26.9.09

A Escola da Noite em Coimbra recebe a peça Os Dias Felizes (de Beckett) pelo Centro Dramático de Évora


"Um maravilhoso poema de amor, o canto de uma mulher que ainda quer ouvir e ver o homem que ama."

OS DIAS FELIZES de Samuel Beckett pelo CENDREV(o grupo do Centro Dramático de Évora) no TCSB ( Teatro da Cerca de São Bernardo) em Coimbra



A Escola da Noite acolhe o espectáculo “Os Dias Felizes” de Samuel Beckett, pelo Centro
Dramático de Évora (CENDREV), nos próximos dias 29 e 30 de Setembro, terça e quarta, pelas 21h30, no Teatro da Cerca de São Bernardo (TCSB).

O espectáculo aborda, segundo o CENDREV, uma "estranha história de amor", em que Winnie é uma personagem que cria o seu presente a partir de fragmentos de uma existência anterior, uma personagem que está a afundar-se na terra, enterrada até à cintura, e que passa o tempo entre a campainha que toca para acordar e a que toca para dormir. Winnie tentará envolver Willie, o seu companheiro, na conversa evocando "memórias de uma vida anterior, em que a mobilidade era possível, contando histórias a si própria e remexendo nos seus objectos dentro do saco". O conflito interior desta perosnagem "reside no facto de o seu interlocutor lhe poder falhar e ter que passar a falar sozinha, coisa que não poderá suportar".

É com grande satisfação que A Escola da Noite, que já produziu dois espectáculos a partir da obra deste dramaturgo irlandês (“Beckett: primeira jornada”, 1996, encenação de António Augusto Barros e “Play Beckett”, 2006, encenação de Sofia Lobo), acolhe no TCSB um dos textos maiores deste autor em cuja obra, de acordo com o CENDREV, "a ironia amarga resulta de um violento contraste entre a esperança que o homem coloca na sua existência e o que realmente obtém dela".
“Os Dias Felizes” do CENDREV, conta com interpretação de Isabel Bilou e Rui Nuno, dirigidos por Júlio Castronuovo, com Maria Marrafa como assistente de encenação, e ainda com a colaboração de Carlos Barreira na cenografia, Inês de Carvalho nos figurinos e António Rebocho nas luzes.

Esta apresentação em Coimbra da companhia alentejana ocorre no âmbito da Plataforma das Companhias da qual fazem parte, para além dos dois grupos de Coimbra e Évora, o Teatro Regional da Serra de Montemuro, o Teatro das Beiras, a Companhia de Teatro de Braga e a ACTA.

Faça-nos companhia!
A Escola da Noite




A Escola da Noite apresenta no TCSB

OS DIAS FELIZES de Samuel Beckett pelo CENDREV

29 e 30 de Setembro terça e quarta 21h30 TCSB

informações e reservas pelo telefone 239718238 telemóvel 966302488

bilhetes entre 6 e 10 Euros duração 105' com intervalo M/16


A Escola da Noite
Teatro da Cerca de São Bernardo
Cerca de São Bernardo
3000-097 COIMBRA

telef 239 718 238
fax 239 703 761
telm 966 302 488

e-mail
isabelcampante@aescoladanoite.pt
site
www.aescoladanoite.pt
blog
http://weblog.aescoladanoite.pt

Quintas de Leitura convida 4 poetas para a sessão imperdível de 29 de Outubro

Clicar sobre a imagem para ler em detalhe

http://quintasdeleitura.blogspot.com/


Abertura de Bilheteira - Dia 24 de Setembro

Levantamento de Reservas - Até ao dia 22 de Outubro

Patrícia Vaz
(Produtora)

Teatro do Campo Alegre

Documentários sobre José Afonso vão ser passados no clube literário do Porto ( dia 2 de Out. às 21h30)


Conferência sobre «The Social Construction of the Self» (28 e 29 de Set. em Alghero, Itália)



Conference: THE SOCIAL CONSTRUCTION OF THE SELF
Alghero, Italy
28-29 September 2009


What are the connections between social cognition and individual selfhood?
How do social relationships contribute to shape our inner self?

Conversely, how much of our mental like is intrinsically “social”, and in what sense?
Is there a sharp boundary between self and other, or these categories require a more nuanced analysis?
If there is an intimate connection between society and selfhood, what is the role of language in this respect?

These are some of the issues to be addressed in this interdisciplinary conference, where leading scholars in philosophy, psychology, and neuroscience are gathered to discuss the extent by which our inner mental life is influenced by the social context we live in.

Conference poster: http://www.media.unisi.it/cirg/fp/conf_social_self.pdf

PROGRAMME

Monday 28 September 2009
09:00: Opening remarks
09:15: Cecilia Heyes (Oxford), The role of learning in the development of mirror neurons
10:15: Coffee break
10:45: Corrado Sinigaglia (Milan), Motor cognition and action understanding
11:45: Peter Hobson & Jessica Hobson (London), Self/other distinction from the perspective of autism
13:00: Lunch
14:30: Matteo Mameli (London), An evolutionary perspective on social cognition
15:30: Shaun Gallagher (Orlando/Hatfield), Social interaction in the phenomenology of agency
16:30: Coffee break
17:00: Cristiano Castelfranchi & Fabio Paglieri (Rome), Self-control as a social problem
18:00: Gregory Currie (Nottingham), Language, narrative and the spread of reputation
20:30: Social dinner


Tuesday 29 September 2009
09:00: Barry Smith (London), Language, self-knowledge and consciousness
10:00: Julian Kiverstein (Edinburgh), Where am I? The extended mind and sociality
11:00: Coffee break
11:30: Till Vierkant (Edinburgh), The extended will: social and natural artefacts for self-control
12:30: Concluding remarks


REGISTRATION
Registration to the conference is free of charge, but people interested to attend should contact as soon as possible Prof. Fabio Bacchini (
bacchini@uniss.it): due to the limited number of seats available, requests for attendance will be processed following a first-come, first-served policy.

