos pontos do país colapsavam as entradas e Compostela, mais que para o passado 18 de Outubro. Por volta das 11h30 da manhã a Alameda estava já cheia, o que demorou a saída da manifestaçom até as 12h00. Às 12h45 perto de 5.000 pessoas começavam a encher a Praça do Obradoiro, enquanto boa parte das pessoas manifestantes ainda nom saíram do ponto de partida. Durante o trajecto distintas entidades e comércios caracterizados polo seu repúdio do galego, como Antonio Pernas ou as Caixas, fôrom manchados de laranja. Consignas como “Nuñez Feijoo, inimigo do galego”, “Contra o ensino colonial, soberania nacional” ou “Só na Galiza liberada será livre a nossa fala” fôrom berradas até a chegada.

A entrada na ateigada Praça do Obradoiro durante a leitura do manifesto foi impossível para centos de pessoas. No remate dos actos, fôrom queimadas várias bandeiras espanholas. Dados oficiais cifram a assistência numhas 50.000 pessoas, número histórico tendo em conta que se trata dum dia laborável e nom assinalado no calendário soberanista.


Outras concentrações convocadas para hoje

Para além da manifestaçom nacional que tivo lugar em Compostela, em muitos outros pontos do país saiu-se à rua em sinal de protesto contra o decreto que o PP pretende impor. Em Riva d'Ávia a concentraçom tivo lugar às 09h00 da manhá diante do CPI Tomás de Lemos, no Carvalhinho às 10h30 diante do IES nº1, em Verim na Praça da Câmara Municipal às 11h00, em Ginzo de Límia às 12h00, em Vilalva às 20h00, em Ferrol às 10h00 nos campus de Esteiro e Serrantes, e em Lugo às 11h30 e às 10h15 diante do edifício administrativo da Junta da Rolda da Muralha. Também no campus da Corunha houvo importantes concentrações.







Manifestação em Braga no dia 23 de Janeiro contra a revisão do Plano de Ordenamento do Parque da Peneda-Gerês



No próximo Sábado, dia 23 de Janeiro, a população da Peneda Gerês vai realizar em Braga uma acção cívica de demonstração do desagrado pelos desmandos na gestão deste território, pela forma errada como se está a conduzir o processo de revisão do Plano de Ordenamento e aproveitará para deixar uma mensagem muito clara ao Governo sobre a posição e firmeza em lutar tenazmente pelos seus direitos e interesses legítimos.

Assim pelas 15h00 as gentes da Peneda Gerês vão manifestarem-se a fim de lembrar ao Governo que apenas 7% do território classificado como Parque Nacional é propriedade do Estado e que é essencial obter o consentimento das populações locais para aceitarem restrições aos direitos reais de propriedade.

Vamos, por isso, recomendar-lhe respeito:

- pela propriedade privada
- pelos baldios
- pelas vezeiras
- pelos usos e costumes ancestrais e
- pelas pessoas

Dentro da propriedade do Estado, respeitando as regalias concedidas pelo Rei às populações locais e que o regime fascista se viu obrigado a acatar nos tribunais, podem fazer o que quiserem.

Agora, nos nossos terrenos particulares e nos nossos baldios, a coisa é diferente! E os portugueses precisam de saber que foram os nossos antepassados quem construiu este rico património natural e que nós queremos continuar a preservá-lo e a valorizá-lo e que deste imenso território 92% é propriedade privada e cooperativa.

Por isso, mais uma vez, alertamos para a necessidade de suspender este processo de revisão, pois ele continua eivado de falsos pressupostos e procura um modelo Wilderness fictício.

Será isto pedir demais? É claro que não!

Junte-se a nós, no dia 23 de Janeiro, pelas 15h00, na Avenida Central em Braga (junto à Arcada).

