20.9.09

A fundação e a companhia de bailado clássico de Ángel Corella, o mais destacado bailarino espanhol e o balarino principal do American Ballet Theatre

Ángel Corella (nasceu a 8 de Novembro de 1975) é o mais destacado bailarino espanhol da actualidade e o bailarino principal do American Ballet Theatre, em Nova Iorque.
Começou a sua formação em dança clássica com Karemia Moreno, tendo depois continuado os seus estudos com
Víctor Ullate.
Ángel Corella ingressou no American Ballet Theatre em Maio de 1995 como solista, sendo promovido a bailarino principal logo em 1996.
Foi entretanto constituída a Fundação Angel Corella no âmbito da qual se criou uma companhía de bailado própria e uma escola de dança clássica.







A metrópole, fábrica social (seminário para debater a cidade, de 28 de Set. a 1 de Outubro, no Teatro Maria Matos, em Lisboa)


A METRÓPOLE, FÁBRICA SOCIAL
seminário para debater a cidade
de 28 de Setembro a 1 de Outubro de 2009
Teatro Maria Matos, sempre às 18h30

Entrada livre
Organização do Teatro Maria Matos e da UNIPOP
http://u-ni-pop.blogspot.com/

A cidade constitui-se metrópole a partir do momento em que uma série de equipamentos e edifícios ligados em rede transformam cada via de acesso num fluxo produtivo. Uma teia de ligações, configurada por sistemas de transportes públicos, pontes e vias rápidas, redes sem fios e circuitos de videovigilância, é diariamente activada pela circulação dos habitantes da metrópole, os quais percorrem os escritórios, as fábricas, as salas de espectáculo, as lojas, as escolas, os hospitais, os jardins e os centros comerciais em que se produz e reproduz a vida social. A metrópole assemelha-se então a uma fábrica social, lugar de mobilização cooperativa da força de trabalho, onde se encontram as matérias-primas, circulam as mercadorias e onde se pratica o consumo, alimentando os circuitos de uma economia global.

Esta natureza produtora da metrópole encontra eco em alguns debates. Quando governantes e urbanistas invocam a imagem da “cidade criativa”, em parte reconhecem a natureza produtora da vida espiritual metropolitana. E quando nos falam acerca da necessidade de criação de uma imagem de “marca” para uma cidade, de algum modo repetem o gesto empresarial de criação do logotipo, símbolo que se inscreve no produto e cuja compra permite consumir um certo estilo de vida. Entretanto, a metrópole enquanto fábrica social extravasa largamente o que pode ser contido por aquelas formulações. Veja-se o caso da “cidade criativa”, fórmula que tende a reduzir a produção metropolitana a uma dimensão elitista, reduzindo a metrópole dos produtores – que liga margem sul e margem norte, que engloba centros e periferias, que articula indústria, serviços e comércio – a uma pequena e mui nobre cidade de criadores, de acesso restrito a alguns grupos profissionais de índole artística, uma cidade preferencialmente localizada em novos bairros de charme que emergem no interior dos velhos bairros populares dos centros históricos.

A contra-corrente desta concepção emergente que transforma a fábrica metropolitana em cidade criativa, a primeira sessão deste seminário de quatro dias começará por debater o conceito de “cidade criativa”. Contando, para este efeito, com a participação de investigadores das ciências sociais que se têm dedicado aos estudos urbanos, perguntamos para que servem as “cidades criativas”?

No segundo dia, com a ajuda de quem trabalha a metrópole em planos tão diversos como as políticas de transporte e as representações cinematográficas, transitamos da cidade dos criadores à metrópole dos produtores.

Esta passagem permitirá que no terceiro dia analisemos o governo metropolitano, debruçando-nos nomeadamente sobre a sua implicação no trabalho de arquitectos e urbanistas chamados a debate. O seu traço livre constitui muitas vezes a face mais visível de práticas e discursos de «renovação urbana» apontados à requalificação de zonas degradadas e à valorização do espaço público, mas a arte e engenho de arquitectos e urbanistas também participa, de forma menos evidente, de estratégias dirigidas à administração de pessoas e bens.

Finalmente, no quarto dia, focaremos os conflitos que ocorrem na metrópole e que são habitualmente tratados de forma despolitizada e avulsa (as chamadas “questões locais”) ou enquanto questões do foro criminal (a invenção dos “bairros perigosos”). Neste debate em torno das lutas metropolitanas, à procura de velhas e novas ligações entre antagonismos diversos, contaremos com a participação de activistas envolvidos nas lutas pelos transportes públicos, membros de comissões de moradores, dinamizadores de associações culturais, etc.

28 SET Para que Servem as “Cidades Criativas”?
Debate com Pedro Costa e João Pedro Nunes

29 SET Da Cidade dos Criadores à Metrópole dos Produtores
Debate com Tiago Baptista, Luís Vasconcelos e Renato Carmo

30 SET O Governo Metropolitano
Debate com Susana Durão, João Seixas e Tiago Saraiva

1 OUT As Lutas Metropolitanas
Debate com Chullage, João Branco e Eugénia Margarida



Breve apresentação dos participantes:

João Pedro Nunes é Investigador no Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (ISCTE) e lecciona sociologia urbana no departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais, onde se formou e completou o doutoramento. Tem investigado o desenvolvimento urbano da periferia de Lisboa nas últimas décadas.

Pedro Costa é economista, formado no ISEG, e professor no Departamento de Economia do ISCTE. Tem trabalhado sobre questões do planeamento urbano e do desenvolvimento regional e local.

Luís Vasconcelos, antropólogo, tem levado a cabo investigação no campo das festas de música electrónica, com base no projecto de doutoramento intitulado Percepção e Modernidade. Alucinogénios no Portugal Contemporâneo. É investigador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS).

Tiago Baptista, historiador, tem diversos trabalhos sobre a história do cinema em Portugal. Trabalha como conservador do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento (ANIM) da Cinemateca Nacional - Museu do Cinema.

Renato Carmo é Investigador no Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (ISCTE). Doutorou-se pelo ICS em Ciências Sociais com uma tese sobre os processos de urbanização dos meios rurais. Tem dedicado os seus estudos a temas como a desigualdade social e a marginalização territorial.

Tiago Saraiva é Investigador Auxiliar do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. Doutorou-se pela Universidade Autónoma de Madrid em 2004 com uma tese em história das ciências sobre o papel dos laboratórios na construção da cidade moderna. Publicou recentemente, em co-autoria, Cidade & Cidadania (Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2008).

João Seixas é Investigador Auxiliar do ICS. Doutorado em Geografia Urbana pela Universidade Autónoma de Barcelona e em Sociologia do Território e do Ambiente pelo ISCTE, tem desenvolvido as suas investigações em torno das dinâmicas contemporâneas de governação urbana, bem como das lógicas e perspectivas do desenvolvimento sócio-cultural das cidades.

Susana Durão é Investigadora Auxiliar do ICS. Doutorada em Antropologia pelo ISCTE (2006), tem desenvolvido pesquisa na área do policiamento, patrulha e proximidade em Portugal, tendo particular atenção ao trabalho desenvolvido pela Polícia de Segurança Pública.