ORGANIZERS
F. Bacchini (Università di Sassari), C. Castelfranchi (ISTC-CNR Roma), F. Paglieri (ISTC-CNR Roma)
SPONSORS
The event is organized by the research project CONTACT – Consciousness in Interaction: The Role of the Natural and Social Environment in Shaping Consciousness(
http://linus.media.unisi.it/cirg/contact/), which is part of the ESF-EuroCORES programme CNCC – Consciousness in Interaction (http://www.esf.org/cncc).
The event is also sponsored by:
Dipartimento di Scienze della Comunicazione – Università degli Studi di Siena
Facoltà di Architettura, Alghero – Università degli Studi di Sassari
Istituto di Scienze e Tecnologie della Cognizione, CNR, Roma

Alguns poetas estiveram reunidos no café Piolho hoje à tarde (reportagem)



Um dos mais emblemáticos cafés da cidade do Porto, o Piolho, foi hoje palco de um encontro de poetas que, entre versos lidos, partilharam experiências e vivências daquele local onde um dia se inspiraram para escrever.
Fernando Morais, João Gesta, Rosa Alice Branco, João Habitualmente, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, Teixeira Guedes, Alberto Miranda, José Soares Martins, Filipa Leal, Pedro Ribeiro, João Ulisses e Marta Bernardes juntaram-se hoje à mesma mesa para dissecar o espaço que este ano comemora o seu primeiro centenário.

“O Porto sem o piolho seria uma careca calva. O Piolho é maior que o Porto”, sublinhou o poeta João Habitualmente, para quem aquele espaço é dado mais “à conversa, ao fino e ao tremoço” que propriamente à poesia.

Um sentimento não partilhado pela maioria dos restantes convidados, muitos dos quais leram poemas que escreveram dentro das paredes espelhadas do agora centenário Piolho D’Ouro.“O poeta está com sede [e] o mundo assim não avança”, leu Pedro Ribeiro, autor de um poema dedicado “à gaja da mesa do fundo”, escrito ali mesmo, no Piolho, no momento em que lhe “ia oferecer um poema” mas “a gaja” foi lá para fora: “que pena!”.

O café tornou-se assim “sala de estar, abrigo das investidas cobardes da polícia fascista e um espaço de fruição e liberdade” onde também se despertava para os primeiros amores, os “beijos ortopédicos e os charrinhos libertadores”, recordou o poeta João Gesta.

De palco de resistência a ponto de encontro, o café “é um lugar emblemático, de cultura e de construção do raciocínio e liberdade”, referiu Daniel Maia-Pinto Rodrigues. Talvez por isso, destacou Teixeira Guedes, “quem frequenta o piolho tem atitude poética”.

Mas o Piolho não é só feito de passados e tempos idos. A comprovar isso estiveram as poetisas Filipa Leal e Marta Bernardes, que contam estórias de presente, de cidades e memórias que a nova geração precisa de criar.“Ser poeta é ter experiência do indizível e correr atrás do horizonte”, descreveu Marta Bernardes, 26 anos, que defende que “toda a arte encerra um verso” e que “Portugal é, sobretudo, um país de poetas”.Já a professora e poetisa Rosa Alice Branco, para quem a vida sem Piolho “poderia ter sido muito triste”, acredita que em Portugal “há a mania que este é um País de poetas” e que “não se deve escrever se não houver coisas para dizer”.

Mas “os poetas não são portugueses, são de todo o mundo” frisou João Ulisses, que viu o café contribuir-lhe “um pouco para a cirrose” e para quem ser poeta “é estar contra tudo”.O encontro de hoje esteve integrado nas comemorações do centenário do Piolho cuja organização tem sido levada a cabo pela Escola Artística Profissional Árvore e pelos responsáveis Raúl Simões Pinto e Sílvia Silva.

Transcrição da notícia enviada pela agência Lusa


Saída de Campo para Observação de Aves na Albufeira do Caia ( 3 de Outubro de 2009)



Saída de Campo para Observação de Aves na Albufeira do Caia – 3 de Outubro de 2009

Integrada no “Fim-de-semana Europeu de Observação de Aves 2009”, o Núcleo Regional de Portalegre da Quercus vai organizar no próximo dia 3 de Outubro, Sábado, uma saída de campo para observação de aves na Albufeira do Caia.

O “Fim-de-semana Europeu de Observação de Aves” celebra a incrível beleza das aves existentes no nosso continente e tem como objectivo o fomento da conservação das Aves e dos seus Habitats. É uma iniciativa promovida pela associação BirdLife International, sendo coordenada em Portugal pela Sociedade Portuguesa para o Estudo de Aves (SPEA).

A Quercus associa-se a este evento, organizando diversas saídas de campo para observação de aves, sendo que a actividade no distrito de Portalegre decorrerá na Albufeira do Caia (concelhos de Arronches/Elvas/Campo Maior) no dia 3 de Outubro, durante o período da tarde.

