21.9.09

600.000 visitas ao blogue Pimenta Negra ao passar o seu 5º aniversário


O blogue Pimenta Negra ultrapassou as 600.000 visitas contabilizadas desde Março de 2006, não estando aí incluídas as do primeiro ano e meio (de Setembro de 2004 a Março de 2006) período durante o qual não foi efectuada nenhuma contagem, o que significa que o nº efectivo de visitas, ao longo dos 5 anos de existência do blogue, será ainda maior que aquele total.

Aproveitamos para comunicar novidades: vamos começar a inserir fotos e filmes do próprio blogue e já a partir do próximo mês de Outubro vai ser publicada uma versão abreviada em suporte de papel do blogue, que terá uma periodicidade mensal e será gratuita.

Entretanto foram estabelecidas dezenas de ligações recíprocas com outros blogues e sites, e encontram-se espalhadas por múltiplos locais textos e informações publicadas no Pimenta Negra.

Foram criadas recentementes duas novas secções de links: uma, sobre Associações, Cooperativas, Centros sociais e culturais; e outras, sobre Renascimento Rural. De realçar as secções existentes com links para as Livrarias Independentes, as rádios a escutar, e a dos livros a ler.

Apesar de, hoje em dia, a circulação de ideias e de informação passar em grande medida pela internet, continua a ser indispensável o suporte de papel pelo que é um dos objectivos do autor do blogue Pimenta Negra lançar já no próximo mês de Outubro uma folha volante com uma súmula dos textos e dados que tiverem sido publicados no blogue.

Na frontaria da sua portada o Pimenta Negra define-se como
«um blogue sobre os movimentos sociais, a ecologia, a contra-cultura, os livros, com uma perspectiva crítica sobre todas as formas de poder (económico, político, etc)»

Aquando da sua criação em 2005 foi divulgado o Manifesto Pimenta Negra que se mantêm actual e serve de referencial para todos quantos estão interessados em ler e consultar o blogue.



Manifesto Pimenta Negra

Somos contra a guerra, o fundamentalismo e o sectarismo ideológico e religioso, o racismo, assim como a dominação e a opressão capitalista. Nós encaramos a educação reflexiva e crítica como uma condição importante para os indivíduos tomarem consciência das estruturas sociais em que vivem, e lutarem pela sua emancipação social e individual.

Para nós, a arte, a literatura e todas as manifestações artísticas de carácter contra-cultural são importantes meios de desmontagem da cultura global massificada que reduz a diversidade cultural do mundo e normaliza as sociedades segundo um mesmo padrão ditado pela sociedade espectacular.

Defendemos que um mundo melhor é não só possível em cada continente, em cada cidade, em cada habitação, como é indispensável para a sobrevivência do nosso planeta.

Somos rebeldes com causas…como a emancipação dos seres humanos de todos os condicionamentos sociais ilegítimos

e-mail:
PimentaNegra@hotmail.com

http://pimentanegra.blogspot.com/

Grupo de leitores do Blogue:
aqui





Imagine ( John Lennon)



Joan Baez





There's A Chance (Peace Will Come), por Melanie Safka




José Afonso - O Que Faz Falta

O jornal República, que se destacou na oposição anti-salazarista e ao poder xuxialista, está a ser digitalizado pela Hemeroteca de Lisboa



Está em curso de digitalização as edições do jornal República, algumas das quais já podem ser visualizadas no website da Hemeroteca de Lisboa:

http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/

http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/REPUBLICA/RepublicaI.htm


O República foi um jornal fundado por António José de Almeida em 15 de Janeiro de 1911. Destacado protagonista do ideário republicano e laico do 5 de Outubro, o diário destacou-se na luta possível contra a ditadura salazarista.
Ligado a figuras de relevo da maçonaria portuguesa, o jornal sobreviveu à instauração do Estado Novo fascista de Salazar. Em 1972 passa por uma profunda transformação, onde desempenha um papel de destaque o jornalista e maçom Raul Rego, que substitui Carvalhão Duarte na direcção. O jornal passa então a contar com colaborações de personalidades relevantes da oposição anti-salazarista, como Mário Soares e Gustavo Soromenho e passa a contar com uma nova equipa redactorial.

Suspendeu a publicação em Janeiro de 1976, após uma forte agitação interna na sequência das divisões político-partidárias criadas após o 25 de Abril de 1974.


História da luta dos trabalhadores do jornal República
http://www.eusou.com/republica/Default.htm




Editorial do Jornal República de 19 de Maio de 1975 "Estimado Leitor"

Estimado Leitor

Cremos dever-vos uma palavra.
Não será talvez aquela que agrade a todos, pois cada um de vós terá a sua verdade. E é precisamente por cada homem pensar que a sua verdade é melhor que a dos outros, que se geram guerras - que se matam friamente, com raivas, homens, mulheres e crianças.
Mas há uma verdade que não é individual; um conceito colectivo do que está ou não certo.
Os trabalhadores da "República" - cada um sem dúvida, com as suas formações ideológicas - querem e assim decidiram estar acima de lutas partidárias, servindo respeitosamente a Informação. A Informação isenta, sem a sofisma das meias-verdades, as quais, não benefeciando o País, nada dará à Revolução; pelo contrário.
Não se torna necessário alongar, promenorizando, a história deste jornal. Foi ao longo dos seus 62 anos uma modesta "folha " feita por homens verticais, com muitos defeitos é evidente, mas com o gozo-força da coerênciae sem olhar vesgo do servilismo pactuante. Foi assim a sua vida, numa estrada cheia de pedras e com as botas cambadas. Lutou frontalmente contra o fascismo. Deu palavras, deu estímulo, deu dinheiro, deu críticas saudáveis e deu-nos a alegria de poder continuar. Cada parafuso da nossa rotativa é uma afirmação popular, quantas vezes anónima, de uma permanente luta antifascista.
Foi com lágrimas de felicidade que, em 25 de Abril de 1974, vimos surgir a madrugada libertadora. E fizemos um belo jornal - não porque estivesse bem feito, mas sim porque todos, nesta casa, o fizemos.
O povo fardado deu-nos uma prenda linda, ambicionada, quantas vezes sonhada em noites de amargura. Um ano volvido, ficámos - os trabalhadores deste jornal - com a sensação que se estava a estragar a prenda.
E recusamos
Recusamos desvios partidários
Recusamos dizer meias-verdades
Recusamos ignorar a luta dos trabalhadores
Recusamos ignorar as ideologias, quaisquer que sejam, desde que tragam consigo o nosso permanente lema antifascista.
Cremos dever-vos ainda mais uma palavra : o que já fizemos e o que vamos fazer. E tal cremos porque desejamos, repetindo a frase, que cada parafuso da nossa rotativa, seja pertença de quem a ofereceu.
Devemos isso.
Elegemos uma Comissão de Trabalhadores e essa comissão afirmou, no dia 5 de Maio, que a totalidade dos seus redactores deveria colocar acima de todos os interesses a Informação, em benefício dos leitores da "República".
A comissão diz hoje não à direcção literária do jornal - são elementos marcadamente antifascistas mas também marcadamente partidários. Devemos-lhes uma palavra de respeito, mas propomos que se retirem, para continuarem a merecer essa palavra.
Os trabalhadores da "República", representados pela sua comissão, não desejam que a administração pare a sua actividade; não desejam a autogestão; não desejam a cogestão. Não têm sequer críticas a efectivaráquela administração.
Os trabalhadores da "República", representados pela sua comissão, desejam muito mais que "sanear": desejam continuar a receber o salário que lhes é pago pelos seus leitores e anunciantes. Mas a recebê-lo com mérito, honestidade, ao serviço dos outros trabalhadores que, como eles, amam e defendem a Revolução.
É possível que voltemos à estrada cheia de pedras e que fiquemos novamente com as botas cambadas. É possível. Mas o único jornal antifascista durante 62 anos, deve continuar a sua caminhada isenta, independente, séria, após uma Revolução socialista.
Devemos ao leitor da "República", esta palavra.
O leitor que nos retire ou que nos dê a sua confiança, mas será para si, seja qual for a sua filiação partidária, que trabalharemos agora.
Todos.