Eugénia Margarida é membro da comissão de moradores do Bairro das Amendoeiras, em Chelas. Associação que em 2005 e 2006, desenvolveu uma interessante mobilização contra o aumento de rendas imposto pela Fundação D. Pedro IV e pela defesa do direito à habitação condigna.

João Branco é membro do grupo Massa Crítica. Com origem em São Francisco (EUA) e realizado actualmente em mais de 350 cidades de todo o mundo, a Massa Crítica propõe um passeio no meio da cidade feito em transportes não poluentes, encorajando assim outras formas de mobilidade urbana.

Chullage é músico de intervenção e membro da Khapaz, associação sediada na Arrentela e pólo dinamizador da cultura local e da participação cívica. Tanto a sua música, como a sua intervenção política reflectem os problemas sociais existentes nas periferias das grandes metrópoles: a pobreza, o desemprego e precariedade laboral, a criminalidade e a violência policial.

II Colóquio sobre Os Comunistas em Portugal 1921-2009 na Biblioteca-Museu República e Resistência (25 e 26 de Setembro)



II Colóquio sobre «Os Comunistas em Portugal – 1921-2009»

25 e 26 de Setembro de 2009

Local: Biblioteca-Museu República e Resistência
Espaço Cidade Universitária – Rua Alberto de Sousa, n.º 10 A, Zona B do Rego
1600-002 Lisboa

Sexta-feira, 25 de Setembro

17h30 APRESENTAÇÃO E ABERTURA DOS TRABALHOS

17h45
António Monteiro Cardoso / Investigador do Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa do ISCTE e professor da ESCS do IPL
Tema: Desertar ou ficar. Os comunistas e a incorporação no exército colonial


18h15 Paula Godinho / Departamento de Antropologia e Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Tema: Alpiarça, 1950 - Entre configurações de classe, a «propaganda subversiva» e
o instante duma bala


18h45 DEBATE

19h15 Sónia Ferreira / Investigadora, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / CRIA da Universidade Nova de Lisboa
Tema: As invisibilidades da resistência no feminino: um estudo de caso


19h45 Miguel Cardina / CES – Centro de Estudos Sociais, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

Tema: A extrema-esquerda no Estado Novo: tortura, silêncio e memória


20h15 António Paço / Jornalista e historiador

Tema: Cunhal e o PCP durante o período da II Guerra Mundial

20h45 DEBATE // ENCERRAMENTO DO PRIMEIRO DIA DOS TRABALHOS


Sábado, 26 de Setembro

10h00 REINÍCIO DOS TRABALHOS

10h15 João Paulo Monteiro / Editor de O Comuneiro
Tema: Há um marxismo português? A influência das ideias socialistas em Portugal


10h45 João Madeira / Investigador do Instituto de História Contemporânea

TEma: O PCP, as Jornadas de Maio de 1962 e as «condições indispensáveis para o levantamento nacional»


11h15 José Manuel Lopes Cordeiro / Universidade do Minho

Tema: O combate do PCP ao «esquerdismo»: «O radicalismo pequeno-burguês de fachada socialista» revisitado


11h45 Ricardo Noronha / Investigador do Instituto de História Contemporânea
Tema: O 28 de Setembro


12h15 DEBATE

13h00 PAUSA PARA ALMOÇO


15h00 José Neves / Historiador, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Tema: Comunismo e nacionalismo económico em Portugal


15h30 Raquel Varela / Investigadora do Departamento de História do ISCTE

Tema: Nacionalizações: controle operário ou salvação do capitalismo? Estudo do caso das nacionalizações na Revolução portuguesa de 1974-75


16h00 DEBATE

16h30 António Barata / Membro do colectivo «Política Operária»

Tema: As políticas de frente popular


17h00 Ana Barradas / Membro do colectivo «Política Operária»

Tema: Caderno inédito de Francisco Martins Rodrigues sobre os primórdios do Partido Comunista

17h30 DEBATE

18h30 Encerramento dos trabalhos.


Organização: Política Operária, com a colaboração da Biblioteca-Museu República e Resistência.

Contactos:
Telef. 214713129, Telem. 936094996, 960135270.

Estará disponível numa banca de publicações o último livro das Edições Dinossauro, Lutas Velhas, Futuro Novo, com algumas intervenções do I Colóquio.

O Ciber Café da Biblioteca-Museu República e Resistência fornece refeições. Os interessados poderão fazer a sua reserva directamente pelo telefone 21 780 27 68.


Política Operária
Rua Açores, 41-A, 2.º esq.1000-002 Lisboa

19.9.09

Imaginação ao poder ou todo o poder à imaginação

Votar neste programa: carro + emprego + consumo + casa ???

Mas será que não têm algo de mais original ?



A imaginação é uma arma

A imaginação é uma força

A imaginação é o que fica ao homem quando o espoliam de tudo

A imaginação conquistará o poder



O poder da imaginação leva-nos ao infinito


Vamos limpar o Mundo 2009 ( limpar o Tejo, promover a biodiversidade: acção em Vila Velha de Rodão, no dia 20 de Setembro)



http://www.cleanuptheworld.org/en/

“Vamos Limpar o Mundo 2009”
20 de Setembro em Vila Velha de Ródão.


Limpar o TEJO, promover a Biodiversidade

A Quercus associou-se a esta campanha e no próximo dia 20 de Setembro iremos percorrer o rio Tejo e algumas ribeiras, junto a Vila Velha de Ródão, de forma a sensibilizar a população e recolher o lixo aí encontrado.

O objectivo é recolher o máximo de lixo possível que no final será pesado numa báscula e colocado em contentores adequados. No final da actividade, haverá uma acção de sensibilização para os utilizadores daquele troço de rio que alertará para os perigos que representa o lixo em ambientes naturais, tais como, o risco de incêndio e o perigo para a fauna.
Todos os anos milhares de animais morrem ou ficam mutilados devido a ingestão de lixo como plásticos, redes, etc.
Na região é frequente darem entrada nos centros de recuperação de fauna, cegonhas e outros animais mutilados e com lesões devido à presença de lixo no meio natural. Este lixo, que muitas vezes é transportado para os ninhos destas aves, pode provocar a morte das crias. O lixo também causa impacto visual, numa zona onde se pretende potenciar o turismo de natureza.
No dia 20 de Setembro serão organizados vários grupos de participantes que irão percorrer de barco, canoa e a pé as margens do Rio Tejo, as ribeiras de Açafal, Enxarrique e ribeira de Vilas Ruivas assim como a “ilha dos pescadores”, recolhendo lixo e diverso material aí encontrado assim como sensibilizando os utilizadores das margens do rio e os pescadores.

A participação nesta actividade é gratuita e as inscrições podem ser efectuadas através dos e-mails: castelobranco@quercus.pt ou portalegre@quercus.pt com o envio da ficha de inscrição em anexo.