Seguiremos depois para o Governo Civil, onde entregaremos uma carta dirigida à Sra Ministra do Ambiente.

http://pnpg-comgente.blogspot.com/


MOÇÃO aprovada em reunião de 20 de Dezembro de 2009


Considerando:
· O tempo limitado de discussão pública e a forma prepotente e desajustada na elaboração da revisão do Plano de Ordenamento do PNPG;
· Que o Plano apresentado pelo ICNB retira direitos e impõe medidas altamente lesivas para a população aqui residente;
· Que o Estado não cumpre o que prometeu aos Povos aquando do Regulamento nº 134/95 de 11 de Novembro, aprovado pela RCM;
· Que a preservação do PNPG não deve ser feita à custa dos sacrifícios das pessoas que aqui residem;
Os residentes e as Entidades com responsabilidades na área do PNPG,reunidos em Plenário no dia 20 de Dezembro de 2009. no Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas, decidiram:
1. Exigir a suspensão da revisão do Plano de ordenamento do PNPG;
2. Reclamar a auscultação da população e das forças vivas e a elaboração de um novo Plano com base nas suas necessidades, opiniões e sugestões;
3. Reclamar a inclusão no regulamento do Estatuto dos Povos do PNPG;
4. Exigir ao Estado contra-partidas para colmatar os prejuízos causados à população pelo impedimento de exercício de actividades que permitiriam mais-valias e melhorias ao seu bem-estar;
5. Não aceitar as imposições do Estado que de forma prepotente prejudica e descrimina as populações da área do PNPG;
6. Exigir o respeito pela Lei dos Baldios aprovada na Assembleia da República.
Campo do Gerês, 20 de Dezembro de 2009

Oficina de Cante Alentejano e Jantar Selvagem no Centro de Convergência em Odemira - 23 de Janeiro (Sábado)











Centro Social da Aldeia das Amoreiras, Rua de Garvão, 7630-513

Aldeia das Amoreiras – Odemira
Tel/Fax: (+351) 283 925 032
Email:
geral@centrodeconvergencia.org


Como chegar cá?
Comboio: a Aldeia das Amoreiras situa-se a 8km da estação de
comboios daFuncheira.

Camioneta: em Ourique (a 13km da Aldeia) existe ligação ao Norte e Sul.Carro: direcções a partir do Norte e Sul.
Mantenha-se informad@ recebendo as Notícias Convergentes! Subscreva enviando um e-mail para
geral@centrodeconvergencia.org

Concertos na Padaria do Povo para esta 6ª feira ( dia 22 de Janeiro às 22h.)





Esta sexta-feira às 22h na Padaria do Povo (Rua Luís Derouet, 20 - Campo de Ourique, Lisboa)


Concertos de:


Diana e o Pedro


Casal do Leste


Nuno + Nuno


entrada: 3 euros


www.myspace.com/sethmaldito


Sem terramotos, os pobres e deserdados deste mundo são invisíveis!

20.1.10

23 de Janeiro é dia de inaugurações simultâneas nas galerias de Miguel Bombarda,e vai haver filme e debate sobre info-activismo nas instalações do JUP

O dia 23 de Janeiro traz de novo a festa da arte contemporânea ao Porto, num dia em que as galerias e lojas deste quarteirão se renovam e apresentam novas exposições e novas colecções.

Por isso, no próximo dia 23 de Janeiro pelas 14h o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto abre as portas para uma tarde em cheio nas inaugurações simultâneas das galerias de Miguel Bombarda.

Aderimos ao Ano Europeu da luta contra a Pobreza e a Exclusão Social que se celebra em 2010 com um convite à reflexão sobre o papel do jornalismo e da informação na criação de impacto e de mudanças positivas. O lançamento global, em parceria com a ONG internacional Tactical Technology Collective, do documentário 10 Tactics pretende apresentar uma série de activistas de direitos humanos que adoptaram estratégias de comunicação que lhes permitem transformar informação em acção. Convidamos para uma discussão informal o Centro de Média Independente - Indy Media Portugal - e o Hacklaviva e alargamos o convite a todos os que queiram participar.

O documentário será precedido pela Oficina de Design para uma Redacção Livre onde o colectivo Hacklaviva desafia uma sala de redacção a funcionar apenas com software livre.
Com equipa renovada, a Galeria apresentará duas instalações de jovens artistas e designers do Porto.

Ficamos a aguardar a tua visita!

Segue o programa completo abaixo.