(Artigo retirado na íntegra do jornal "República" no dia 19 de Março de 1975 )




Manifesto dos trabalhadores da "República" a todos os trabalhadores pobres e explorados (11 de Junho de 1975 )


Os trabalhadores da "República" são um grupo de trabalhadores obscuros entre todos os trabalhadores portugueses e que na actual crise de Informação em Portugal, reagem às correntes do oportunismo geral: não obedecem a nenhuma seita, não estão submetidos a nenhum partido, não são de nenhuma irmandade.
Assumiram uma responsabilidade solidária com todos os explorados de Portugal e lutam para que a Informação seja uma acção colectiva.
Temos a felicidade de pertencer unicamente à nossa própria razão e ao nosso próprio trabalho e lutamos contra a engrenagem que visa dividir os trabalhadores explorados de Portugal em vários partidos, em várias políticas, em vários poleiros, em vários comedouros.
É desta crise geral que precedem alguns partidos que temos: de conciliações que atingem a imoralidade e de tolerâncias que roçam a corrupção. Uma Informação prostituída ao serviço de partidos destes sob a alegação de pluralismo, só pode contribuir para a dissolução da sociedade, arrastando-a para a indiferença e para a relaxação.


A "República" caíra nas mãos de uma cúpula de falsa grandeza

Os trabalhadores da "República" não querem permitir que o País continue a manter-se unicamente pelos suprimentos provenientes de explorações sucessivas. Como trabalhadores de Informação queremos um jornal que ajude os portugueses a lutar, cientes dos seus direitos e da sua dignidade, contrariamente aos demagogos e oportunistas que arregimentam os que se batem pela liberdade que não sabem amar e por um programa socialista que não sabem ler.
O jornal "República" caíra nas mãos de uma cúpula de falsa grandeza, de falso talento, com uma arrogância burguesa. Caíra no reinado da usura, da ruína do trabalho e da sofismação dos princípios do socialismo. Essa cúpula provaria sobejamente entre nós e no concerto de uma minoria de nações capitalistas e barulhentas, a sua queda para o chinfrim, para o ordinário e para o reles.
Os nossos adversários provaram que têm nas suas mãos unicamente o "poder da intriga" e com este poder mostraram-se vaidosos, pusilânimes e fanáticos.


Poder da inteligência e da economia nas mãos dos trabalhadores

Nós trabalhadores da "República", somos conscientes de que estamos numa sociedade a que falta a ciência e educação, a que falta portanto, uma política de Informação que em vez de mutilar as classes trabalhadoras exploradas e pobres, lhes dê o poder da inteligência e da economia.
Nós não queremos uma Informação ao serviço dos demagogos entretidos violentamente em contar o número possível das liberdades. Sabemos que é das profundidades demagógicas que saem sempre à periferia social os tiranos. É esta a ocasião propícia de proceder de proceder a uma remodelação completa da nossa política de informação, criando uma informação nas mãos das classes trabalhadoras, independente de todos os compromissos e de todas as solidariedades partidárias, inaugurando uma informação de desforra e de reabilitação, nas mãos dos explorados e dos pobres.
Como seria inevitável, alguma burguesia portuguesa, que antes do 25 de Abril estava em parte a favor dos explorados e dos pobres, quanto mais não fosse por sentimento poético, no canto e nas armas, ou para a consolidação de futuras clientelas, essa burguesia abandonou pouco a pouco a sua atitude, para hoje, após os revezes do 28 de Setembro e do 11 de Março, acolher formas doutrinais dirigistas, proteccionistas e autoritárias. Antifascistas de antes de 25 de Abril, transformaram-se em autoritaristas após o 11 de Março, pretendendo a usurpar a informação para melhor injectarem nas classes exploradas a sua ideologia de classe dominante. Os spinolistas do 11 de Março sabiam perfeitamente o valor político do cabeçalho República para terem planeado a sua ocupação declaradamente contra os princípios que nós trabalhadores hoje defendemos contra a cúpula barulhenta do jornal.
Nós defendemos que a emancipação dos trabalhadores portugueses Terá de ser obra dos próprios trabalhadores. Por isso, os trabalhadores deverão deter a informação de cobertura nacional, para não serem em caso algum, manipulados por cúpulas dirigistas para o exercício do poder da informação.

Liberdade a partir da base

Defendemos, perante todos os trabalhadores portugueses que para a construção de uma verdadeira sociedade socialista, a informação deve visar a transformação da classe trabalhadora, de uma classe explorada e dirigida, para se tornar numa classe dirigente, através dos seus organismos base, cada vez mais consciente, mais responsável e mais livre.
O jornal "República", deve ser um destes organismos no contexto geral da informação
É neste sentido que lutamos contra qualquer ingerência partidária, contra a ingerência da ditadura de compadres que o PS pretende instalar. Defendemos que a ascensão definitiva das classes trabalhadoras ao poder político da informação, não surge por decreto, nem por decisão de nenhuma "comissão central": surge pela precipitação das contradições sociais e económicas.
Neste sentido não aceitamos produzir uma informação condicionada às tácticas premeditadas
dos que não querem acompanhar a revolução em marcha. A informação da classe trabalhadora não precisa que informem em seu nome, tem ela própria que informar. Nenhum partido se pode sobrepor aos interesses dos trabalhadores pobres e explorados e é autêntico crime contra a revolução, manipular os pobres e os explorados com uma informação ainda não restituída às classes trabalhadoras.

Contra o espontaneísmo da revolução

Defendemos que a informação não pode cair numa concepção espontaneísta da revolução.
Não basta que perante situações concretas de luta - caso actual da "República" - surjam comissões de trabalhadores que após o desaparecimento dessa situação de luta, desaparecem também. As comissões de trabalhadores têm de se tornar organismos estáveis, unitários e de base, enquadrados pela vanguarda proletária surgida da luta, que determinem a acção dos sindicatos e condicionem a acção de organizações e de e partidos sobre a informação.
A comissão de trabalhadores da "República" é neste sentido formada por militantes operários de várias organizações e partidos (incluindo o próprio PS). Desta comissão - a luta a isso os conduziu - terão de dialecticamente saber acompanhar o desenrolar do processo de informação, como catalisadores e detonadores, ou terão de ser ultrapassados se actuarem como travões e reformistas e contra-revolucionários.

O poder da informação aos trabalhadores

Declaramos a todos os trabalhadores portugueses, que lutamos para que a classe trabalhadora possa controlar o poder da informação.
Declaramos que a classe trabalhadora tem que interferir nas decisões que dizem respeito à produção da comunicação social e da sua distribuição.
Declaramos que o socialismo não se fez para que se atinjam tiragens "records" do jornal, sem que se transformem o trabalho e as condições em que o mesmo é efectuado.
Declaramos que na informação são os trabalhadores que têm de poder determinar que o fruto do seu trabalho - o jornal - seja aplicado em realizações que dizem respeito à transformação do homem e da vida e não em objectivos belicistas dos políticos, em privilégio de minorias corruptas ou em exibicionismos partidários.
Declaramos finalmente que a decisão da nossa luta partiu do nosso local de trabalho e subiu gradualmente até à centralização necessária na comissão coordenadora (e não controladora) de trabalhadores.
Estamos solidários com todos os trabalhadores explorados e pobres de Portugal, que nas fábricas, nos campos, nos portos de pesca, nos serviços e nos transportes, lutam por uma revolução ao serviço dos trabalhadores e não ao serviço de meia dúzia de ambições de poder e de outras tantas traições aos soldados verdadeiramente revolucionários.
Lisboa, 11 de Junho de 1975

Cities and the New Wars (conferência na Columbia University, 26-26 de Setembro, com coordenação da socióloga Saskia Sassen)

The conference addresses two major subjects:
The multiple meanings of the new urban wars: asymmetric armed conflict, US Army training for the "urban enemy," forms of economic violence that kill, cities and urban space as a technology for war, reapropriating the city of fear, civil war refugees and their flight from and to cities, measuring human rights violations during war.The limits of power and of war: the role of the civic, war and law, the growing global web of interdependencies -- all can contest the most powerful states and all can undermine the idea of victory in war. Conditions under which powerlessness becomes complex and transcends mere victimhood


Cities and the New Wars (PROGRAMA)

Friday, September 25, 2009


1:00 – 1:30 Introduction
Saskia Sassen
Robert S. Lynd Professor of Sociology and Member, Committee on Global Thought, Columbia University.


1:30 – 3 Geographies of Terror
Arjun Appadurai
Goddard Professor of Media, Culture, and Communication, New York University
Stephen Graham
Professor of Human Geography and Deputy Director of the Centre for the Study of Cities and Regions, University of Durham.
Jessica Stern
Professor of Law and Affiliate, the Belfer Center's International Security Program, Harvard University.