Esta saída, que será guiada por colaboradores com experiência na área, abrangerá os diferentes níveis que os participantes possam apresentar, pelo que será aberta a todos os interessados. Para além do percurso pedestre, dirigido à observação, que iremos realizar na zona, a actividade constará também de uma breve abordagem inicial a esta temática.

O início da actividade está previsto para as 14.30 horas, sendo o ponto de encontro em Arronches, no Largo Serpa Pinto, junto ao Centro de Educação Ambiental da Cam. Municipal.

As inscrições, gratuitas, devem ser efectuadas por e-mail ou telefone, para os contactos do Núcleo Regional (portalegre@quercus.pt ou Telfs.: 96 010 70 80 // 93 942 63 71).

Mais informações em:

http://www.spea.pt/index.php?op=actividades/fds_caia

A Arte e a Natureza - ciclo de conferências na Faculdade de Belas Artes de Lisboa de 7 de Out. a 4 de Novembro


Na sequência dos 3 ciclos anuais de conferências realizados na FBAUL, a secção Francisco de Holanda do CIEBA (Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes) da FBAUL, vai realizar em Outubro e Novembro, o 4º projecto de articulação das Artes Visuais e das Outras Artes, submetido ao tema: A arte e a natureza. Para a realização deste desiderato, foram dirigidos convites a especialistas de vários campos artísticos, culturais e científicos, com o propósito de fazer confluir num mesmo espaço de debate, a especificidade dos seus contributos para o tema em foco. Promove-se, uma vez mais, uma influência recíproca entre as áreas artísticas da própria FBAUL, e estabelece-se uma relação com outras ‘Artes’ e Instituições.

As conferências ocorrerão em Outubro e Novembro, nos dias 07, 14, 21 e 28 de Outubro, e 04 de Novembro, entre as 14h30 e as 18h00, sendo as cinco sessões moderadas por Cristina Azevedo Tavares, Margarida Calado, José Quaresma e Fernando Rosa Dias.

O Ciclo de Conferências A arte e a natureza será acompanhado, em simultâneo, por três exposições alusivas ao tema vigente, designadamente dois conjuntos de obras produzidas à luz do conceito de Environmental Art com 20 autores (conhecidos e emergentes), e ainda, uma exposição intra-muros com 10 autores (conhecidos e emergentes) das áreas da Pintura, Desenho, Escultura e Instalação.

As três exposições realizar-se-ão em três núcleos distintos:
- Galeria da FBAUL, de 8 de Outubro a 20 de Novembro;
- Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, de 9 de Outubro a 30 Novembro;
- Reservatório da Patriarcal (Museu da EPAL), de 2 de Outubro a 20 de Novembro.

A entrada é livre, mas é conveniente fazer a sua inscrição, mediante o preenchimento da ficha de inscrição e respectivo envio para o
Gabinete Relações Públicas.
A inscrição concederá o acesso livre às exposições na Galeria da FBAUL, no Reservatório da Patriarcal e no Jardim Botânico da UL. Permitirá ainda o envio posterior de informação relativa às Conferências, nomeadamente um Certificado de Presença com a descriminação das Conferências a que vai assistir.


Contactos
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Gabinete de Relações Públicas

Largo da Academia Nacional de Belas-Artes
1249-058 Lisboa Portugal


Telefone 213 252 108
Fax 213 252 116
Correio Electrónico
gab.rp@fba.ul.pt

Horário Segunda a Sexta › das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 16h30
Programa das Conferências:

7 de Outubro de 2009
Moderador: José Quaresma

Adriana Veríssimo Serrão (FLUL)
A essência da ruína: circularidade entre arte e natureza.

Isabel Sabino (FBAUL)
Uma (in) certa natureza.

Susana S. Martins (KUL – Lieven Gevaert Research)
Naturezas de Portugal: autenticidade e identidade nasrepresentações fotográficas.
Debate seguido de breve intervalo.
José Quaresma (FBAUL)
Rinocerontes, reprodutibilidade e ciência.
Margarida Calado (FBAUL)
Natureza Morta – Reflexões em torno de um género detradição na pintura ocidental.
José Sanches Ramos (FBAUL)
Do Lápis da Natureza às Coisas, que são como as vemos.

14 de Outubro de 2009
Moderador: Fernando Rosa Dias

Fernando António Baptista Pereira (FBAUL)
“A pintura engana a natureza” — Origens dos géneros “paisagem” e “natureza morta.”


Rui Oliveira Lopes (SFH-CIEBA)
A ideia de natureza na arte chinesa.Da pintura de paisagem à arquitectura de jardins.


Helena Ferreira (FBAUL)
Apropriação especular da natureza na arte contemporânea.

Debate seguido de Lançamento do Livro de Actas dedicado ao tema Arte e Eros.


António Pedro Marques (FBAUL)
Blotting, Bluffing Nature.

Ana Pais (ESTC)
A natureza humana e a imitação.Perspectivas interdisciplinares.


Juan Carlos Ramos Guadix (FBAUG)
La metamorfosis de la imagen plástica.
Mais info: aqui

1,1 milhões de precários e 700.000 desempregados em Portugal !!! « - Porreiro, pá!»


1,1 milhões de precários em Portugal!
...e 700.000 desempregados!

«- Porreiro, pá! »


O que mais é preciso para demonstrar que o capitalismo não serve porque é destrutivo da natureza, de empregos e da felicidade de viver...