14.00 Inauguração das Galerias Jup

Sala 1 - O que te move Uma instalação que também é uma proposta para ti. Um espaço de Liberdade num cheio de cartão, uma folha em branco, pronta a ser ocupada. Por Ana Castro e Susana Lage

Sala2 - Três Projectos, um Espaço. "Tanto o som como a imagem dão uma resposta a outra mão. Uma que fala e outra que responde"

"(...) filmagens feitas por várias pessoas contendo múltiplas personagens e situações ou locais por onde tivesse passado e onde estaria"

"(...) em cada garrafa guardo a minha voz, associando cada uma delas as notas de escala"

Por Rebecca Moradalizeh



14.30 - 17.30 Oficina de Design para uma Redacção Livre

Uma redacção a funcionar apenas com software livre? É o objectivo de uma colaboração entre o JUP e o Hacklaviva. Nesta oficina, vamos falar sobre o que é o software livre e as suas implicações na prática criativa, associativa e editorial. Depois veremos como hoje é possível tratar fotografia, criar gráficos e tipografia, paginar, editar áudio e montar vídeo com ferramentas livres. Traz o teu portátil e vem passar uma tarde connosco a descobrir novas formas de fazer o teu trabalho.


http://www.hacklaviva.net


18.00 Documentário & Debate

"10 tactics", 10 tácticas para transformar informação em acção é um filme onde são contadas histórias de 25 activistas de direitos humanos à volta do mundo que adoptaram com sucesso estratégias de comunicação e tecnologias digitais para criar impacto e mudanças positivas.

http://www.informationactivism.org


Com a presença dos colectivos Hacklaviva e Centro de Média Independente - Indy Media Portugal


Contactos Localização
Rua Miguel Bombarda, 1874050-381 Porto
Tel: 222 039 041
Fax: 222 082 375
Tlm: 969929866
Email: jup@jup.pt

Câmara Municipal de Baião apoia a ocupação da Palestina por Israel ?!



O Movimento Solidariedade com a Palestina é um movimento que pretende promover a disseminação de informação e discussão de assuntos relacionados com o conflito sexagenário entre os Estados de Israel e Palestina e o estado de sítio imposto ao povo Palestino com contínua opressão policial e militar e psicológica. Este é um movimento aberto a todas as pessoas que estejam dispostas a discutir e agir em prol da paz e de uma solução pacífica e justa para o conflito Israelo-Palestino.

O Movimento Solidariedade com a Palestina e as organizações que se associam a esta iniciativa passam a demonstrar a sua reprovação pela situação publicada no Jornal de Notícias no dia 8 de Janeiro de 2010 intitulada "Cooperação com Israel mantém-se em segredo". Neste artigo é denunciada a cooperação entre a Câmara Municipal de Baião e o Estado de Israel, representado, no encontro, pelo Embaixador Ehud Gol. Segundo a notícia, esta cooperação consiste no estabelecimento de parcerias "nos domínios dos recursos hídricos, das energias renováveis; e do sector agro-florestal".

Desde o começo da ocupação no fim da década de 40, milhares de metros quadrados de terras de cultivo e de sistema de irrigação pertencentes a Palestinos foram confiscadas pelo Estado de Israel. O avanço tecnológico do Estado de Israel reconhecido por todo o Mundo é manchado pela apropriação das propriedades de Palestinos retirando-lhes assim a sua qualidade de vida e sustento. Consequentemente, por obrigação de não esquecer a história e o sofrimento de um povo cercado e tratado sub-humanamente, consideramos moralmente reprovável e inaceitável a confluência entre um orgão público Português e o Estado de Israel que, não respeitando o Direito Internacional ocupa, reprime e continuamente empurra todo um povo para uma situação que se tem vindo a tornar humanitariamente cada vez mais insustentável, tendo já existido ataques militares a ONGs presentes no território.

Liberdade para o Povo Palestiniano.

Movimento Solidariedade com a Palestina

Subscrevem também este comunicado: SOS Racismo, Comité de Solidariedade com a Palestina e Indymedia Portugal.

Para qualquer informação adicional pode contactar através de mov.solidariedadepalestina@gmail.com ,

Ricardo Sá Ferreira - 964613689
ou Pedro Ferreira - 933579931

Plenário dos Professores das Actividades de Enriquecimento Curricular (dia 25 de Jan. às 19h. em Lisboa). No Porto, os seus salários estão em atraso


http://professoresdasaecs.blogspot.com/

No Porto os Professores das Actividades de Enriquecimento Curricular queixam-se que continuam com salários em atraso e a Câmara e a empresa privada Edutec fogem às suas reponsabilidades.


Já não bastava a situação de grande precariedade em que vivem, a inexistência de contratos de trabalho, os falsos recibos verdes, as lamentáveis circunstâncias em que são contratados e a ausência de condições de trabalho, os professores das actividades de enriquecimento curricular queixam-se agora que os salários não são pagos a tempo e horas.