3-4 War and Displacement
Les Roberts
Associate Clinical Professor of Population and Family Health, Mailman School of Public Health, Columbia University, and former Director of Health Policy at the International Rescue Committee.
Karen Jacobsen
Associate Professor at the Fletcher School of Law & Diplomacy, and Academic Director of the Feinstein International Center, Tufts University



4 – 4:15 Break


4:15 – 5:15 Economic Violence
Sudhir Venkatesh
William B. Ransford Professor of Sociology and Director of the Institute for Social and Economic Research and Policy, Columbia University.
Claire Cutler
Professor of International Law and Relations, University of Victoria, Canada.


5:15 – 6:45 Urban Spaces as a Technology of War
Eyal Weizman
Architect, Profesor and Director of the Centre for Research Architecture at Goldsmiths College. Member, architectural collective "Decolonizing Architecture" in Beit Sahour/Palestine.
Peter Marcuse
Professor Emeritus of Urban Planning at the Graduate School of Architecture, Planning and Presevation at Columbia University.
Partha Chatterjee
Professor of Anthropology and member of the Committee on Global thought at Columbia University and, Professor of Political Science at the Centre for Studies in Social Sciences in Calcutta, India.


Saturday, September 26, 2009
11:00am – 7 pm
The Dictionary of War Project
A collaborative platform for creating concepts on the topic of "war". This is their first US presentation. Previous events have been held in Frankfurt, Munich, Graz, Berlin, Novi Sad, Gwangju, Bolzano and Taipei. Fifteen speakers will each present a concept that plays a crucial role in the contemporary discourse of war and urban space. Such a concept might be a term that needs to be newly created, one that has been neglected so far, or one that needs to be re-invented.
The concepts will be presented in 20-minutes time slots, in alphabetical order and without a break; they are recorded in a television studio setup, encoded in real-time and published on the internet.
Dictionaryofwar.org



About the Speakers

Arjun Appadurai is the the John Dewey Professor in the Social Sciences at The New School. He earned his BA from Brandeis University in 1970, and his MA and PhD in Anthropology from the University of Chicago in 1973 and 1976, respectively. He has authored numerous books and scholarly articles including Fear of Small Numbers: An Essay on the Geography of Anger (2006, Duke University Press) and Modernity at Large: Cultural Dimensions of Globalization, (1997, Oxford University Press, Delhi). His current research focuses on ethnic violence in the context of globalization; the cultural dimensions of social crisis in Mumbai; and emergent transnational organizational forms and new practices of sovereignty.

Elazar Barkan is Professor of International and Public Affairs at Columbia University. Barkan received his BA from Tel Aviv University and his PhD from Brandeis University in Comparative European History. Barkan's research interests center on the role of history in contemporary society and politics, with particular emphasis on the response to gross historical crimes and injustices, and human rights. His most recent work is Taking Wrongs Seriously: Apologies and Reconciliation (an edited volume with Alexander Karn, Stanford University Press, 2006).


Ted Byfield is an Asissant Professor in the Communication Design and Technology Department at Parsons the New School for Design, and a Visiting Fellow at Yale Law School's Information Society Project. He writes on subjects ranging from space photography to Internet governance, and has been published in First Monday, Frieze, Le Monde Diplomatique, Mute, and Stanford Humanities Review. Byfield has served as co-editor of README! (Brooklyn: Autonomedia, 1999) and NKPVI (Venice/Ljublijana: MGLC, 2001), and co-organizer of several conferences including Tulipomania: A Critique of the New Economy (Amsterdam 2000), blur_02 (New York 2002) and Next 5 Minutes 4 (Amsterdam 2003). Current research interests include the etymology of words central to describing the rise of ICT-oriented cultures, the ways in which social discourses are expressed through technical interfaces, alternatives to privacy, and critical perspectives on data visualization.


Partha Chatterjee is Professor of Anthropology at Columbia University and a Professor of Political Science at the Centre for Studies in Social Sciences in Calcutta, India. A major focus of Partha Chatterjee’s work is nationalism, but in order to follow his thoughts on this topic, one must simultaneously think also of colonialism, post-colonialism, modernity, and the idea of the nation-state, and also summon up, simultaneously with that cluster of concepts, a not-nationalist and counter-colonial viewpoint about what these terms actually represent (or could actually represent), with special reference to India. Chatterjee also studies issues of national borders, sovereignty, citizenship, welfare and democracy, and was a founding member of the subaltern studies group of historians.


Tony Conrad is an American video artist, filmmaker, musician, composer, and writer. He first gained attention in avant-garde film circles in 1963 for the soundtrack for Jack Smith's underground film, Flaming Creatures and then for directing The Flicker [1966] which explored the analogical relationship between harmonic structures in music and flickering light. As a musician, Conrad was an early member of the Theater of Eternal Music, along with John Cale and La Monte Young. In 1972, he collaborated with the rock group Faust on the release of Outside the Dream Syndicate. During the ‘80s and ‘90s he contributed hundreds of programs to public access cable television in Buffalo, NY. In 2008 the Tate Modern invited Conrad to present a new performance piece and showed his film and video work. In 2009 his Yellow Movies were selected for the Venice Biennial. He teaches video in the Department of Media Study of the University at Buffalo.

Susan Crile



Claire Cutler is a Professor of International Law and Relations in the Political Science Department at the University of Victoria. She received her BA and PhD at the University of British Columbia, an MSc at the London School of Economics and Political Science as well as an LLB at McGill. Cutler specializes in the intersection of international law and international politics and is interested in developing critical theory in international law. Her contemporary research focuses upon institutions and processes for dispute resolution in international law. Her publications include Private Authority and International Affairs, edited with Virginia Haufler and Tony Porter (New York: State University of New York Press, 1999) and Private Power and Global Authority: Transnational Merchant Law in the Global Political Economy (Cambridge: Cambridge University Press, 2003). Dr. Cutler is a Research Fellow with the Centre for Global Political Economy, Simon Fraser University, Burnaby, BC.


Ashley Dawson is associate professor of English at the City University of New York’s Graduate Center and at the College of Staten Island/CUNY. He is the author of Mongrel Nation: Diasporic Culture and the Making of Postcolonial Britain (Michigan, 2007) and co-editor of three essay collections: Democracy, the State, and the Struggle for Global Justice (Routledge, 2009); Dangerous Professors: Academic Freedom and the National Security Campus (Michigan, 2009); and Exceptional State: Contemporary U.S. Culture and the New Imperialism (Duke, 2007).

James Der Derian is a research professor with a focus on global security at the Watson Institute for International Studies at Brown University where he leads a research initiative, "Beyond Terror: Innovating Global Security and Media for the 21st Century." He is also the author most recently of Virtuous War: Mapping the Military-Industrial-Media-Entertainment Network (Routledge, 2nd ed. 2009) and Critical Practices in International Theory (Routledge, 2009). He has produced two film documentaries, Virtual Y2K and After 9/11, and is at work on a third, Cultural Warriors. Der Derian was a Rhodes Scholar at Oxford University, where he completed a M.Phil. and D.Phil. in international relations.


Environmentalists Against War (Gar Smith)


Yasmine Ergas is an Adjunct Associate Professor of International and Public Affairs at Columbia University. Ergas holds degrees in Sociology from the Universities of Sussex and Rome and a J.D. from Columbia University. She has served as a consultant to international organizations including the OECD, WHO and UNESCO. Ergas' numerous publications include A History of Women (Cambridge: 1994); and "Child Care Policies in Comparative Perspective" for the OECD, and Lone Parents: The Economic Challenge (Paris: 1990). Her research interests focus on international law and domestic public policy, the redefinition of national sovereignty and the intersections of corporate law, international law and human rights.


Karen Jacobsen is Associate Professor and Academic Director at Feinstein International Center, Tufts University, and teaches at the Fletcher School of Law & Diplomacy, also at Tufts. She is also the director of the Refugees and Forced Migration Program at the Feinstein Center. Jacobsen's current research focuses on urban refugees and IDPs, and on livelihood interventions in conflict-affected areas. Her most recent book, The Economic Life of Refugees was published in 2005. She holds a B.A. from University of Witwatersrand (Johannesburg) and a Ph.D. in Political Science from the Massachusetts Institute of Technology.


Fiona Jeffries is a Postdoctoral Research Fellow at the Center for Place, Culture and Politics at the City University of New York Graduate Center. Her current research explores the circulation of social struggles against the political use of fear in contested spaces of production, consumption and differentiation. Her published work includes essays on contemporary urban social movements and the role of communication practices in the production of alternative globalizations.