A campanha “Vamos Limpar o Mundo” (Clean Up the World)

Trata-se de um projecto que anualmente reúne inúmeros voluntários para a realização de tarefas como a remoção de lixo e melhoramento de espaços.
Esta campanha é um dos maiores programas internacionais destinado a mobilizar pessoas para a limpeza do nosso planeta sendo apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
A campanha começou em 1989 na Austrália numa acção no Porto de Sidney onde centenas de voluntários removeram da água e da praia o lixo que aí se encontrava. Tornou-se internacional em 1993 e Sidney passou a ser o centro de operações desta campanha.
Desde então, todos os anos, em todo o mundo, ao longo de centenas de Km de praias do interior ao litoral, voluntários trabalham para acabar com a poluição provocada pelos comportamentos negativos da população.
Acreditamos que este pequeno gesto pode ter um impacte positivo na consciência ambiental dos participantes possibilitando a médio prazo mudanças de atitudes e hábitos individuais.

Programa

9h00- Encontro dos participantes no cais de Vila Velha de Ródão.
9h30- Acção de limpeza nas margens do Rio Tejo, nas ribeiras de Açafal, Enxarrique e ribeira de Vilas Ruivas assim como a “ilha dos pescadores”
11h30- Regresso ao cais de Vila Velha de Ródão
12h30- Almoço
14h30- Continuação da acção de limpeza
18h00- Acção de sensibilização dos utilizadores do rio.
Para a realização desta actividade será conveniente levar calçado e roupa confortável, chapéu ou impermeável (dependendo do estado do tempo), água e luvas resistentes.


QUERCUS - Associação Nacional de Conservação da Natureza
Núcleo Regional de Portalegre
Apartado 163, 7301-901 PORTALEGRE, Telefs: 96 010 70 80 / 96 020 70 80
E-mails: portalegre@quercus.pt / quercus.portalegre@gmail.com
Web page: www.quercus.pt

18.9.09

Festa do caldo e da música tradicional de Quintandona (18, 19 e 20 de Set.,na aldeia de Quintandona, Lagares, em Penafiel)


PROGRAMA

Sexta-feira, dia 18 de Setembro às 18h.30

Comédia numa noite de Verão > ESMAE

Espectáculos comoDEantes

Grupo de Cantares Nem Sempre Nem Nunca

Contos Terríficos

Cavaquinhos de Lagares

Míscaros

Banda Musical de Lagares

Bailenda

Lúmen


Sábado, dia 19 de Set., às 15h.

Oficinas de trabalhos manuais

Máscaras

Culinária Tradicional

Jogos Tradicionais

Danças Minhotas

Caretos de Podence

Contos ao Fogo

Comédia numa noite de Verão > ESMAE

Contos Terríficos

Míscaros

Espectáculos comoDEantes

Caldo d’Estórias

Deu-lá-Deu

Galandum Galundaina

Fogo nos Cabeçudos

Uxte!

Pé na Terra


Domingo, dia 20 de Set., 11h.

Zés Pereiras de S.Julião

Discursos Oficiais

Folclore Galego

Rancho Folclórico da Sobreira

UxTe!

Cabeçudos da Capela

Bombos de Fonte Arcada

Espectáculos comoDEantes

Alafum

Gaitas Daninhas

Contos Terríficos

Míscaros

Monumental Corrida de Porcos

Contos ao Fogo

Deu-lá-Deu

Supermetais

Encerramento



Já fomos à horta colher os melhores ingredientes, ao mercado às especiarias. Temos praticamente tudo para apimentar o caldo de 2009.

Agora é começar a descascar, pelar, cortar e amanhar, a panela já vai ó lume.

A Festa do Caldo e da Música Tradicional de Quintandona está aí novamente com a velha receita, mas mais apurada e saborosa. O cardápio cultural é imenso e o cheiro da fervura já se sente.

É altura de gritar pró campo: A JANTA VAI PRÁ MESA!

É isso mesmo. Anotem aí dia 18 de Setembro, sexta-feira, abrimos às 20h30 prá comezaina gastronómico-cultural e só rapamos o fundo à panela no dia 20, domingo, à meia-noite.

Levantamos aqui um poucochinho o testo da calda cultural, só para cheirarem:

Ingredientes musicais temos os consagrados Ganlandun Galundaina, Pé na Terra, Lumen, Alafum, Deu-lá-deu, Uxte!... Os habituais, e não menos importantes, Banda Musical de Lagares, Grupo de Cantares nem sempre nem nunca, e o Zés-pereiras de S. Julião – Lagares, grupo de bombos de Fonte Arcada, Rancho Folclórico da Sobreira entre outros. Em estreia, os cavaquinhos de Lagares, Gaitas Daninhas, e uma estreia novidade, que para já só podemos revelar que se chama Bailenda.

Como Ingredientes teatrais temos uma colaboração dos alunos da Escola Superior de Música de das Artes do Espectáculo, com Comédia numa noite de Verão. Vários espectáculos dos comoDEantes, como por exemplo, Eu voo p'América, entre outras estreias. Teremos vários contadores de histórias, como Caldo de Contos, contos ao fogo e os contos terríficos.

Temos, ainda, ingredientes culturo-etnológicos como os Caretos de Podence, Cabeçudos da Capela, Oficinas de Danças tradicionais e jogos tradicionais. Mas há mais, muito mais, que pode ver no receituário: Programa do Festival.

E como sempre cá vos esperamos para lhe dar a conhecer a Aldeia Preservada de Quintandona.

Perca-se por ruas e ruelas, tachos e panelas, um bom vinho e demais iguarias e deixe-se levar por sabores e sensações, numa das mais belas aldeias de Portugal. O Caldo de Quintandona serve de mote para lhe dar a conhecer este local mágico, esquecido no tempo, onde a tradição ainda é como de antes


http://www.quintandona.com/quintandona/Inicio.html


A aldeia de Quintadona, na freguesia de lagares, no concelho de Penafiel
http://www.quintandona.com/quintandona/Aldeia.html



Actividades na Aldeia
ComoDeAntes (Teatro)
www.comodeantes.com

Gaiteirus (Aulas de Gaita-de-fole)
www.comodeantes.com


Festa do Caldo
http://www.quintandona.com/quintandona/Inicio.htm

www.tempestadesemacareus.com





17.9.09

Squat Meet 09 na cidade do Porto ( 18, 19 e 20 de Setembro)


As pessoas presentes no Domingo, dia 20 de Setembro, no bar-livraria Gato Vadio escolherão um dos 4 documentários seguintes para ser projectado às 17h.:


500 Stenkastende Autonome Voldspsykopater fra Helvede
ENGLISH TITLE: Squat 69
DANISH RELEASE: 10.10.2007
COUNTRY OF ORIGIN: Denmark
RUNNING TIME: 81 min
"For sale! Including 500 violent stonethrowing psyko punks from Hell" – the sarcastic message from the controversial squat Ungdomshuset in Copenhagen. After seven years of political discussions and court proceedings the activists were evicted from their house, popularly known as Jagtvej 69, on March 1 2007. The film takes a balanced look behind the barricades and follows the squatters during the final year before all was demolished and riots broke out in Copenhagen. The four directors, who were the only outsiders allowed access to Jagtvej 69, bring us close to some of the core activists and document their thoughts in dealing with the imminent threat to their continued existence.




69 (2008)
Nikolaj Viborg; Denmark; 60 min (en)
"69" is a documentary about a large group of young people who did not see themselves, culturally or politically, as part of established society. In 1982 they lawfully occupied what was known as the Youth House (Ungdomshuset) at Jagtvej 69, on the outskirts of Copenhagen's inner city. The film portrays the group's situation in 2007, documenting the stormy last six months of the Youth House's history, where the radicalized group rage against the establishment. By following the inner circle of activists, we learn more about the group, the reasons for their actions, and the cause of their predicament.