25.9.09

Colóquio Internacional sobre racionalidade hermenêutica (1 e 2 de Out. na Fac. de Letras de Coimbra)


Entre 1 e 2 de Outubro de 2009, a Unidade I&D Linguagem, Interpretação e Filosofia organiza, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, um Colóquio Internacional sobre "racionalidade hermenêutica", com a participação de alguns dos mais reputados especialistas mundiais nesta área filosófica


International Colloquium “The Hermeneutic Rationality”
October 1-2, 2009
University of Coimbra (Portugal)



Program


1st October

9h.15 – Opening ceremony
10h – Plenary session (A) Moderator: Edmundo Balsemão
Andrzej Wiercinski, (International Institute for Hermeneutics): Phronesis as the Mediation between Logos and Ethos: Rationality and Responsability
Nicolas Davey (University of Dundee, GB, Scotland): Hermeneutic Aesthetics
Debate

Gilbert Vincent: (Université Marc Bloch – Strasbourg), L´herméneutique du sentiment de dette: s'imaginer insolvable; s'obliger à rendre ; donner - ou l'affranchissement du désir d´être.
Isabel Matos Dias (University of Lisbon) Hermenêutica e Cultura.
Debate


13.00 - Lunch

15h – Plenary session (B) Moderator: Mário Santiago de Carvalho
Jesús Conill (Valencia, Espanha): The Experiential Hermeneutic Nature of Gadamer´s Practical reason

James Risser, (Department of Philosophy, Seattle University, USA): Finding the Measure of Reason in Gadamer’s (Platonic) Hermeneutic.
Debate

16h.30 Coffee break

Marco Antonio Casanova (Federal University of Rio de Janeiro): Monde et singularité: l´enjeu de l´accion singulière dans l´herméneutique heideggeriènne de la facticité.
Alexandre Franco de Sá (University of Coimbra) : Phronesis, décision et résolution:Heidegger et le décisionisme
Debate

2nd October

10h – Plenary session (B) Moderator: Maria Luísa Portocarrero
Jean Grondin (University of Montréal): The Metaphysical Dimension of Hermeneutics
Marcelino Agís Villaverde (University of Santiago de Compostela): El diálogo como arte de la razón compartida
Debate

Jeffrey Andrew Barash (Amiens, France): Is Collective Memory a Figment of the Imagination
Martinho Soares (bolseiro da FCT, Doutorando na Universidade de Coimbra):
L´herméneutique du texte historique chez P.Ricoeur
Debate

13h00 Lunch

15h – Plenary session (C) Moderator: Alexandre Franco de Sá
Gaetano Chiurazzi (University of Turim): La phronèsis comme rationalité diagonale.
José Manuel Santos (University of Beira Interior): La rationalité pratique et sa fondation
Irene Borges Duarte (University of Évora): O lugar do afecto. Da hermenêutica da facticidade à análise existencial heideggeriana
Debate

16h30 - Coffee break

Moderator: Isabel Matos Dias Caldeira Cabral
Luís Umbelino (University of Coimbra ): Ricoeur´s Hermeneutic Turn in French Reflexive Tradition.
Paula Ponce de Leão (ISPA – Lisbon): Atestação e Testemunho em Paul Ricoeur
Debate


18h.30 – Closing Session Moderator: António Manuel Martins
Maria Luísa Portocarrero (University of Coimbra): Les vrais enjeux du concept herméneutique d´application: Gadamer et Ricoeur

Seminário Aberto de Estética - Linhas de Composição.Gilles Deleuze, Imagens (28 e 29 de Set. na FLUP)

Seminário Aberto de Estética LINHAS DE COMPOSIÇÃO. GILLES DELEUZE, IMAGENS
28 de Setembro, às 13h30 (Sala 210) e 29 de Setembro, às 15h30 (Sala 208) na FLUP

O Research Group "Estética, Política e Artes" do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto (GFMC) tem o prazer de convidar V. Exa. para o Seminário

LINHAS DE COMPOSIÇÃO. GILLES DELEUZE, IMAGENS

a realizar por António Carlos Amorim (Universidade Estadual de Campinas UNICAMP. Brasil)


O Seminário, integrado no Ciclo de Seminários Abertos de Estética, terá lugar nos dias 28 de Setembro, às 13h30 (Sala 210) e 29 de Setembro, às 15h30 (Sala 208) na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.


[Entrada livre]

Informações
Instituto de Filosofia
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Via Panorâmica s/n
4150-564 Porto
Telef. 226077100 - ext.3103
ifilosofia@letras.up.pt

Seminário aberto «Freud, Jung, Lacan: sobre o inconsciente» na Faculdade de Letras do Porto a partir de 8 de Outubro

Seminário Aberto Freud, Jung, Lacan: Sobre o Inconsciente
A partir de 8 de Outubro na FLUP



No âmbito das actividades do Instituto de Filosofia, irá decorrer a partir do próximo dia 8 de Outubro o Seminário Aberto Freud, Jung, Lacan: Sobre o Inconsciente, dirigido por Luís M. Augusto, Bolseiro de Pós-Doutoramento da FCT e Investigador Integrado do Instituto de Filosofia / Mind, Language and Action Group (MLAG).