Danny Kaplan specializes in the anthropology of emotions through the prism of friendship and nationalism. His current interests focus on media and the representation of emergency. He is the author of Brothers and Others in Arms: The Making of Love and War in Israeli Combat Units (Haworth Press 2003) and The Men We Loved: Male Friendship and Nationalism in Israeli Culture (Berghahn Books 2006). His recent articles include: The Songs of the Siren: Engineering National Time on Israeli Radio. Cultural Anthropology 24(2),313-345. Kaplan heads the masculinity track of the Gender Studies Program at Bar Ilan University, Israel.


Jennifer S. Light is Associate Professor of Communication Studies, History, and Sociology and a Faculty Associate at the Institute for Policy Research at Northwestern University. Light has a BA in history and literature from Harvard, an MPhil in history and the philosophy of science from Cambridge University, and a PhD in the history of science from Harvard. Light's research investigates the work of technical experts in the political process, with special interest in these figures' influences on US urban history. She is the author of From Warfare to Welfare: Defense Intellectuals and Urban Problems in Cold War America (2003) and The Nature of Cities: Ecological Visions and the American Urban Professions (2009), both published by Johns Hopkins University Press.


Peter Marcuse is Professor Emeritus of Urban Planning at the Graduate School of Achitecture, Planning and Presevation at Columbia University. Marcuse holds a BA from Harvard, a JD from Yale, an MA from Columbia, an M.U.S. from Yale, and a Ph.D. from Berkeley. Recently, he has been widely involved with issues of housing policy and globalization. He gave a keynote address at the World Social Forum in Porto Alegre, Brazil in fall 2001, and his book, co-edited with Ronald van Kempen, Globalizing cities: A New Spatial Order, was published by Blackwell in 2001. A further volume, similarly co-edited, called Of State and Cities: On the Partitioning of Urban Space, has been recently published by Oxford University Press.

Suketu Mehta is Associate Professor of Journalism at New York University, author of Maximum City: Bombay Lost and Found, and winner of the Kiriyama Prize and the Hutch Crossword Award. Maximum City was also a finalist for the 2005 Pulitzer Prize and the Lettre Ulysses Prize. In addition, Mehta is a recipient of the Whiting Writers Award, the O. Henry Prize, and a New York Foundation for the Arts Fellowship for his fiction. Mehta's work has been published in the New York Times Magazine, National Geographic, Granta, Harpers Magazine, Time, and Condé Nast Traveler. He is currently working on a nonfiction book about immigrants in contemporary New York, for which he was awarded a 2007 Guggenheim fellowship. Mehta is a graduate of New York University and the Iowa Writers' Workshop.

Rosalind C. Morris is Professor of Anthropology at Columbia University. She was Director of the Institute for Research on Women and Gender between 1999 and 2004, and Associate Director of the Institute for Comparative Literature and Society at Columbia between 2003 and 2009. A scholar of both mainland Southeast Asia and South Africa, she has published widely on topics concerning the politics of representation, the mass media, the relationship between violence and value, gender and sexuality, and the changing forms of modernity in the global South. Her most recent book is Photographies East: The Camera and its Histories in East and Southeast Asia (Duke 2009). Other books include In the Place of Origins: Modernity and its Mediums in Northern Thailand (Duke 2000) and New Worlds from Fragments: Film, Ethnography, and the Representation of Northwest Coast Cultures (Westview 1994). Forthcoming in 2010 are an edited volume, Can the Subaltern Speak? Reflections on the History of an Idea (Columbia) and a collection of essays entitled Wars I Have (not) Seen (Seagull Books).


Les Roberts holds has an MA in Public Health from Tulane University and a PhD in Environmental Engineering from Johns Hopkins. He did a post-doctorate fellowship in Epidemiology at the CDC where he worked for four years. In 1994, he worked as an epidemiologist for the World Health Organization in Rwanda during their civil war. He previously served as the Director of Health Policy at the International Rescue Committee. He is currently a lecturer at Johns Hopkins University as well as the Mailman School of Public Health at Columbia Univeristy.


Saskia Sassen is the Robert S. Lynd Professor of Sociology at Columbia University and a Centennial Visiting Professor at the London School of Economics. Sassen’s research and writing focuses on globalization (including social, economic and political dimensions), immigration, global cities (including cities and terrorism), the new networked technologies, and changes within the liberal state that result from current transnational conditions. Sassen's written work includes The Mobility of Labor and Capital (Cambridge University Press 1988), The Global City (Princeton University Press 1991; 2nd ed 2002), and Territory, Authority, Rights: From Medieval to Global Assemblages ( Princeton University Press 2006). Her books are translated into sixteen languages. She serves on several editorial boards, is an advisor to several international bodies, and has written for The Guardian, the New York Times, Le Monde Diplomatique, and the Financial Times, among others.


Jane Schneider is Professor Emeritus of Anthropology, Graduate Center, CUNY; conducted several decades of research in Sicily, encompassing transformations of both the Mafia and Antimafia interventions; also worked on a broader comparative study of global trafficking and organized crime formations. Recent publications (co-authored with Peter Schneider) include Reversible Destiny; Mafia, Antimafia, and the Struggle for Palermo (Univ. of California Press, 2003), and "The Anthropology of Crime and Criminalization" Annual Review of Anthropology 2008.


Richard Sennett trained at the University of Chicago and Harvard University, receiving his PhD in sociology in 1969. A point of departure for Sennett's work has been the contemplation of personal consequences for workers as the nature of work changed with the altering face of modern capitalism. In the 1970's Sennett became one of the founders of The New York Institute for the Humanities at New York University. He has also served as an advisor to UNESCO and as president of the American Council on Work. Mr. Sennett divides his time between New York University and the London School of Economics. His publications include: The Corrosion of Character (W.W. Norton, 1998), Respect in a World of Inequality (2002), and The Culture of the New Capitalism (Yale, 2006). Most recently, Mr. Sennett has explored more positive aspects of labor in The Craftsman (Yale, 2008).


Jessica Stern is a faculty affiliate of the Belfer Center's International Security Program and a Lecturer in Public Policy at the Kennedy School. From 1994–1995, she served as Director for Russian, Ukrainian, and Eurasian Affairs at the National Security Council, where she was responsible for national-security policy toward Russia and the former Soviet states, and for policies to reduce the threat of nuclear smuggling and terrorism. Stern earlier worked at Lawrence Livermore National Laboratory. In 1998–1999, Stern was the Superterrorism Fellow at the Council on Foreign Relations, and in 1995–1996, she was a National Fellow at the Hoover Institution at Stanford University. She is the author of The Ultimate Terrorists (Harvard University Press, 1999) and of numerous articles on terrorism and weapons of mass destruction. She received a bachelor's degree from Barnard College in Chemistry, a master of science degree from MIT, and a doctorate in public policy from Harvard University.


Ida Susser Ph.D., is Acting Chair of anthropology at Hunter College and professor at Hunter College and the CUNY Graduate Center, as well as adjunct professor of Socio-Medical Sciences at the HIV Center, Columbia University. Susser has conducted ethnographic research with respect to urban social movements in the United States and challenges for women in the AIDS epidemic in New York City, Puerto Rico and southern Africa. She was President of the American Ethnological Society from 2005 to 2007. Her most recent books are AIDS, Sex and Culture: Global Politics and Survival in Southern Africa (2009 Wiley-Blackwell), Rethinking America: The Imperial Homeland in the 21st Century (2009 Paradigm Press, edited with Jeff Maskovsky). Susser's forthcoming book is entitled Norman Street Revisited: Rights to New York City from the Fiscal crisis to the Great Recession (Oxford).


Gediminas Urbonas is an Associate Professor in the Visual Arts Program at MIT who, along with his partner Nomeda, has established an international reputation for socially interactive and interdisciplinary practice exploring the conflicts and contradictions posed by the economic, social, and political conditions in the former Soviet countries. Combining the tools of new and traditional media, Nomeda and Urbonas's work frequently involves collective activities such as workshops, lectures, debates, TV programs, Internet chat-rooms and public protests that stand at the intersection of art, technology and social criticism. Urbonas is the cofounder of JUTEMPUS interdisciplinary art program, VILMA (Vilnius Interdisciplinary Lab for Media Art), and VOICE, a net based publication on media culture. He and his partner have exhibited at the San Paulo, Berlin, Moscow and Gwangju Biennales – and at Manifesta 4 in Frankfurt/Main – among numerous other international shows, including a solo show at the Venice Biennale and MACBA in Barcelona. They have been awarded a number of high level grants and residency awards, including the Lithuanian National Prize for achievements in the arts and culture (2007); a fellowship at the Montalvo Arts Center in California (2007/08); and a Prize for the Best International Artist at the Gwangju Biennale (2006).