Squatting (2009)
A film by Larisa Matteissen, 85 min. (en)
Movie follows anarchists and activists, who occupy different empty buildings and territories - from rooms, houses and industrial buildings to complete villages and ports. Dutch and Russian activists are telling about their experiences of squatting and reactions of authorities to self-organisation. Anti-squatters explain why they are in side of the state. You may freely distribute film for non-commercial purposes.


Table Bed Chair - Amsterdam Squatters
A documentary by Robert Hack and Jakob Proyer
The DVD is about 30 minutes long and includes Music by P.A.I.N and Fugazi.
Duration: 30 min 41sec



Squatting in Amsterdam
Journalist Julia Dimon goes underground and investigates Amsterdam's squat scene, a youth counter-movement revolutionizing the housing scene in Holland.




Porque há outros espaços no Porto com imensas afinidades com o projecto CasaViva - Musas, Terra Viva, Casa da Horta, Gato Vadio... - partilhamos com eles a resposta ao apelo lançado a espaços okupados e autónomos para este Squat Meet 09.

Programa

6ª, 18 setembro
19h00 Recolha de alimentos no mercado abastecedor do Porto

20h00 Dj okupa, reciclagem dos alimentos e jantar, conversa e convívio, na CasaViva

sábado, 19 setembro
13h00 16h00 Almoço e conversa na Casa da Horta
16h30 18h30 Xadrez no Terra Viva



19h30 Cinema Comunitário:
La estrategia del caracol, de Sergio Cabrera (116')
Ficção. Itália, Colombia, França. 1993
Espanhol, com legendas em inglês
Filme inspirado numa notícia que Sergio Cabrera encontrou num diário de notícias colombiano: uma ordem de despejo demorou tanto tempo a realizar-se que quando as autoridades puderam, por fim, efectuá-la, já a situação era completamente diferente e surpreendente, tanto o edifício como os seus ocupantes tinham desaparecido.Os vizinhos da Casa Uribe estão a ponto de serem desalojados, apesar de estarem a ocupá-la há décadas. O dono, um rico prepotente, reclama a sua propriedade para conservá-la como monumento da Bogotá de então. O advogado do edifício, Romero, e os ocupantes da casa fazem de tudo para fazer valer os seus direitos frente à lei. Mas como já se sabe quem ganha nestas disputas entre pobres e ricos, o senhor Jacinto, um ex-anarquista espanhol, propõe um plano peculiar...


22h00 Jantar na CasaViva

23h00 Musas provoca conversa sobre software livre


domingo, 20 setembro
17h00 Documentários e debate no Gato Vadio



Gato Vadio
gatovadiolivraria.blogspot.com
Rua do Rosário, 281

Terra Viva, associação de ecologia social
terraviva.weblog.com.pt
Rua dos Caldeireiros, 213

Casa da Horta, associação cultural

casadahorta.pegada.net
Rua de São Francisco, 12A
Espaço Musas

musas.pegada.net
Rua do Bonjardim, 998

Os homens da luta (Gel e Falâncio) cruzam-se com Sócrates e a campanha Xuxialista, e não é que foi tudo abaixo!


Ver o video AQUI

Foram dez minutos de enorme confusão, com insultos, empurrões e pontapés. A equipa do programa “Vai Tudo Abaixo”, dos vídeos Sapo (ex-Sic Radical) – quatro homens e um megafone -, arrasou na tarde de ontem a passagem de José Sócrates no Seixal

A JS recebeu instruções para cercar os dois actores com bandeiras e gritos de de ordem, o corpo de segurança pessoal do primeiro-ministro posicionou-se para os neutralizar e só largos minutos depois chegou o núcleo duro com Sócrates no centro.
Neto e Falâncio estavam preparados.


“Olhem as fábricas a fechar. Isto é bom para a luta. O desemprego a aumentar. A luta continua. Obrigada Sócrates pela precariedade”,
gritava Neto no megafone, rompendo a barreira de som da JS, que à sua volta gritava “PS!PS!”


A confusão era enorme. Sócrates era levado para o palco e os actores corriam no meio da massa socialista, saltando canteiros, tentando chegar à frente do palco. Mas foram empurrados, insultados e até levaram alguns pontapés. Mas não se renderam.



“Está tudo gravado”, exultava o produtor, enquanto ajudava Neto a trepar para cima de uma paragem de autocarro, partindo-lhe a cobertura. Atirou-lhe o megafone - "a luta continua" -, no momento em que chegava um agente da PSP e quando Sócrates já abandonava o palco e o Seixal.
Fonte: jornal Publico

Contactos para espectáculos de Gel e Falêncio, os homens da luta, 915003232 ou http://www.nunocarvalho.com/

"E o povo, Pá?"


16.9.09

Livraria Utopia já tem blogue, e à venda o livro esgotadíssimo de Rui Mateus sobre o Partido Socialista

A livraria Utopia, no Porto, uma pequena livraria com um seleccionado acervo de livros novos e usados tem já o seu próprio blogue onde tem vindo a divulgar algumas obras à venda. Uma delas, que viemos encontrar é o célebre livro de Rui Mateus sobre Partido Socialista desconhecido e cuja edição estranhamente desapareceu do mercado livreiro logo que o livro foi lançado nas livrarias, facto que não é certamente alheio às denúncias e acusações feitas no livro sobre o funcionamento e a vida interna do PS.



http://livrariautopia.blogspot.com/

Livraria Utopia
Horário: Segunda das 15h às 18.45h,
Terça-feira a Sexta-feira das 10h às13h e 15h às 18.45h
Sábado: 10h às13h e 15h às 18.00h

Morada
Rua da Regeneração, 22 (à Praça da República)
4000-410 Porto

Contactos
222083526 968352292

Email: livrariautopia@gmail.com

Localização (mapa)

Comunidade de leitores sob a coordenação de Valter Hugo Mãe na Biblioteca Municipal Almeida Garret no Porto começa no dia 24 de Setembro


As comunidades de leitores são espaços privilegiados para a discussão de um livro e do seu lugar no mundo cada vez mais vasto de possibilidades de leitura. Pensar nos autores contemporâneos, não exactamente nos consagrados mas antes nos que aparecem agora, potencialmente defenindo este tempo, é como tentar abrir janelas para o presente, mais do que para o futuro como se poderia pensar. Porque, antes de estar em causa adivinhar quais os autores que ficarão com o seu nome fixo na História a ser feita, está em causa atentarmos no que solicita hoje a atenção de quem escreve e porquê. Esta série de leituras propostas passam por esta ideia de encontrarmo-nos com a ficção portuguesa que ficará, para sempre, relacionada com a década em que ainda vivemos, para pensarmos sobre o que ainda vivemos e de que modo está isso vertido, ou não, para dentro desses retratos tão subjectivos que são os livros.