Face às reclamações dos professores, tanto a Câmara Municipal do Porto como a empresa privada EDUTEC rejeitam responsabilidades numa inqualificável atitude para com a situação precária vivida por aqueles docentes.


Ora a verdade é que estes professores,
- Têm horário estipulado
- Local de trabalho definido
- Estão inseridos numa equipa
- Têm coordenação/hierarquia
- Têm que prestar contas do trabalho efectuado


CUMPREM PORTANTO TODOS OS REQUISITOS PARA TEREM UM CONTRATO DE TRABALHO,O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ESTÁ A PAR DA SITUAÇÃO


No Porto, estão nesta situação 129 professores/as em escolas públicas: 59 de música; 70 de inglês.

MAS OS FALSOS RECIBOS VERDES NAS AEC'S SÃO A REALIDADE DE MILHARES E MILHARES DE PROFESSORAS/ES EM TODO O PAÍS!
ESTA É UMA LUTA DE TODAS/OS AS/OS TRABALHADORAS/ES!

É FUNDAMENTAL QUE A LEGALIDADE SEJA IMPOSTA E QUE AS/OS PROFESSORAS/ES DAS AEC's TENHAM CONTRATO DE TRABALHO

Próximas plantações de árvores no âmbito da campanha Criar Bosques para os dias 23 e 24 de Janeiro



Proximas plantações para o fim-de-semana de 23 e 24 de Janeiro de 2010

SERRA DO GERÊS
Data: 23-01-2010 (Sábado) a 24-01-2010 (Domingo)
Hora: 10:00
Local: Parque Nacional da Peneda-Gerês – Centro de Educação Ambiental do Vidoeiro – Lugar do Vidoeiro, 99 ( Junto ao parque de campismo do Vidoeiro após Vila do Gerês em direcção a Vilarinho da Furnas)
Encontro: Dia 23-01-2010 às 8:00 na estação do metro da Casa da Música (Porto).
Contactos para inscrição: Pedro Sousa (912 554 432 / 931 954 493 / 223 749 249;
pso...@earth-condominium.com

Observação: Caso pretenda outro local de encontro, que fique a caminho é necessário contacto prévio para marcação, de forma a gerir as viaturas a levar. O limite máximo de inscrições com dormida gratuita na Pousada da Juventude de Vilarinho das Furnas é de 20 pessoas, com um limite máximo de inscrições de 30 pessoas.




SERRA DO CARAMULO
Data: 23-01-2010 (Sábado)
Hora: 9:30
Local: Cabeço Santo
Encontro: Parque do Moinho de Vento em (Belazaima do Chão).
Contactos para inscrição: Paulo Domingues (968 750 155;
cabsa...@gmail.com
Obs: A participação requer a inscrição prévia




SERRA DE MONTEJUNTO
Data: 23-1-2010 (Sábado)
Hora: 10:00
Local:Quinta da Serra
Encontro: Centro de Interpretação Ambiental da Serra de Montejunto – Mapa 1
Contactos para inscrição: Paulo Monteiro (93 999 21 88;
criarbosq...@quercusancn.pt )

Obs: Ver Mapa 1 (descrição do acesso ao local e respectivos mapas).

Acção de denúncia de casos de assédio moral sobre funcionários no banco Santander Totta

Um grupo de trabalhadores do banco Santander juntou-se à porta da sede do banco em Lisboa para denunciar várias situações de assédio moral que as chefias do banco exercem sobre os trabalhadores que reivindicam os seus direitos.

http://www.mudarbancarios.org/

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS E ORGANIZAÇÃO
O MUDAR tem por objectivo reconstruir um sindicalismo de base e participativo, um sindicalismo com princípios:
• Um sindicalismo lutador pela contratação colectiva e contra a precarização das relações de trabalho;
• Um sindicalismo independente dos poderes instituídos (político e económico) e intransigente defensor dos interesses dos trabalhadores;
• Um sindicalismo respeitador das assembleias de trabalhadores que deverão pronunciar-se em todos os momentos importantes;
• Um sindicalismo democrático com respeito pelas diferenças de opinião.