Sudhir Venkatesh is William B. Ransford Professor of Sociology at Columbia University in the City of New York. He received his Ph.D. in Sociology from the University of Chicago. Venkatesh was a Junior Fellow at the Society of Fellows, Harvard University from 1996-1999. He is currently Director of the Institute for Social and Economic Research and Policy, and Director of the Charles H. Revson Fellowship Program, both at Columbia University. He is a researcher and writer on urban neighborhoods in the United States (New York, Chicago) and Paris, France. His books include Gang Leader for a Day (Penguin Press 2008), Off the Books: The Underground Economy of the Urban Poor (Harvard University Press, 2006) and American Project: The Rise and Fall of a Modern Ghetto (2000). His next book, under contract with Penguin Press, will focus on the role of the black market in the revitalization of New York in the last decade.


Stephen Graham is Professor of Human Geography at the University of Durham and Deputy Director of the Centre for the Study of Cities and Regions. He is also Associate Director of the International Boundaries Research Unit. Graham holds a degree in Geography (Southampton), an MPhil In Urban Planning (Newcastle), and a PhD in Science and Technology Policy (Manchester). Between 1989 and 2002 he worked in planning and economic development at Sheffield City Council. His recent work has explored the ‘splintering’ of urban spaces and infrastructures, mobilities and cities; the implications of new media technologies for urban life; and the proliferation of urban surveillance systems which are increasingly automated through computer software. Graham’s books include Splintering Urbanism (Routledge, 2001)(both with Simon Marvin), The Cybercities Reader (Routledge, 2004) and Cities, War and Terrorism (Wiley-Blackwell, 2004). His next book, Cities Under Siege (Routledge), explores the links between urbanism and militarization in the post-Cold War world.

Eyal Weizman is an Architect based in London. He studied architecture at the Architectural Association in London and completed his PhD at the London Consortium, Birkbeck College. He is the director of the Centre for Research Architecture at Goldsmiths College. Since 2007 he is a member of the architectural collective "decolonizing architecture" in Beit Sahour/Palestine and has been on the B'Tselem board of directors since 2008. Weizman has taught, lectured, curated and organized conferences in many institutions worldwide. His books include The Lesser Evil [Nottetempo, 2009], Hollow Land [Verso Books, 2007], A Civilian Occupation [Verso Books, 2003], the series Territories 1,2 and 3, Yellow Rhythms and is a regular contributor to many journals and magazines. Weizman is the recipient of the James Stirling Memorial Lecture Prize for 2006-2007.






http://dictionaryofwar.org/


On Saturday, 26th of September 2009, the "Cities and the New Wars" conference will host the 9th edition of the DICTIONARY OF WAR, a collaborative platform for creating concepts on the topic of "war". 12 guests will be invited to present a concept that plays a crucial role in the contemporary discourse of war and urban spaces. Such a concept might be a term that needs to be newly created, it can be one that has been neglected so far, or one that needs to be re-invented.


If it is the case that there is increasingly less difference between war and non-war, that war is the constitutive form of a new order, that war is perpetual and everywhere, then it becomes essential to desert from a war of words which can no longer be challenged or even critisized. Instead, what seems urgently needed, are new vocabularies, new terminologies that by abandoning old certainties are capable of grasping changing realities and addressing uncharted problems.


DICTIONARY OF WAR is characterized by its openness towards all sorts of formats, genre, media and conceptual approaches. Rather than defining consensus and limiting meaning, DICTIONARY OF WAR is about a non-uniform, many-voiced, asymmetric, and deregulated production of concepts as the tools with which to attain new ideas.
Up to now eight editions have been organized in Frankfurt, Munich, Graz, Berlin, Novi Sad, Gwangju, Bolzano and Taipei featuring more than 150 concepts presented by a wide range of activists, architects, artists, composers, choreographers, dancers, filmmakers, generals, journalists, philosophers, scientists, theorists from across the globe.
DICTIONARY OF WAR is a performance and a production space at the same time: The concepts will be presented in 20-minutes time slots, in alphabetical order and without a break; they are recorded in a television studio setup, encoded in real-time and published on the internet.

DICTIONARY OF WAR is a collaborative platform for creating 100 concepts on the issue of war, to be invented, arranged and presented by scientists, artists, theorists and activists at four public, two-day events in Frankfurt, Munich, Graz and Berlin. The aim is to create key concepts that either play a significant role in current discussions of war, have so far been neglected, or have yet to be created.


DICTIONARY OF WAR is about polemics in various respects: It seeks confrontation with a reality that is characterised by the concealment of power relations the more that one talks about war and peace. But it is also about finding out to what extent war may function as an “analyzer of power relations” that constitutes current changes.


Changes that have been producing ever new wordings: The new war, post-modern war, global war, immanent war - all sorts of labels that indicate that the juridical model of sovereignty would seem to have had its day: war as an armed confrontation between sovereign nation states is a thing of the past.


While this still refers to conflict between different interest groups that are defined by the degree of their intensity and extension, unlike in the past war serves to regulate rather than destroy or renew existing power relations.

War is a “constitutive form of a new order” that no longer knows an inside or outside, that not only destroys but also produces life. In this new world order there is no difference between war and non-war: war is perpetual and everywhere.
So like so many other things these days, war too seems to be subject to a de- and re-regulation process that radically challenges old certainties and replaces them with new premises that shall not be questioned. DICTIONARY OF WAR sets out to oppose war and, at the same time, calls for "desertion" from a war of words in which facts are created with such force in their communication and propaganda that they can no longer be challenged.

The aim of DICTIONARY OF WAR is to make the creation or revaluation of concepts transparent into more or less open processes in which we can and need to intervene; at the same time, the aim is to develop models that redefine the creation of concepts on the basis not of interdisciplinary but rather undisciplined, not co-operative but rather collaborative processes.

“At least, when we create concepts, we are doing something.” The idea of DICTIONARY OF WAR, then, begins by referring to the theory of creating concepts proposed by Deleuze and Guattari: Concepts must be invented, created, produced; concepts refer to problems without which they would be meaningless. It is not about definitions, anecdotes, original opinions or entertainment, but rather about developing the tools with which to attain new ideas.

The concepts are created by conceptual personae, who are not identical to the author, philosopher, artist self, but rather testify to a third person beneath or beside. According to Deleuze and Guattari, “we do not do something by saying it but produce movement by thinking it, through the intermediary of a conceptual persona”.

DICTIONARY OF WAR is not a book in the proper sense. It is not about texts, deadlines or editing but about performativity. The concepts are introduced in alphabetical order by their conceptual personae in twenty-minute presentations.

There are no restrictions with regard to format. DICTIONARY OF WAR will be composed of lectures, choreographies, films, slide shows, readings or whatever format authors, actors, organisers and conceptual personae choose to use.

Finally, DICTIONARY OF WAR may well be a kind of war machine itself: the concepts are not intended to be deployed as means of control that regulate meanings, but which rather activate developments and processes and evoke events. “To draw speech to oneself and bring something incomprehensible into the world.” (Kleist)

DICTIONARY OF WAR consists of a stringent concept on three levels:
1. Presentation
Every concept will be presented in twenty minutes, the conceptual personae may use this period as they wish. At least twenty-five concepts will be created per event in this way. The formulation and selection of the respective concept, the determination of its content, and the decision with regard to the format and mode of the lecture is incumbent on the conceptual persona invited. The concepts will be presented in alphabetical order over two days, each day session lasting approximately seven-hours. The stage set is adapted to the respective premises but will be founded on a concept, as yet to be devised, that will be based on a few recurrent elements that the conceptual persona may arrange in the period available. The respective concepts and conceptual personae will be announced by an off-stage speaker. The speakers will be accompanied onto the stage by a host, who will be available throughout for support, e.g. with technical matters.
2. Documentation
All created concepts will be documented. Two video cameras and a video mixer will be available for this throughout the events. The aim of the documentation is to make the lectures available on the Internet, and as such accountable and reproducable beyond the actual event. The documentation is explicitly not about creating another independent artistic contribution. However, such contributions may of course be submitted as supplements or additional material. If possible, the conceptual personae are asked to provide their manuscript. The documentation may also feature additional material exceeding the twenty-minute time-frame. The video recordings of the presentations will be published under a creative commons licence on the Web shortly after the events. They will thus be available as material for ongoing editing, comment and discussion, although, of course, always referring back to the original contribution and its conceptual persona.
3. Publication
Following the four DICTIONARY OF WAR events, a book will be published by Merve-Verlag, Berlin, to present the 100 concepts, appropriately adapted by the author where necessary, in printed form.


http://dictionaryofwar.org/concepts

Comittee on global thought
http://cgt.columbia.edu/
SASKIA SASSEN
http://www.columbia.edu/~sjs2/


Saskia Sassen’s research and writing focuses on globalization (including social, economic and political dimensions), immigration, global cities (including cities and terrorism), the new
networked technologies, and changes within the liberal state that result from current transnational conditions. In her research she has focused on the unexpected and the counterintuitive as a way to cut through established “truths.
In addition to her appointments at Columbia University and the London School of Economics, Saskia Sassen serves on several editorial boards and is an advisor to several international bodies. She is a Member of the Council on Foreign Relations, and a member of the National Academy of Sciences Panel on Cities. She has received a variety of awards and prizes, most recently, a Doctor honoris causa from Delft University (Netherlands), the first Distinguished Graduate School Alumnus Award of the University of Notre Dame, and was one of the four winners of the first University of Chicago Future Mentor Award covering all doctoral programs. She has written for The Guardian, The New York Times, Le Monde Diplomatique, the International Herald Tribune, Newsweek International,Vanguardia, Clarin, and the Financial Times, among others.