Sessões e respectivos livros a ler para debate e partilha de opiniões:

1.ª sessão: 24 de setembro, quinta-feira: Nenhum Olhar, José Luís Peixoto

2.ª sessão: 07 de outubro, quarta-feira: Jerusalém, Gonçalo M. Tavares

3.ª sessão: 28 de outubro, quarta-feira: Morder-te o Coração, Patrícia Reis

4.ª sessão: 11 de novembro, quarta-feira: o apocalipse dos trabalhadores, valter hugo mãe

5.ª sessão: 25 de novembro, quarta-feira: Efeito Borboleta, José Mário Silva

6.ª sessão: 17 de dezembro, quinta-feira: As Sereias do Mindelo, Manuel Jorge Marmelo

15.9.09

Gente do Norte, filme de Leonel Brito (com guião de Rogério Rodrigues e música de José Mário Branco),vai passar em Moncorvo (dia 19 de Set. às 14h30)

Gente do Norte, filme premiado de Leonel Brito ( com guião de Rogério Rodrigues e música composta por José Mário Branco em 1978), sobre a resistência e esperança das gentes de Moncorvo, em Trás-os-Montes, vai passar em Torre de Moncorvo no próximo dia 19 de Setembro às 14h 30 no Cine-teatro no próximo dia 19 de Setembro com a presença do realizador e do autor do guião.

Será ainda projectado o filme "Encomendação das Almas" (1979) do mesmo realizador.
No mesmo dia, mas da parte da manhã vai ser lançado e apresentado o livro: "Torre de Moncorvo 1974-2009" no seguimento da exposição que foi inaugurada em Junho, no Centro de Memória daquela vila transmontana.

http://torredemoncorvoinblog.blogspot.com/


Leonel Brito foi um dos membros da Cinequanon, cooperativa de cinema que se criou logo após o 25 de Abril de 1974. Entre outros filmes, realizou e produziu filmes e documentários como “Encomendação das Alma”, "Estevais Ano Zero" e “Velhas Profissões”.''Cooperativa de Consumo - A Piedense'', “Ocupação de terras Beira Baixa” , “Colonia e Vilões” ( sobre os trabalhadores rurais da madeira), «Acção, Intervenção»


TORRE E GENTE ( canção e voz de José Mário Branco, num excerto do filme Gente do Norte)

A canção de José Mário Branco é o retrato poético e violento de uma geografia agreste, da terra e do homem, da luta do camponês até aos construtores de um império, entre o suor e o saque. Da servidão da Vilariça até às casas, com brasão, da Vila, num percurso de sofrimento, mas também de avidez. Os poderosos e os fracos.




Gente do Norte ( letra, música e voz de José Mário Branco)

Moncorvo terra e gente
pobre-rica, rica-pobre
nobre serva, serva nobre
entre passado e presente
entre presente e ausente
Foi das pedras
foi das pedras e das águas
do calor, do rosmaninho,
foi da torga, foi das fráguas
que nasceu
este império pequenino
Foi do sol
foi do sul e foi do gelo
foi do sonho e da roda
do Picôto e do Covêlo
que nasceu
este império à nossa moda


Moncorvo torre e gente
pobre-rica, rica-pobre
nobre serva serva nobre
entre passado e presente
entre presente e ausente
Foi do calo
foi da pedra descoberta
da terra desempedrada
que nasceu
esta mina já deserta
Foi do roxo
foi do arrojo e do Douro
do tesouro de caliça
foi do velho e do vindouro
que nasceu
o sangue da Vilariça.



FIM DO IMPERIO ( excerto do filme Gente do Norte)



Retornados (Moncorvo em 1977)




O ensino em Moncorvo em 1977





UMA FEIRA EM 1977




Emigrantes do Felgar (Trás-os-Montes)




A Cinequanon, em co-produção com a RTP, terá realizado entre 74 e 75, cerca de uma centena de filmes para a televisão. Os títulos das séries são sugestivos do que eram então as motivações e intencionalidades dos seus profissionais: ''Movimento Cooperativo'', ''Sonhos e Armas'', ''Um dia na vida de...'', ''Viver e Sobreviver'', ''Colectividades de Cultura e Recreio, ''Artes e Ofícios''. ''Este conjunto de filmes (...) integra-se na actividade inicial da Cinequanon, o qual tinha por objectivo fundamental concretizar uma determinada intervenção sócio-cultural, definida no âmbito de acção da própria cooperativa.''


Os temas dos documentários podem ser organizados segundo vários eixos. Por um lado, procura-se filmar a actualidade, os movimentos de carácter social, implicados nos acontecimentos políticos mais recentes. Inclui-se neste âmbito as experiências de auto-gestão de um hotel - ''Hotel das Arribas - Um ano de auto-gestão'', de António Macedo: ''Uma experiência bastante rica acerca de como pode ser produtiva uma empresa gerida pelos trabalhadores''; de um jornal - ''O Setubalense - Um jornal regional em auto-gestão'', de Amilcar Lyra, de uma oficina - ''Oficina automóvel em auto-gestão'', colectivo; e de formação de várias cooperativas, de produção, consumo e mesmo de ópera. A este respeito, são vários os títulos: ''Cooperativa de Consumo - A Piedense'', de Leonel de Brito, ''A Cooperativa cesteira de Gonçalo'', de António de Macedo ou ''Cooperativa de Ópera'', do mesmo realizador.


Ainda dentro do tratamento da actualidade, encontram-se um sem número de filmes sobre ocupações de terras, de fábricas ou de um ''clube de alta burguesia'', na Aroeira. As preocupações didácticas que se prendem com as atitudes, comportamentos, usos e costumes estão patentes nos documentários ''O Problema do alcoolismo'', de realização colectiva, ''A Arte da Culinária'', de António Macedo, em que após o confronto de vários tipos de culinária, se dá lugar à ''técnica de alimentação preconizada pelos dietistas.'' É curioso como não se quer apenas fazer uma revolução política através da imagem, mas também cultural. ''Inquérito sobre fotonovelas'', de Luis Galvão Teles, trata dos ''comos e porquês de uma forma sofisticada de alienar.''


A par do registo da actualidade e da sua interpretação à luz de um programa ideológico determinado, os filmes de Cinequanon centram-se também na tradição. A sinopse de ''Velhas Profissões'', de Luis Filipe Rocha, indica que em ''Trás-os-Montes velhas profissões mantém-se para além da guerra colonial, da emigração e do 25 de Abril. O artesão, a troca, a aldeia, a vila, o senhor, a feira; a Idade Média de hoje.'' ''Chorar o Entrudo'', de Luis Galvão Teles, é a ''tentativa de reconstituição por aqueles que o praticaram ou ouviram, de um costume carnavalesco e das aventuras que o rodeavam. A história do desaparecimento desses costumes, durante o fascismo, através da repressão directa da G.N.R. e da censura moral.''



A Praça Francisco Meireles em 1977, em Moncorvo


Dois anos a FERVER: retratos da luta, balanço da precariedade ( lançamento do livro é hoje, dia 15 de Set., no Porto)




DEBATE e LANÇAMENTO do livro «DOIS ANOS A FERVER: RETRATOS DA LUTA, BALANÇO DA PRECARIEDADE»:

Dia: 15 Setembro, terça-feira

Horário: 22h00

Local: FNAC do NorteShopping, no Porto.