As sessões do Seminário Aberto decorrerão na Faculdade de Letras da Universidade do Porto a partir das 19h00. Indica-se em seguida as datas e salas das sessões:

08.10.09, Sala de Reuniões - Freud: A 1ª Tópica

22.10.09, Sala de Reuniões - Freud: A 2ª Tópica

05.11.09, Sala de Reuniões - Jung e o Inconsciente Colectivo

19.11.09, Sala a anunciar - Lacan: O Inconsciente como uma Linguagem I

03.12.09, Sala a anunciar - Lacan: O Inconsciente como uma Linguagem II

ENTRADA LIVRE

CARTAZ DE DIVULGAÇÃO

Informações
Instituto de Filosofia
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Via Panorâmica s/n
4150-564 Porto
Telef. 226077180
ifilosofia@letras.up.pt

23.9.09

Plataforma Anticapitalista



Entre Abril e Julho deste ano, algumas organizações e pessoas encontraram-se em Lisboa para debater a situação do país, particularmente a que é vivida no quadro da crise mundial do capitalismo. O seu intuito foi procurar pontos comuns de análise da situação e discutir as condições para uma actuação política conjunta.
Os que participaram nos encontros não se iludem sobre a actual fraqueza da esquerda anticapitalista. E sabem que fraca continuará a ser se não forem encontradas formas de juntar forças na base de uma plataforma política mínima, comummente aceite.
Nesse sentido, a plataforma O capital que pague a crise, aprovada nos referidos encontros, representa um passo em frente. Ela permite, com efeito, dar a conhecer, de forma mais sistematizada e alargada, posições anticapitalistas de resposta à crise actual. E cria, portanto, condições para colocar a questão da resistência dos trabalhadores, não em termos de partilha de sacrifícios ou de medidas aceitáveis pelo patronato e pelo poder, mas em termos de luta pelos interesses de classe dos assalariados.
A Plataforma Anticapitalista em que as citadas organizações convergiram é uma base de colaboração aberta a demais grupos e pessoas. O seu ponto central é combater a pilhagem a que os trabalhadores e os pobres estão a ser sujeitos, dizendo-lhes que nada têm a esperar deste regime.
Publicamos de seguida um comunicado sobre os Encontros e o texto da Plataforma Anticapitalista O capital que pague a crise, apelando aos nossos leitores para que os apoiem e divulguem.


Encontros da Plataforma Anticapitalista

Diversas organizações e pessoas a título individual encontraram-se, em Abril, Junho e Julho, para trocarem informações e para analisarem em comum a presente situação política do país e do mundo.

Em resultado, decidiram:

1. Dar continuidade aos encontros com as seguintes finalidades:
- trocar informações sobre lutas, realizações, etc, de interesse comum, nacionais ou internacionais;
- debater posições ou propostas políticas;
- encontrar formas de acção e de intervenção comuns.

Os encontros serão regulares. Serão coordenados por uma comissão, cujos membros não são fixos, encarregada de assegurar a realização dos encontros e de propor os assuntos para discussão. Serão abertos à participação de outras organizações e pessoas que concordem com a plataforma entretanto aprovada.

2. Criar uma folha, não periódica, mas com desejável regularidade, com vista a divulgar posições sobre acontecimentos políticos, apoiar acções de luta de trabalhadores, etc, que os participantes dos encontros achem pertinentes.

3. Discutir e definir uma plataforma reivindicativa com o objectivo de criar uma base de acção comum.

Em consequência das discussões travadas, foi aprovada a plataforma “O capital que pague a crise”.
A meta imediata é dar a conhecer posições políticas anticapitalistas, hoje francamente minoritárias, sobre a situação portuguesa e internacional, particularmente em resposta à presente crise mundial.
O propósito é lançar e divulgar o mais possível um conjunto de exigências económicas e políticas de alcance imediato que respondam à situação actual e que, desse modo, encontrem eco entre os trabalhadores.
Tais exigências têm em conta os problemas presentes das classes trabalhadoras e o estado de consciência da maioria.
Mas em vez de pregarem a moderação e a resignação, procuram pôr em contraste os interesses de classe que se chocam na presente crise e incentivar os trabalhadores a reagirem e a rejeitarem pagar-lhe os custos.

4. Promover uma campanha de divulgação pública da plataforma aprovada e de recolha de apoios.

5. Marcar novo encontro para debater as eleições legislativas e autárquicas.

Colectivo de Comunistas Revolucionários
Colectivo Mudar de Vida
Colectivo Política Operária
5 Julho 2009


Plataforma anticapitalista
O capital que pague a crise


Patronato, governo e partidos do poder fazem-nos crer que a recuperação da presente crise capitalista exige sacrifícios partilhados por todos.
Na verdade, são os trabalhadores assalariados que estão a suportar o grosso dos sacrifícios.

O ponto central da nossa posição é de que os trabalhadores devem rejeitar pagar os custos da crise – pela acção de massas, pelo apoio mútuo, pela solidariedade de classe (nacional e, sempre que possível, internacional).

Consideramos que a resposta à crise não está na habilidade das “soluções” propostas, mas na força posta no confronto de classes.

Para os trabalhadores, o resultado depende da resistência que opuserem às medidas aplicadas por governos e patrões, das exigências que colocarem, da energia que puserem na sua defesa.