20.9.09

A fundação e a companhia de bailado clássico de Ángel Corella, o mais destacado bailarino espanhol e o balarino principal do American Ballet Theatre

Ángel Corella (nasceu a 8 de Novembro de 1975) é o mais destacado bailarino espanhol da actualidade e o bailarino principal do American Ballet Theatre, em Nova Iorque.
Começou a sua formação em dança clássica com Karemia Moreno, tendo depois continuado os seus estudos com
Víctor Ullate.
Ángel Corella ingressou no American Ballet Theatre em Maio de 1995 como solista, sendo promovido a bailarino principal logo em 1996.
Foi entretanto constituída a Fundação Angel Corella no âmbito da qual se criou uma companhía de bailado própria e uma escola de dança clássica.







A metrópole, fábrica social (seminário para debater a cidade, de 28 de Set. a 1 de Outubro, no Teatro Maria Matos, em Lisboa)


A METRÓPOLE, FÁBRICA SOCIAL
seminário para debater a cidade
de 28 de Setembro a 1 de Outubro de 2009
Teatro Maria Matos, sempre às 18h30

Entrada livre
Organização do Teatro Maria Matos e da UNIPOP
http://u-ni-pop.blogspot.com/

A cidade constitui-se metrópole a partir do momento em que uma série de equipamentos e edifícios ligados em rede transformam cada via de acesso num fluxo produtivo. Uma teia de ligações, configurada por sistemas de transportes públicos, pontes e vias rápidas, redes sem fios e circuitos de videovigilância, é diariamente activada pela circulação dos habitantes da metrópole, os quais percorrem os escritórios, as fábricas, as salas de espectáculo, as lojas, as escolas, os hospitais, os jardins e os centros comerciais em que se produz e reproduz a vida social. A metrópole assemelha-se então a uma fábrica social, lugar de mobilização cooperativa da força de trabalho, onde se encontram as matérias-primas, circulam as mercadorias e onde se pratica o consumo, alimentando os circuitos de uma economia global.

Esta natureza produtora da metrópole encontra eco em alguns debates. Quando governantes e urbanistas invocam a imagem da “cidade criativa”, em parte reconhecem a natureza produtora da vida espiritual metropolitana. E quando nos falam acerca da necessidade de criação de uma imagem de “marca” para uma cidade, de algum modo repetem o gesto empresarial de criação do logotipo, símbolo que se inscreve no produto e cuja compra permite consumir um certo estilo de vida. Entretanto, a metrópole enquanto fábrica social extravasa largamente o que pode ser contido por aquelas formulações. Veja-se o caso da “cidade criativa”, fórmula que tende a reduzir a produção metropolitana a uma dimensão elitista, reduzindo a metrópole dos produtores – que liga margem sul e margem norte, que engloba centros e periferias, que articula indústria, serviços e comércio – a uma pequena e mui nobre cidade de criadores, de acesso restrito a alguns grupos profissionais de índole artística, uma cidade preferencialmente localizada em novos bairros de charme que emergem no interior dos velhos bairros populares dos centros históricos.

A contra-corrente desta concepção emergente que transforma a fábrica metropolitana em cidade criativa, a primeira sessão deste seminário de quatro dias começará por debater o conceito de “cidade criativa”. Contando, para este efeito, com a participação de investigadores das ciências sociais que se têm dedicado aos estudos urbanos, perguntamos para que servem as “cidades criativas”?

No segundo dia, com a ajuda de quem trabalha a metrópole em planos tão diversos como as políticas de transporte e as representações cinematográficas, transitamos da cidade dos criadores à metrópole dos produtores.

Esta passagem permitirá que no terceiro dia analisemos o governo metropolitano, debruçando-nos nomeadamente sobre a sua implicação no trabalho de arquitectos e urbanistas chamados a debate. O seu traço livre constitui muitas vezes a face mais visível de práticas e discursos de «renovação urbana» apontados à requalificação de zonas degradadas e à valorização do espaço público, mas a arte e engenho de arquitectos e urbanistas também participa, de forma menos evidente, de estratégias dirigidas à administração de pessoas e bens.

Finalmente, no quarto dia, focaremos os conflitos que ocorrem na metrópole e que são habitualmente tratados de forma despolitizada e avulsa (as chamadas “questões locais”) ou enquanto questões do foro criminal (a invenção dos “bairros perigosos”). Neste debate em torno das lutas metropolitanas, à procura de velhas e novas ligações entre antagonismos diversos, contaremos com a participação de activistas envolvidos nas lutas pelos transportes públicos, membros de comissões de moradores, dinamizadores de associações culturais, etc.

28 SET Para que Servem as “Cidades Criativas”?
Debate com Pedro Costa e João Pedro Nunes

29 SET Da Cidade dos Criadores à Metrópole dos Produtores
Debate com Tiago Baptista, Luís Vasconcelos e Renato Carmo

30 SET O Governo Metropolitano
Debate com Susana Durão, João Seixas e Tiago Saraiva

1 OUT As Lutas Metropolitanas
Debate com Chullage, João Branco e Eugénia Margarida



Breve apresentação dos participantes:

João Pedro Nunes é Investigador no Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (ISCTE) e lecciona sociologia urbana no departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais, onde se formou e completou o doutoramento. Tem investigado o desenvolvimento urbano da periferia de Lisboa nas últimas décadas.

Pedro Costa é economista, formado no ISEG, e professor no Departamento de Economia do ISCTE. Tem trabalhado sobre questões do planeamento urbano e do desenvolvimento regional e local.

Luís Vasconcelos, antropólogo, tem levado a cabo investigação no campo das festas de música electrónica, com base no projecto de doutoramento intitulado Percepção e Modernidade. Alucinogénios no Portugal Contemporâneo. É investigador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS).

Tiago Baptista, historiador, tem diversos trabalhos sobre a história do cinema em Portugal. Trabalha como conservador do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento (ANIM) da Cinemateca Nacional - Museu do Cinema.

Renato Carmo é Investigador no Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (ISCTE). Doutorou-se pelo ICS em Ciências Sociais com uma tese sobre os processos de urbanização dos meios rurais. Tem dedicado os seus estudos a temas como a desigualdade social e a marginalização territorial.

Tiago Saraiva é Investigador Auxiliar do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. Doutorou-se pela Universidade Autónoma de Madrid em 2004 com uma tese em história das ciências sobre o papel dos laboratórios na construção da cidade moderna. Publicou recentemente, em co-autoria, Cidade & Cidadania (Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2008).

João Seixas é Investigador Auxiliar do ICS. Doutorado em Geografia Urbana pela Universidade Autónoma de Barcelona e em Sociologia do Território e do Ambiente pelo ISCTE, tem desenvolvido as suas investigações em torno das dinâmicas contemporâneas de governação urbana, bem como das lógicas e perspectivas do desenvolvimento sócio-cultural das cidades.

Susana Durão é Investigadora Auxiliar do ICS. Doutorada em Antropologia pelo ISCTE (2006), tem desenvolvido pesquisa na área do policiamento, patrulha e proximidade em Portugal, tendo particular atenção ao trabalho desenvolvido pela Polícia de Segurança Pública.

Eugénia Margarida é membro da comissão de moradores do Bairro das Amendoeiras, em Chelas. Associação que em 2005 e 2006, desenvolveu uma interessante mobilização contra o aumento de rendas imposto pela Fundação D. Pedro IV e pela defesa do direito à habitação condigna.