Oradoras/es:
- Henrique Borges: Sindicato dos Professores do Norte
- Alexandra Figueira: jornalista
- Sofia Cruz: socióloga
- Cristina Andrade: co-fundadora do FERVE
- Susana Vassalo: activista contra a precariedade


Há cerca de dois anos, surgiu, no Porto, o FERVE - Fartas/os d'Estes Recibos Verdes.
Tínhamos como objectivo denunciar situações de uso abusivo de recibos verdes e promover um espaço de debate acerca desta realidade laboral. Designámos este fenómeno como 'falsos recibos verdes'; um fenómeno que atinge 900 mil pessoas em Portugal, ou seja, quase 1/5 das/os trabalhadores/as em Portugal.

Ao longo destes dois anos, temos colaborado na visibilização, denúncia e dinamização de diversas lutas, cuja persistência tem trazido para a praça pública a discussão sobre esta condição laboral.

Assinalamos dois anos de existência constatando que a expressão 'falsos recibos verdes' está ganha mas a sua existência persiste.
Assinalamos dois anos num momento em que a precariedade alastra no mercado laboral português.
Assinalamos dois anos quando Portugal regista a mais alta taxa de desemprego dos últimos anos.

Optámos, assim, por assinalar estes dois anos de luta com a edição de um livro onde se cruzam testemunhos de vidas precárias, reflexões de activistas contra a precariedade, intervenções de investigadores/as, jornalistas e sindicalistas.

"2 anos a FERVEr: retratos da luta, balanço da precariedade" é o título deste livro de 130 páginas, editado pela Afrontamento, que conta com dez testemunhos de trabalhadores/as a recibos verdes, ilustrados por Catarina Falcão, Chico, Gémeo Luís, Isabel Lhano, João Alves, Luís Silva, Paulo Anciães Monteiro, Rui Vitorio dos Santos.

O livro "2 anos a FERVEr: retratos da luta, balanço da precariedade", conta também com as contribuições de:

- Carvalho da Silva: Secretário Geral da CGTP-IN
- Henrique Borges: Sindicato dos Professores do Norte e membro da CGTP
- Elísio Estanque: Sociólogo - Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra
- Castro Caldas: Economista - Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra
- Sofia Cruz: Socióloga - Faculdade de Letras, Universidade do Porto
- Ana Maria Duarte: Socióloga - Centro de Estudos Sociais, Universidade do Minho
- São José Almeida: jornalista do Público
- Sandra Monteiro: jornalista do Monde Diplomatique
- Alexandra Figueira: jornalista
- Regina Guimarães: escritora
- valter hugo mãe: escritor
- Tiago Gillot: Precários Inflexíveis
- José Soeiro: Sociólogo e activista do MayDay
- Luísa Moreira: activista do MayDay
- Luís Silva: activista do MayDay

14.9.09

Manifestação de protesto dos professores (dia 19 de Setembro às 15h. em Lisboa)

Vem de negro e escolhe o local do teu protesto:
Parlamento, Palácio de Belém ou 5 de Outubro.
NÃO PODEMOS ADORMECER AGORA!

Os professores irão manifestar-se em Lisboa, no próximo dia 19 de Setembro de 2009, às 15:00 horas.
Numa forma de manifestação diferente do habitual, a mesma decorrerá em simultâneo em três locais diferentes e simbólicos: Assembleia da República, Ministério da Educação (Av. 5 de Outubro) e Palácio de Belém.




Em nenhum deles, haverá prelecção de discurso público, mas sim uma faixa dos Movimentos que organizam o protesto (APEDE, MUP e PROmova), contendo uma mensagem forte e incisiva que pretende dar voz ao sentimento dos professores.


Nos três locais de concentração, haverá representantes dos movimentos, que promovem e organizam esta acção, podendo os colegas dirigir-se a qualquer um desses locais, de acordo com a sua sensibilidade e desejo de participação.


Solicita-se que, na medida do possível, os colegas venham vestidos de negro e que, depois de alguns minutos de silêncio, se manifestem como entenderem, com faixas, cartazes, etc., dando livre curso à sua criatividade, contribuindo, desse modo, para o sucesso desta iniciativa.


Iniciativa e organização:
APEDE
MUP
PROmova

Ver ainda:

http://www.movimentoescolapublica.blogspot.com/

http://protestografico.wordpress.com/

http://sinistraministra.blogspot.com/



BOAS RAZÕES PARA NOS MANIFESTARMOS NO DIA 19 DE SETEMBRO

Porque nunca os professores foram tão insultados e espoliados de direitos no exercício da sua profissão;

Porque é necessário e urgente inverter a crise que se abateu sobre o sistema de ensino em Portugal;

Porque estamos em véspera de podermos mudar tudo isso;

Porque os programas dos principais partidos tomaram os professores como alvos de uma dedicação subitamente descoberta, mas...

... mas o tema da educação tem primado pela ausência nos debates televisivos entre os líderes partidários (o que não é bom sinal);

Porque os lugares desta manifestação desdobrada, o Ministério da 5 de Outubro, o Parlamento, o Palácio de Belém, correspondem aos órgãos onde se tomam as decisões fundamentais para a profissão docente e para a Escola Pública, e é aí que os professores têm de fazer ouvir a sua voz;

Porque os professores têm memória e não esquecem;

Porque os professores querem lembrar aos mais distraídos que merecem, da parte do poder político, a estima e o reconhecimento que nunca lhes foi dado em 30 anos de democracia;

Porque o dia 27 de Setembro tem de ser um virar de página definitivo numa história triste e lamentável.

Publicado o nº 33 do Boletim Anarco-Sindicalista, de Setembro-Outubro 2009


Boletim Anarco-Sindicalista nº33 (em PDF):
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Alguns artigos neste número:
- Detenção de anarco-sindicalistas na Sérvia acusados de terrorismo internacional
- Autoeuropa: os trabalhadores entregues... às «flutuações do mercado»
- Termina o julgamento dos 25 de Caxias: Absolvição geral
- Subempreiteiros de construção civil exploram trabalhadores brasileiros e portugueses
- Galiza: Mobilização exemplar dos trabalhadores metalúrgicos
- Trabalho Escravo e Terrorismo
- A FORA-AIT e a autogestão operária na Argentina
- Coreia do Sul: Trabalhadores fazem greve e ocupam fábrica durante 77 dias
- Repressão Estatal na Rússia- França: Trabalhadores ameaçam fazer explodir fábricas

8.9.09

O TV-B gone: o telecomando universal para apagar televisões por todo o lado!



Os ecrãs e as televisões invadem o espaço púbico. Ruas, montras de estabelecimentos, centros comerciais, cafés e restaurantes, nada é poupado pela omnipotente e omnipresente televisão.

Mas há um mini-telecomando, o Tv-B gone, que é capaz de apagar todos esses aparelhos, em qualquer lado, em pouco tempo ( 17 segundos), desde que nos aproximemos deles para ficarem no raio de acção coberto pelo telecomando.

Para quem se dedicar a este entretenimento é recomendável não se esquecerem dos seguranças que podem não gostar da brincadeira…




Festival de Vilar de Mouros de 1971 – o Woodstock português


Criado em 1965 pelo médico António Augusti Barge, o Festival de Vilar de Mouros foi inicialmente um evento de divulgação da música popular do Alto Minho e Galiza, com o objectivo final de transformar Vilar de Mouros num destino turistico. Em 1968, o festival reuniu a Banda da Guarda Nacional Republicana, com fado e cantores de intervenção: Zeca Afonso, Carlos Parede, Luis Goes, Adriano Correia de Oliveira, Quinteto Académico+2, Shegundo Galarza e alguns grupos de folclore.