O jornal Novas da Galiza entra numa nova fase, com uma nova imagem gráfica, aumento de páginas e novos colaboradores




Numa conferência de imprensa celebrada ontem no Centro Social Gentalha do Pichel, em Compostela, o diretor do Novas da Galiza, Carlos Barros, apresentou o novo formato deste periódico de informaçom crítica. que começa o ano 2010 com forças renovadas. Com um conselho de redação ampliado, um novo desenho mais moderno, de um terço mais de páginas, o periódico visar manter a sua qualidade informativa e ser capaz de dar cobertura a um movimento social galego cada vez mais amplo e assentado. O primeiro que chamará a atenção neste número 86 será a imagem gráfica renovada, as oito páginas mais e uma reestruturação de conteúdos e secções.

O periódico começou a sua andaina em 2002, como assinala o editorial do novo número, entre as lutas estudantis e a mobilização sem precedentes contra a maré negra, "com a pretensom de ser o meio de referência dos movimentos sociais, do ámbito do soberanismo, do reintegracionismo e de toda a Galiza crítica e contestatária que demanda uma imprensa que transmita uma realidade alheia ao tecido empresarial e ao poder político".

O jornalismo de investigação será a ser um dos piares do Novas da Galiza, "sem importar-nos, assinalou o diretor, a repressão da que podamos ser alvo, como sucedeu com a Operação Castinheiras ou com a denúncia que nos apresentaram do Ministério por uma reportagem contra o narcotráfico na Galiza na que saiam à luz dados comprometidos". O periódico mensal, medra sem pausa, atingindo mais de 700 assinantes e milhares de exemplares difundidos através da web.

"O Novas da Galiza, recordou Xoán R. Sampedro do conselho de redação, confecciona de forma democrática todos os seus conteúdos, e cada número é fruto de trabalho militante e desinteressado, mas com uma profissionalidade da que carecem os médias empresariais, por exemplo no que atinge ao cuidado da linguagem".

O Novas da Galiza é um jornal galego criado em fevereiro de 2002, e durante três anos manteve a distribuição gratuita, repartindo-se em locais sociais, espaços alternativos e sedes de colectivos, com presença também na Internet.

Em março de 2005 o projecto encetou uma nova etapa, marcada peloas mudanças no conselho de redacção, na imagem corporativa e, em definitiva, na profissinalização. Entre outras novidades, passou a ser vendido nas bancas ao preço simbólico de um euro, ampliando a sua cobertura territorial a toda a Galiza.

A filosofia que move a publicação caracteriza-se pelo investimento cultural, promovendo com os ingressos a edição de livros de autores novos, material audiovisual, etc. Contrariamente a outras iniciativas similares tanto na Galiza quanto em países do entorno, o projecto não se move por um afã económico. Prova disto é que o próprio periódico disponibiliza de graça todos os números na sua hemeroteca virtual um mês após a saída nos quiosques.

Nos seus princípios fundacionais, o Novas da Galiza afirma ter nascido ao serviço da liberdade de opinião e de todas as expressões artísticas, apartidista, contrário à globalização (especialmente à transnacionalização de capitais), laico, com afã de informar (em língua galego-portuguesa) de jeito honesto e veraz, consciente de que a soberania nacional reside no povo galego, cuja filosofia preside a tradição da política esquerda nacionalista galega.




Reproduzimos o editorial do novo número que foi lido na conferência de imprensa:

INFORMAÇOM COMUNITÁRIA

A pequena história do Novas da Galiza é também a pequena história dos movimentos populares do país nesta década que está a concluir. As primeiras capas deste jornal vírom a luz numha Galiza agitada por greves gerais, movimentaçons estudantis e laborais, reacçons massivas contra a maré negra. Num plano mais restrito, esta publicaçom foi mui devedora do mundo associativo tecido por volta dos centros sociais, multiplicados ao alento do independentismo, e derivados numha constelaçom de iniciativas comunitárias que atingírom campos diversos da vida social, do desporto à comunicaçom, da educaçom à defesa da língua.