João Branco é membro do grupo Massa Crítica. Com origem em São Francisco (EUA) e realizado actualmente em mais de 350 cidades de todo o mundo, a Massa Crítica propõe um passeio no meio da cidade feito em transportes não poluentes, encorajando assim outras formas de mobilidade urbana.

Chullage é músico de intervenção e membro da Khapaz, associação sediada na Arrentela e pólo dinamizador da cultura local e da participação cívica. Tanto a sua música, como a sua intervenção política reflectem os problemas sociais existentes nas periferias das grandes metrópoles: a pobreza, o desemprego e precariedade laboral, a criminalidade e a violência policial.

II Colóquio sobre Os Comunistas em Portugal 1921-2009 na Biblioteca-Museu República e Resistência (25 e 26 de Setembro)



II Colóquio sobre «Os Comunistas em Portugal – 1921-2009»

25 e 26 de Setembro de 2009

Local: Biblioteca-Museu República e Resistência
Espaço Cidade Universitária – Rua Alberto de Sousa, n.º 10 A, Zona B do Rego
1600-002 Lisboa

Sexta-feira, 25 de Setembro

17h30 APRESENTAÇÃO E ABERTURA DOS TRABALHOS

17h45
António Monteiro Cardoso / Investigador do Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa do ISCTE e professor da ESCS do IPL
Tema: Desertar ou ficar. Os comunistas e a incorporação no exército colonial


18h15 Paula Godinho / Departamento de Antropologia e Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Tema: Alpiarça, 1950 - Entre configurações de classe, a «propaganda subversiva» e
o instante duma bala


18h45 DEBATE

19h15 Sónia Ferreira / Investigadora, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / CRIA da Universidade Nova de Lisboa
Tema: As invisibilidades da resistência no feminino: um estudo de caso


19h45 Miguel Cardina / CES – Centro de Estudos Sociais, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

Tema: A extrema-esquerda no Estado Novo: tortura, silêncio e memória


20h15 António Paço / Jornalista e historiador

Tema: Cunhal e o PCP durante o período da II Guerra Mundial

20h45 DEBATE // ENCERRAMENTO DO PRIMEIRO DIA DOS TRABALHOS


Sábado, 26 de Setembro

10h00 REINÍCIO DOS TRABALHOS

10h15 João Paulo Monteiro / Editor de O Comuneiro
Tema: Há um marxismo português? A influência das ideias socialistas em Portugal


10h45 João Madeira / Investigador do Instituto de História Contemporânea

TEma: O PCP, as Jornadas de Maio de 1962 e as «condições indispensáveis para o levantamento nacional»


11h15 José Manuel Lopes Cordeiro / Universidade do Minho

Tema: O combate do PCP ao «esquerdismo»: «O radicalismo pequeno-burguês de fachada socialista» revisitado


11h45 Ricardo Noronha / Investigador do Instituto de História Contemporânea
Tema: O 28 de Setembro


12h15 DEBATE

13h00 PAUSA PARA ALMOÇO


15h00 José Neves / Historiador, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Tema: Comunismo e nacionalismo económico em Portugal


15h30 Raquel Varela / Investigadora do Departamento de História do ISCTE

Tema: Nacionalizações: controle operário ou salvação do capitalismo? Estudo do caso das nacionalizações na Revolução portuguesa de 1974-75


16h00 DEBATE

16h30 António Barata / Membro do colectivo «Política Operária»

Tema: As políticas de frente popular


17h00 Ana Barradas / Membro do colectivo «Política Operária»

Tema: Caderno inédito de Francisco Martins Rodrigues sobre os primórdios do Partido Comunista

17h30 DEBATE

18h30 Encerramento dos trabalhos.


Organização: Política Operária, com a colaboração da Biblioteca-Museu República e Resistência.

Contactos:
Telef. 214713129, Telem. 936094996, 960135270.

Estará disponível numa banca de publicações o último livro das Edições Dinossauro, Lutas Velhas, Futuro Novo, com algumas intervenções do I Colóquio.

O Ciber Café da Biblioteca-Museu República e Resistência fornece refeições. Os interessados poderão fazer a sua reserva directamente pelo telefone 21 780 27 68.


Política Operária
Rua Açores, 41-A, 2.º esq.1000-002 Lisboa

19.9.09

Imaginação ao poder ou todo o poder à imaginação

Votar neste programa: carro + emprego + consumo + casa ???

Mas será que não têm algo de mais original ?



A imaginação é uma arma

A imaginação é uma força

A imaginação é o que fica ao homem quando o espoliam de tudo

A imaginação conquistará o poder



O poder da imaginação leva-nos ao infinito


Vamos limpar o Mundo 2009 ( limpar o Tejo, promover a biodiversidade: acção em Vila Velha de Rodão, no dia 20 de Setembro)



http://www.cleanuptheworld.org/en/

“Vamos Limpar o Mundo 2009”
20 de Setembro em Vila Velha de Ródão.


Limpar o TEJO, promover a Biodiversidade

A Quercus associou-se a esta campanha e no próximo dia 20 de Setembro iremos percorrer o rio Tejo e algumas ribeiras, junto a Vila Velha de Ródão, de forma a sensibilizar a população e recolher o lixo aí encontrado.

O objectivo é recolher o máximo de lixo possível que no final será pesado numa báscula e colocado em contentores adequados. No final da actividade, haverá uma acção de sensibilização para os utilizadores daquele troço de rio que alertará para os perigos que representa o lixo em ambientes naturais, tais como, o risco de incêndio e o perigo para a fauna.
Todos os anos milhares de animais morrem ou ficam mutilados devido a ingestão de lixo como plásticos, redes, etc.
Na região é frequente darem entrada nos centros de recuperação de fauna, cegonhas e outros animais mutilados e com lesões devido à presença de lixo no meio natural. Este lixo, que muitas vezes é transportado para os ninhos destas aves, pode provocar a morte das crias. O lixo também causa impacto visual, numa zona onde se pretende potenciar o turismo de natureza.
No dia 20 de Setembro serão organizados vários grupos de participantes que irão percorrer de barco, canoa e a pé as margens do Rio Tejo, as ribeiras de Açafal, Enxarrique e ribeira de Vilas Ruivas assim como a “ilha dos pescadores”, recolhendo lixo e diverso material aí encontrado assim como sensibilizando os utilizadores das margens do rio e os pescadores.

A participação nesta actividade é gratuita e as inscrições podem ser efectuadas através dos e-mails: castelobranco@quercus.pt ou portalegre@quercus.pt com o envio da ficha de inscrição em anexo.

A campanha “Vamos Limpar o Mundo” (Clean Up the World)

Trata-se de um projecto que anualmente reúne inúmeros voluntários para a realização de tarefas como a remoção de lixo e melhoramento de espaços.
Esta campanha é um dos maiores programas internacionais destinado a mobilizar pessoas para a limpeza do nosso planeta sendo apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
A campanha começou em 1989 na Austrália numa acção no Porto de Sidney onde centenas de voluntários removeram da água e da praia o lixo que aí se encontrava. Tornou-se internacional em 1993 e Sidney passou a ser o centro de operações desta campanha.
Desde então, todos os anos, em todo o mundo, ao longo de centenas de Km de praias do interior ao litoral, voluntários trabalham para acabar com a poluição provocada pelos comportamentos negativos da população.
Acreditamos que este pequeno gesto pode ter um impacte positivo na consciência ambiental dos participantes possibilitando a médio prazo mudanças de atitudes e hábitos individuais.

Programa

9h00- Encontro dos participantes no cais de Vila Velha de Ródão.
9h30- Acção de limpeza nas margens do Rio Tejo, nas ribeiras de Açafal, Enxarrique e ribeira de Vilas Ruivas assim como a “ilha dos pescadores”
11h30- Regresso ao cais de Vila Velha de Ródão
12h30- Almoço
14h30- Continuação da acção de limpeza
18h00- Acção de sensibilização dos utilizadores do rio.
Para a realização desta actividade será conveniente levar calçado e roupa confortável, chapéu ou impermeável (dependendo do estado do tempo), água e luvas resistentes.


QUERCUS - Associação Nacional de Conservação da Natureza
Núcleo Regional de Portalegre
Apartado 163, 7301-901 PORTALEGRE, Telefs: 96 010 70 80 / 96 020 70 80
E-mails: portalegre@quercus.pt / quercus.portalegre@gmail.com
Web page: www.quercus.pt

18.9.09

Festa do caldo e da música tradicional de Quintandona (18, 19 e 20 de Set.,na aldeia de Quintandona, Lagares, em Penafiel)


PROGRAMA

Sexta-feira, dia 18 de Setembro às 18h.30

Comédia numa noite de Verão > ESMAE

Espectáculos comoDEantes

Grupo de Cantares Nem Sempre Nem Nunca

Contos Terríficos

Cavaquinhos de Lagares

Míscaros

Banda Musical de Lagares

Bailenda

Lúmen


Sábado, dia 19 de Set., às 15h.