A expressão que resume esta ideia é:
O capital que pague a crise

As exigências concretas que pretendemos popularizar são as seguintes:

1. Trabalho para todos
- Ponto final nos despedimentos
- Proibição do lay-off
- Combate ao desemprego, ao subemprego e ao trabalho precário através da redução do horário de trabalho sem redução de salários

2. Combate à pobreza e à degradação do nível de vida
- Aumento geral de salários e pensões, redução dos leques salariais
- Uso exclusivo dos dinheiros do Estado e da Segurança Social para apoio ao emprego e ao bem-estar dos trabalhadores. Nem mais um tostão para banqueiros e especuladores

3. Mais justiça social em vez de polícia
- Apoio social aos bairros pobres e às populações imigrantes
- Julgamento e condenação dos especuladores e corruptos
- Fim dos privilégios (pensões, indemnizações, carros, etc.) dos administradores, políticos e patrões que cometeram fraudes

4. Pôr em minoria os partidos do capital
- Contra a maioria absoluta, contra o bloco central
- Não votes nos partidos de quem te explora


Colectivo de Comunistas Revolucionários
Colectivo Mudar de Vida
Colectivo Política Operária
5 Julho 2009


Fonte:

Reportagem sobre a Feira de Livros Anarquista de Victoria ( no Canadá)


No fim de semana de 12 e 13 de setembro realizou-se a 4ª Feira Anual de Livros Anarquista de Victoria na Columbia Britânica, Canadá. Para aqueles que não conhecem esta cidade, Victoria é antes de tudo um local turístico que pode ser descrito como nada menos que “pitoresco” – e não no bom sentido. De qualquer forma, o/as radicais locais de Victoria estão conseguindo provar que há mais para a cidade do que os mais maravilhosos jardins do mundo e as expedições diárias para ver baleias.
A feira de livros reuniu uma variedade interessante de distribuidoras, coletivos e organizações, cada uma com seus projetos e missões diferentes. Sendo minha primeira viagem ao norte da fronteira, a feira de livros me providenciou um espaço para conectar e aprender sobre as diferentes lutas que alguns indivíduos e comunidades na Columbia Britânica estão encarando.

Logo de início, foi muito bom ver a Declaração de Solidariedade Indígena do coletivo de organização da feira de livros:
“O coletivo da Feira de Livros apóia a luta dos povos indígenas por toda a América do Norte para assegurar sua autonomia cultural e soberania de seu território. Victoria está localizada sobre os territórios tradicionais dos povos Lekwungen e Songhees, que têm resistido ao seqüestro de grande parte de suas terras realizado à força, assim como têm resistido aos repetidos atentados de destruir suas culturas através de múltiplas forças de colonização. A elasticidade e a resistência destas e outras comunidades que fazem conexões ancestrais com estas regiões, perante a injustiça, nos desafia a apoiar todos os povos indígenas na contínua luta contra o colonialismo, o capitalismo e o genocídio cultural.”

Como nos anos anteriores, foram realizados vários eventos durante a semana precedente à feira de livros, incluindo a Feira Faça Você Mesmo que, felizmente, pude participar em boa parte. Entre a miríade de oficinas realizadas na Feira Faça Você Mesmo (arte guerrilha, primeiros socorros etc.), a autora Cindy Milstein abriu uma discussão intitulada “Educando para a Liberdade”, onde falou sobre seu trabalho no Instituto para Estudos Anarquistas.

No dia seguinte, Cindy também deu uma palestra na feira de livros intitulada “Princípios Anarquistas e Políticas Pré-figurativas”, que cobriu boa parte do tema abordado no seu livro, “Anarquismo e suas Aspirações”, em breve disponível na AK Press.


Após o primeiro dia de atividades, a maioria das pessoas se dirigiu para um show de hip-hop/palavra falada que contou com o Testament, um rapper anarquista, que também ajuda a administrar o Infoshop Empowerment em London, Ontário.
Infelizmente, não pude participar de nenhuma oficina realizada durante a feira de livro porque tive que tomar conta de uma mesa da AK, mas a programação foi sólida, com apresentações como: Anarquia Queer-Gênero, Resistência Indígena ao Ecocídio, Transformação através das Artes Marciais, e muito mais.


Tive uma oportunidade de andar pelo salão da feira de livros, onde estavam os livreiros locais, o Infoshop Camas e a Gravadora Black Raven, entre outros. Josh Macphee, autor do livro “Realizando o Impossível”, estava também presente na feira de livros com uma mesa do Just Seeds, um coletivo de arte radical.

Posicionada a um ângulo de 90 graus da mesa da AK estava um novo grupo chamado Women’s Publication Network, um projeto do UVSS Women’s Center, que estavam distribuindo zines grátis. Encontrei alguns zines incríveis nesta mesa, incluindo uma coleção de escritos das (em sua maioria canadenses) jovens mulheres de cor e um zine criticando o retrato dos Povos das Primeiras Nações no cinema canadense.

Na frente da mesa da AK estava o Victoria Street Newz, um jornal ativista/independente distribuído pelas pessoas de baixa - ou nenhuma - renda por toda a cidade. Há informações de contato atuais para todos estes grupos em seus respectivos sítios de internet, então, por favor, entre com contato com eles para descobrir uma maneira de apoiar algum ou todos estes projetos.


No outro lado da sala, Gord Hill, autor do livro “500 Anos de Resistência Indígena”, estava com uma mesa da Warrior Publications, e também divulgava a campanha Não às Olimpíadas de 2010 sobre Terra Nativa Roubada. Para aquele/as de vocês que nunca ouviu falar sobre a campanha Não 2010, eu o/as aconselho visitar o sítio de internet
www.no2010.com , para descobrir porque um grupo tão diverso se reuniu para resistir ao impacto devastador que as Olimpíadas de Inverno de 2010 em Vancouver certamente irão causar às comunidades indígenas locais, às mulheres, e ao povo pobre. Cabeça erguida – se você estiver em algum lugar próximo à costa oeste durante o mês de novembro, fique atento com as atualizações sobre a “Turnê de Palestras Não 2010” que está percorrendo litoral a baixo.