Mas foi em 1971 que, e apesar da ditadura, se produziu em Portugal a 1ª grande edição do Festival Vilar de Mouros, e o até então maior festival de sempre no país. O clima de paz, amor e liberdade fez com o que o Vilar de Mouros de 71 fosse considerado, tanto para a critica nacional como para a internacional, como o Woodstock português.

Nos fins-de-semana entre os dias 31 de Julho a 15 de Agosto de 71 cerca de 20 mil pessoas (números não oficiais), oriundas de vários pontos da Europa, assistiram às actuações de Elton John e Manfred Mann (que actuaram no fim-de-semana de 7 e 8 Agosto, “dedicado aos jovens”), os nacionais Quarteto 1111, Pentágono, Sindikato, Chinchilas, Contacto, Objectivo, Bridge, Beartnicks, Psico, Mini-Pop, Pop Five Music Incorporated, Amália Rodrigues, Duo Ouro Negro, Celos, Banda da Guarda Nacional Republicana, Coral Polifónico de Viana do Castelo e o Grupo de Bailado Verde Gaio, abarcando assim o tradicional, o fado, o rock e o pop.


Tal como o Woodstock, o Vilar de Mouros acabou também em grande prejuízo para a organização (cerca de 1000 contos). Só Elton John, que ocupava o segundo lugar do top de vendas de singles em Portugal, recebeu 600 contos, um valor elevadíssimo para a altura. O único subsídio que existiu foi dado pelo Secretariado Nacional de Informação (30 contos).Os outros patrocínios prometidos falharam. Ao todo foram gastos cerca de 2500 contos pagos pela família Barge.

A PIDE e um pelotão de 45 homens da GNR do Porto estiveram presentes no festival mas numa atitude discreta. Registou-se uma única intervenção caricata da PIDE que confundiu a soprano Elisette Bayam com uma imigrante clandestina. Ao contrário das forças policias, a Igreja posicionou-se contra o evento e pedia aos pais que não deixassem os seus filhos ir ao festival por ser organizado por pessoas de “leste”. A família Barge acabou inclusivamente por ser “excomungada”.

No dia 7 de Agosto de 1971, num Sábado cheio de sol, e 2º fim-de-semana de festival, centenas de jovens dirigiram-se a Vilar de Mouros. Com mochilas às costas e à boleia caminhavam em busca de musica “diferente”. Como em Woodstock as estradas encheram-se de carros impedindo a circulação e nos campos verdejantes de Vilar de Mouros ergueu-se uma “aldeia de lona” onde campistas “tocaram viola, cantaram, dançaram e respiraram ar livre”.

A ordem de entrada em palco dos grupos portugueses foi decidida aleatoriamente. Os Sindicato de Edmundo Falé, Jorge Palma e Rão Kyao iniciaram o festival mas a sua actuação, com musicas de 10 minutos, não agradou ao publico. Seguiram-se os Celos, Pop Five Incorporated, Psico e os Bridge, considerados “um dos maiores espectáculos da noite”. Seguiram-se os muito aguardados Quarteto 1111 - que cantaram em inglês para evitar a censura -, os Pentágono - que iriam actuar com Paulo de Carvalho que desistiu de participar quando soube que a banda iria ganhar 30 contos e ele somente 6 – e os Objectivo. Por fim, os muito aguardados Manfred Mann, protagonistas de um concerto de escassos 45 minutos e muito pouco entusiasmante.

O 2º dia dedicado à Música Moderna respeitou os horários e às 17Horas o Quarteto 1111 apresentavam-se pela 2ª vez em palco com uma actuação mais convicta do que a da véspera. Parece essa ter sido também uma característica do festival. As bandas portuguesas actuaram melhor no 2º dia, fruto da sua inexperiência e “falta de rodagem”. Mas o momento alto da noite estaria a cargo do “showman” Elton John. O artista mais caro do festival, O cabeça de cartaz. O publico ficou extasiado mas mesmo assim não exteriorizou o seu entusiasmo. O que deveria ter sido um encore, à 1ª saída (e afinal única) de Elton John, transformou-se em fim. Sem perceber o que era, o público não manisfestou vontade de “um regresso”.

A apatia do público foi a característica dominante do festival. Os jovens não estavam habituados a terem liberdade. Nunca uma tão grande massa de gente se reunira para um evento cultural. A censura e a possível repreensão estavam sempre iminentes. O amadorismo das bandas portuguesas e os longos intervalos entre as actuações também provavelmente contribuiram para essa “apatia”.
Num texto para o “Mundo da Canção”, Tito Lívio escreveu: “Vilar de Mouros foi a constatação de uma incultura musical, quer pela escassez de apoio do estado, quer pelo amadorismo dos conjuntos portugueses, quer ainda pela mentalidade carneiral da maioria dos espectadores presentes”. Em contrapartida, o bom comportamento do público, tal como em Woodstock, tornou-se o aspecto mais positivo do festival. Hélio Sousa Dias escreveu no “Disco”: o extraordinário bom comportamento de todos os jovens presentes em Vilar de Mouros, é tanto mais de louvar se pensarmos que nos campos de futebol, onde se juntam também 20 mil dos chamados adultos, se passam acontecimentos tristes, comprometedores da educação e civilidade de um povo (…) Ninguém se lembrou ainda de proibir os jogos de futebol. Porque será então que os festivais de musica para os jovens são encarados com tanto medo? Os jovens aqui presentes em Vilar de Mouros deram um exemplo tremendo de como se podem juntar milhares de pessoas sem que haja conflitos nem quezílias escusadas.”

“ (...) o pessoal delirou, cantou, dançou, sussurrou (para evitar ouvidos inquisidores), excedeu-se de cabeças recolhidas (enganando olhares indiscretos), dormiu espojado para as estrelas, curou a ressaca, lavou-se no rio e esperou, sem saber, por Abril” (António Amorim).

Texto original e pesquisa de Alexandra Sumares, retirados daqui





O espírito do Festival de Vilar de Mouros de 1982

O direito à preguiça, por Paul Lafargue ( excerto)


Uma estranha loucura está a apossar-se das classes operárias das nações onde reina a civilização capitalista. [...] Esta loucura consiste no amor ao trabalho, na paixão moribunda pelo trabalho, levada ao depauperamento das forças vitais do indivíduo e da sua prole.

[...]

ó miserável aborto dos princípios revolucionários da burguesia ! ó lúgubre dádiva do seu deus Progresso! Os filantropos aclamam como benfeitores da humanidade aqueles que, para enriquecerem sem fazerem nada, dão trabalho aos pobres; mais valia semear a peste e envenenar as nascentes do que construir uma fábrica num aglomerado rural. Introduzam o trabalho de fábrica, e adeus alegria, saúde e liberdade; adeus tudo aquilo que torna a vida bela e digna de ser vivida.

[...]