Oficinas de trabalhos manuais

Máscaras

Culinária Tradicional

Jogos Tradicionais

Danças Minhotas

Caretos de Podence

Contos ao Fogo

Comédia numa noite de Verão > ESMAE

Contos Terríficos

Míscaros

Espectáculos comoDEantes

Caldo d’Estórias

Deu-lá-Deu

Galandum Galundaina

Fogo nos Cabeçudos

Uxte!

Pé na Terra


Domingo, dia 20 de Set., 11h.

Zés Pereiras de S.Julião

Discursos Oficiais

Folclore Galego

Rancho Folclórico da Sobreira

UxTe!

Cabeçudos da Capela

Bombos de Fonte Arcada

Espectáculos comoDEantes

Alafum

Gaitas Daninhas

Contos Terríficos

Míscaros

Monumental Corrida de Porcos

Contos ao Fogo

Deu-lá-Deu

Supermetais

Encerramento



Já fomos à horta colher os melhores ingredientes, ao mercado às especiarias. Temos praticamente tudo para apimentar o caldo de 2009.

Agora é começar a descascar, pelar, cortar e amanhar, a panela já vai ó lume.

A Festa do Caldo e da Música Tradicional de Quintandona está aí novamente com a velha receita, mas mais apurada e saborosa. O cardápio cultural é imenso e o cheiro da fervura já se sente.

É altura de gritar pró campo: A JANTA VAI PRÁ MESA!

É isso mesmo. Anotem aí dia 18 de Setembro, sexta-feira, abrimos às 20h30 prá comezaina gastronómico-cultural e só rapamos o fundo à panela no dia 20, domingo, à meia-noite.

Levantamos aqui um poucochinho o testo da calda cultural, só para cheirarem:

Ingredientes musicais temos os consagrados Ganlandun Galundaina, Pé na Terra, Lumen, Alafum, Deu-lá-deu, Uxte!... Os habituais, e não menos importantes, Banda Musical de Lagares, Grupo de Cantares nem sempre nem nunca, e o Zés-pereiras de S. Julião – Lagares, grupo de bombos de Fonte Arcada, Rancho Folclórico da Sobreira entre outros. Em estreia, os cavaquinhos de Lagares, Gaitas Daninhas, e uma estreia novidade, que para já só podemos revelar que se chama Bailenda.

Como Ingredientes teatrais temos uma colaboração dos alunos da Escola Superior de Música de das Artes do Espectáculo, com Comédia numa noite de Verão. Vários espectáculos dos comoDEantes, como por exemplo, Eu voo p'América, entre outras estreias. Teremos vários contadores de histórias, como Caldo de Contos, contos ao fogo e os contos terríficos.

Temos, ainda, ingredientes culturo-etnológicos como os Caretos de Podence, Cabeçudos da Capela, Oficinas de Danças tradicionais e jogos tradicionais. Mas há mais, muito mais, que pode ver no receituário: Programa do Festival.

E como sempre cá vos esperamos para lhe dar a conhecer a Aldeia Preservada de Quintandona.

Perca-se por ruas e ruelas, tachos e panelas, um bom vinho e demais iguarias e deixe-se levar por sabores e sensações, numa das mais belas aldeias de Portugal. O Caldo de Quintandona serve de mote para lhe dar a conhecer este local mágico, esquecido no tempo, onde a tradição ainda é como de antes


http://www.quintandona.com/quintandona/Inicio.html


A aldeia de Quintadona, na freguesia de lagares, no concelho de Penafiel
http://www.quintandona.com/quintandona/Aldeia.html



Actividades na Aldeia
ComoDeAntes (Teatro)
www.comodeantes.com

Gaiteirus (Aulas de Gaita-de-fole)
www.comodeantes.com


Festa do Caldo
http://www.quintandona.com/quintandona/Inicio.htm

www.tempestadesemacareus.com





17.9.09

Squat Meet 09 na cidade do Porto ( 18, 19 e 20 de Setembro)


As pessoas presentes no Domingo, dia 20 de Setembro, no bar-livraria Gato Vadio escolherão um dos 4 documentários seguintes para ser projectado às 17h.:


500 Stenkastende Autonome Voldspsykopater fra Helvede
ENGLISH TITLE: Squat 69
DANISH RELEASE: 10.10.2007
COUNTRY OF ORIGIN: Denmark
RUNNING TIME: 81 min
"For sale! Including 500 violent stonethrowing psyko punks from Hell" – the sarcastic message from the controversial squat Ungdomshuset in Copenhagen. After seven years of political discussions and court proceedings the activists were evicted from their house, popularly known as Jagtvej 69, on March 1 2007. The film takes a balanced look behind the barricades and follows the squatters during the final year before all was demolished and riots broke out in Copenhagen. The four directors, who were the only outsiders allowed access to Jagtvej 69, bring us close to some of the core activists and document their thoughts in dealing with the imminent threat to their continued existence.




69 (2008)
Nikolaj Viborg; Denmark; 60 min (en)
"69" is a documentary about a large group of young people who did not see themselves, culturally or politically, as part of established society. In 1982 they lawfully occupied what was known as the Youth House (Ungdomshuset) at Jagtvej 69, on the outskirts of Copenhagen's inner city. The film portrays the group's situation in 2007, documenting the stormy last six months of the Youth House's history, where the radicalized group rage against the establishment. By following the inner circle of activists, we learn more about the group, the reasons for their actions, and the cause of their predicament.


Squatting (2009)
A film by Larisa Matteissen, 85 min. (en)
Movie follows anarchists and activists, who occupy different empty buildings and territories - from rooms, houses and industrial buildings to complete villages and ports. Dutch and Russian activists are telling about their experiences of squatting and reactions of authorities to self-organisation. Anti-squatters explain why they are in side of the state. You may freely distribute film for non-commercial purposes.


Table Bed Chair - Amsterdam Squatters
A documentary by Robert Hack and Jakob Proyer
The DVD is about 30 minutes long and includes Music by P.A.I.N and Fugazi.
Duration: 30 min 41sec



Squatting in Amsterdam
Journalist Julia Dimon goes underground and investigates Amsterdam's squat scene, a youth counter-movement revolutionizing the housing scene in Holland.




Porque há outros espaços no Porto com imensas afinidades com o projecto CasaViva - Musas, Terra Viva, Casa da Horta, Gato Vadio... - partilhamos com eles a resposta ao apelo lançado a espaços okupados e autónomos para este Squat Meet 09.

Programa

6ª, 18 setembro
19h00 Recolha de alimentos no mercado abastecedor do Porto

20h00 Dj okupa, reciclagem dos alimentos e jantar, conversa e convívio, na CasaViva

sábado, 19 setembro
13h00 16h00 Almoço e conversa na Casa da Horta
16h30 18h30 Xadrez no Terra Viva



19h30 Cinema Comunitário:
La estrategia del caracol, de Sergio Cabrera (116')
Ficção. Itália, Colombia, França. 1993
Espanhol, com legendas em inglês
Filme inspirado numa notícia que Sergio Cabrera encontrou num diário de notícias colombiano: uma ordem de despejo demorou tanto tempo a realizar-se que quando as autoridades puderam, por fim, efectuá-la, já a situação era completamente diferente e surpreendente, tanto o edifício como os seus ocupantes tinham desaparecido.Os vizinhos da Casa Uribe estão a ponto de serem desalojados, apesar de estarem a ocupá-la há décadas. O dono, um rico prepotente, reclama a sua propriedade para conservá-la como monumento da Bogotá de então. O advogado do edifício, Romero, e os ocupantes da casa fazem de tudo para fazer valer os seus direitos frente à lei. Mas como já se sabe quem ganha nestas disputas entre pobres e ricos, o senhor Jacinto, um ex-anarquista espanhol, propõe um plano peculiar...


22h00 Jantar na CasaViva

23h00 Musas provoca conversa sobre software livre


domingo, 20 setembro
17h00 Documentários e debate no Gato Vadio



Gato Vadio
gatovadiolivraria.blogspot.com
Rua do Rosário, 281

Terra Viva, associação de ecologia social
terraviva.weblog.com.pt
Rua dos Caldeireiros, 213

Casa da Horta, associação cultural

casadahorta.pegada.net
Rua de São Francisco, 12A
Espaço Musas

musas.pegada.net
Rua do Bonjardim, 998