Gostaria de ter dado a você uma melhor explanação sobre a tamanha experiência de aprendizado que a Feira de Livros Anarquista de Vitória foi para mim, mas acho que esta é uma daquelas coisas que somente você estando lá para saber. Sorte tua, ano que vem tem outra.

Tradução > Marcelo Yokoi
agência de notícias anarquistas-ana

Acções de Reflorestação na Reserva da Faia Brava ( em Figueira de Castelo Rodrigo) promovidas pelo colectivo Germinal


ACÇÕES DE REFLORESTAÇÃO
Outono 2009
Reserva da Faia Brava, Algodres, Figueira de Castelo Rodrigo

Fins-de-semana:
16, 17 e 18 de Outubro de 2009
23, 24 e 25 de Outubro de 2009
13, 14 e 15 de Novembro de 2009


O Colectivo Germinal e a Associação Transumância e Natureza organizam para este Outono três acções de reflorestação nas margens do rio Côa, no Concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. Vamos dar continuação ao trabalho de recuperação da àrea protegida da Reserva da Faia Brava, propriedade da ATN, com o repovoamento de áreas ardidas e agrícolas abandonadas, promovendo assim a recuperação destes ecossistemas. Haverá também a manutenção de um viveiro florestal e a recolha de sementes.

As árvores utilizadas para os repovoamentos são autóctones, como carvalhos (sobreiros, azinheiras, roble, etc.) e freixos, entre outras. Estas acções têm por objectivo criar as condições necessárias para a recuperação de um ecossistema natural, onde espécies da fauna e flora autóctones possam sobreviver e prosperar.

Os acampamentos de voluntários realizam-se de Sexta a Domingo, sendo a Sexta-feira para recepção dos participantes. O ponto de encontro é junto à Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo. A partir daqui asseguramos transporte até ao local do acampamento e regresso.

Durante os três dias da reflorestação garantimos refeições veganas/vegetarianas confeccionadas no acampamento (Pequeno-almoço, Almoço e Jantar).

Necessitas trazer tenda, saco-cama, o teu próprio prato, copo e talher, lanterna, termo, impermeável e roupa quente, botas ou galochas, instrumentos musicais, alegria e boas vibrações!!

Inscrições
Envia um e-mail para colectivogerminal@hotmail.com indicando o fim-de-semana em que pretendes participar, mais nome e telefone e aguarda a nossa confirmação. A Inscrição tem um valor de 3€ a pagar aquando da chegada ao local de acampamento.

Os bolseiros de investigação científica protestaram hoje contra a sua situação precária


Investir em Ciência é Investir em Quem a Faz!
Comunicado da ABIC ( associação dos bolseiros de investigação científica)

Durante mais de quatro anos, o actual Governo proclamou como prioridade e marca distintiva de governação o “investimento na Ciência”. E, com efeito, registou-se durante este período um aumento do financiamento público destinado ao sistema científico e tecnológico, que se traduziu no acréscimo do número de Investigadores e no consequente aumento da produção científica nacional.

A ABIC reconhece e valoriza este esforço, que reputa como indispensável para o desenvolvimento sustentado do país. Mas não pode deixar de denunciar o facto de a propalada aposta governativa na Ciência assentar, em larga medida, no recurso a bolseiros, segmento cuja actividade é porventura a que mais contribui para a produtividade do campo científico português, mas que continua sendo o mais precários e negligenciado de todos.

Durante mais de quatro anos, indiferente ao descontentamento crescente dos bolseiros e às propostas que estes, através da ABIC, de forma aberta e construtiva, permanentemente apresentaram, o Governo nada fez para valorizar e qualificar a situação profissional destes trabalhadores científicos. Com efeito, esta legislatura não registou quaisquer avanços positivos a este nível. Ao fim de mais de quatro anos, os bolseiros portugueses continuam:

- Sem verem aumentadas as suas retribuições mensais, significando uma perda de poder de compra de cerca de 20% desde 2002, ano do último aumento;
- Sem acesso ao regime geral da Segurança Social (apenas podendo aceder ao Seguro Social Voluntário, descontando sobre o valor do Salário Mínimo, logo com protecção social mínima);
- Sem direito a subsídios de férias e de Natal;
- Sem direito a subsídio de desemprego;
- Sem verem reconhecido o seu estatuto de trabalhadores e, por isso, sem acesso aos direitos que esse estatuto consagra;
- A assegurar necessidades permanentes de instituições – e não, como deveriam e como é frequentemente dito, a cumprir um período temporário de formação académica e/ou profissional.

Ao longo destes quatro anos e meio, a ABIC procurou conhecer a realidade dos bolseiros, denunciou os problemas da sua condição profissional e avançou com propostas concretas e exequíveis para a sua resolução. A todas o Governo respondeu ora com indiferença, ora com considerações genéricas, nunca concretizadas, sobre a necessidade de introduzir ajustamentos nas políticas vigentes.

Perante este quadro, cremos ser chegada a altura para denunciar pública e explicitamente a falta de vontade política revelada por este Governo para promover mudanças efectivas na situação profissional dos bolseiros. É também nesta altura que julgamos ser oportuno conhecer que propostas têm as forças políticas que concorrem às eleições legislativas com vista à resolução dos problemas dos bolseiros.