O assentamento do jornal aconteceu, paradoxalmente, numha etapa de devalar das causas colectivas, que o poder chama “normalidade democrática”, e a dissidência galega interpretou como passividade e assimilaçom. Ao longo de oito anos, naturalizou-se um discreto estado de excepçom contra a militáncia galega, dirigido em Madrid, e saldado com pressom policial e penal, sempre secundada por activos e passivos; no plano político-institucional, e num contexto de reconquista espanhola das naçons resistentes, o bipartidismo quase perfeito já cobrou carta de naturalidade: e com ele esvaecêrom também as esperanças de um país regenerado polo nacionalismo institucional, carente de atractivo para quem manda de verdade. Esta nova fase do processo de assimilaçom da Galiza, que sem exagero podemos qualificar de terminal se nom o invertirmos desde já, achou nos meios um veículo perfeito. Hoje, mais do que ontem, reina a informaçom como mercadoria: e com ela a censura por saturaçom, a pressa como inimiga da análise, e a instalaçom passiva dos galegos e galegas num universo mediático hispano, dominado polo infoentretenimento e a banalizaçom da barbárie.

Novas da Galiza inicia agora umha nova etapa, ciente da história de que parte, dos constrangimentos do presente, e das necessidades mais elementares. Longe da cultura da imagem, sempre preferiu mostrar-se tal como era, sem enfeites e sem fachendas; e vacinado contra as precipitaçons, sempre apostou em dar passos avante pequenos e mui firmes. Hoje apresentamo-nos a leitores e leitoras com mais páginas e novos conteúdos, dispostos a nos melhorarmos como ferramenta da Galiza que se move. Este passo para a frente é possível por contarmos com umha equipa ampliada e mais diversa, com o apoio da nossa base leitora e solidária, e com os contributos permanentes -em informaçom e iniciativas- dos movimentos populares. Doravante, se os nossos passos para a frente continuam em sintonia com os da comunidade que nos acompanha, poderemos sentir-nos satisfeitos.

http://www.novasgz.com/

Michael F.D. Young, autor do livro Conhecimento e Currículo, orienta seminário na Universidade do Minho ( dia 22 de Jan. às 14h30 em Braga)




Michael F. D. Young, autor do livro «Conhecimento e Currículo, Do socioconstrutivismo ao realismo social na sociologia da educação », e um dos mais destacados nomes da Sociologia da Educação, orienta um seminário no Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho, na cidade de Braga,.

O seminário é subordinado à temática do "Conhecimento e Currículo e vai abordar a função da escola


INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E PSICOLOGIA U.MINHO
TEL. 253 604 240/1 :: 253 604 225


Sobre o livro «Conhecimento e Currículo »

Escrito numa linguagem desafiadora, e muito apelativa para os leitores interessados na discussão do conhecimento em tempos de decisões globais, o livro revela-se essencial para professores, formadores, pais e encarregados de educação e decisores políticos, na medida em que fornece quadros teóricos e práticos que fundamentam o debate sobre a educação, a formação, o conhecimento e o currículo.
O autor, um dos mais renomados, actualmente, da Sociologia da Educação, explicita nesta obra as relações entre os aspectos teóricos e as questões práticas e políticas, razão por que se torna num texto teoricamente elaborado, sem deixar de ser relevante para a prática educacional.

• Professores, Formadores, Pais e decisores políticos.
• Inscrição: 15,00€
Inclui a entrega do livro Conhecimento e Currículo. Do Socioconstrutivismo ao Realismo Social na Sociologia da Educação.
• O número de participantes é limitado à capacidade e disponibilidade das instalações.

Concentração de trabalhadores na Praça dos Poveiros (dia 21 de Jan. às 15h) contra a precariedade e desemprego e por mais emprego, salários e direitos



CONCENTRAÇÃO no Dia 21 de Janeiro – às 15 Horas

Local: Praça dos Poveiros - Porto


No âmbito da Acção Nacional Descentralizada aprovada pela CGTP-IN para ter lugar no 1º trimestre de 2010, Contra a Precariedade e o Desemprego, por + Emprego, Salários e Direitos, a Direcção da USP/CGTP-IN marcou uma Concentração de trabalhadores, dirigentes, delegados e activistas sindicais para o dia 21 de Janeiro próximo, 5ª feira, a partir das 15 horas, na Praça dos Poveiros, no Porto.


http://www.usporto.pt/News/View.aspx?Articleid=78

Workshop de Dança e Percussão Africana pela Allatantou Dance Company no Palácio das Artes-Fábrica de Talentos ( de 25 de Jan. a 5 de Abril)


Este Workshop destina-se a pessoas de todas as idades, com ou sem experiência em Dança e Percussão Africana, que desejem aprender ou aperfeiçoar conhecimentos.