Trabalhem, proletários, trabalhem para aumentarem a fortuna social e as vossa misérias individuais, trabalhem, trabalhem, para que, ficando mais pobres, tenham mais razões para trabalhar e ser mais miseráveis. É essa a lei inexorável da produção capitalista.

Paul Lafargue , “O Direito à Preguiça”


Imagem e texto retirados daqui:

The Take, o filme de Avis Lewis e Naomi Klein passa dia 10, às 22h. na Casa Viva



Em resposta ao apelo squatmeet09.wordpress.com, dirigido a espaços okupados e/ou autogestionados, para dois dias de acção directa em Setembro, pela criação de mais espaços do género, o Cinema Comunitário dedica este mês ao tema e apresenta:


The Take, de Avi Lewis e Naomi Klein (87')
Documentário. Canadá, Argentina, 2004


No rescaldo do dramático colapso económico argentino de 2001, a classe média mais próspera da América Latina descobre-se numa cidade fantasma de fábricas abandonadas e desemprego em massa. A fábrica Forja dorme abandonada até que os seus antigos empregados a tomam. Fazem parte dum novo e dinâmico movimento de trabalhadores que ocupam negócio “falidos” e criam empregos nas ruínas do sistema que desaba.
Nos subúrbios de Buenos Aires, trinta trabalhadores desempregados partem em direcção à sua fábica “falida”, estendem os sacos-cama e recusam-se a ir embora. Tudo o que querem é voltar a ligar as máquinas paradas. Como em qualquer ocupação, têm que percorrer tribunais e enfrentar polícias e políticos, que tanto podem dar-lhes protecção legal como corrê-los violentamente.The Take, um filme que, quase garantidamente, irá fazer-te rir e chorar e, acima de tudo, deixar-te com um desejo enorme de mudar o mundo, é um manifesto sobre o poder das pessoas normais quando se unem para conseguirem coisas extraordinárias.

http://cinemacomunitario.blogspot.com/

http://casa-viva.blogspot.com/

5ª feira, 10 setembro, 22h00

entrada livre

Casa viva

Praça marquês pombal 167

Porto

6.9.09

Inaugurado na Alemanha o 1º memorial em homenagem aos desertores do exército alemão durante a II Guerra Mundial


Foi inaugurado nesta semana na cidade alemã de Colónia um Memorial ( foto de cima) em homenagem aos desertores e que constitui o primeiro monumento aos desertores do exército alemão (Wehrmacht) durante a II Grande Guerra.

Segundo estimativas já conhecidas, o exército alemão sob comando de Hitler julgou e condenou à morte mais de 30.000 desertores das forças armadas ao serviço do estado alemão hitleriano, de cujo total foram executadas cerca de 20.000 condenações.

Apesar do monumento não fazer justiça a todos os desertores de todos os exércitos do mundo, aqueles homens e mulheres que rejeitaram a loucura militarista que é próprio de qualquer exército, a verdade é que se trata de um reconhecimento público implícito
a todos os que desobedecem às ordens militares e abandonam as armas a favor de um mundo sem exércitos.

A importância das árvores urbanas e o movimento de reconhecimento, protecção e respeito pelas árvores das cidades

"A culture is no better than its woods"
Wystan Hugh Auden (1907-1973)

Árvores Urbanas - MOVIMENTO DE RECONHECIMENTO, PROTEÇÃO E RESPEITO ÀS ÁRVORES DAS CIDADES


A importância das árvores urbanas

1. melhoram o micro-clima, aumentam o conforto urbano e diminuem os consumos energéticos:

a) reduzem o vento

b) aumentam o ensombramento no Verão

c) diminuem o efeito da "ilha de calor"

d) aumentam a humidade atmosférica no Verão

e) reduzem o albedo


2. reduzem a poluição atmosférica absorvendo vários poluentes em suspensão

3. fixam CO2 e libertam O2

4. criam micro-habitats para a fauna, em especial aves e insectos

5. favorecem a infiltração das águas pluviais, podendo diminuir os caudais de cheia

6. enquadram e valorizam esteticamente as estruturas edificadas

7. dão variações de cor, forma e textura á cidade

8. aumentam a nossa sensação de bem-estar

9. aumentam o valor financeiro dos imóveis próximos

10. ligam-nos à "Natureza"...
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Informação:

Começam no próximo dia 9 de Setembro um ciclo de visitas guiadas no Jardim Botânico da Universidade de Lisboa (JBUL). O ciclo chama-se "Laços de Família" e ao todo serão 10 visitas temáticas diferentes.

Mais informações: http://www.jb.ul.pt/ ou

http://cercaldaeira.wordpress.com/2009/09/04/lacosdefamilia/



Livros fundamentais para um amador de árvores em Portugal:


• Cabral, Francisco Caldeira e Telles, Gonçalo Ribeiro, 1999 - A ÁRVORE EM PORTUGAL. Assírio e Alvim. Lisboa
É a "bíblia" para quem quer conhecer as árvores autóctones e tradicionais mais utilizadas em Portugal, realçando o seu enquadramento ecológico; fundamental ainda para perceber o que caracteriza uma árvore, e para saber "o que pretendemos" da árvore e como podemos atingir esses objectivos da forma mais adequada para a planta; indispensável.


• Humphries, C.J. et alli, 1996 para a edição portuguesa - GUIA FAPAS, ÁRVORES DE PORTUGAL E EUROPA. Fapas e Câmara Municipal do Porto. Porto
É um guia de identificação, com edição original em inglês, mas muito bem traduzida e adaptada para português por um competente grupo de técnicos. Bons desenhos, textos claros, nomes correctos, fazem deste livro um dos tais indispensáveis para conhecer (e reconhecer) a maioria das árvores das nossas ruas e paisagens.


• Parret, Jean, 2001 para a edição portuguesa - A ÁRVORE. Colecção "o nome da árvore". Temas e debates. Lisboa
É um pequeno livro, que se lê muito bem e que descreve as características essenciais e diferenciadoras das árvores, com particular clareza para o funcionamento e estrutura das mesmas.


• Câmara Municipal de Lisboa, 2005 - GUIA ILUSTRADO DE VINTE E CINCO ÁRVORES DE LISBOA. Câmara Municipal de Lisboa. Lisboa
Com um design muito agradável e interessante ilustrações, este livro (quase uma brochura) mostra as características, locais onde se podem encontrar na cidade de Lisboa e algumas curiosidades sobre 25 espécies arbóreas marcantes nas ruas, jardins e parques da Capital.


• Araújo, Paulo Ventura et alli, 2006, 2ª edição - À SOMBRA DE ÁRVORES COM HISTÓRIA. Gradiva. Lisboa
Um livro especial. Feito para as árvores que marcam a paisagem do Porto, deseja-se que possa vir a debruçar-se também sobre outras cidades do País. Descreve as espécies de uma forma muito interessante, mas concentra-se na história das mesmas, fazendo-nos reflectir que todas as actividades humanas têm um contexto temporal, espacial e ideológico, e que as árvores podem ser uma excelente forma de o analisar.



Textos retirados do blogue:
http://www.arvoresdaminharua.blogspot.com/


Jardim Botânico:
http://www.jb.ul.pt/


Associação dos Amigos das Árvores de São Paulo:


Plante árvores. O planeta agradece