Por isso, a ABIC convoca, para o próximo dia 23 de Setembro (4ª Feira), frente à Assembleia da República, um protesto de bolseiros, ao qual se poderão associar todos os profissionais do sistema científico e tecnológico nacional que não se revêem no actual estado de coisas. As nossas propostas são conhecidas. Reivindicamos:

- Contratos de trabalho para todos os bolseiros que não estejam em formação (bolseiros de projectos, bolseiros de gestão de ciência, bolseiros técnicos, bolseiros doutorados);
- Adequada cobertura em matéria de segurança social;
- Aumento das retribuições mensais e introdução do princípio de actualização anual dos seus valores.

É de tempo de unir os bolseiros na afirmação inquestionável de que não há verdadeiro investimento em Ciência sem investimento em quem a faz.

Junta-te a este protesto!




A Associaçao dos Bolseiros de Investigaçao Científica (ABIC) tem como objectivos dinamizar e congregar esforços para melhorar o estatuto do Bolseiro de Investigaçao Científica, numa tentativa de alterar o panorama actual e contribuir para o reconhecimento e dignificaçao dos profissionais que exercem investigaçao científica enquanto bolseiros.

Colóquio em Setúbal sobre José Afonso e o seu apoio à Reforma Agrária ( na sede da AJA, dia 25 de Setembro às 21h.)




A AJA (Associação José Afonso) na cidade de Setúbal continua a sua série de colóquios.
Desta vez o tema será: As vivências José Afonso em apoio à reforma agrária.


Local da sede: Rua damão 26 - 282900-340 Setúbal
t. 265. 185 580

A associação Campo Aberto promove hoje à noite um debate sobre Ciclovias e utilização de bicicletas como transporte urbano


Debate “Ciclovias e utilização de bicicletas como transporte urbano”


A utilização da bicicleta é cada vez mais encarada como uma alternativa de transporte urbano. Silenciosa e amiga do ambiente (e da saúde dos seus utilizadores), a sua utilização nas cidades portuguesas vai crescendo timidamente.


Dia 23 de Setembro, a partir das 21:30, no Clube Literário do Porto (Rua Nova da Alfândega, 22, Porto – à ribeira), a Campo Aberto organiza um debate com os seguintes convidados:
Miguel Torres, colaborador do projecto Futuro Sustentável, onde foi proposta uma
rede de ciclovias para o Grande Porto;
Pedro Serra, do movimento
Massa Crítica;
João Neves, responsável pelo projecto Civitas, em curso na cidade do Porto.


Utilizadores, simpatizantes e mesmo opositores da utilização da bicicleta em meio urbano, todos ficam convidados a comparecer e a deixar o seu testemunho.
Este debate surge no seguimento de uma conversa que se iniciou online quer no site da Campo Aberto quer no blog “A Baixa do Porto” a propósito da utilização da bicicleta como meio de transporte e dos potenciais conflitos que podem surgir entre peões, ciclistas e automobilistas. O debate insere-se ainda na
semana europeia da mobilidade.


http://www.campoaberto.pt/

Encontro de poetas no café piolho ( 26 de Setembro às 17h.)


A Escola Artística e Profissional Árvore associa-se às comemorações do centenário do Café Piolho, promovendo um encontro de poetas no dia 26 de Setembro (sábado), pelas 17h00m.


Esta tertúlia visa promover a partilha de testemunhos e de vivências sediadas num dos cafés mais emblemáticos da cidade do Porto, um locus de sociabilidades mas, sobretudo, a reflexão sobre este espaço social como espaço de criação e/ou espaço lúdico.


Horário: 26 setembro 2009 das 17:00 às 19:00
Local: "Café Piolho"
Rua: Praça Parada Leitão, 45 , no Porto
Phone: 222003749

Organização: Raul Simões Pinto/Sílvia C. Silva

http://100anospiolho.blogspot.com/

Hoje, há noite de poesia e música na Unicepe (cooperativa livreira de estudantes do Porto), dedicada a Antero de Quental



Noites de Poesia e Música


Noite de poesia e música dedicada a Antero de quental
23 de Setembro de 2009


Quarta-feira, das 21h30 às 23h,


Desta vez o poeta homenageado será Antero de Quental.
A cantora amiga será Ana Ribeiro.Venha participar.
A quem disser um poema, o nosso associado Reinaldo Meireles oferecerá um DVD da tertúlia.


Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, CRL
Localização
Praça Carlos Alberto, 128-A 4050-159 PORTO
Telefone 222 056 660

Trabalhadores das alfândegas começam hoje uma greve de três dias



Os trabalhadores das alfândegas iniciam hoje uma greve de três dias para a qual a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública espera uma adesão quase total que vai afectar a actividade de supervisão e controlo de mercadorias.

O sindicato dos trabalhadores da Direcção Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo (DGAIEC) decidiram marcar greve para os dias 23,24 e 25 de Setembro em protesto contra a proposta do Governo de regulamentação das carreiras.

O dirigente da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, Paulo Taborda, prevê que a greve tenha uma “adesão total ou próxima disso”, afectando “toda a importação e exportação de matérias-primas, controlo de bagagens e de mercadorias”.

Os serviços mais afectados pela greve, segundo Paulo Taborda, serão os terminais de mercadorias, como as gares marítimas, onde as importações e exportações de mercadorias são sujeitas a medidas de controlo, e os aeroportos, onde se esperam também alguns constrangimentos no controle de mercadorias.

Apesar da greve, os trabalhadores das alfândegas vão cumprir serviços mínimos nos serviços com funcionamento permanente relativos ao controlo e inspecção de mercadorias perecíveis, medicamentos e animais vivos.
Fonte: jornal Público