A Allatantou é uma companhia de dança e percussão que nasceu na Gâmbia na década de 70 fundada por Abdoulaye Camara (Guiné Conakry/Suécia). Chegou à Europa nos anos 80, onde se estabilizou e criou raízes em países como: Suécia, Escócia, Irlanda, Escandinávia, Noruega, E.U.A, Portugal e Espanha. Desde 2006 que a Allatantou se dedica a divulgar as tradições e culturas da costa Ocidental de África, através de espectáculos e animações em diversos espaços.

Um Workshop que nos leva a conhecer a história mítica desta região da África Ocidental através de coreografias e danças de máscaras, cânticos enaltecidos pelas sonoridades vibrantes dos instrumentos tradicionais (djembés, dounoumbas, krins, gongomas).

Duração trimestral 25 de Janeiro a 5 de Abril 2010
Frequência Segundas-feiras
Horário laboral 10h30 às 12h00
Horário pós-laboral 19h00 às 21h30
Valor 120 euros/trimestre (não reembolsável)
Local Palácio das Artes - Fábrica de Talentos, Largo São Domingos, Porto
Número mínimo de inscrições 10 participantes

Contactos:
André Rodrigues -
arodrigues@fjuventude.pt
telefone 22 339 35 30 ou fax 22 339 35 44

Fundação da juventude
Casa da Companhia Rua das Flores, 69
4050-265 Porto
Tel: 223 393 530
Fax: 223 393 544
E-mail:
geral@fjuventude.pt
http://www.fjuventude.pt/?id=642

19.1.10

Reportagens do colectivo brasileiro Catarse sobre os trabalhadores de canaviais e da fábrica de cana-de-açucar em Catende onde se produz sem patrão

São cinco, as reportagens da série Trabalhadores de canaviais, que foram preparadas pelo Coletivo Catarse para o programa Outro Olhar, da TV Brasil.

Desde 2004, a Catarse é um coletivo de jornalistas e artistas que tem como objetivo trabalhar junto a movimentos, organizações e pessoas que também se comprometem na busca por uma sociedade mais justa e humana. Com um trabalho autoral e engajado, firmou olhar nos movimentos e organizações do povo, que entendem a cultura como um direito humano e a comunicação como uma ação transformadora.

Catarse – Coletivo de Comunicação
51.3012.5509
catarse@coletivocatarse.com.br
http://coletivocatarse.blogspot.com/

Primeiro episódio registra as condições de vida dos cortadores de cana e suas famílias que chegam do Maranhão e de outras regiões miseráveis em Guariba – cidade que bóia no mar de cana do interior de São Paulo..
Para os cortadores: muito esforço e baixo salário, num sistema vicioso de lucro por produtividade, em que quem roça mais também enriquece mais o patrão

No segundo episódio regista-se a denúncia de servidor do INSS da região de Jaboticabal, ao revelar que 30% dos cortadores pedem afastamento no final de cada safra e muitos deles, sem condições de trabalho, não recebem benefícios – a reportagem conversa com um deles: Adão Avelino de Jesus

O terceiro episódio da série Trabalhadores de canaviais, para a TV Brasil mostra a dor de duas viúvas que perderam seus maridos para um sistema de exploração. Uma boa parte do salário dos cortadores de cana é paga por produtividade. Quem corta pouco ganha mal e não consegue ser readmitido nas próximas safras. Essa pressão acaba levando muitos trabalhadores ao limite do esforço físico. No interior de São Paulo, muitos deles perdem a vida no meio da cana.

Na quarta reportagem sobre trabalhadores nos canaviais é apresentado o projeto Catende-Harmonia, em Catende, Pernambuco. Considerada uma das maiores experiências brasileiras em auto-gestão e economia solidária, os trabalhadores assumiram a direção da Usina e romperam com uma cultura de exploração do cortador de cana e da concentração de riquezas que eram perpetuadas pelos usineiros. Diversificaram a lavora e melhoraram a qualidade de vida

Na quinta reportagem da série Trabalhadores de canaviais, a reconstrução de Catende, usina de cana-de-açúcar falida em 1993, pelo espírito de solidariedade de seus trabalhadores emancipados do patrão


Migrantes da cana



Cortadores de cana que adoecem, sofrem abuso de poder.



Viúvas dos canaviais.



Catende - usina sem patrão



Solidariedade nos canaviais da reforma agrária